História A cada estação com você - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sasuke Uchiha
Tags Deathfic, Sasunaru
Visualizações 77
Palavras 2.952
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, este infelizmente é o último capítulo então eu resolvi caprichar nele e espero que gostem imensamente do que está por vir. Eu não vou fazer discurso sobre essa história ou sobre o que eu senti escrevendo ela porque ela é uma fic especial e ela fala por si, pelo menos na minha opinião. Eu também, não vou ficar enrolado aqui e vou deixar vcs lerem logo. Boa leitura.

Bjs da Tiela💋

Capítulo 4 - A neve deste último inverno


Fanfic / Fanfiction A cada estação com você - Capítulo 4 - A neve deste último inverno

     A cada estação com você
        {A neve deste último inverno}

      Capítulo IV: Fuyu

 

Dezesseis anos depois nós já estávamos casados, foram dois anos de namoro e catorze anos de casados. Os melhores anos da minha vida, as primaveras, os verões, os outonos e os invernos eram cheios de alegria e amor. Tinha vezes que nós brigávamos mas tudo terminava bem, você estava fazendo trinta e dois anos e eu tinha trinta e três, era o seu aniversário naquele dia e estávamos comemorando juntos com nossas quatro preciosidades.

Harumi, era filha da Sakura mas ela foi adotada por nós quando a Haruno morreu em um acidente de carro junto com seu companheiro, Sasori, com o tempo aquela mulher percebeu que o que ela fazia com você era errado e virou uma amiga de verdade e acabou nos dando de presente a Harumi a nossa primogênita de quinze anos, seu nome significa primavera bela, e ela faz jus ao seu nome com sua pele branca meio pálida, cabelos róseos, que lembram tanto sua mãe quanto as árvores de cerejeira, longos e olhos âmbar penetrantes.

Natsuko, era um menino que veio de uma barriga de aluguel, ele tinha cabelos loiros ondulados, olhos azuis como o céu, pele até levemente bronzeada era idêntico a você tanto em aparência quanto em personalidade. Ele era muito agitado e adorava fazer loucuras em seu aniversário, a última loucura dele foi pintar algumas mechas de seus cabelos de laranja, ficou horrível e você quase teve um ataque cardíaco naquele dia e saiu gritando comigo até que nós resolvemos aquilo e os cabelos dele voltaram a ser loiros. Ele fez treze anos semana passada. O nome dele significa Filho do Verão, meio que parece devido ao fato dele ser quente e alegre.

Aki, a menina mais meiga e gentil do mundo, Aki significa outono ou brilhante e se pararmos para pensar ela é realmente uma menina brilhante tanto em personalidade quanto em inteligência, e ela era adotada, ela tinha só quatro anos quando adotamos ela e mesmo ela não sendo um bebê você a quis porque ela era uma menina especial, uma menina brilhante assim como o nome. Ela agora tem sete anos, tem cabelos, ironicamente, ruivos alaranjados e olhos dourados e completamente tão belos quanto os teus. Ela realmente é a nossa caçula preciosa.

E por fim a Yuki , ela também era de barriga de aluguel, tivemos ela alguns meses depois do Natsuko, agora ela iria fazer treze anos em dezembro. O nome dela é apelido para Fuyuki que significa árvore de inverno, mas o apelido Yuki significa neve e felicidade. Ficamos realmente felizes quando ela veio ao mundo. Grandes olhos negros, cabelos negros e pele pálida, a personalidade dela era meio fria e séria, mas mesmo assim ela é carinhosa e protetora com tanto com o irmão quanto com as irmãs principalmente com a Aki.

Naquele dia você disse que ia chegar tarde em casa porque tinha que ver algumas coisas no hospital junto com a Hinata. A perolada esperava gêmeos de sete meses, ela havia se relacionado com um veterinário chamado Kiba, que de presente de aniversário pra você deixou um filhote de "cachorro". Ele tinha pelos alaranjados, até parecia uma raposa e a cauda era estranha pareciam nove. Mas os nossos filhos gostaram e o chamaram de Kurama. Você chegou em casa e viu nós cinco e o Kurama (que estava com um lacinho vermelho no pescoço), gritamos "Feliz aniversário!" enquanto Harumi entrava na sala com um bolo de chocolate e com bastante Chantilly do jeito que você gostava. Você quis chorar, mas não chorou, você agradeceu e nós brincamos com os nossos filhos e o mais novo membro da nossa família. Aquele foi um dia feliz.

Mas algo estava errado, você estava estranho. Parecendo mais cansado que o normal, então eu botei as crianças para dormir, com exceção da Harumi que havia dito que não queria alguém a tratando como criança. Eu ri disso, eu havia esquecido como era ser um adolescente. Então eu fui ao seu encontro na sala e te observei, seu olhar estava perdido, vazio, opaco. Você estava pensando demais para alguém que nunca foi de pensar nas consequências dos teus atos.

Mas com a minha chegada na cozinha você parou de pensar e me olhou acolhedor, eu sabia, só com aquele olhar eu sabia, que você tinha algo para me contar e que não era bom. Nada bom.

— Você não acompanhou a Hyuuga no hospital, não é? — Perguntei e você continuou com aquele olhar acolhedor, e eu nem mesmo percebi quando a minha voz começou a ficar embargada — Foi ela quem te acompanhou

— Voltou, Sasuke — Somente aquelas duas palavras fizeram o meu mundo desabar — Voltou e... já está avançado demais

— Quando tempo? — Perguntei me esforçando para não chorar, me esforçando para não sair gritando o quão injusto o mundo pode ser

— Dias, semanas, meses, não deu pra determinar um tempo específico — Você suspirou cansado, cansado de todas as rasteiras que a vida conseguia dar — Só me disseram que iria demorar tempo o suficiente para eu poder me des...

— Você não vai desistir assim tão fácil! Você não pode fazer isso! Se você morrer eu nunca vou te perdoar! — Eu disse já chorando não conseguindo esconder a minha tristeza, meu orgulho estava despedaçado e meu coração não estava diferente

— Você não entende, eu já lutei demais, eu lutei a minha vida toda... agora chega, eu já tô cansado — Você disse se levantando e se colocando em minha frente — Eu não posso mais impedir isso, já está avançado demais e eu já estou no meu limite, você não sabe o que é passar todos os dias em hospitais e vendo as pessoas que você ama sofrer, eu não quero que meus filhos me vejam assim... Eu não quero que você me veja assim! Se eu morrer em uma maca de hospital, Sasuke, vai ser eu quem não vai te perdoar

Então você subiu para o seu quarto, eu percebi o quão egoísta eu estava sendo. Você realmente já tinha lutado demais, mas eu não queria te perder. Te convenci a tentar achar algum meio e todas aquelas tentativas foram inúteis. O tempo passou e você foi ficando mais fraco, estava toda hora cansado e estava perdendo peso os nossos filhos ficaram preocupados e eu tive que explicar pra eles o que realmente estava acontecendo. Que talvez você morreria, lembro-me bem da reação de cada um. Harumi se forçou a ser a forte e estava sempre dizendo aos seus irmãos que eles também deveriam ser, Aki estava assustada com a possibilidade de te perder e sempre vinha pro nosso quarto verificar se você estava bem ou se precisava de algo, Yuki se manteve fria mas quando ninguém olhava ela chorava silenciosa e depois vinha te abraçar e Natsuko não aceitava, ele não queria te perder, mas respeitava a sua decisão assim como eu.

O tempo passou e o inverno chegou, foi depois do aniversário da Yuki que você começou a ficar ainda mais fraco. Nós só fizemos sexo semana passada, mas não foi do mesmo jeito que antes. Ainda sim, eu estava feliz por te ter em meus braços pelo menos  mais uma vez. Era inverno e a neve caia bela e serena, tão majestosa que vazia a paisagem branca como uma tela. E nós andávamos em direção ao nosso canto especial, eu estava te carregando no colo por que a cadeira de rodas não andava direito na neve. Você estava tão cansado esses últimos dias que precisava de uma cadeira de rodas para se movimentar. Eu te sentei no meu colo e passei meu braço entorno de você enquanto você se ajeitava em meio peito, com um sorriso fraco mais sincero. O seu sorriso era a única coisa que fazia esse inverno frio se tornar quente novamente.

— Você anda pensando muito, espero que não seja naquela oferecida ruiva da lanchonete — Você disse me fazendo rir eu estava tão focado pensando o quanto o seu sorriso era bonito e você estava focado em seu ciúmes da tal garçonete Karin que havia se atirado pra cima de mim semana passada

— Claro que eu estava pensando nela, eu estava pensando que ela nem chega ao seus pés, você sempre vai ser mais bonito e mais idiota que qualquer outra — Disse te fazendo me dar um tapa no meu peito e arrancando um riso inconformado de seus lábios

— Cretino! Eu não sou idiota! — Você disse e eu roubei um beijo apaixonado de seus lábios e você correspondeu mesmo estando "irritado" comigo — Quero que você não faça nenhuma loucura enquanto eu não estiver aqui

— Você acabou de falar como se fosse viajar por um tempo e depois voltar, e nós dois sabemos que não é bem assim — Disse um pouco sério

— Não pense besteiras, eu só quero que você seja feliz e não fique sozinho — Você disse se aconchegado em meu peito

— Esta sugerindo que eu fique com uma pessoa diferente todo dia? — Perguntei provocativo vendo sua face ficar avermelhada e você voltar a dar um tapa em meu peito

— Safado! É assim que você pretende ficar de luto? — Você perguntou indignado e eu simplesmente ri era bom te irritar apesar do assunto não ser algo bom para ambas as partes

— Estou brincando, você sabe disso, prometo que vou tentar ser feliz mas saiba que ninguém vai ser tão especial para mim do que você é, aqui, agora e pra todo sempre — Disse e vi uma lágrima rápida sair do canto de teu olho esquerdo, não foi um discurso mas foi algo que acalmou o seu coração e eu percebi isso pela tua expressão serena como a neve e então você me beijou

Foi o melhor beijo que você já me deram em anos e eu quase fiz amor com você neste chão assim como a dezesseis anos atrás. Mas o frio e a sua fadiga estragaram os meus planos e nada passou apenas de caricias e beijos apaixonados. Foi um dia perfeito, você estava até menos cansado, eu pensei que você pudesse finalmente ficar bem, mas nada passou de ilusão, não é? Naquele dia você brincou com as crianças e até me ajudou a cozinhar. No final você dormiu no sofá, Harumi e Yuki estava do seu lado direito e Natsuko e Aki do seu lado esquerdo e por fim Kurama que dormia em teu colo. Só naquele sofá estavam as pessoas mais importantes da minha vida e até Kurama estava classificado nesta lista apesar dele sempre destruir as minhas almofadas, cortinas, cobertores e etc, mas você sempre o protegia dizendo que ele era só um filhote e que não sabia o que fazia.

Quem vai proteger o Kurama da minha raiva incontrolável? Quem vai me obrigar a fazer loucuras todo santo dez de outubro? Quem vai ficar tagarelando futilidades no meu ouvido? Quem vai conversar comigo quando eu tiver um dia frustrante? Quem vai dormir encima do meu peito depois de fazermos amor? Quem vai assistir filmes comigo até de madrugada? Mesmo eu não assistindo os filme e somente vendo as suas reações dependendo das cenas do filme, quem é que vai me obrigar a vê-los? Quem vai cantar pra mim com aquela sua voz doce e carinhosa quase materna? Quem eu vou chamar de dobe? Quem vai me chamar de Teme? Com quem eu vou ficar sentado ao lado para ver o pôr-do-sol nesse bendito penhasco? A verdade é que eu não vivo sem você, mas eu não tinha o direito de deixar as crianças sozinhas ainda tão pequenas. Você nunca iria me perdoar se eu fizesse uma loucura.

Você morreu uma semana depois daquele dia. Morreu dormindo, morreu feliz. E eu agora estava vendo você tão sereno naquele caixão enquanto fechavam você dentro daquela caixa vazia. E depois você estava debaixo da terra. Sua mãe chorava muito abraçada ao seu pai, Hinata também não conseguia segurar o choro silencioso enquanto segurava um gêmeo no colo e Kiba segurava o outro. Todos os nossos amigos e familiares estavam lá, assim como no nosso casamento. Me senti irônico com essa comparação, um velório era tão triste enquanto o casamento era tão cheio de felicidade e amor. Harumi e Yuki choravam silenciosamente, Aki não desgrudava de mim e chorava em meu peito e Natsuko não conseguia conter os gritos chorosos e eu não os culpava. Eles estavam certos de chorarem, era um direito deles. Eu choraria depois, sozinho sem nenhum olhar cheio de pena sobre mim ou alguma atirada sem vergonha que não respeitava a pessoa que estava dentro do caixão e já se oferecia para o viúvo que nesse caso, infelizmente, era eu.

Os anos se passaram e nossas crianças cresceram, Harumi casou e teve um filho que ela deu o seu nome, ela podia ter posto o nome do pai verdadeiro dela mas colocou o seu. Conhecendo a sua personalidade, você  ficaria feliz com tanta consideração e carinho vindo da nossa primogênita. Natsuko estava noivo de uma garota bonita e gentil, ele iria ser bem feliz ao lado dela, ela se chamava Mina.

Aki estava namorando e terminando a faculdade, ela já estava com um emprego e a vida resolvida era independente mas ainda sentia muito a sua falta e se emocionou muito com a atitude da Harumi de te homenagear daquele jeito e Yuki também estava namorando, mas era uma garota e essa garota era a sua cara. Loira de olhos azuis bem agitada e divertida. Ela estava bem feliz. Todos eles estavam.

Eu não consegui me apaixonar de novo, eu tentei eu juro, mas eu não consegui encontrar alguém que me fizesse esquecer você. Ninguém seria capaz de tal acontecimento. Eu já estava velho, a minha hora chegaria a qualquer momento e eu sabia disso, mesmo nossos filhos não estando felizes com isso... Eu estava. Eu iria reencontrar você, reencontrar o meu sol, a minha luz. Então eu estou aqui no nosso penhasco admirando o pôr-do-sol, enquanto eu sentia a brisa fria deste inverno, admirando a neve deste último inverno. Eu estava na tal famosa cadeira de balanço, em uma casa simples no meio do mato, de preferência perto do nosso penhasco. Eu ia lá todos os finais de tarde e quando eu fechava os olhos eu jurava que podia sentir novamente o seu corpo sob o meu. Suas bochechas coradas, sua boca entreaberta, inchada e vermelha deixando pequenos gemidos escaparem, seus olhos que as vezes se fechavam para sentir ainda mais o prazer e outras vezes se abriam para olhar os meus olhos.

Eu me sentia vivo. Mas isso morria quando o sol se punha e noite chegava. O sol e lua era como nós dois, nossa vida era um pôr-do-sol, você ia embora e eu tinha que ficar cuidando das estrelas. Das nossa estrelas. Olhei a cadeira vazia ao meu lado, era triste saber que você não estaria sentado nela velhinho assim como eu e admirando o pôr-do-sol com seus olhinhos azuis brilhando e um sorriso sereno em seus lábios.

— Eles cresceram bastante, você não acha? — Alguém perguntou ao meu lado, esbocei um sorriso ao perceber que você estava sentando ao meu lado com sua aura angelical e sua aparência tão serena

— Cresceram bastante, eles iriam gostar de ver você de novo, dobe — Confessei e você sorriu e olhou diretamente para mim, mas depois sua atenção voltou para o pôr-do-sol

— Ainda não chegou a hora deles, quando chegar... nós vamos conversar com eles, cada um deles, Teme — Agora foi a minha vez de sorrir

— Teme — Repeti sorrindo — A quanto tempo você não me chama assim?

— Você não fez nenhuma besteira enquanto eu estive fora, não é? — Você perguntou sério eu não evitei e quase gargalhei na sua frente, mas eu me contentei em dar apenas um sorriso de lado

— Não me trate como criança, dobe — Ri e você riu comigo

— Tudo bem — Você suspirou e finalmente voltou a me olhar — Você está pronto?

Olhei para você e me senti novamente a mesma criança de cinco anos que admirava um anjo de cinco anos. Mas ao envés de pétalas de cerejeira, o que caia era a neve, a bela neve do meu último inverno solitário.

— Sempre estive — Disse me levantando e você se levantou comigo — Só estava esperando você voltar

Você pegou a minha mão e nós fomos em direção ao nosso caminho, agora éramos de novo aquelas duas crianças que se conheceram no desabrochar das Sakuras, depois aqueles dois pré-adolescentes que se beijaram no calor úmido do verão, depois éramos os dois namorados adolescentes que cantavam canções sobre o outono e por fim dois adultos que finalmente podem descansar em paz no frio do inverno. Passar todas as estações ao teu lado, foi o maior presente que está triste vida me deu. Dizem que o filme da nossa vida passa diante dos nossos olhos enquanto nós estamos prestes a morrer. Eu percebi que apesar desses anos sozinho, ter você ao meu lado foi tão bom e agora eu finalmente podia ficar ao seu lado para sempre e passar novamente...

A cada estação com você.






















冬Fim冬
























 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fuyu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nihon no shiki — 日本の四季
As 4 estações do Japão

As quatro estações definidas são sem dúvida nenhuma uma das características mais especiais do Japão. A cada nova estação, a paisagem muda, nos gratificando com um belíssimo espetáculo de cores. A palavra japonesa que define as 4 estações do ano é Shiki (四季), mas também pode ser usado o termo kisetsu (季節).

Também pode ser usado o termo Shunkashūtō ou Haru Natsu Aki Fuyu, que significa literalmente “primavera, verão, outono, inverno.”

Haru 春 (Primavera),
Natsu 夏 (Verão),
Aki 秋 (Outono) e
Fuyu 冬 (Inverno).
























 

あなたと一緒に毎シーズン
          Anata to issho ni mai shīzun
           {A cada estação com você}


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo e da fic.
Bjs da Tiela💋




SasuNaru para sempre


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