História A condemned by the sun... - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Colton Haynes, Dove Cameron, Ian Somerhalder, Paul Wesley, Sofia Carson, Teen Wolf, The Vampire Diaries, Tyler Hoechlin, Tyler Posey
Personagens Alaric Saltzman, Chris Argent, Damon Salvatore, Derek Hale, Dove Cameron, Elijah Mikaelson, Enzo, Isobel Flemming, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Lexi Branson, Lilian "Lily" Salvatore, Melissa McCall, Personagens Originais, Scott McCall, Sofia Carson, Stefan Salvatore
Visualizações 18
Palavras 3.590
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Família não mata família....


Fanfic / Fanfiction A condemned by the sun... - Capítulo 24 - Família não mata família....

P.O.V.  Cristina
Ao acordar, tomei um banho, arrumei minha cama, coloquei uma roupa a vontade para ir ao McAlpine Creek Park. Chegando lá, Anne começou a andar de bicicleta, enquanto eu corria ao lado dela.


- Eu adoro esse parque... - A mesma murmurou olhando para um homem forte correndo.


- Ah sei, do parque... - Impliquei a fazendo rir. - Então, seu avô acha que você e o Mike estão juntos.


- Sério?


- Sim, foi hilário vê-los "discutindo"....


- Meus Deus, meu avô sempre inventa coisas... loucas...


- E completamente verdadeiras. - Ri ao ver a loira surpresa pela minha estranha descoberta. - Que foi, pensou que eu nunca fosse perceber? - Perguntei sorrindo de canto, enquanto parava de correr. 


- Cris, eu ia lhe contar...


- Sem problemas, espero que sejam felizes. - Afirmei segurando em suas mãos. - Certo, que fazer o que ag... Só um minutinho. - Pedi me afastando ao pegar meu celular e ver o número na tela. - Fala. 


- Filha, precisaremos lhe mandar para a Rússia.


- Nome?


- Depois, sua malas já estão no hotel, apenas venha para o carro na quinta esquina a sua direita.


- Claro, vai demorar quanto tempo?


- Um bom tempo, e é perigoso.


- Não me importo, já estou indo. - Afirmei desligando o celular. - Anne, me desculpe... Terei que ir resolver algumas coisas...


- Sem problemas, depois me liga?


- Claro. - Sorri acenando para a mesma. Ao ver que ela já havia ido embora, corri para o carro. - Então, vai me dizer o nome quando? - Pedi ligando o carro e dirigindo o meu olhar até o tablete.


- Acredite essa missão irá mudar a sua vida, lhe deixar mais madura e.... Forte.


- Okay, já entendi que o mistério continua.


- Toma cuidado...


- Claro, sei que a Rússia é cheia de vampiros e lobos. - Sorri desligando o tablete.


                                       #Quebra de tempo#


- Que lugar... chique... - Sorri adentrando o lugar e me aproximando da recepcinista. - Spokoynoy nochi (Boa noite.)


- Dobryy vecher, kak ya mogu vam pomoch'? (Boa noite, como posso lhe ajudar?) - Uma jovem mulher de cabelos negros, perguntou com um sorriso nos lábios.


- YA sdelal ogovorku zdes', eto imya Khil'd (Eu fiz uma reserva aqui, está em nome de Hild ) - Afirmei retribuindo do mesmo sorriso.


- Pozvol'te mne posmotret' ... Vot miss Khil'd. (Deixe-me ver... Aqui está Srta. Hild.)


- Blagodaryu vas ... (Obrigada...) - Agradeci pegando a minha chave e me direcionando até o elevador. Adentrando o mesmo, vi um belo homem de cabelo cumprido e loiro, muito pálido e de postura firme.


- Spokoynoy nochi... (Boa noite)


- Dobryy vecher. (Boa noite) - O cumprimentei com um sorriso de canto.


- Ty ostanesh'sya zdes', kak dolgo ...? YA slyshal, chto ty tantsuyesh'... (Vai ficar aqui, por quanto tempo..? Soube que irá ter um baile...)


- Na kakoye-to vremya u menya yest' chto reshit'... (Por um tempo, tenho muito o que resolver...) - Afirmei sorrindo de canto.


- Khorosho, ya khotel by vstretit'sya s toboy. (Bom, gostaria de lhe conhecer) 


- V samom dele? No vy tol'ko chto vstretili menya, razve vy ne dumayete, chto eto slishkom mnogo? (Sério? Mas você acabou de me conhecer, não acha sedo demais?) - Perguntei me fazendo de boba inocente.


- Net, nikogda ne byvayet slishkom rano. I zhenshchina takaya ocharovatel'naya, tainstvennaya i ... yesli mozhno skazat' ... seksual'nost'. Chto-to ya ne khochu teryat' ... (Nenhum pouco, nunca é cedo demais. E uma mulher tão charmosa, misteriosa e.... se me permite dizer... sexy. Algo que não quero perder...) - O loiro flertava de forma encantadora, me fazendo sorrir.


- No, k sozhaleniyu, etogo ne proizoydet. (Mas infelizmente não vai. ) - Sorri enfiando uma estaca em seu peito.


- No ... Kto ty? (Mas.... Quem é você?) - O vampiro perguntou entre dentes, praticamente engasgando com o próprio sangue.


- Kak ya uzhe skazal, zhenshchina s veshchami, kotoryye nuzhno reshit'. (Como eu disse, uma mulher com coisas a resolver.) - Sorri finalmente o matando de verdade. - Que o jogo comece. - Sorri saindo do elevador e o vendo queimar.


P.O.V.  Dimitri
- Dimitri, acorda!


- O que aconteceu? - Perguntei tentando reconhecer o local.


- Logo depois daquela bruxa ir embora, eu resolvi me aproximar do quarto. Só que eu vi alguns corpos, rua imundada por sangue....


- Mas eu não sai do quarto, não é?


- O quê? Não deu nem um minuto, para você sair do quarto e tentar matar mais pessoas....


- Eu te machuquei?


- Não... Olha, eu sinto muito...


- Do que você está falando Fra.. - De repente pude sentir minhas mãos acorrentadas. - Aonde eu estou? - O peguntei ficando sem respostas, tentei olhar em volta e reconhecer alguma coisa, mas apenas vi paredes feitas de pedras. Senti minha pele queimar, em torno dos pulsos, garganta e tornozelos - Francis...


- Você era um perigo para si mesmo, tive que chamar eles....


- Então, estou no porão dos gêmeos?


- Sim... - Ele murmurou abaixando a cabeça.


- Quer saber um dos erros que eu cometi nesse ano?


- Acho que estou com medo de perguntar...


- Foi pensar que você era o meu amigo, me entregou para eles, mesmo depois do que eu te disse..... Sabe, que eu sou um perigo para eles....


- Mas eles disseram que não fariam mau a você!


- E VOCÊ CONFIA NELES? EU SOU HIBRIDO, FILHO DE VLADIMIR MIKAELSON, ACORDA GAROTO! - Gritei sentindo meu coração acelerar.


- Dimitri, seus olhos....


- Faça um favor a nós, vai embora...


-  Mas...


- Você já escolheu o seu time, agora vaza.


- Dimitri, me desculpe...


- AGORA! - Gritei o vendo correr para o mais longe daquele porão. 


P.O.V.  Klaus
Cinco meses depois


- Vladi, aquela não é a Cristina? - Perguntei para o mesmo que apenas sorriu. 


- Meu filho, tem um bom gosto. - Ele sorriu ao ver a morena entrar no baile de máscaras com um sorriso de canto. Todos os homens a olhavam de forma sedenta, tendo ela toda a atenção possível. Cris, carregava um sorriso de canto, como se estivesse satisfeita com tal atenção.


- Ela deve ter vindo para caçar... - Murmurei sorrindo de canto. - Devemos fazer algo?


- Tem vampiros do meu povo aqui?


- Não.


- Então, deixe-a, quero ver do que ela é capaz. - Meu amigo pediu sorrindo ao ver a mesma observar todo o salão com um olhar sexy e perigoso. 


- Agora sim, esse baile ficou interessante. - Afirmei bebericando um cole do meu champanhe. 


Ela foi caminhando de forma sexy, até que um homem se aproximou para lhe servir champanhe. Cris, sem nem olhar para ele, pegou uma taça e voltou a caminhar até um jovem de topete castanho, que se alimentava de forma bem cuidadosa. Assim que ele sentiu a presença dela, apenas limpou o pescoço da moça e os seus lábios. Por fim, a morena encostou em seu ombro o fazendo virar e ficar de frente para a mesma. Ele a encarou dos pés a cabeça, com um sorriso de canto.


- Não, vai me convidar para dançar?


- Óbvio... - Ele sorriu oferecendo seu braço. Ela entrelaçou o seu no dele, entregando sua taça para outro garçom, antes de começar a dançar com o mesmo.


- Sua amiguinha estava lhe tomando muito do tempo, já estava ficando com ciúmes.... 


- Eu sei, não se preocupe... Sou um homem com tempo.


- E eu uma mulher que odeia concorrência. - Ela sorriu o encarando de forma perigosa. 


- Relaxa, estou aqui agora, não estou?


- Sim.... - Ela sorriu de canto, antes de olhar para a janela. - A noite está linda, não acha?


- Maravilhosa, agora que estamos dançando. - Ele sorriu de forma simpática, enquanto ambos dançavam ao som de Carmen da Lana Del Rey. - Que tal, irmos para um lugar privado?


- Quer me sequestrar da festa?


- Sim, quero ficar a sós com você.


- Okay, só toma cuidado... Eu mordo. - Ela sorriu de forma maliciosa, me fazendo rir.


- Somos dois. - Ele sorriu lhe oferecendo o braço. Ela novamente entrelaçou o seu no dele e ambos foram para o jardim.


- Acho melhor, irmos. - Afirmei indo me levantar.


- Creio que não, deixe-os conversarem.


- Irmão, ele pode matá-la ou ela pode matá-lo.


- Niklaus, família não mata família. - Vladimir afirmou algo de forma calma, me deixando mais do que nervoso.


- As vezes eu odeio toda essa sua calma. - Afirmei me levantando e indo até o jardim, preocupado, mas vi ambos conversando e rindo de forma descontraída. Já sei que Vladimir iria rir, pela minha boba preocupação desnecessária. Voltando para o baile, vi Vladimir rindo.


- Deveria me ouvir mais, irmão.


- Eu sei, apenas tenho medo de que ele ou ela façam besteira.


- Como eu disse, família não mata família.


P.O.V.  Cristina
- Meu pai disse que você conseguiria nomes para mim....


- Claro, mas não são ninguém importante. - Ele afirmou me entregando um envelope. - Abra no seu quarto.


- Sem problemas. - Sorriu guardando o mesmo na minha bolsa.


- Está virando uma bruxa talentosa.


- Obrigada, mas e você? Como está?


- Bem, é ruim ter sede de sangue, mas tenho o controle. 


- Certeza?


- Sim, na verdade com a sua chegada inesperada me esqueci de curar aquela moça...


- Me desculpe.


- Se desculpar pelo o quê? Você está virando uma mulher forte, perigosa e sexy. Vai dar trabalho para Carmen e Derek.


- Sei me cuidar. - Sorri o vendo assentir.


- Tem razão, soube que você tomou conta de alguns vampiros, enquanto não nos encontrávamos.


- Tinha que fazer algo, além de comprar. - Sorri ao me lembrar de vários vampiros que eu havia matado. - Aliás, eu posso matar algum daqui?


- Sim, nenhum é da... "Família", são só alguns de humanidade desligada.


- Obrigada, preciso ir.


- Cris...


- Sim..?


- O que tanto procura?


- Como? 


- Sei que você não tem matado direto, anda torturando eles. 


- E...? Apenas me divertindo, já que a minha vida foi ralo abaixo.


- Está procurando pelo Dimitri, não é?


- E se for?


- Está se arriscando demais, por alguém que não vale apena.


- Não sei preocupe, sei me cuidar. - Afirmei voltando para a festa.


- Espero... 


Adentrando novamente o salão, fui puxada para a pista de dança, por um sacana de sorriso cafajeste. 


- Klaus... - Murmurei entre dentes.


- Isso mesmo, meu amor... - Ele sorriu continuando a dançar.


- O que você quer?


- Saber o que você quer?


- Ficar longe de você. - Afirmei sorrindo.


- Que pena, eu gosto de você.


- E eu sou uma bruxa que pode se irritar.


- Nossa, pensei que fosse apenas uma caçadora.


- Já entendi, quer saber o que eu fiz com todos os vampiros que cruzaram o meu caminho.


- Isso mesmo....


- Bom, eu poderia lhe mostrar... Mas já vou avisando que vai doer. - Sussurrei em seu ouvido antes de me afastar dele. Fui caminhando quando Vladimir parou a minha frente, com um sorriso charmoso como o do filho.


- Poderíamos conversar, Srta. Hild? - Ele perguntou entrando em meu jogo, me fazendo sorrir.


- Não, já fui afastada demais dessa festa.


- Ótimo, então uma dança. Por favor, prometo não pisar em seus pés.


- Okay, se insiste tanto. - Concordei pegando em sua mão e começando a dançar com o mesmo. - Que tipo de conversa você gostaria de ter comigo?


- Falar apenas sobre o quão triste você está....


- Quer falar sobre tristeza? Tão assunto... - Murmurei rindo.


- Eu sei, mas meu filho feriu você e sei que ai dentro está repleto de magoa....


- Sr. Mikaelson, prefiro não entrar nesse assunto. Por favor.


- Mas...


- Com licença. - Pedi me afastando do mesmo. Apenas me reverenciei ao final da música e fui me distanciando.


- Cristina.... - O homem me chamou de forma triste, tentando me acompanhar.


- Já disse que não quero falar sobre isso. - Afirmei sentindo meu olhos marejados.


- Você ainda é uma criança, já sofreu tanto... Por que sofrer mais?


- Você não entende? É disso que eu estou fugindo!


- Da dor...? Então, quer dizer que meu filho lhe causa dor?


- Não só a mim... - Afirmei tomando ódio a sentir minha voz embargada, junto de algumas lágrimas que escorriam pelo meu rosto. 


- Sei que toda essa máscara de mulher fria, está sendo usada para esconder a sua dor. Uma jovem de 17 anos, deveria estar saindo com os amigos, indo em festas, bebendo e fazendo besteiras, mas olha o que você está fazendo. Caçando vampiros, lidando com um amor confuso. Cris, você acabou de saber em que mundo vive, saber que o homem que ama foi embora. Perdeu tantos momentos, para agora estar aqui lidando com vampiros, e fingindo não se importar em perder a juventude.


- Já disse que não! 


- Não quer falar sobre a sua dor?


- Não quero falar sobre o seu filho!


- Sei que ainda o-ama!


- Amo e me odeio por isso! - Gritei finalmente chorando. Senti uma forte dor no peito, junto de magoa. Uma certa falta de ar invadiu meu peito, junto de um aperto, mas aos poucos foi passando ao sentir braços fortes me acolhendo com carinho.


- Acalme-se... Vai passar... - O moreno pediu secando as minhas lágrimas. - Não quero lhe obrigar a nada, Cris.... - O moreno afirmou acariciando o meu rosto. Ele olhava cada detalha com tanto zelo e cuidado. 


- Então, o que você quer de mim?


- Eu apenas quero que a minha família fique feliz... - O mesmo afirmou com a voz embargada. - Cristina, meu filho está em perigo...


- E você quer a minha ajuda?


- Por favor...


- Dimitri, não é um homem como você. Ele é um monstro, sem coração que me fez se apaixonar por ele.


- Cris.... Ninguém tem controle do amor... - Ele sorriu depositando um beijo no topo da minha cabeça.


- Mas é tão errado.... E eu não tenho ninguém para conversar sobre isso....


- Então, converse comigo.


- Como você pode ser tão diferente do Dimitri?


- Dimitri sofreu tanto quanto eu, mas ele não soube lidar com os problemas... - Vladimir secou cada uma das minhas lágrimas se forma cuidadosa. - Todos tem o seu monstro interior, homem ou sobrenatural.


- Até mesmo você?


- Sim, o sangue é a minha fraqueza, minha família é a minha fraqueza.... Elas são o gatilho para trazer o meu monstro interior para fora....


- E o que acontece quando ele saí?


- Simples, pessoas morrem...


- E quais você já matou.


- O gêmeos.... Jovens caçadores que não tinham feito nada de errado, além de trabalhar com Ivan Romanoff.


- Ivan era tão mal assim?


- Não, até Dimitri nascer... E ele descobrir que o primeiro filho de Natasha era meu. Ódio e magoa cresceram dentro dele, deixando ele sego, aos poucos ele planejou um ataque na minha casa, matando todos que via pela frente, humano, vampiro, bruxos(as) e lobos. Ivan apenas queria ver sangue, queria provar a todos que eu tinha um monstro, e ele conseguiu. Niklaus perdeu a cabeça, virando uma verdadeira besta pronta para matar. Sem se importar ele estava pronto para matar quem viesse na frente, o mesmo serviu para os gêmeos que estavam apenas tentando defender seu padrinho...


- O Ivan... - Murmurei o vendo assentir.


P.O.V.  Vladimir
- NIKLAUS! - Gritei o interrompendo.

 
- Meu irmão, eu apenas iria fazer o justo.


- Olhe para eles, são praticamente crianças!


- Prontos para matar inocentes, isso para mim não é ser criança!


- Já disse para ficar longe delas, o erro, a ordem são do Ivan.


- E ele vai pagar?


- Não, família não mata família....


- Só que eu não quero ser da sua família, e se me deixar vivo sabe que irei fazer aquele bastardo sofrer.


- Você não ousaria.


- Sim, não me importo mesmo.


- Faça o que quiser comigo, mas ponha um dedo no meu filho que eu juro, que faço você sofrer. - Afirmei o acertando com um chute. - Quer mesmo mexer com o meu filho, seu desgraçado? - Perguntei o acertando com diversos socos. - Acha que pode ameaçar meu filho, sem sofrer? - O perguntei pegando na gola de sua blusa.


- Eu mudei, você não me conhece mais.


- Sei disso, mas tenho como conhecer. - Sorri segurando em seu pescoço. - Diga-me o quanto se importa com eles?


- Ele está com verbena. - Klaus murmurou revirando os olhos.


- Certo, será mais doloroso. - Sorri estalando os dedos, vendo Juno entrar com um sorriso.


- Sr. Romanoff.- Minha amiga sorriu segurando em seu rosto.


- AHHHHHHHH! - Ele gritava enquanto a mesma buscava informações para mim. 


- Sim, são como filhos, principalmente agora que perderam seus pais.


- Niklaus, o que pretendia fazer com eles antes que eu chegasse?


- Faria o menino espancar a menina, depois eu espancava ele.


- Não sabe o nome deles?


- Eu estava ocupado demais para perguntar. - O moreno sorriu jogando um corpo para o lado.


- Poderiam me dizer seus nomes, por favor?


- Não....


- Talvez ele possa nos ajudar.... - A menina murmurou soluçando.


- Já disse que não!


- Juno.


- O menino é Lysandre e ela é a Anastácia.


- Certo, sei que vocês não tem nada haver com isso, mas... Digamos que mexeram com um homem que não tolera receber ameaças, muito menos que a família seja ameaçada. - Sorri segurando no ombro de cada um. - Vocês estão feridos, tomem. - Pedi fazendo sinal para que alguns dos meus homens dessem sangue para eles, enquanto outros ajudavam Ivan se levantar. - Niklaus não fara nada a vocês, eu prometo. - Afirmei tentando acalmá-los, soube pelo olhar de ambos que Klaus os dava medo. Mas não deixaria que ele os fizesse mal, aquela noite todos já haviam perdido a paciência.


- O que irá acontecer conosco?


- Ficaram em minha casa até a verbena sair de seus corpos, depois irei apagar suas memórias do ocorrido dessa noite. Prometo que....


- Para de fazer promessas em falso! - Ivan gritou me interrompendo de forma completamente irritante. - Pare de fingir que é um homem nobre, nem homem você é! Só vejo apenas um monstro, que não merece ser feliz e muito menos viver. 


- Chega.


- Eu juro que irei cuidar para que você, esse seu cachorro, todos da sua especie e Dimitri queimem no inferno!


- EU DISSE CHEGA! - Gritei enfiando a mão em seu peito, pronto para tirar o seu coração.


- Vai, prove para todos o que você é.... - O homem a minha frente pediu entre dentes cuspindo sangue. Podia ver suas verdadeiras intenções apenas com o olhar, seus pensamentos passavam tudo que ele sabia que me aguardaria após sua morte, mas eu não era assim. De imediato retirei um lenço do meu paletó, limpando minha mão suja do sangue de Ivan.


- Não farei tal coisa... - Afirmei respirando fundo e retomando meu controle.


- Sem um grande covarde.... Por isso perde tudo! Como os seus pais!


Aquilo havia sido a cota d'água para mim, minha família era tudo para mim e sempre iria continuar sendo. Queria mesmo que Ivan fizesse parte disso e esquecesse um dos meus erros. Por que os homens tinha que ter  seu orgulho tão aguçado quanto a inteligência? Era algo tão difícil apenas tentar conviver com outro em paz? Meus vampiros não matam, os lobos tem torres e florestas privadas para seu total controle na lua cheia, as bruxas que não usam magia negra vivem aqui comigo. 


Todos de especieis diferentes, mas que vivem sobre a minha total ajuda e proteção. Por que os humanos tinha que dificultar e gritar para ver a besta dentro de nós? Eu estava dando duro para que eles não vissem algo horrendo e sem controle, enquanto eles clamavam com euforia e usando de tudo um pouco para provocar. Como sempre eu não caía, mas hoje havia passado ds limites. Ivan, havia ameaçado tudo e todos que importavam para mim e agora ele teria o mesmo.


- Então, não quer o Vladimir nobre? Por quê? Por que vocês clamam tanto para ver o monstro dentro de mim? Qual é  prazer? - Perguntei demostrando minhas presas e veias ressaltadas. 


Meu amigos apenas ficaram calados, sabiam que meu limite havia sido quebrado e não era hora de consertar. Não agora. Tomado pela raiva, caminhei até os gêmeos, que aparentavam ter medo.


- Se vai ferir todos da minha especie, vai ferir sua família. - Afirmei pegando no pescoço dos dois e os levantando do chão. Por fim apenas pude ouvir suas cabeças se chocando uma contra outra, levando embora seus batimentos. 


- NÃOOOOOO! - Ivan gritou correndo até seus corpos, mas logo fiz sinal para que o impedissem.


- Mandem ele para sua casa, o quero longe daqui.


- E os corpos?


- Arrumem eles, os coloquem em caixões e mande eles para os pais.


- Vai querer mandar bilhete.


- Eles já são o bilhete. - Sorri ajeitando minha gravata antes de ir para meu escritórios.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!!
Comentem o que acharam!!!
Música do cap
Carmen (Cristina)
https://www.youtube.com/watch?v=ywE7lhCHgho

Bjs de Mel e biscoito!!!


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