História A base de mentiras - Capítulo 168


Escrita por: ~ e ~Emilia-chan

Postado
Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom)
Personagens Personagens Originais
Tags Akabane, Ansatsu Kyoushitsu, Assassination Classroom, Karma, Karmagisa, Kayano, Nagi, Nagisa, Shiota
Visualizações 97
Palavras 2.734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii galeraaa! Como foi o dia de vocês?

O nosso começou péssimo, tivemos que acordar cedo, em pleno sábado, para fazer um simulado T-T
Mas o resto do dia foi legal, comemoramos o aniversário da co-autora no shopping. Nós fomos na casa dos horrores (eu tenho que parar de ir lá, eu já fui quatro vezes e sempre saio de cabelo em pé), fomos em uma loja de roupa e compramos uma blusa de Neko. E, por mais inacreditável que pareça, tiramos foto com o Papai Noel :D

Resumindo, nosso sábado foi perfeito e só chegamos em casa agora.

Olha, até que eu enrolei bem nas notas do autor, agora vamos logo pro capítulo :3

Boa leitura!

Capítulo 168 - Pedido de casamento


Fanfic / Fanfiction A base de mentiras - Capítulo 168 - Pedido de casamento

Nagisa

 

- Eu te amo.

Viro a cabeça, um pouco assustado com as palavras repentinas. Meu coração bate acelerado por causa do susto e, quando vejo o Karma, os batimentos só aumentam.

Eu adoro quando ele diz isso, mas ao mesmo tempo odeio. É uma afirmação bela que não necessita de resposta, mas, ficar em silêncio, é o mesmo que menosprezar seus sentimentos. Infelizmente, devolver a afirmação como uma resposta soa como algo vazio, apenas um eco da frase do outro, sem possuir sentimento algum envolvido.

- Onde você estava nas últimas duas semanas? – Pergunto, resolvendo, simplesmente, ignorar sua afirmação. Ele entra, de vez, no quarto, ressuscitando a lembrança do nosso último beijo e causando uma sensação de formigamento nos meus lábios.

- Por aí. – Ele responde, dando de ombros, como se a resposta não importasse.

- Custava ter ido me visitar? – Sussurro, começando a duvidar de suas palavras no início. O amor não se prova com palavras, se comprova com ações. – Eu estava assustada Karma. Eu ainda estou assustada.

Sinto uma lágrima escorrendo pelo meu rosto, mas resolvo não limpá-la, quero que ele veja minha lágrima. Eu preciso que o Karma entenda o quão importante é para mim, que, com apenas uma palavra, pode me fazer ficar triste, feliz, preocupado, zangado, sonolento, apaixonado...

- E eu vou te acalmar. Eu vou te proteger. – Ele me garante, voltando a encarar-me. – Mas, do jeito que estamos, não dá mais.

- O que... – Murmuro, tentando entender aonde ele quer chegar e, quando entendo, desejo que seja mentira. – Você quer terminar?!

Quando pronuncio em voz alta, a primeira coisa que vem na minha mente é uma lâmina. Balanço a cabeça de um lado ao outro rapidamente, para descartar a imagem e a ideia, eu nunca mais vou tentar suicídio.

- Ainda não. – Ele fala, a única coisa que me incomoda, nessa frase, é o “ainda”. Por enquanto, pelo que entendi, estamos juntos, mas parece que isso pode mudar a qualquer momento. – E eu quero, muito, tirar o ainda dessa frase. Porque eu te amo Nagisa e, sinceramente, não sei como viveria sem você.

- Se você me ama, se eu te amo... – Pronuncio, tentando encontrar algo de errado, porém eu não encontro. – Nós temos todos os ingredientes, o que está faltando?!

 

- Confiança. Verdades. – Esclarece o ruivo, me forçando a engolir em seco. – Não sou hipócrita a ponto de dizer que eu não menti, eu menti, e menti muito, para você. Agora, eu estou arrependido de tudo isso e quero ser sincero com você. Eu quero confiar em você, só que você também tem que confiar em mim.

- Eu confio. – Afirmo, ignorando, completamente, o fato deu já ter ficado muito enciumado quando o via conversando com a minha prima. Mas não era porque eu não confiava no Karma, eu não confiava na minha prima.

- Confia, até mesmo, para me contar seus segredos? – Ele indaga, andando de um lado ao outro do quarto, bem lentamente, sem desgrudar nossos olhares. – Confia em mim para revelar suas mentiras? Confia que continuarei te amando?

As perguntas dele estão tomando um rumo estranho, ele não pode ter descoberto, certo? Eu sempre tomei cuidado, nunca deixei ele nem sequer desconfiar de que sou um garoto! Mas, se não é por isso, por que as perguntas?

Respiro fundo e quebro nosso contato visual quando fecho meus olhos, para conseguir raciocinar. Isso só pode ser impressão minha, o Karma não poderia ter descoberto, até porque, se descobrisse, duvido que estaríamos tendo uma conversa tão pacífica quanto essa.

Já imaginei várias vezes como seria contar a verdade para ele e, no final, tudo sempre terminava em lágrimas, gritos e eu, novamente, sendo maltratado por uma pessoa que amo, apenas por ser um menino.

- Algumas mentiras não têm perdão. – Falo para ele, sei que essas palavras me incriminam, mas é melhor que confessar tudo.

- Depende de com quem esteja falando. – Ele retruca, contornando minha desculpa esfarrapada, mas, também, trazendo-me um pouco de esperanças. – Eu te conto todos os meus segredos, mas, primeiro, quero que me conte os seus.

- Isso é injusto. – Digo, confessar primeiro me deixaria completamente vulnerável e exposto, além de que isso tudo pode ser apenas um plano dele para me fazer contar algo que eu ainda não sei o que é. – O que me garante que está falando a verdade?

- Sobre o que? Contar meus segredos ou continuar do seu lado? – O Karma interroga, me fazendo parar para pensar.

- Os dois. – Respondo e isso, por si só, já prova como nossa confiança é frágil, como estou hesitando em acreditar na sua palavra.

- Não tenho como provar que vou falar tudo sobre mim... – Ele revela, mudando a sua rota, vindo para mais perto da cama. – Mas eu já desconfiava que você ficaria com medo deu te deixar, então preparei algo...

Espero enquanto ele se aproxima, cada vez mais, de mim. Meu ruivo leva uma das mãos ao bolso e tira de lá... Tira de lá... Tira de lá um anel.

- Meu Deus... – Murmuro, encarando, estarrecido e sem ar, a cena que se desenrola a minha frente. Seus olhos encontram meu rosto espantado e ele me lança um pequeno sorriso, como se não estivesse prestes a acontecer algo muito importante.

- Não vai ser a primeira vez que faço isso. – Ele confessa, o pequeno sorriso se transformando em um trêmulo. – E, por alguma razão, estou muito mais nervoso agora, mesmo já tendo prática. Antes de tudo, quero que saiba que nada disso é da boca para fora, serei sincero em cada palavra.

Há poucos instantes ele sugeriu um término e agora está me pedindo em casamento, acho que vou precisar internar ele em algum lugar... Ou o Karma tem dupla personalidade ou é bipolar.

- Eu me apaixonei por você no dia em que te vi na academia, acho que você conquistou meu coração naquela aula em que me deu um soco no rosto. – Ele conta, me fazendo rir, eu não lembrava disso. – Minha infância... Não, minha vida inteira se passou aos trancos e barrancos, e meu único objetivo era sobreviver um dia de cada vez, sem me perder no caminho. Nagisa, você trouxe alegria para minha vida, trouxe inúmeros motivos que me fizeram querer viver e não apenas sobreviver, você me fez acreditar em um recomeço.

- Eu sei que você não é um objeto, longe disso, mas eu quero que você seja minha. Minha noiva, minha esposa, minha princesa, minha Nagi... Apenas e completamente minha.

Agora sim, eu deixei as coisas irem longe demais, não posso deixá-lo continuar com isso.

- Karma, para. – Peço, minhas mãos tremendo de leve com o que vou fazer, eu vou ter que contar. – Eu... E-Eu...

- Deixa eu acabar, depois você fala. – Ele me corta, sendo um pouco ríspido, mas seus olhos demostram que essa não era sua intenção. – Quando eu resolvi te pedir em casamento, percebi que eu não sabia o número do seu dedo e, por causa do terremoto, não tinha nenhuma joalheria aberta... É exatamente isso que está pensando, eu roubei esse anel que, com certeza, vai ficar grande na sua mão e que não combina com nenhum de nós dois.

Essa é uma coisa para nunca se esquecer, o dia em que meu namorado me pediu em casamento com um anel roubado, só o Karma para fazer isso.

- Anéis não combinam com você, então esse anel não importa... – Afirma o Karma, tacando o anel para cima e o deixando cair no chão. – Só que eu não posso te pedir em casamento sem dar nada... E, pensando no que eu poderia te dar, o seu presente acabou vindo até mim.

Sua última frase me deixa muito confuso. Na verdade, minha cabeça está tão bagunçada que não consigo pensar em nada, só consigo acompanhar o desenrolar de tudo que está acontecendo.

- Espero que goste... – Ele diz, agarrando o tecido da calça e a puxando para cima, mostrando, cada vez mais, a sua perna. Observo com curiosidade e, na mesma hora, vejo uma mistura de verde com azul em contraste com a sua pele.

Demoro para acreditar que seja o que estou pensando, porém, quando se mexe, tenho a confirmação. É uma cobra, uma linda cobra verde-água enroscada na perna dele.

- Nossa... – Murmuro, completamente sem palavras. Subo meu olhar de sua perna para seu rosto, quando foco nos seus olhos dourados, só uma palavra me vem a mente. – Nossa...

- Shiota Nagisa. – Ele começa de pé mesmo, porque a cobra está na altura do seu joelho, ele esmagaria ela se ajoelhasse. – Você aceita se casar comigo?

- Antes de responder, eu tenho que te contar uma coisa. – Respondo, não posso aceitar casar com ele sem o Karma está ciente da verdade. Respiro fundo e, quando vou falar, alguém é mais rápido.

- Eu estou tentando dormir!

Fecho minha boca, que estava aberta, e começo a procurar o dono da voz.

- Nagi... O que está fazendo? – Pergunta o Karma, me encarando com curiosidade, tento não ligar para isso.

- Você não ouviu? – Indago, ainda procurando, mas só tem nós dois nesse quarto. Eu tenho certeza que aquela não era a voz do Karma. – Alguém falou...

- Fui eu. – A voz fala novamente, porém ainda não sei de onde. – Você consegue me ouvir? Eu tentei falar com o ruivo e o outro de olhos vermelhos, mas nenhum deles me ouvia.

Olho para baixo, me deparando com a cobra me encarando, sendo que, antes, seu rosto estava escondido na perna dele.

- Oi! Meu nome é...

Grito o mais alto do que já gritei em toda a minha vida, era a cobra que estava falando.

 

Hibiki

 

- Você não falou deles.

Me viro e encontro a Hana atrás de mim, com os braços cruzados.

- Deles? – Indago, sem saber de quem ela está falando.

- Mamãe. Papai. Ryo. – Ela responde, eu não queria ter que tocar nesse assunto.

- Depois que você foi embora... – Começo, de costas para ela e apertando a proteção da borda do terraço. – Bom, nossa família desmantelou de vez. Estão... Estão todos mortos.

- C-Como?! – Ela exclama, a palavra quase não sai da sua boca. – A mamãe e o papai até vai, e-eles já estariam v-velhinhos... Ma-Mas e o Ryo?! E-Ele é o m-mais novo! E-Ele ainda é u-uma criança!

- Nosso pai o matou. – Conto, me segurando o máximo para não chorar.

- Ele nunca faria isso. – A Hana nega, eu também não queria acreditar no inicio, eu não quis acreditar quando deram meu irmão como morto.

- Mas ele fez. – Afirmo e, depois disso, nós não falamos. Se passa um tempo, até que ela vem pro meu lado, também apoiando suas mãos no guarda corpo.

- Ainda gosta de observar as estrelas? – Ela pergunta, olhando para cima. Admiro seu rosto, desvio meu olhar quando vejo uma lágrima cair pelo mesmo.

Olho para o céu, para as estrelas cintilantes que eu costumava observar quase toda noite.

- Só quando não consigo dormir. – Relato, relembrando do nosso curto período juntos.

- Eu tenho uma mania. – Ela revela, passando, rapidamente, a mão pela bochecha, como se limpasse uma lágrima. – Quando não consigo dormir, eu conto. Quer dizer, eu não faço isso com tanta frequência quanto antigamente.

- Conta as estrelas? – Questiono, imaginando como alguém pode ter paciência para contar algo tão numeroso. Para minha confusão e alivio, ela nega. – Então conta o que?

- Eu já passei por duas famílias adotivas. – Minha irmã conta, abaixando a cabeça e olhando para o horizonte. – Na minha primeira família adotiva, que foi antes dessa, eu tive experiências muito ruins. Eu tinha um irmão e nós éramos muito amigos, até que alguma coisa mudou. Ele começou a me machucar, tanto com palavras quanto com força.

Fico em silêncio, mesmo querendo perguntar milhões de coisas, sinto que isso é algo que minha irmã precisa desabafar.

- Eu era idiota. – Ela afirma, dando uma risada amarga, do tipo que não tem felicidade alguma. – Eu deixava ele falar o que quisesse de mim. Eu deixava ele fazer o que quisesse comigo... – Ela dá uma pausa e se vira para mim, me encarando. – Eu contei o que estava acontecendo para uns amigos, a única coisa que eles fizeram foi me dar uma arma e me falar que, caso eu precisasse, eles me ajudariam a esconder um corpo. Quando meu irmão me assustou, eu peguei a arma e apontei pra cabeça dele... Eu estava assustada, completamente apavorada. E, para aquele inferno acabar, a única coisa que eu tinha que fazer era atirar.

- Você o matou? – Interrogo, não vou culpá-la se tiver matado ele, não tenho ideia do que ela possa ter passado nas mãos desse garoto.

- Eu não consegui. – Ela rosna, como se estivesse com raiva de si mesma. – Ele era meu irmão, era meu amigo. Eu não podia matá-lo, eu não consegui puxar aquele maldito gatilho, porque eu me importava com ele. Naquela noite, eu não conseguia dormir de jeito nenhum... Então, eu fui no banheiro, liguei o chuveiro e fiquei sentada ali... Até que eu não estava mais aguentando... E-Eu peguei uma lâmina e fiz um corte.

- Não... – Sussurro, encarando-a sem acreditar. – Você não fez isso.

- Eu fiz. – Ela confirma, fechando os olhos e derrubando ainda mais lágrimas. – Eu não me orgulho disso, não mesmo. Se eu pudesse voltar no tempo e me impedir de ter feito o primeiro corte, eu faria isso, eu me arrependo.

- Primeiro corte? – Repito, isso significa que não foi apenas um corte, devem ter sido vários.

- Depois disso, eu comecei uma espécie de rotina. – Ela responde, com a cabeça abaixada. – Toda vez que ele me machucava, fosse verbalmente ou fisicamente, eu fazia um corte. Quando eu não conseguia dormir, eu ia pro banheiro, tirava a roupa e contava os cortes.

- Quantos são? – Pergunto, com medo da resposta.

- 377. – Ela responde, isso é um número muito alto. – O pior é esse.

Ela puxa o decote da blusa para baixo revelando, logo acima do sutiã, um grande corte, que ainda tem um aspecto avermelhado.

- Esse eu fiz no dia em que descobriram que eu me cortava. – Ela explica, devolvendo a blusa para o lugar. – Eu desmaiei e acordei no hospital, toda enfaixada. A assistente social veio me ver e perguntou o que eram os cortes. Naquele momento, eu podia ter contado tudo que estava acontecendo e aí ela me levaria de volta pro orfanato, onde eu seria rapidamente adotada pela minha família atual, uma família francesa. Só que eu, novamente, menti para protegê-lo.

Não acredito nisso. Ele fez ela se cortar e minha irmã, mesmo assim, continuou escondendo tudo.

- Quando a assistente social foi embora, eu comecei a chorar muito. Eu tinha certeza que, quando eu saísse do hospital e voltasse para casa, ele me mataria por eu ter me cortado. – Ela para de falar e encara o horizonte novamente, se inclinando para frente. – Só que isso não aconteceu, ele não disse ou fez nada, e isso foi muito pior do que se ele tivesse me espancado. Se ele batesse em mim por causa disso eu saberia que, pelo menos uma parte dele, ainda se importava comigo, que ainda era o meu amigo. Ele me ignorar foi... Foi o mesmo que dizer que não se importa com o que eu faço, eu poderia me matar que, para ele, não faria diferença alguma. Nessa noite, eu peguei a lâmina e fiz aquele corte imenso.

- Quem é ele? – Interrogo, fervendo de raiva por alguém ter magoado e machucado tanto a minha irmãzinha.

- Desculpa Biki, mas eu não posso te contar. – Ela afirma, uma lágrima desliza pelo seu rosto e caí lá no solo. – Você iria querer matá-lo, e eu não quero que ninguém mate ele. Não adianta falar com um amigo meu, eu nunca revelei para ninguém o nome desse garoto.

- Depois de tudo isso, você ainda está protegendo esse garoto?! – Exclamo, ela ter feito isso quando era criança é uma coisa, mas agora a Hana é grande o suficiente para entender que ela deveria ter puxado o gatilho.

- Sim. Eu continuo protegendo-o. – Ela confirma, sem alterar a voz. – Mas eu não sou a mesma garota de antes. Eu não fico nutrindo esperanças de que ele vá voltar a ser o meu irmão ou até mesmo meu amigo, eu aprendi o quanto custa criar falsas esperanças. 


Notas Finais


Nagisa: Karma... Eu não consigo me mexer

Karma: Eu sei :)

Nagisa: Por que eu acho que isso é culpa sua?

Karma: Porque é culpa minha :D

Nagisa: O que você fez?

Karma: Te enterrei na areia enquanto você dormia

Nagisa: ... Acho que eu estou precisando de um namorado novo

Karma: Por que?! T-T

Nagisa: Porque eu pedi um namorado normal... E ganhei você

Karma: E eu pedi uma namorada e ganhei você :’)

Nagisa: Então por que estamos juntos?

Karma: Porque eu te amo e você me ama <3

Nagisa: É... Verdade...

Karma: Não vai me dar um beijinho? -3-

Nagisa: Karma... É você que tem que me dar, eu estou enterrado na areia ‘-‘

Karma: É mesmo, esqueci *Beija Nagisa*

Autora: E foi issooooo! Espero que tenham gostado ^-^
A palavra de hoje é “Rewklyn”
Bye bye


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