História A babá - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Visualizações 102
Palavras 1.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá lindos e lindas! Como vocês estão?
Bem, quero agradecer à vocês pelos favoritos e comentários do capítulo anterior. Fiquei mega feliz, e eu sou super grata à vocês por isso, pois é um sinal de que estão gostando da história, não é mesmo?!

Enfim, obrigada, espero que gostem desse capítulo.

Boa leitura.

Capítulo 7 - Lembranças e Festa part. 1


Certo, de tantas perguntas prováveis que pensei ao longo da vida de receber de uma criança, essa com toda certeza não estava  nos meus planos.

Respirei fundo e pisquei repetitivas vezes tentando associar ao máximo de que maneira responderia uma pergunta fácil, mais ao mesmo tempo tão complicada a ser dita à uma criança. O problema maior é que essa criança é a Sarada. E a Sarada com toda certeza não de fato igual as outras crianças. Ela é esperta de mais para a idade, e isso me causa calafrios.

— Èr.... Bem.... Acontece que eu também não sei.— disse a primeira coisa que veio em minha mente.

Vi pelo retrovisor que Sarada estava com os olhinhos em uma fenda, era possível ver em um momento desconfiança em sua face. Ela arqueou uma sombrancelha assim como Sasuke fazia.

— Hum... Não ousaria mentir para mim, não é mesmo babá?— Perguntou a pequena analisando com precisão as minhas reações.

Engoli seco, tentei controlar ao máximo um pingo de suor frio que insistia em escorrer por minha testa.

— Claro que não.— Disse eu esbanjando um sorriso amarelo.

— Espero.— Disse ela por fim dando atenção à paisagem a sua frente.

Soltei o ar nem mesmo percebi que estava segurando.

Voltei a atenção completa ao trajeto e logo estacionei o carro de frente ao local desejado.

— Uma sorveteria?— Perguntou Sarada com o cenho franzido.

— Não é uma simples sorveteria. É a sorveteria.— Disse eu indignada.

De fato aquela poderia ser considerada uma sorveteria qualquer. Mais não por mim.

Involuntariamente surgiram lembranças em minha mente que nem se quer sabia de sua existência.

" Logo a garotinha de olhos verdes assim que desceu do carro acompanhada de seus pais,  tratou de sair correndo em direção ao estabelecimento que tanto conhecia.

— Vovó Chyo, vovó Chyo!— Esbanjava a pequena garotinha enquanto pulava animadamente tentando chamar a atenção da senhora que estava do outro lado do balcão.

— Oh! Vejamos oque temos aqui.— Disse disse a velha senhora enquanto fingia procurar a pequena garotinha.

— Aqui! Aqui!— Disse ela pulando.

—  Hum... Essa não seria minha linda florzinha?— Perguntou a senhora arrancando risos da garotinha.

Logo a velha senhora pôs a  pegar o sorvete para garotinha já sabendo o seus​ sabores favoritos: Morango com baunilha.

Após receber o seu precioso sorvete e estando completamente dispersa a conversa que seus pais iniciavam com a senhora Chyo, a pequena garotinha começou a varrer seus olhinhos por todo local, parando subitamente em um garoto que provavelmente era alguns anos mais velho. Ele tinha o cabelo naturalmente vermelho e isso á chamou atenção. Não sabia porquê mais aquele garoto a despertou uma certa curiosidade, e isso era evidente nos olhinhos verdes e inocentes.

Ela com cautela se aproximou, sentou ao lado do mesmo.

— Oi.— Disse ela.

— Oi.— Disse o menino com desdém.

— Me chamo Sakura. Qual é o seu nome?— Perguntou ela começando a balançar suas perninhas sobre o ar.

— Não te interessa.— Disse ele virando o rosto para o lado oposto. Estava bastante evidente que ele não estava afim de papo.

— Minha mãe diz, que não é educado conversar com a pessoa sem saber o seu nome.— Disse ela.

Ele apenas bufou e não ligou com o que acabará de ouvir."

— Sakura?— Uma voz me libertou das minhas divagações.

Suspirei irritada, essa poderia ser uma lembrança boa no qual se orgulharia em lembrar​, porém é completamente ao contrário pelo fato dele se fazer presente nela.

Sem mais delongas sai do carro, retirei Sarada da cadeirinha e depois tranquei o mesmo. Caminhamos em direção a sorveteria.

Entramos e pude contemplar o recinto cheio de pessoas que alegremente conversavam.

Me direcionei ao balcão onde se encontrava Janine.

Eu conhecia Janine à bastante tempo, desde minha adolescência. Ela é negra, tem longos e lindos cachos castanhos, e um olhar marcante. Ela sempre chamará atenção de muitas pessoas por conta de sua beleza, e isso de certo modo na minha adolescência, me causava uma pontinha de inveja.

Janine era médica, mas cuidava da sorveteria da tia Chyo, desde que a senhora faleceu. Era como se fosse um legado.

Foi um grande baque para todos quando a senhora faleceu, pois, dona Chiyo era mãe de muitos.

Desde nova dona Chiyo sempre foi uma mulher bondosa de um bom coração. Ela adotou muitas crianças ao longo da vida. Ela simplesmente não aguentava ver os pequenos largados na rua.

Janine tem muitos irmãos e irmãs, e entre eles está ele.

Me aproximei do balcão com Sarada ao meu lado.

— Meu Deus!— Exclamou Janine assim que seu olhar se cruzou com o meu.— É mesmo você?— Perguntava a morena com a expressão de surpresa.

— Olá Jane.— Disse eu lhe lançando um sorriso.

Logo ela deu a volta no balcão, veio até mim e me deu um caloroso abraço.

— Fico feliz em te ver Sakura.— Disse a morena sorrindo abertamente. Logo os olhos da mesma pousaram sobre Sarada.— Quem é essa gracinha?— Perguntou se agachando e ficando do tamanho da mesma.

Pensei em dizer que Sarada era minha filha, mas isso aos olhos de Jane iria ser uma piada sem graça. Pois Jane sabia que Sarada poderia ser qualquer coisa minha, menos filha. Janine me conhecia muito bem para acreditar em uma ladainha dessas.

— Essa é Sarada, atualmente​ eu sou a babá dela.— Disse eu.

— Olá Sarada. Você é muito bonita.— Disse Jane apertando as bochechas da menina que logo ficou corada.

— Bem eu sei que Sakura vai querer o mesmo de sempre, mas e você?— Perguntou ela à pequena garotinha.

— Eu não sei.— Disse Sarada direcionado um olhar apavorado para mim.— Eu não costumo tomar sorvete.— Explicou ela.

— O mesmo para ela por favor.— Pedi.

Logo Jane nos entregou nossos respectivos sorvetes, e nos sentamos em um mesinha ao lado de uma janela bem grande que tinha uma maravilhosa vista.

— Porque me trouxe para tomar sorvete? Achei que estivesse brava comigo por ter colocado tinta no seu shampoo.— Disse a pequena se lambuzando com o sorvete.

— É eu estou brava com você, mais isso não me impede de te trazer para tomar sorvete.— Disse eu e ele deu os ombros.

Sinceramente eu não sei oque estava acontecendo comigo, eu deveria é dar um castigo à garota, mas não em vez disso eu a trago para tomar sorvete.

— Porque essa sorveteria? Tem muitas perto de casa.— Pronunciou a pequena.

— Essa é especial para mim sabe?! Meus pais me traziam aqui quando eu era pequena.— Disse.

— Hum... Nem me lembro a última vez que meus pais me levaram a algum lugar.— Disse ela dando um longo suspiro.

Logo terminamos o sorvete e eu fui em direção ao balcão para pagar ambos.

— Obrigada.— Disse Jane me entregando o troco.— Sakura ele sente sua falta.— Disparou a morena.

Eu tentei fingir que não escutei.

— Sério, ele está de verdade arrependido.— Disse a morena.

— Não quero saber dele.— Disse eu firmemente.— Até mais, Janine.— Disse me virando e saindo acompanhada de Sarada.

Coloquei Sarada na cadeirinha e segui em direção à escola.

                                [...]

Muitos empregados corriam pra lá e pra cá. Faltava poucos minutos para o que Karin dizia ser uma festinha particular.

Faltava pouco e eu ainda estava no meu quarto sem saber que roupa vestiria, não que eu quisesse estar muito arrumada, mas ao que me parecia os amigos de Karin são pessoas de alto nível social. E claramente eu não queria passar vergonha.

— Acho que você deveria deixar eu escolher sua roupa.— Disse Sarada. Ela estava deitada de bruços com as duas mãos apoiadas ao queixo.

— Para mim ir igual a galinha pintadinha?! Não mesmo.—Disse eu jogando roupas e mais roupas no chão.

— Pense babá, alguns convidados já chegaram e papai não gosta de atrasos.— Disse ela piscando para mim.

— Não sei aonde eu estou com a cabeça, mas , tudo bem. Pode escolher​ minha roupa.— Disse eu jogando os braços para cima.— Porém que se eu não gostar, definitivamente não vestirei.— Disse eu me jogando na cama enquanto a garotinha pulava da cama toda saltitante com seu vestidinho vermelho rodado, uma sandália preta, e uma laço vermelho na cabeça.

Logo percebi que ela estava revirando todo o meu closet e em questão de alguns minutos ela jogou um vestido para mim.

Ele era vermelho, tinha uma fenda aberta de um lado da perna, as mangas eram rendadas, e tinha parte considerável de não-muito-pano. Deixando assim mais sexy.

Fui até o banheiro, retirei o roupão no qual eu estava vestida e vesti o vestido.

Realmente estava perfeito, tenho que parar de subestimar as pessoas, pois , todas as vezes que subestimo alguém essa pessoa me surpreende.

Sai do banheiro e logo a garotinha me jogou um salto alto preto, devo confessar que esqueci a existência do mesmo apesar dele ser muito bonito, mais esse lindo salto alto veio de Paris, e a principio era de Ino até eu roubar o mesmo para mim. Não posso fazer nada. Ino roubou uma calça jeans minha que veio de Los Angeles. Foi minha mãe que comprou a calça. Ela foi passar as férias na casa da minha tia que mora em LA.  A calça era perfeita, ficava tão bonita no corpo, mas claro Ino teve que pedir emprestado, depois nunca mais vi a mesma. Mentira Ino usou ela descaradamente no dia em que fomos à uma balada.

Calcei o salto e somente amarrei o cabelo em um coque mal feito. Deixando assim alguns fios rebeldes caírem sobre minha face.

— Está perfeita!— Disse a garotinha me puxando pelo braço.

— Ei, calma, eu já estou indo.— disse eu caminhando em passos apressados para acompanhar a pequena.

Descemos as escadas e eu agradeci mentalmente por Sarada ter me arrumado decentemente.

A sala já estava lotada, a música de fundo era suave, era piano.

Pessoas conversavam e riam ente si.

Avistei um loiro no qual logo já reconheci, era Naruto, ao seu lado Hinata que estava com um barrigão.

Sasuke e mais algumas pessoas também estavam com eles.

Sarada nem esperou eu dizer nada, já saiu me puxando em direção deles.

— Tio Naruto.— Disse a pequena Uchiha de jogando no colo do loiro.

— Olá pequena.— Disse ele passando a mão carinhosamente na cabeça da garota.— Olá Sakura.— Disse o mesmo vindo em minha direção e me dando um abraço.— Está linda.— Elogiou ele.

— Obrigado.— Agradeci meia sem graça.

— Realmente os anos te fizeram muito bem Sakura.— Não era possível, não poderia ser ele.

Arregalei os olhos, apertei minha mão contra o vestido. Suspirei e virei meu rosto para o encarar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, provavelmente essa festa vai render á umas três partes tem muita coisa legal para acontecer ainda.

Obrigada e até o próximo

Ah! E não deixe de postar sua opinião nos comentários.

Beijos.


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