História 9 Números para Matar! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Assasinos, Drama, Justiça, Linguagem Imprópria, Mistério, Morte, Passado, Relações, Sangue, Terror
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Palavras 3.172
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nunca escrevi uma história de terror ou nada do gênero, espero que vocês gostem. Comentem se estão gostando pra eu continuar a escrever, boa noite!

Capítulo 1 - Capitulo Um-A Primeira Morte


                                                                                       1

                                                                      A PRIMEIRA MORTE

Goldewer, 2015.

Era uma manhã bem ensolarada na cidade de Goldewer e tudo parecia calmo, realmente parecia. No colégio Goldewer havia muitos estudantes lá e o prefeito viria lá pra um comunicado, porém até aquele momento ele não estava lá e ninguém estava conseguindo encontra-lo. O prefeito Gregor Hellis, era uma pessoa muito importante, pois havia sido uma das mentes mais brilhantes do colégio Goldewer e que ajudou muito quando era jovem até que subiu na vida e virou prefeito, não porque era realmente bom no que fazia, mas porque não havia concorrente.

– Que saco! – resmungou uma garota loira, aluna do colégio. – Essa confusão só por conta desse prefeito filho da puta! – berrou ela.

Havia um garoto de cabelos pretos ao lado dela, esta que estava tentando pegar algo de seu armário.

– É, ele era um filho da puta mesmo Carl. – concordou o garoto, pensativo.

Charlotta ‘’Carl’’ Beleryn, garota loira linda e muito desconfiada quanto às pessoas, confiava muito pouco nas pessoas por conta de seu passado sombrio que envolvia seu pai Wellington e sua mãe falecida Giane. – Só que apesar de isso tudo ela confiava muito em Wes, seu amigo de infância e obviamente continuava a ser seu melhor amigo e que confiava bastante. – Carl tem alguns problemas de atitude, às vezes era paranoica e grossa, mas no fundo tinha um bom coração pelo menos era o que Wes falava.

– É, esse tumulto está deixando-me louca! – reclamou Carl irritada.

Wesley ‘’Wes’’ Backlordh, garoto moreno e um pouco estranho, mas até tem alguns amigos como Carl, sua melhor amiga. – Ele é apaixonado pela amiga, mas como ela tem alguns problemas de atitude e um passado sombrio ele apenas fica ao seu lado confortando-a; ele sempre gostou de mistérios e também de zumbis e coisas de super herois. – Ele que tenta impedir Carl de fazer besteiras como agredir pessoas e também fazer bullying, por conta de que ele sofreu isso por algum tempo e Carl o ajudou e por conta do passado dela ela se tornou uma pessoa traumatizada.

– Pois e, acho que devíamos ir pra casa Carl, não vai ter nada de importante por aqui. – sugeriu Wes.

– É, pode ser uma boa ideia Wes.

Wes ergue as sobrancelhas pra a amiga.

– Pode ser?

Ela assentiu positivamente, fechando o armário e o encarou.

– Você não tem tantas ideias boas, sempre que quero me divertir você estraga tudo. – falou Carl pra irritar o amigo. – Como quando eu estava dando uma lição naquela fedelha da quarta série que tirou foto de mim com roupas intimas e publicou pro colégio tudo, ela merecia sofrer! – berrou Carl furiosa.

– Você exagera Carl, não foi tão mal assim. – resmungou Wes.

Carl encarou-o enfurecida.

– Não tão mal? Fala por você que não foi exposto por todo o colégio e sabe que eu não tinha ninguém pra falar com diretor, eu não tenho ninguém ouviu? – gritou Carl, ela estava bem enfurecida.

Wes segurou a mão dela.

– Eu estou aqui. – falou Wes com uma voz carinhosa. – É, você perdeu sua mãe, seu pai morreu também e seu avô Jorge precisa dos seus cuidados, mas você é minha família e sempre será ok? – falou Wes com um tom bem sério. – E, por favor, não se faça de vitima ok? Isso não combina com você.

Carl deu de ombros.

– Eu não me faço de vitima, idiota.

Wes apenas riu.

– Vamos até o asilo visitar seu avô, ele gosta quando você a visita. – sugeriu Wes pra animar à amiga.

– E, eu preciso mesmo falar com ele só espero que hoje ele se lembre de mim. – resmungou Carl um pouco triste. – Seu avô Jorge tinha Alzheimer, ou seja, tinha fortes perdas de memória e geralmente não reconhecia a neta Carl que ficava triste e abalada.

Então um homem alto de cabelos castanhos escuros, usava um terno preto apareceu no corredor e encarou-os.   

– Onde estão seus uniformes adequados? – perguntou o homem.

– E quem e você? – questionou Carl curiosa.

– Eu sou o agente do prefeito Jorger Franz e ele me mandou olhar os alunos e se o colégio está totalmente aprovado pelas normas acadêmicas, mas parece que não. – respondeu Jorger, vendo que Wes estava de casaco, com uma camisa branca com a imagem dos ‘’Power Rangers Espaço’’ e uma calça jeans azul escura; Carl estava trajando um vestido vermelho lindo que parecia ser de festa.

– Nossas roupas não e dá sua conta Franz! – berrou Carl.

Wes segurou o braço da amiga. – Para com isso, podemos nos encrencar sua louca! – resmungou Wes.

Franz riu.

– É melhor escutar seu amigo garota, pois eu posso não ser o diretor do colégio mas sou o amigo do prefeito e posso expulsa-los se eu quiser e ouvi muito sobre você Carl, a garota que foi...

Carl irritou-se e quase avançou em Franz, porém Wes conseguiu segura-la com sua força, mas por ter feito isso estralou seu braço.

– Wes! – berrou Carl assustada com o estralo do braço do amigo.

Wes parecia bem, mas sua expressão não demonstrava muito isso. – Eu estou bem, não se preocupe.

Quando olharam Franz havia sumido.

– Pra onde ele foi? – perguntou Wes segurando seu braço direito, ao lado de Carl que parecia assustada.

– Não sei e não me importo, deixe-me ajuda-lo Wes. – pediu Carl.

Wes assentiu e ambos saíram do colégio com suas mochilas em suas costas, indo em direção ao asilo.

...

Na quadra de educação física estava uma garota de cabelos negros longos e de olhos verdes claros, ela estava trajando uma blusa curta azul escura com uma calça preta que batia até seus joelhos. Seu nome era Elizanabeth ‘’Zana’’ Collins, garota que adora aventuras e fica excitada por coisas de terror (lugares que parecem de filme de terror e que tenha muito sangue). Ela estava fazendo alguns exercícios socando um saco de areia e então seu celular tocou e ela parou o que estava fazendo e foi ver de quem era a mensagem:

De: Wes

Para: Zana

Assunto: Torci meu braço por causa da Carl e nós fomos ao asilo, pra visitar o avô dela.

Mensagem: Sério, eu estou bem e não vá brigar com a Carl. Bem, espero que esteja se divertindo com seus exercícios e espero que não quebre a cara de ninguém, embora que isso é mais a cara da Carl do que a sua Zana; bem, se quiser falar conosco sabe onde nos encontrar e acho que depois vou passar ai pra ver a sua malhação e espero que já tenham achado o prefeito, quer dizer o que pode ter acontecido com ele? Eu suponho que ele tenha pegado muitas mulheres e se esqueceu da hora.

       

  

Zana leu a mensagem do amigo e riu com as palavras dele sobre o prefeito, então logo respondeu a mensagem.

De: Zana

Para: Wes

Assunto: Onde está o prefeito?

Mensagem: Bem, o prefeito sempre foi um imbecil e sinceramente não dou a mínima pra ele, mas as pessoas se importam com ele e acho que foi mais do que mulheres, pois nem o agente dele Franz não sabe onde ele está. Cuidado com o braço e tome conta pra que a Carl não faça nenhuma merda, o que ela sempre faz.

Demorou um pouco e veio outra mensagem, mas não do Wes e sim de Carl e isso deixou Zana tensa.

De: Carl

Para: Zana

Assunto: Vou te matar sua desgraçada!    

Mensagem: Eu juro que vou te matar sua desgraçada, juro que vou. Como pode dizer que eu sempre faço merda? Sério, eu não devia mais ter amigos e devia me mudar pra algum lugar sem pessoas.

Zana respirou fundo antes de responder a mensagem para Carl, sabia que esta tinha sérios problemas de seu passado que nunca contou pra ninguém mas foi algo tão grande que a transformara em uma pessoa agressiva, grossa e quase insensível com as pessoas e compreendia isso e como entendia que Wes era a única pessoa que ela se abria e se importava, por serem amigos desde a infância.

De: Zana

Para: Carl

Assunto: Não faça drama!   

Mensagem: Desculpe se me expressei mal e você pegou o celular do Wes por quê? Já estão no asilo? Cuida dele ok? E eu gosto de você Carl, te acho incrível e mesmo você me afastando sempre eu sempre quis ser sua amiga.

 

 

 

Carl respondeu logo a mensagem.

De: Carl

Para: Zana

Assunto: Não interessa!

Mensagem: Eu estou com o Wes sim, pare de sentimentalismo ok? Se não eu juro que te mato mesmo falou? O Wes falou que ia passar ai não é? É bom não ir embora, nós vamos mesmo dar uma passada ai, não responda essa mensagem, pois não quero ter que responder outra mensagem sua falou?

 

Zana voltou a bater no saco de areia, então sentiu um calafrio bem estranho e as luzes estavam ainda acesas e alguém pareceu cantar uma musica só que parecia mais um som de uma flauta, parecia que estava anunciando a tua entrada triunfal só que ninguém apareceu o que deixou Zana tensa.

– Que merda, está acontecendo por aqui? – questionou Zana assustada.

Ela ouviu um grito e de repente havia sangue na porta da quadra de educação física, ela respirou fundo e abriu a porta e tinha uma mensagem escrita com sangue:

‘’Esse é o primeiro a morrer, afinal ele merece por ser amigo do filho da puta do prefeito não é mesmo?’’

Zana assustou-se.

– Não pode ser, o agente Franz? – perguntou-se assustada.

Depois ela pensou, que podia ser uma pegadinha de alguém, mas quem poderia fazer isso? Zana não sabia, então seguiu o rastro de sangue bem devagar e estava com um pouco de medo, mas excitada, pois era uma coisa que não acontece sempre em sua vida e podia servir como uma bela experiência. – Zana continuou a seguir e encontrou outro papel com mais uma mensagem:

‘’O prefeito eu vou deixar pra o fim, quando todos se juntarem pra me deter’’

– Isso parece ser coisa séria. – afirmou Zana lendo o outro papel.

Zana estava em um corredor do segundo prédio do colégio, então uma porta da sala de pintura abriu-se e de lá surgiu uma garota de cabelos castanhos escuros que estava suja de tinta na cara, já que estava na sala de pintura; a garota era bonita, com seus longos cabelos que estavam cheios de tinta e ela encarou Zana.

– Zana? – perguntou a garota.

A garota era Erin Caldans, melhor amiga de Zana, tímida e leal aos seus amigos como Zana e Wes por quem é perdidamente apaixonada, porém nunca disse nada por conta de sua timidez. – Erin encarou a amiga e viu que a amiga estava com uma expressão bem séria.

– O que está havendo? – perguntou Erin curiosa e preocupada.

– Eu não sei Erin, só vi esse sangue e essas mensagens. – explicou Zana mostrando as mensagens pra Erin.

Erin leu-as e pareceu mais assustada que Zana.

– Será de verdade?

– Não sei, temos que seguir o rastro de sangue Erin pra descobrir se é verdade ou alguma pegadinha.

Erin concordou, respirou fundo e ambas começaram a andar juntas. – Erin nunca foi de brigas e sofria bullying de Carl que certa vez a humilhou derramando vários copos de refrigerantes nela e jogou nela também ketchup e uma jorrada de farinha, porem Wes e Zana haviam salvado ela de Carl ainda obrigando-a a se desculpar e Wes preparou uma vingança em que ele atirou farinha e refrigerante em Carl, não Ketchup, pois esta era alérgica.

– Só espero que isso seja uma piada. – resmungou Erin medrosa.

Zana e Erin continuaram a caminhar no rastro de sangue, elas começaram a descer os degraus da escada bem devagar e então tinha uma poção de sangue maior ainda e de repente viram o corpo do agente Franz la todo ensanguentado e com uma faca no peito, que deve de ter sido o motivo pelo que ele havia morrido. – Erin deu um grito bem alto e Zana deu-lhe uma tapa em sua boca pra esta se calar e segurou-lhe pelo braço e continuaram a andar até que chegaram a porta que iam pra o corredor onde tinha os armários , onde Wes e Carl estavam a pouco tempo e havia mais uma mensagem:

‘’Que a caçada se inicie, os pecadores vão todos morrer’’

– Pecadores? – perguntou Erin.

– Tipo os 7 pecados capitais? – perguntou-se Zana pensativa.

Então a porta do colégio abriu-se e uma nevoa as envolveu por completo e ambas perderam totalmente a noção do que estava acontecendo com elas.

...

 

Wes e Carl haviam chegado ao asilo, um lugar onde vivem os veteranos de guerra e as pessoas que precisam de atenção como os idosos. Jorge, o avô de Carl fora colocado lá por ela, pois ela não estava dando conta de cuidar dele sozinha e pediu ajuda a dona do local, a Sra. Grace Geen que era uma ótima e pessoa e que prometeu cuidar do avô dela.

Wes entrou no local e viu muitos idosos lá, como alguns jovens com problemas como paralização dos sentidos, perda dos membros e entre outros casos. – Wes, admirava que Carl era voluntaria lá nas horas vagas e quase ninguém sabia além dele é claro, ele mantinha segredo não iria trair a amiga. – Wes ficava sentido ao ver pessoas como aquelas um pouco largadas pelas suas famílias, mas elas tinham sorte em ter Carl que sempre as animava com música.

– Eles têm sorte em ter você por aqui Carl. – falou Wes digitando no celular, uma mensagem pra Zana.

– Obrigada Wes.

Zana respondeu a mensagem de Wes, que iria responder mas Carl havia lido e resmungou:

– Ela respondeu o que? – perguntou Carl irritada.

Carl tomou o celular da mão de Wes e resolveu confisca-lo e pegou o seu e mandou uma mensagem pra Zana, que não demorou muito e respondeu e Carl achou graça por Zana a ter chamado de amiga e respondeu a mensagem e desligou seu celular. – Wes olhou pra ela estranhando que ela parecia não tão estressada quando vinha ao asilo.

– Pode me devolver meu celular? – perguntou Wes.

Carl sorriu e devolveu o celular pra ele, então as luzes piscaram e Carl foi correndo até o quarto do avô Jorge que estava deitado na cama, ele era um senhor de idade meio careca com rugas no rosto e tinha a cara de ‘’pessoa boa’’, ele acordou quando a viu na porta e sorriu.

– Minha neta, como você está? – perguntou Jorge animado.

– Estou bem vô e o senhor?

– Estou bem querida.

Wes resmungou pra a amiga:

– Vou deixa-la a sós, ele está bem hoje e acho que deve aproveitar pra desabafar, pois ele vai te ajudar com o que você passou, eu não consegui ajuda-la antes e foi o seu avô que lhe ajudou e ficou assim. – lamentou Wes com uma voz triste e um pouco sombria.

– Não se culpe, como você disse sou sua família né?

Wes assentiu abraçou Carl e fechou a porta deixando-os a sós. Carl respirou fundo e pegou um banco e sentou-se perto da cama de seu avô e deu-lhe um belo abraço, um abraço que não dava há muito tempo e este pareceu gostar disso, pois estava sorrindo e derramava muitas lagrimas.

– Eu te amo vovô. – falou Carl cheia de lágrimas abraçando Jorge.

– Também te amo, minha neta. – falou Jorge também emocionado.

Jorge afastou-se da neta e a encarou:

– Seu pai nunca mais apareceu não é? – perguntou Jorge com uma voz seria.

– Não, nunca mais.

Jorge pareceu satisfeito.

– Que bom! – falou Jorge aliviado. – Se ele aparecer fale comigo que eu darei um jeito, pois ninguém mexe com a minha netinha e sai ileso.

Carl preferiu mudar de assunto:

– Vô como está a sua memória hoje?

– Hoje está bem, eu sei que às vezes eu me esqueço de você, mas eu sempre anoto coisas sobre você no meu caderno e por isso mesmo que por mais que pareça que eu te esqueci eu nunca vou te esquecer Carl, pois você é minha família e eu te amo por demais. – falou Jorge demonstrando que por mais que tenha uma doença grave enquanto ele puder escrever tudo sobre Carl, ele nunca a esquecerá.

– Eu nunca o esquecerei também vovô. – falou Carl feliz por seu avô está bem naquela manha.

– Você gosta do Wes não é? – perguntou Jorge.

– Ele é meu único amigo vô e não me envolvo com meus amigos e principalmente ele que sabe tudo sobre mim e acompanhou a maioria dos meus casos e sempre tentou me ajudar da maneira que pôde. – falou Carl desviando-se do assunto.

– Não deve esconder seus sentimentos, não foi isso que eu te ensinei lembra? – perguntou Jorge.

– Eu sei, mesmo que você se magoei deve sempre mostrar o que sente, se impor e ser corajosa e poderosa. – falou Carl, as palavras que seu avô sempre falava pra ela desde sempre.

– E você já é corajosa só falta demonstrar os seus sentimentos minha neta! – falou Jorge.   

De repente ouviu um som de flauta e Jorge olhou pra a neta:

– Esse som, tem algo que está chegando e vai piorar.

– Como assim? – questionou Carl confusa. 

As luzes estavam claras e de repente a janela abriu-se de repente e Wes ouviu e entrou no quarto assustado e tentou fechar a janela, Jorge gritava coisas como ‘’Ele quer se vingar’’, ‘’Mestre dos Pecados’’ e nada parecia ter muito sentido para eles, uma nevoa surgiu e os consumiu e os três perderam os sentidos, a nevoa então se espalhou pela cidade inteira.

Um homem com a mascara branca que tinha escrito M trajava um terno preto e estava perto do colégio.

– Adeus, agente Franz! – falou ele com uma voz assustadora e terrível.

O agente Franz estava voltando depois da conversa com Wes e Carl e então se deparou com o ‘’M’’.

– Quem é você? – questionou assustado.

– Não se lembra de mim? – perguntou o mascarado ofendido.

– Não.

O mascarado riu.

– Eu sou o Mestre dos pecados e vim matar a todos pelos seus pecados.         – explicou o mascarado.

– Pecados? – perguntou Franz.

– Sim, pecados agente Franz e você tem um bem especifico. – falou o mascarado com uma voz sombria.

– Eu roubei quando criança pra ajudar minha mãe e bom admito eu transei com duas lesbicas quando eu era adolescente e roubei dinheiro do governo pra banca-las quando irei candidato a vice-prefeito. – resmungou Franz achando que aquilo o faria não morrer.

– Tolo, eu sei de toda a sua historia e não foram esses pecados que acabaram com a sua vida, o seu maior pecado foi...

O mascarado então sacou uma faca e lançou no peito do agente Franz que berrou e começou a sangrar e então o mascarado sussurrou:

– Você morreu pelo pecado da morte, você matou um adolescente de 17 anos quando ele vinha ajudar a irmã dele Sharon que trabalhava no hospital e por isso você morreu.

Franz tossiu e resmungou:

– Então é você?

– Sim, sou eu e adeus Franz. – respondeu o mascarado que enfincou mais a faca no peitoral de Franz que gritou, gritou, cuspiu sangue e então morreu.

O mestre dos pecados havia ido embora, mas após a nevoa surgir ele começou a passear pela cidade e resmungou:

‘’Isso só vai piorar’’.



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