História 1884 (Jikook) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Suga, V
Tags 1884, Anos 80, Asus_queen, Cidade Pacata, Crime Secene Do Not Cross, Crustic Sean, Horror, Jeonpolicial, Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Luta, Mistério, Necrofilia, Obsessão, Policial, Romance, Strangers Things, Taegi, Terror, Tortura
Visualizações 19
Palavras 1.638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey! Como estão meus bolinhos? Espero que bem. Voltando com mais uma historinha pra vocês; desculpem o atraso com att's de minhas outras fics. Estou demorando por bloqueio de criatividade, mas prometo logo voltar.

PS. A cidade é fictícia.

Espero que gostem do meu mais novo bebêzinho 💜

Capítulo 1 - Chapter one: Crime Scene do not Cross


Crustic Sean, Whashington.

         15 de maio de 1884.

Na pacata cidade de Crustic Sean, no interior de Whashington; nunca, nada acontecia. Nada. Em média, 12 mil habitantes, um número considerável, até então. Empresários rurais sempre estavam atentos a qualquer aparição de terras, eles são bons no que fazem; pensei. De uns meses pra cá, "aberrações" - como chamam os moradores- estão aparecendo com frequência aqui; essa gente de roça, sinceramente!.

Realmente, todos que fizessem uma breve visita a Crustic, logo adquiria a idéia de que nada aceitavelmente assustador possa ter acontecido aqui, e eis que digo que estás enganado, meu caro. Está cidade pode esconder muito do passado; este, que a maioria querem que permaneça enterrado. 

Mas ele não.

Aparições de jornalistas e outros curiosos estão acontecendo com frequência por aqui; parece que estámos na mira dos holofotes. Relatórios e planilhas, horas é mais horas enfurnado dentro daquela delegacia. Estou ficando extremamente irritado.

Após bebericar um pouco de meu café preto- por sinal, ainda quente- descanso a xícara sob a mesa de madeira simples. Levanto-me rapidamente para ligar a TV, em busca de algo que esteja passando nos noticiários.

- Estamos aqui no local onde tudo aconteceu- dizia a mulher que trajava roupas formais e cabelos presos em um coque- parece que o acontecido fora muito rápido, os vizinhos disseram não perceber quando tudo aconteceu- ela dizia rodeando o lugar enquanto o câmera lhe seguia; aparentava ser um dos bairros mas famosos daqui.

- Sempre, estes curiosos teimam em atrapalhar tudo! pensei-.

- Ainda não sabemos exatamente como ocorreu- ela diz- as suspeitas são de que o suposto sequestrador tenha o levado para pedir uma quantia em resgate; alguns policiais estão tentando fazer contato com a família da vítima- Jeon estava se sentindo frustado por não colocarem o nome da vítima, ao menos uma foto...afinal, ele precisava saber, não é?-; voltamos logo com a cobertura de tudo que está acontecendo.

Pressiono fortemente a beirada da mesa, até que a ponta de meus dedos ficam brancas pela circulação do sangue que foi interrompida. Oque estava acontecendo? Tenho que ir já para a delegacia, concerteza lá eles poderão me esclarecer os detalhes.

                         ⛓✝⛓

Estaciono o carro em frente a delegacia, já era notável vários repórteres em frente; retiro o cinto de segurança, pulando para fora do automóvel. Pude ouvir o arrastar da terra por debaixo de meus sapatos gastos, passo discretamente por todo aquele pessoal, adentrando por fim o local. Logo de cara, percebo pessoas andando desesperadas de um lado para o outro, telefonemas chegando sem parar e é claro, um Yoongi babando com a cabeça recostada sob a mesa.

- Graças a Deus, Jeon- diz Taehyung vindo me cumprimentar- pensei que fosse morrer se você não chegasse daqui a dois minutos- mania do mais velho ser sempre dramático; não caiam na cena.

- Oque aconteceu, cara?- pergunto me direcionando a minha mesa, que já estava lotada de papéis- vi um noticiário na televisão hoje de manhã.

- Está cidade está um caos, sinceramente- o loiro dizia dramatizando, sentando-se na beira da mesa- sabe aquele psicólogo, Park Jimin?- balanço a cabeça positivamente- então, pelo oque parece ele foi sequestrado.

- Quê?!- levanto da cadeira rapidamente, assustando Tae, mas que logo finge não ligar por já conhecer meu jeito de ser-, você é idiota?! me avisa disso agora?- como eu, delegado dessa cidade, só venho ser informado de um assunto sério agora?

- Desculpe- ele murmura quase que inaudível se não estivessemos consideravelmente próximos-. Ligamos para a sua casa, porém, ninguém atendeu.

- Tudo bem, Tae- Taehyung podia ser bem sensível às vezes, e tudo oque eu não precisava agora era este tipo de "problema"- agora preciso que me dê detalhes sobre tudo oque aconteceu- falo abrindo algumas pastas para fazer breves anotações, apenas deduções básicas.

- Pelo oque investigamos até agora, ele desapareceu horas depois de sua última consulta- ele dizia enquanto eu rabiscava rapidamente na folha amarelada-, pelo oque indica, ele supervisionava casos graves de pacientes obsessivos, psicopatas e sociopatas. Tudo indica que estes possam ser um dos autores do crime, ainda não foi comprovado nada.

- Ok- murmuro fechando a pasta em que continham as folhas-. Encontraram algum sinal de arrombamento na casa? Coisas quebradas, por exemplo- entrelaço meus dedos deixando o cotovelo apoiado na mesa para descansar o queixo.

- Não- ele diz- parece ter sido tudo muito bem planejado. Ele não tem parentes por aqui, mas quem registrou a ocorrência foi uma garota que diz ser amiga próxima do Park.

- Certo; qual o nome da garota?

- Pelo oque me lembro...- ele observa alguns cantos do ambiente, pensando- Era...Lis, não! Lalisa, Lalisa Manoban.

- Ligue para ela- ordeno me pondo de pé- fale para a senhorita comparecer a delegacia, ainda hoje.- ele assenti indo procurar a lista telefônica de registros.

Organizo alguns papéis que estavam espalhados sob minha mesa; a maioria de casos já resolvidos. Fazia bastante tempo que não me surgia algo do tipo, isso me parece um desafio. Minha preocupação são os supostos sequestradores...conhecia pouco este tal de Park, acho que a única vez que o vi por aqui foi para acompanhar um BO de agressão pelo o seu antigo namorado...

Puta merda.

Não pode ser... será? Seria óbvio de mais, porém, por via das dúvidas irei fazer uma visitinha a o tal de...como é o nome do cara mesmo?  Lee Min... não, Lee Taemin! Isso, Lee Taemin. Jimin havia relatado que eles namoravam a cerca de cinco anos. No começo o namorado era muito gentil e carinhoso; porém, com o passar dos tempos foi virando algo obsessivo. Lembro-me de que ele disse que era agredido constantemente, e que Taemin o ameaçava dizendo que se ele contasse a alguém mataria seus amigos e familiares.

Cara doido.

Depois disto, nunca mas avistei a cabeleira ruiva por aqui. Algumas conversas minhas com Yoongi, ele comentou que era um dos únicos amigos fiéis que Jimin tinha por aqui. O azulado- por conta de seus fios que agora encontram-se tingidos de azul-, deve estar magoado com tudo que está acontecendo. Após armazenar meu arquivo com todos os relatório devidamente organizados, por ano, data, mês e por ordem alfabética. Sim, sou extremamente compulsivo quando se trata desse assunto; rodeio a mesa, pairando ao lado do mais velho que ainda dormia, o cutucando de leve.

- Hum...- ele murmura, balançando a cabeça para afastar o sono e me olha com cara de tédio. Típico- oque quer, Jeon?- Yoongi era a única pessoa nesta cidade que conseguia me tratar "normalmente", o restante tinha um certo...medo. Talvez, por isso sejamos melhores amigos, admiro o outro.

- Porque está dormindo em horário de trabalho?- retruco, logo percebendo a expressão zangada em sua face.

- Você pode comandar está cidade- ele diz friamente, mas eu o conheço o suficiente para saber que este é apenas o seu jeito de agir-, mas em mim, não manda.

- Tudo bem, vou aceitar que está assim por conta do que aconteceu com o Park, certo? Vocês eram amigos.

- Sim- ele diz ajeitando a postura-. Conhecia o bastante para saber que ele era uma boa pessoa; estou louco para encontrar o maldito a qual fez isso com ele- O Min mantinha naturalidade, mas era notável o olhar de ódio.- Tem alguma pista?

- Por enquanto nada- ele suspirou frustado-, estou em busca do ex namorado dele. O tal de, Lee Taemin.

- Sim, Jimin havia comentado dele comigo- ele diz- mas pouca coisa, acho que ele não gostava muito de falar sobre este assunto.

- Por enquanto é tudo oque temos- digo- e também o depoimento que Lalisa Manoban dará; ela era a mais próxima do Park, e também foi a pessoa qual registrou a ocorrência do desaparecimento- ele assenti positivamente, deitando nas costas da cadeira colocando os anti-braços atrás da cabeça.

- Acho que devemos ir a casa dele novamente- engulo em seco encarando o mais velho-. As buscas foram poucas, talvez possa ter algo lá que nos ajude.

- Er, talvez- digo ficando de pé-. Agora tenho que ir. Preciso passar na lavanderia.

- Ok- diz-. Aceita ir comigo e Taehyung até o bar, mais tarde?- admito, era uma proposta irrecusável.

- Certo. Encontro vocês mais tarde.

Viro de costas para o mais velho caminhando até minha mesa. Tateio rapidamente a mesma, suspendendo pelo o indicador o molho de chaves a qual continham a do meu automóvel. Caminho para fora, me despedindo brevemente da senhora Cloé, que trabalha aqui a um bom tempo na recepção.

Porém, a idade chega para todos.

Ela já vem demonstrando alguns sinais de cansaço. Logo logo batera as botas, tenho certeza. Precisaremos fazer algumas entrevistas rapidamente, vai que o inesperado acontece sem preucações breves. O clima hoje estava agradável para nós... para mim, quero dizer. O céu estava nublado, a temperatura baixa e logo iria chover.

O meu pequeno gosta de chuvas...

As ruas desertas, como sempre. Alguns cidadãos passeavam pelo parque, guiando seus animaizinhos de estimação por coleiras; argh! Que irritante...detesto animais.

Minha vontade é de esquartejalos e...

Esqueçam.

Viro a esquerda, acelerando um pouco a velocidade para chegar mas rápido ao ponto de encontro. Avisto logo ele, paro o carro um pouco afastado do estabelecimento, fazendo um sinal pelo vidro abaixado. Ele caminha até mim com a encomenda; destravo a porta para que o mesmo possa entrar.

- Então- digo-, trouxe oque pedi?- o mais baixo assenti entregando-me o pacote.

- Só...tenha cuidado- ele alerta e eu bufo em desgosto-. Não use com tanta frequência, ou pode causar greves sequelas.

- Ok, aqui está- estendo-lhe um envelope ao qual continha o valor cobrado-. Tenha cuidado ao caminhar com isso.

- Certo- ele abre uma fresta da porta, dizendo antes de sair-, me avise quando precisar de mais. E não falte ao nosso encontro, mais tarde.

- Tá, tá- empurro o levemente pelos ombros na tentativa de tirá-lo rapidamente do carro.-; se precisar de mais lhe informo.

- Foi um prazer- ele sorri maliciosamente antes de pisar finalmente (para mim), o chão áspero da entrada do galpão onde nos encontravamos.

Ops.. acho que falei de mais.

- Irei aliviar suas dores, amor.






Notas Finais


Wow! Vocês vão precisar de forças para aguentar os mistérios dessa fic, estou deixando-os confusos?. Eu nunca havia escrito o tema sobre mistério/terror antes; estou me esforçando para dar o melhor de mim. Será uma postagem por semana, assim ficará melhor para mim poder organizar os capítulos, e trazer algo de qualidade para vocês! ~Dêem muito amor para está história~.

Amo VCS 💜


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