História A desastrosa vida amorosa de Park JinYoung - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB, Jinyoung, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jingyeom, Jinyoung!top, Lemon, Pepigyeom, Triologiakbs, Yugyeom!bottom
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Palavras 8.574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello, people!
Tudo bom?
Seja bem vindo ao universo de: "A desastrosa vida amorosa de Park JinYoung"!
Eu tive essa ideia assim, meio que do nada, então decidi escrever! Faz parte da TriologiaKBS; vão ser três fanfics oneshots, cada uma delas de um couple diferente (jingyeom, 2jae e Markson) e que estarão interligadas. Se chama assim por conta da emissora KBS, onde JinYoung, JaeBum e Jackson trabalham. Não sei se todas as três oneshots terão lemon (até porque eu sofri demais pra escrever o dessa, imagina mais dois!).
Espero que alguém tenha se interessado, apesar do tamanho da fanfic, que ficou enorme, e que gostem dela por inteiro (incluindo o lemon, apesar de eu não ser lá tão boa pra escrever essas coisas e sempre fica um baita exagero '-').
Aliás! Essa fanfic estou dando de presente pra ~Got2Jae. Deise, esse lemon só saiu por sua causa, então se sinta grata u.u
Perdão por qualquer erro e boa leitura!

Capítulo 1 - Essa coca é fanta


Seus olhos se mantinham arregalados, com as sobrancelhas arqueadas e os lábios entreabertos, sem ter o que falar. Afinal, o que era suposto dizer em um momento como aquele? Naquela dada situação? Até sua respiração havia sido suspensa enquanto encarava o rapaz alto de cabelos amarelos parado à sua frente, feito uma estátua enquanto o olhava com apreensão.

A ficha parecia não querer cair, mas caiu.

Kim HwaYoung, a mulher na qual passara meses a fio conversando pela internet, trocando experiências de vida, compartilhando medos, inseguranças, alegrias e mensagens eróticas era, na verdade, um cara?

Aquilo só poderia ser uma bela pegadinha! Por um instante, Park JinYoung quase considerou rir daquilo tudo e procurar ao redor dizendo “Cadê as câmeras?”, mas não o fez. Não era uma brincadeira, era a mais pura e fatal verdade.

Fazia quase dois anos que conversavam e HwaYoung o entendia melhor do que ninguém, era quase como se tivessem crescido juntos. Eram praticamente melhores amigos com tendências evolutivas, porque aquilo que tinham era bem mais do que uma simples amizade. Tratavam-se com carinho e apelidos fofos, se declaravam constantemente das mais diversas maneiras e se importavam de verdade um com o outro, mas sempre que o assunto “encontro” entrava em tópico, a mulher tentava se esquivar, criando desculpas sem pé e nem cabeça. Agora entendia o porquê.

Fazia todo o sentido!

Tinha que agradecer um milhão de vezes a JaeBum por ter lhe aberto os olhos e o feito pegar seu carro, viajando até Namyangju-si, na província de Gyeonggi-do, indo direto ao estúdio de dança Art Korean Dance, local pertencente à própria Kim HwaYoung. E não pôde negar que vê-la pessoalmente fez seu coração retumbar forte em seu peito por nervosismo enquanto vislumbrava o corpo bonito dançar ao ritmo da música. Contudo, quando ela o viu, automaticamente os passos cessaram com uma clara expressão de que aquilo era um baita problema. Não entendeu porque ela estava tão apreensiva quando se aproximou e muito menos quando pediu perdão, chamando em seguida pelo garoto estático do outro lado da sala e dizendo que precisavam conversar. Mas conversar o quê? Não tinha nada para resolver com aquele garoto que, aliás, era o irmão dela! Mas quando Kim YuGyeom se pronunciou pela primeira vez, a voz baixa e meio trêmula, não soube como reagir.

— Perdão, Jinnie. Eu sou a verdadeira HwaYoung. — Aquele conjunto de palavras ficou flutuando em sua mente, recusando-se a entrar. Como assim aquele moleque era sua doce HwaYoung? Era um absurdo!

Foram longos segundos que mais pareceram minutos, e JinYoung finalmente aceitou. Havia sido enganado. Sua expressão se suavizou, serena e passiva, não condizente com o seu estado de espírito que desejava quebrar tudo, xingar aquele rapaz e a mulher, claramente mancomunada com ele. E simplesmente lhe deu as costas, em passadas calmas demais para a situação.

— J-Jinnie… — mesmo com o chamado incerto e quase inaudível, não parou. Saiu e foi embora dali.

 

. . .

 

— O que houve? Você está com uma cara péssima — foi a primeira coisa a qual Im JaeBum perguntou ao se juntar a JinYoung na mesa da cafeteria da empresa.

Ambos eram amigos de longa data, desde que se conheceram há mais de cinco anos quando JinYoung começou a trabalhar na KBS, na redação de jornalismo da emissora e sendo eles colegas de trabalho.

Após um longo minuto de silêncio apenas se encarando, JinYoung cedeu. Talvez fosse até melhor desabafar suas tragédias com alguém.

— Eu a encontrei.

— Então vocês finalmente se viram. Pela sua cara, deve ter sido horrível.

— Ela... — JinYoung respirou fundo em desgosto antes de contar. — Na verdade, não é bem ela. É ele. Um homem. — Como imaginava, JaeBum demorou algum tempo para cair em si e então começar a rir, levando-o a revirar os olhos e apoiar as mãos na mesa. — Vou voltar ao trabalho.

— Não, espera! — JinYoung chegou a se erguer um pouco, mas parando apesar da voz divertida do Im. —  Ainda não perguntei como foi.

Com um suspiro, voltou a se sentar largado na cadeira.

— Para você rir ainda mais da minha cara?

— Claro que não. Estou apenas curioso.

Analisou a expressão do amigo, que solveu de seu café assim que foi entregue, e deu-se por vencido. Já tinha contado a pior parte, não é mesmo?

— Tinha realmente uma mulher chamada HwaYoung, a mesma aparência, mesma voz dos áudios, o mesmo modo de dançar dos vídeos que me enviava. Quando me viu, pediu desculpas e chamou pelo moleque que se passava por ela.

— Espera, então essa — gesticulou com uma mão, segurando o riso — HwaYoung estava ajudando o garoto a te enganar?

— Pelo visto, sim. Até onde sei, eles são irmãos.

E JaeBum riu, sem medo da forma como JinYoung comprimiu os lábios e cruzou os braços em desaprovação.

— JinYoung, você é o cara mais azarado do universo! — concluiu, por fim. — Fala sério, você não tem sorte mesmo no amor. Essa é a sua décima primeira desilusão amorosa.

— Nem me fala — bufou, descruzando os braços.

Precisava concordar que não tinha mesmo sorte no amor. Todas as mulheres nas quais tentou ter algum tipo de relacionamento não deu em nada ou em seu pobre coração partido. E agora isso!

JaeBum bebericou mais uma vez seu café, encarando o amigo por cima da xícara.

— Talvez isso seja um sinal — pôs em palavras os seus pensamentos. JinYoung retribuiu o seu olhar, em clara confusão.

— Sinal?

— Se não deu certo nenhuma vez com uma mulher, talvez devesse tentar com um cara. Vai que rola. — JaeBum sorriu, divertido ao notar a forma como o rosto do amigo se tornou incrédula com suas palavras. — Ele ao menos é bonito? Qual o nome dele? É dançarino mesmo? E a idade? Você está ficando velho, JinYoung, tem que se ajeitar com alguém.

— Ah, JaeBum hyung, vai ver se eu estou na esquina!

— Rodando bolsinha que não está, mas perdendo uma oportunidade… — estalou os lábios sem precisar completar a frase. JinYoung não rebateu. — Pensa comigo… Ele continua sendo a HwaYoung em personalidade, certo? O que muda é o exterior. Você se interessou não é só pela aparência dela, e sim pela forma como te compreende, te ouve, te faz rir e sorrir feito um idiota.

— Obrigado pela parte que me toca.

— Conversa com ele, se tornem amigos.

— Eu? Me tornar amigo de um mentiroso?

— Ele fez isso porque gosta de você e queria te conhecer.

— Isso é medonho e assustador.

— E você deveria dar uma chance. Ele não veio atrás de você e nem insistiu em te encher de mensagens ou ligações, ou ele fez? — mesmo contrariado, JinYoung negou com um menear. Em momento algum o garoto o procurou ou tentou insistir em uma conversa, apenas mandando uma mensagem de perdão. — Então?

— Não sei.

— Pensa nisso.

JinYoung pensou, ah, e como! Na verdade, desde a grande descoberta que não parava de pensar sobre o assunto. Era mais forte do que ele! Tudo o que JaeBum dissera estava enraizado em sua cabeça; não a parte de que aquilo era sinal, e sim dar uma chance de conhecê-lo e saber seus motivos para ter o enganado daquela forma, e também saber sobre a verdadeira HwaYoung.

Sentado no sofá da sua pequena e confortável sala de estar, via através do notebook à sua frente sobre a mesinha de centro os vídeos de dança as quais HwaYoung havia lhe enviado, na maioria das vezes acompanhada por ele, o verdadeiro causador de sua insônia. Nunca tinha parado para reparar melhor no garoto que vivia trocando a coloração dos fios. Uma vez tinha questionado quem era ele e porque estava sempre lá, acompanhando-a nas coreografias, e descobriu que ele se chamava Kim YuGyeom e era o irmão mais novo de sua amada. Doce ilusão.

Mas, apesar de tudo, nem conseguia se sentir irritado mais. Havia passado dessa fase. YuGyeom era um garoto bonito, alto e dançava tão naturalmente quanto o ar que respirava. Era a primeira vez que dava verdadeira atenção à forma como ele mexia seu corpo esguio, as pernas longas eram ágeis e detinha uma sensualidade que provavelmente fazia meninas suspirarem pelos cantos. Como nunca tinha reparado naquilo? Estava tão sedento pela imagem de sua HwaYoung que havia ignorado quase que completamente o garoto.

Quando o vídeo acabou, permaneceu a encarar a tela escura por um instante, um frio estranho na boca de seu estômago. Por fim, tomou o celular em mãos, procurando o contato conhecido e que ainda detinha a foto da mulher que tanto sonhou em ter em seus braços, com o mesmo nome salvo. Clicou sobre e digitou, incerto.

 

Kim YuGyeom, certo? Ou mentiu sobre isso também?

 

A mensagem foi enviada e quase instantaneamente visualizada.

 

HwaYoung

Eu não menti sobre isso, JinYoung hyung.

 

Suspirou, mudando o nome do contato e hesitando por um instante antes de salvá-lo, mas ainda assim o fez. Digitou novamente.

 

Me diz, sobre o que mais você mentiu?

 

YuGyeom

A minha idade

 

E quantos anos você tem?

 

YuGyeom

18

 

JinYoung fechou os olhos com força, totalmente descrente. Eram oito anos de diferença, mas isso nem era o pior. Quando reabriu as pálpebras, os lábios em linha reta e as sobrancelhas franzidas, tornou a digitar.

 

Droga, YuGyeom, você era menor de idade quando nos conhecemos!

 

Lembrou-se das várias vezes em que trocaram mensagens de teor sexual, sem qualquer freio ou trava. Céus! Ele era só uma criança!

 

YuGyeom

Você não tem culpa de nada, fui eu que menti, não é?

Não tem porque se culpar por isso

E também não era como se eu fosse um adolescente puro, hyung

 

E sua irmã sabe disso? Ela realmente te apoiou nessa farsa toda?

 

Aquilo tudo era um absurdo.

 

YuGyeom

Ela não sabia de tudo e nem me apoiou o tempo todo

Só no começo porque eu disse que ia contar a verdade logo

 

Um ano e dez meses, YuGyeom!

E eu tive que ir aí pra descobrir!

.

Por que fez isso?

 

A resposta não veio de imediato, e JinYoung se recostou no sofá mentalmente cansado. Eram tantas mentiras, tantas desilusões. Por que tinha que ser tão azarado assim? Não poderia encontrar uma mulher que amasse e que retribuísse seu amor, sem todas aquelas enrolações e confusões? Apenas um relacionamento normal, era tudo o que pedia!

 

YuGyeom

Na verdade, lembra da primeira vez que conversamos?

Eu estava logado na conta da noona quando você puxou conversa e como já era costume a gente brincar com os nossos amigos dessa forma, eu me passei por ela como em muitas outras vezes. Coisa de irmão. Mas eu juro que ia te contar! Eu sempre conto

Só que eu realmente gostei de conversar com você

Pensei que se eu dissesse que na verdade era um cara, você não fosse querer falar comigo de novo

 

JinYoung leu e releu as mensagens, chegando a soltar uma risada amarga. Foi enganado em meio a uma brincadeira boba entre irmãos e que acabou tomando uma proporção maior. Aquilo só poderia ser zoação com a sua cara.

 

Você não está mentindo agora, está?

 

YuGyeom

Você não vai mais confiar em mim, não é?

Eu estou falando a verdade, hyung

 

Não tinha certeza se deveria acreditar naquela conversa, contudo, deu-se temporariamente por vencido.

 

Tudo bem, YuGyeom

Eu acredito

Mas, me diz, você não se apaixonou realmente por mim, né?

 

Enviou, já imaginando e esperando que a resposta fosse não. Acreditava que boa parte do que conversaram deveria ter tirado muitas risadas por parte do garoto. “Que bom que alguém se divertiu com isso”, pensou com desgosto.

 

YuGyeom

Isso seria errado?

 

Franziu a testa mediante a resposta. O que aquilo significava?

 

YuGyeom

Porque se for, então sou o cara mais errado da face da Terra

 

E a ficha caiu. Ele tinha se apaixonado mesmo por ele? Ou era apenas brincadeira? Se fosse, faria questão de voltar à cidade do garoto apenas para esmurrá-lo e fazê-lo tomar vergonha na cara por zoar de algo como aquilo.

 

Eu não diria errado, mas se você estiver mentindo de novo, eu juro que vai se ver comigo

 

YuGyeom

Isso quer dizer que eu tenho alguma chance?

E não, não é mentira

Eu realmente gosto muito de você, hyung, mais do que eu deveria

 

Você tem noção de que eu gosto de mulheres, certo?

Acho que você já percebeu isso

 

Por um momento, Park hesitou em enviar a mensagem, mas ainda assim o fez e sem arrependimentos. Precisava jogar todas as cartas na mesa e deixar bem claro todas as entrelinhas.

 

YuGyeom

Você nunca tentou ficar com um cara antes

Como sabe que não curte também?

 

Quem garante que nunca fiquei com um outro homem?

 

YuGyeom

Você já ficou?

 

Não

 

YuGyeom

Virou um mentiroso também, hyung?

 

JinYoung não gostou daquela ousadia. Aquele moleque era desaforado demais para o seu gosto.

Antes que pudesse pensar em mandar uma resposta, mais uma mensagem veio, fazendo-o engolir a seco e sentindo seus dedos inquietos enquanto lia e relia a simples pergunta.

 

Você quer tentar?

 

Queria? Oscilou em responder, umedecendo os lábios repentinamente secos enquanto se questionava. Seria uma experiência totalmente nova caso aceitasse a proposta. Seus dedos agiram ao digitar, enrolando um ou dois segundos antes de enviar.

 

Sim

 

. . .

 

Um, dois, três.

Os olhos fixos em cada movimento, cada ondular de quadril e mordida de lábios.

Um, dois.

Um sorriso de canto e os dedos afastando a franja sobre os olhos.

Um, dois, três.

Um passo, dois atos e três batidas.

YuGyeom era muito bom, JinYoung não era cego. Tinha que admitir que ele atraía olhares enquanto dançava, seu corpo reagindo ao som, se movimentando com leveza, suas expressões provocativas. Ele era muito bonito e parecia flutuar enquanto bailava pelo estúdio, e nada mais importava quando se tornava um só com a música. Podia concluir isso pois fazia quase cinco minutos que se mantinha encostado na porta da sala de dança, apoiado na batente e com os braços cruzados enquanto observava-o, e nada de ser notado. Mas não se importou. Era interessante ver como ele era de verdade, sem fingimentos e mentiras. Era naquele momento que JinYoung podia ver a essência de YuGyeom, enquanto fazia o que mais amava. Dançar.

Quando a música finalmente acabou, YuGyeom estava ofegante e transpirava muito, e ainda assim continuava bonito. Talvez fosse algo na genética da família Kim, estava no DNA ser tão estonteante mesmo em situações como aquela.

— É legal ver algo verdadeiro depois de tantas enganações — Park soltou, como quem não queria nada e vendo YuGyeom pegar sua garrafinha d’água antes de encará-lo. — Estou há um tempão aqui e nem me notou.

Mas YuGyeom nada disse, bebendo do líquido antes de tudo e sem desviar o olhar de JinYoung, observando-o descruzar os braços e adentrar a sala, aproximando-se até parar à sua frente. Só então o Kim retirou a garrafa dos lábios, lambendo-os e atraindo a atenção do mais velho.

— Você nunca vai esquecer sobre isso, né? — indagou, por fim. — Sobre a minha mentira. Pensei que já tivesse me perdoado.

— Não me lembro de ter te perdoado coisa nenhuma.

— Então o que veio fazer aqui, Jinnie?

— Você sabe muito bem o que eu vim fazer aqui — arqueou uma sobrancelha e YuGyeom voltou a beber água. — E não me chame de Jinnie. É JinYoung hyung para você.

—  Mas faz tempo que te chamo assim — sorriu, com um ar zombeteiro e arrancando um arquear de sobrancelhas por parte de JinYoung.

— E faz tempo que te chamo de HwaYoung, eu deveria continuar?

— Arg, seria estranho. — JinYoung não controlou o sorriso. — Por favor, não faça isso. Uma coisa é ser chamado dessa forma por mensagens e áudios, outra é pessoalmente.

— Claro, não dá para fingir ser o que não é pessoalmente.

— E você jamais vai esquecer isso. Estou começando a me arrepender desse… Encontro. — Com um longo suspiro, YuGyeom se abaixou, sentando-se no chão e encostado no espelho que tomava toda uma parede.

— Isso não é bem um encontro — abaixou-se também, de frente para o Kim que brincava com a garrafa agora vazia.

— Claro, você não veio de Seul até aqui para me encontrar e transar comigo.

— Você é um moleque muito desaforado — retrucou, levando os dedos à franja de YuGyeom, que caíam sobre os olhos, afastando-a. Seus dígitos formigaram com o toque, sentindo-se repentinamente ansioso. — Esse cabelo é ridículo.

— Que bom que ele é meu, e não seu.

— Graças a Deus! — JinYoung riu, roubando um sorriso cheio de graça de YuGyeom. — Mas acho que deveria ser mais educado comigo, sou anos mais velho do que você.

— Tudo bem, senhor Park.

— Acho que vou ter que te ensinar muitas coisas, não é?

— Não sei do que está falando.

— Não se faça de inocente e bobo, porque isso você não é.

— Talvez eu seja, hyung — inflou as bochechas, fitando JinYoung que estreitou os olhos. — Eu preciso tomar um banho. Você está com fome? — Park piscou as pálpebras algumas vezes, tentando entender o sentido contido na frase e quando YuGyeom percebeu isso, acabou corando. — Fome de comida! Não… Sexual ou algo assim.

JinYoung riu, mas nada comentou apesar de ter se sentido tentado a retrucar algo para provocá-lo. Ele ficava uma gracinha vermelho daquele jeito.

— Vai me pagar um jantar? — indagou. — Se for, eu aceito.

YuGyeom sorriu. — Tudo bem, me espere aqui que eu volto logo.

Quando o mais novo se levantou, pegando sua mochila e saindo da sala, JinYoung se acomodou próximo ao espelho, encarando a porta pela qual YuGyeom saira, e se questionando se estava tomando uma decisão correta. Dar uma chance ao garoto, tentar conhecê-lo e, quem sabe, até algo a mais. Ainda tinha tempo de desistir, mas a verdade era que não se sentia intimidado a voltar atrás. Não poderia negar que antes de chegar ali se sentia nervoso e suas mãos não paravam de suar enquanto se indagava milhares de vezes que merda que estava fazendo, contudo, de alguma forma estranha, enquanto o via dançar sentiu-se mais calmo. Até mesmo atiçado a seguir em frente com a experiência. E naquele momento, enquanto o esperava, não poderia negar para si mesmo que estava ansioso.

Minutos depois, YuGyeom retornou. O cabelo ainda úmido e vestindo o conjunto de calça e camisa de mangas cumpridas negras, a mochila pendendo em um ombro.

— Vamos, hyung?

Em pouco tempo, estavam os dois lado a lado caminhando até o carro de JinYoung, estacionado próximo do estúdio vazio. Não fazia muito tempo que a noite tinha chegado e as ruas se encontravam bastantes movimentadas.

— Então, onde vamos jantar? — JinYoung indagou de olho na estrada enquanto YuGyeom mantinha a atenção fixa no celular, digitando algo e meio distraído.

— O que você quer comer?

—  Qualquer coisa para mim está ótimo.

— Hm… — resmungou, custando a tirar os olhos do celular e, então, vendo onde estavam. — Tem um restaurante de comida tailandesa aqui perto. É só seguir em frente, se chama Nahm. É fácil de encontrar.

JinYoung nada disse, concordando em silêncio com a instrução enquanto YuGyeom voltava a teclar. O som baixo do aparelho causando curiosidade no mais velho.

— Com quem você tanto fala?

— Ahn, ninguém.

— Ninguém? — JinYoung soltou um riso, sabendo da mentira. — Sério?

— Eu só estava falando com a noona.

— Hm… — agora entendia o porquê dele não querer dizer. Talvez tivesse sido melhor se não tivesse insistido.

Era óbvio que JinYoung se sentia tentado a fazer perguntas a respeito de HwaYoung, mas seria extremamente desagradável. Não seria de uma hora para a outra que conseguiria esquecer a mulher, até porque era ela que tinha imaginado o tempo todo enquanto conversavam. Era pela sua voz que tinha se apaixonado, pelo seu corpo bonito e seus cabelos curtos. Ela era tão linda. Mas acima de tudo, havia sido pela sua personalidade e pela forma como o fazia se sentir bem que o deixava ainda mais caído. YuGyeom até poderia não ter o corpo curvilíneo, mas detinha aquela voz doce e um sorriso estonteante que somado a uma presença marcante o fazia bem de modo geral.

Tirou uma das mãos do volante, levando-a até a perna do mais novo e atraindo a sua atenção.

—  Por que não deixa esse celular de lado? Você tem tempo de sobra para falar com ela depois — apertou a região, sentindo a coxa durinha ao deslizar a palma. YuGyeom fitou a mão próxima de sua virilha, desviando o olhar a JinYoung no instante seguinte. Apagou a tela do aparelho na hora.

— T-tudo bem.

— Que bonitinho — JinYoung sorriu largo, soltando a perna do Kim após mais um aperto e estacionando no local indicado assim que chegaram ao restaurante. Virou-se para YuGyeom, curvando-se na sua direção e vendo a leve coloração carmim que dominou seu rosto. — Ficou nervoso apenas com isso, YuGyeom? — Mas o Kim nada disse, retribuindo o olhar que recebia e admirando cada traço do rosto de JinYoung tão perto do seu. Ele era absurdamente deslumbrante. — Você é muito bonito — Park assumiu, agindo por impulso ao levar uma mão ao rosto do rapaz, deslizando os dedos pela bochecha. Aquilo pareceu o surpreender a julgar pela forma como seus olhos ampliaram de tamanho, mas JinYoung não se importou. Já tinha aceitado a loucura que estava fazendo, então se estava na chuva era para se molhar. — Eu nunca parei para ficar reparando em homem algum, até porque sempre me julguei hétero. Por que eu iria fazer isso, afinal? Será que é por isso que nunca tive nenhum interesse esse tempo todo?

— Isso quer dizer que agora está interessado? — não havia qualquer ironia ou sarcasmo na pergunta de YuGyeom, ele estava sendo sinceramente curioso.

JinYoung não respondeu de imediato, seu polegar desenhando e acompanhando o contorno do lábio inferior do Kim e fazendo o mesmo com o superior, sentindo a textura da boca rosada e hidratada. Umedeceu os próprios mediante a sensação.

— Bastante — segredou, puxando-o pelo queixo e tornando a distância entre eles quase nula. Ainda se fitaram por um instante antes de JinYoung ousar se aproximar mais, prendendo o lábio inferior de YuGyeom de leve entre seus dentes, distanciando-se um pouco como uma provocação e não evitando sorrir de canto pela forma como o mais novo praticamente cedeu tão rápido; as pálpebras quase se fecharam para se entregar à carícia.

Ansiando por aquilo, JinYoung acabou com o espaço existente entre eles, se entregando completamente à sensação de ter a brandura da boca colada na sua de modo calmo antes de mordisca-los com toda a paciência que tinha. Era a sua primeira vez experimentando beijar um homem e queria testar das percepções. Sua mão largou o queixo alheio, deslizando pela base do rosto, pescoço, até chegar na nuca e embrenhar os dedos nos fios agora secos, pressionando ainda mais suas bocas, gostando da textura deles e de sua maciez ao mordê-los, chupá-los e lambe-los, arrancando suspiros entrecortados do mais novo. Logo YuGyeom retribuía na mesma moeda, não temendo em castigar a carne, segurando o rosto de JinYoung e ganhando mais ritmo, mais velocidade.

Mas antes que aquilo se tornasse um conjunto desesperado de desejo e ofegos, JinYoung partiu o ósculo, dando um último selinho em YuGyeom antes de se afastar e se sentar normalmente em seu banco. O Kim ficou confuso por um momento até voltar a se aconchegar no seu assento com aquela vontade insana de ter novamente a boca do Park na sua. Espalmou o peito sentindo os batimentos agitados em sua caixa toráxica, tentando entender o que se passava pela cabeça do mais velho. Será que tinha sido tão horrível assim?

— YuGyeom — encarou JinYoung, nervoso, vendo-o ligar o carro e saindo do estacionamento. Aquilo o deixou confuso, afinal, tinha mesmo sido tão ruim assim a ponto de fazê-lo perder a fome? — Vamos para outro lugar.

— O quê?

— Você mora sozinho, certo?

— Sim, eu moro.

— Então vamos para lá.

E YuGyeom finalmente entendeu.

JinYoung não queria jantar, pois sua prioridade havia se tornado outra.

 

. . .

 

Assim que adentrou o apartamento, descalços, YuGyeom acendeu as luzes da sala e foi direto ao sofá negro em formato de éle, abandonando a mochila sobre o móvel e virando-se para JinYoung. O mais velho analisava tudo ao redor, mesmo que de maneira precária, enquanto caminhava a passos lentos para mais perto do Kim.

Era um lugar aconchegante, bastante espaçoso com as paredes brancas, móveis de mogno escuro e um tapete enorme cinza no centro da sala. Tudo limpo e devidamente organizado.

— Tem certeza de que não quer jantar? — YuGyeom indagou quando ele parou à sua frente e conseguiu a sua atenção.

— Tenho, por quê? — o encarou com uma sobrancelha arqueada antes de voltar a caminhar e se sentar no sofá sem nem ao menos precisar de autorização, o olhar do Kim o acompanhando nesse percurso. — Você está com fome, YuGyeom?

— Na verdade, não.

— Ótimo — sorriu largo. — Então vem cá, senta aqui. — Mordendo o próprio lábio, YuGyeom obedeceu o pedido se sentindo um tanto nervoso ao se sentar ao lado de JinYoung. — Podemos comer depois, certo?

— Claro.

— Isso é bom — não conteve o repuxar de canto da boca ao espalmar o tórax do mais novo, empurrando-o a ponto de fazê-lo se deitar e prontamente se colocando sobre YuGyeom, tudo na maior calma e tranquilidade do mundo, curvando-se para mordiscar o queixo alheio e arrancando uma risada baixa do Kim. As mãos espalmadas contra o sofá para lhe dar suporte. — O que foi? — mesmo com a pergunta, desviou sua atenção ao pescoço do mais jovem, lambendo-o e inalando o cheiro bom de rosas, provavelmente do sabonete que usara no banho.

— Vai ser assim? Do nada? — riu baixinho de novo, levando as mãos aos braços de JinYoung e suspirando com a mordida que recebeu, fazendo-o se arrepiar todo.

— Não sou relógio para perder tempo, YuGyeom — afastou-se um pouco para encará-lo e sendo retribuído. — A última coisa que eu quero, é perder meu precioso tempo — colou seus lábios em selo rápido —, então sinta-se privilegiado. — E finalmente o beijou, afoito e completamente diferente do outro que tinham trocado antes.

Seus dedos se prenderam com intensidade nos fios amarelados, fazendo YuGyeom resmungar pela dor e tendo sua boca invadida pela língua cedenda que instigava a sua, exigindo atenção e retribuição. Um ósculo completamente molhado, cheio de mordidas e chupões. As mãos do Kim apertaram os braços de JinYoung com certa força, provavelmente deixando marcas avermelhadas no processo, ao senti-lo esfregar seus corpos colados como uma provocação. YuGyeom teve um gemido abafado pelo beijo e ficou ofegante quando JinYoung se afastou para voltar a castigar seu pescoço, lambiscar sua tez sem qualquer pena ou delicadeza, parecendo ansioso. Talvez os dois estivessem.

Tateando as costas de JinYoung, finalmente encontrou a barra da camiseta branca que ele usava, puxando-a na pressa e conseguindo apoio do mais velho para terem uma peça de roupa a menos em seus corpos, abandonando-a de qualquer jeito no chão.

— Para quem estava reclamando, você está bem apressadinho, não acha? — JinYoung provocou, sentando-se contra o quadril de YuGyeom.

— Isso é um problema?

— De forma alguma — respondeu, adentrando uma mão pela camisa negra do mais novo, dedilhando o abdômen liso até o torso, levantando a peça no processo e podendo ter o vislumbre da pele branca e do corpo bonito. — Que tal tirar isso também?

JinYoung mal deu tempo para YuGyeom responder, já tratando de puxar a peça e a retirando do corpo do mais novo. Uma vez livre, Park pôde finalmente vislumbrar o corpo de YuGyeom; a cintura fina e os ombros largos, sem muitos músculos e esguio. O peito subindo e descendo com a respiração ritmada.

Quando tornou a se curvar sobre o corpo do Kim, sentia cada centímetro de si ardendo, quente. Não esperava esse tipo de reação ao estar fazendo aquilo com um outro homem, mas estava. E era bom, muito bom. Fazia-o ansiar por contato e não se privou de tal ao lamber um dos mamilos de YuGyeom, ouvindo-o ofegar e gemer baixinho no instante em que o tomou nos lábios, prendendo-o entre os dentes de leve e mordiscando-o, chupando-o e brincando com a língua.

À primeiro momento foi estranho, afinal, estava acostumado com seios fartos, mas poder sentir o mamilo enrigecer com seu toque, a pele de YuGyeom se arrepiar toda e suas lamúrias, ah, aquilo havia sido deliciosamente prazeroso e satisfatório. A forma na qual uma das mãos do Kim se agarrou em seu cabelo enquanto a outra foi parar em suas costas, arranhando-a de leve, fazia todo o seu corpo reagir e abrasar, dando-lhe ainda mais liberdade para fazer o que bem entendesse com YuGyeom; fazê-lo desejar por mais, gemer seu nome e implorar por si, havia se tornado sua meta. Fez questão de castigar o outro mamilo, adorando toda a sensibilidade que o mais novo tinha naquela região, levando-o a arfar e o deixando inquieto abaixo de si, doido para uma contato ainda mais íntimo. Ambos estavam.

Mas antes que JinYoung fizesse qualquer movimento a mais, YuGyeom se sentou usando o encosto do sofá como apoio e agarrando o mais velho pela nuca, puxando-o para mais um beijo. Havia adorado o sabor de morango impregnado nos lábios do outro, provavelmente provindos de protetores labiais. Era viciante a textura e toda a maciez, tornando-o sedento por senti-los várias e várias vezes. Mesmo passeando pelo seu corpo era enlouquecedor. Não se desfez do contato nem quando as mãos frias tocaram sua cintura com firmeza e muito menos quando empurrou JinYoung até que ele tivesse saído de seu colo, invertendo as posições ao se por sobre seu quadril. Levou a outra mão ao ombro de JinYoung enquanto arranhava de leve sua nuca em meio a um ósculo sedento e rebolando contra o volume que já era bem perceptível por baixo do jeans do Park. Acabou sorrindo em meio ao ato com o gemido sôfrego que escapou do mais velho, soltando sua boca e tendo o vislumbre de JinYoung jogando a cabeça para trás com os olhos bem fechados. Os dedos se prendendo rudemente contra a pele de sua cintura.

Saber que conseguia excitar e deixar JinYoung naquele estado era além de gratificante; chegava a ser irreal, quase como um sonho muito bom.

Sedento por experimentar da tez do Park, YuGyeom não se conteve ao se curvar, aproximando e praticamente colando seus corpos sem nunca perder o ritmo lento e tortuoso, tomando o lóbulo da orelha de JinYoung, mordiscando-o.

— Droga, você é muito bom nisso — JinYoung ofegou, chegando a rebolar abaixo de si querendo mais daquele contato e mais velocidade. Isso fez YuGyeom soltar um risinho.

— Eu sou bom em tantas coisas, hyung — segredou ao seu ouvido, vendo-o se arrepiar todo. — Isso não é nada — e deu continuação aos seus desejos ao usar e abusar do pescoço tão bem exposto para si, enchendo-o de beijos e lambida. Os dentes arranhando de leve a pele branquinha e fazendo JinYoung tombar a cabeça para o lado desejoso por aquilo. Droga, o maldito era bom em provocá-lo.

A mão de JinYoung desceu, odiando a peça que o impedia de sentir a textura do quadril do mais jovem, acabando por sorrir ao desviar o caminho e desafivelando o cinto com certa dificuldade. Era complicado agir de maneira sã com YuGyeom rebolando daquela forma e abusando da sua pele. Rapidamente se desfez do botão do jeans e abriu o zíper.

— O que você está fazendo? — “Como se você não soubesse, garoto fingido”, JinYoung respondeu mentalmente a pergunta baixinha e manhosa feita por YuGyeom. Sentiu os dígitos do mais novo se prenderem em seus cabelos da nuca com força quando adentrou com a mão as peças de roupas do Kim, tocando e envolvendo a ereção, tirando-a para fora dos desconfortáveis tecidos e o fazendo gemer baixinho contra a sua pele.

Sendo sincero consigo mesmo, JinYoung estava adorando tudo aquilo mesmo que fosse estranho tocar outro homem daquela forma. Estava acostumado a invadir calças e encontrar vaginas, não membros rijos. Mas a forma como YuGyeom gemia era tão gratificante que não se importou para a estranheza de sua primeira vez; sentia-se quase como um virgem descobrindo os prazeres da vida. Sorriu com o pensamento bobo, deslizando a palma firmemente e lentamente pelo pênis, aumentando a velocidade aos poucos e arrancando mais gemidos abafados de YuGyeom, que escondeu o rosto na curvatura de seu pescoço. Mordeu de leve o ombro do mais novo, simplesmente anestesiado. Tocou-o provocativo na glande, sentindo-o se remexer todo e lamuriar seu nome de um jeito completamente adorável.

— Você gosta disso, YuGyeom?

— H-hyung…

— Gosta, não é? — riu baixinho ao brincar com a ponta do pênis com o seu polegar e fazendo-o grunhir e ofegar, não se importando com a dor do aperto do Kim em seu ombro e nuca, deixando-o marcado. Impaciente, parou com a masturbação, simplesmente empurrando YuGyeom novamente deitado no sofá, ofegante.

— Hyung… — resmungou contrariado com o feito, fazendo JinYoung rir.

— Calma, apressadinho — pediu, agarrando ambos os lados da calça de YuGyeom e a puxando, livrando-se tanto dela quanto da cueca e as abandonando de lado. Na verdade, sentia-se tão eufórico e apressado quanto o mais novo, senão ainda mais. — Não pense que pode querer tomar o controle das coisas assim — abaixou-se, agarrando uma das coxas firmes e macias de YuGyeom, apertando-a com vontade. — Quem manda aqui sou eu.

YuGyeom quase engasgou com o próprio ar e fechou os olhos com força quando JinYoung simplesmente segurou a base de seu membro com a outra mão, tomando a glande em sua boca, chupando-o feito um pirulito e lambendo-o em seguida.

Aquilo sim era uma sensação esquisita, JinYoung não pôde negar. Não chegava a ser ruim, mas estranho para quem não estava acostumado. “É para isso que serve primeiras vezes, afinal”, concluiu, voltando a tomar o pênis nos lábios, sendo calmo ao ir engolindo-o aos poucos até estar à vontade para entreter-se sem medo.

YuGyeom mal conseguia respirar, segurando-se firmemente para não levar sua mão aos fios castanhos de JinYoung e agir por impulso ao fazê-lo ir mais rápido. Ao contrário do que desejava, mordeu a mão fechada em punho para conter seus gemidos e segurando o encosto do sofá com a outra firmemente. Ter o calor da boca de JinYoung era enlouquecedor, ainda mais com aquela língua atrevida envolvendo-o, lambendo-o de modo provocativo e o deixando ofegante. Fez um grande esforço para não movimentar o quadril e acompanhar o ritmo, mas acabou sendo em vão. Isso fez Park rir, não parecendo incomodado, mas segurando-o e o impedindo de agir como bem entendia. Ele só poderia estar querendo o enlouquecer!

Avançando, Park deixou temporariamente o pênis de YuGyeom de lado, deslizando uma das mãos do quadril à perna do mais novo, afastando-a e lhe dando espaço para morder a parte interna das coxas com força e fazendo questão de marcá-la em várias partes. Adoraria ver o resultado depois. De acordo com que passeava pela região, subindo aos poucos, Kim abria ainda mais as pernas, totalmente entregue, e JinYoung adorou isso, não pensando duas vezes ao se aproveitar.

Se não estivesse completamente fora de si, YuGyeom com certeza teria xingado o mais velho, afinal, ele era um grande filho da puta pegando-o desprevenido daquele jeito! A forma como a língua tocou sua entrada o fizera vibrar inteirinho. Aquela era realmente a primeira experiência de JinYoung com um cara? Esperava que ele fosse todo fresco, mas muito pelo contrário. O Park agia sem nem mesmo hesitar. A sensação do músculo úmido e atrevido o umedecendo, exigindo espaço para penetrá-lo, fizera YuGyeom implorar para agilizar as coisas. Não aguentava mais aquela tortura toda. E quando ele se afastou, sentiu falta do toque.

— Me ajude aqui, YuGyeom — JinYoung pediu ao se erguer levantando-se do sofá, livrando-se do cinto com um maldito sorriso de canto.

YuGyeom não parou para pensar no assunto, agindo no automático e sedento ao se sentar, engatinhando para mais perto do mais velho, ajudando-o a se livrar do restante das roupas e chegando a morder o lábio inferior perante a visão do corpo de JinYoung. Ele era muito mais bonito do que tinha imaginado esse tempo todo. A barriga lisa e com poucos músculos, completamente diferente de si que tinha umas gordurinhas aqui e ali. Esguio e de coxas fartas.

— Você tem preservativo? — Kim indagou ao que seus olhos se encontraram com o pênis ereto, tão branco quanto o restante de sua pele e, permitindo assim, o vislumbre nítido das veias salientes. Levemente grosso, e longo.

JinYoung pegou sua calça abandonada aos seus pés, retirando a carteira do bolso e o preservativo, abandonando todo o resto de qualquer jeito.

— Eu não iria esquecer algo tão importante assim — YuGyeom o fitou no rosto, franzindo a testa. O safado tinha mesmo ido ao seu encontro com segundas intenções! Deveria ser apenas um encontro normal com uns amassos, não aquilo –  não que não tivesse se preparado de várias formas também antes. Park riu, dando-se conta do que deveria estar se passando pela mente do mais novo, mas ignorando-o. — Quer me ajudar com isso?

— De chocolate?

— Pensei que você fosse gostar.

YuGyeom umedeceu os lábios, repuxando-os de lado ao aceitar o embrulho estendido na sua direção. Fez questão de abri-lo sem desviar dos olhos de JinYoung. Foi atrevido ao agarrá-lo pela nádega, trazendo-o para mais perto e recebendo uma cara feia em resposta, mas não se importou ao sorrir todo fofo.

Habilmente retirou o preservativo da embalagem, levando-o até a boca e deixando a parte do reservatório sobre a língua. JinYoung mordeu os próprios lábios em meio a um sorriso, não relutando quando ele agarrou um dos lados do seu quadril e segurou a base de seu membro, aproximando seus lábios firmes, cobrindo os dentes, e encaixando-os na cabeça do membro de JinYoung, fazendo-o suspirar enquanto prendia seus cabelos entre os dedos. Quando começou a desenrolá-lo ainda com a boca e aos poucos, o aperto em seus fios aumentou.

— Droga, YuGyeom, você tem uma boca deliciosa.

Ao chegar no máximo que pôde, usou as mãos para terminar o serviço enquanto o chupava e voltando a pegar no quadril de JinYoung quando colocou completamente a camisinha, continuando a sugar o falo do mais velho e num movimento de vai e vem. Park adorou; a forma como ele fazia aquilo e o aquecia, sua língua provocando-o ao ir até a glande, lambendo-o e lhe arrancando suspiros, voltando a tomá-lo completamente e o fazendo com cada vez mais vontade. Foi com uma profunda tristeza que JinYoung puxou-o pelos cabelos, afastando-o de seu membro e arrancando um resmungo pela dor, e recebendo um olhar confuso.

— Espero que tenha lubrificante — ditou, a atenção fixa na boca avermelhada e inchada, talvez bem parecida com o estado da sua naquele momento. YuGyeom franziu as sobrancelhas, parecendo cair em si.

— Na gaveta do meu quarto, na porta à esquerda do corredor — nem terminou de falar e JinYoung já desfilava pela sua sala de estar completamente à vontade com a sua nudez. Quando ele sumiu do seu campo de visão, YuGyeom fez um muxoxo indignado após ter o vislumbre a bunda farta e bonita do mais velho. Quando ele retornou com aquele sorriso pretensioso e o vidrinho em mãos, YuGyeom o fitou sério, observando-o se ajoelhar no sofá. — Por que eu tenho que ser o passivo? — afinal, o que não daria para foder com aquele traseiro lindo?

— É a minha primeira vez, acha mesmo que eu deixaria você se aproveitar de mim assim? Agora, por que não fica de quatro para mim cuidar de você? — YuGyeom inflou as bochechas, mas não foi contra. Sentiu seu rosto inteiro esquentar ao se virar, apoiando os braços no móvel macio, as pernas ligeiramente abertas e a bunda empinada. JinYoung fitou-o maravilhado e não se privando de estapear a nádega direita, durinha e bonita, recebendo um resmungo em troca. — YuGyeom, você é todo gostoso, puta merda!

— Hyung!

Ignorou completamente a reclamação ao abrir o vidrinho, melando os dedos com o lubrificante e abandonando o objeto jogado no chão, a atenção toda voltada para a entrada do mais novo. Só de imaginar o quão apertado deveria ser, sentia seu pênis pulsar, implorando por aquilo. Segurando uma das nádegas de YuGyeom, teve um vislumbre ainda melhor, contornando o orifício com um dos dedos. Kim fechou os olhos de leve mediante o toque frio e molhado, chegando a morder os lábios quando ele o penetrou, fazendo um vai e vem dentro de si.

Como tinha imaginado, YuGyeom era realmente estreito, mas se acostumava facilmente com a invasão, levando JinYoung a inserir mais um dedo, divertido ao ver qualquer resquício de timidez deixar o mais novo ao rebolar contra o seus dígitos e suspirar. Isso o instigou a ir cada vez mais fundo, até ouvir um gemido manhoso do Kim. Oh, então alcançou um ponto bem interessante ali. Penetrou o terceiro dedo, admirado pela forma como eles entravam e deslizavam tão gostosamente. Mas estava cansado daquilo, YuGyeom estava mais do que pronto para o receber. O pensamento o deixou eufórico, fazendo seu coração se agitar. Quando retirou os dígitos e recebeu um resmungo contrariado, pegou novamente o vidrinho do chão e despejou o líquido sobre as mãos para, em seguida, lubrificar seu membro. O fez rapidamente, agarrando a cintura de YuGyeom com firmeza. Seu pênis se encaixando perfeitamente.

— Pronto, moleque?

— Só faz isso logo, hyung — e rebolou, roçando-se no falo do mais velho, ansioso.

JinYoung não o contrariou. E o segurou com mais vigor, forçando-se pela entrada e sendo facilmente acolhido aos poucos. A brandura que o envolvia, era tão estreito e gostoso. Quando o adentrou completamente, remexeu-se lentamente e recebendo mais ofegos do Kim, ofegos esses que também soltou. Não precisou de qualquer confirmação ou pedido para começar a se movimentar, de início lentamente e um tanto atrapalhado até ir ganhando ritmo aos poucos e aumentando a velocidade na qual o arremetia, sendo acompanhado por YuGyeom.

E quando finalmente se sentiu livre para ir fundo e forte, não se limitou. Realmente foi bem fundo e forte ao sair e entrar novamente, o corpo de YuGyeom ansiando por aquilo tanto quanto ele, quase que em uma das danças que o mais novo tanto adorava. E, ah, os gemidos de YuGyeom realmente entregavam que ele a estava adorando! Ver seu membro entrar e sair tão belamente do corpo de YuGyeom fazia Park amá-la também

Mas JinYoung não queria apenas ouvi-lo, queria vê-lo. Adorava vislumbrar as reações e a face de sua parceira – ou parceiro, no caso. Deslizou as mãos da cintura pelo abdômen até chegar ao tórax, envolvendo os braços ao redor do mais jovem em um abraço, num ritmo mais lento das estocadas.

— Vamos mudar de posição, Yug — ditou com a respiração entrecortada ao sair de dentro do mais novo e o puxando junto consigo.

JinYoung largou o Kim e se sentou encostado no sofá, cruzando as pernas e não precisando ditar ordens para que YuGyeom se aproximasse e se sentasse em seu colo, conectando seus corpos novamente. Ficando frente a frente, assim como JinYoung tanto desejava. E não tinha nada melhor do que poder vislumbrar o mais novo rebolando em seu falo, com as mãos espalmadas em seus ombros como um suporte, os lábios vez entreabertos e outra sendo castigados pelos próprios dentes, e os olhos semicerrados, com o cabelo ridiculamente amarelo grudado na testa por conta do suor. O som de seus corpos se chocando levava JinYoung a sorrir. Eles se encaixavam perfeitamente bem e a forma como aquela posição tornava YuGyeom ainda mais apertado o levava a gemer junto com o rapaz.

JinYoung deslizou suas palmas pelo peitoral de YuGyeom e envolveu seus braços ao redor de seu corpo levando-o a retribuir o enlace. Não perdeu tempo ao castigar mais uma vez o pescoço do Kim com mordidas e lambidas, fazendo-o tombar a cabeça para trás automaticamente e sussurrar seu nome. Adorava o jeito como ele o chamava daquela forma capciosa. Era tão bonita e o arrepiava todinho. Sentiu-o vacilar por um momento quando deu atenção ao seu pênis necessitado, brincando ousadamente com a glande, acariciando-a enquanto deslizava a mão por toda a extensão do membro e chegava nela. De alguma forma, aquilo incentivou YuGyeom a cavalgar com mais vontade e levando JinYoung ainda mais fundo dentro de si. E quando finalmente atingiu sua próstata, YuGyeom gemeu languidamente com a contração que percorreu todo seu pênis, próstata e pélvis, fazendo o sangue correr mais rápido em suas veias, acelerando sua respiração e aumentando ainda mais sua frequência cardíaca. Para JinYoung, aquilo foi tão maravilhoso, ter seu membro pressionado daquela forma, jamais tinha sentido algo tão bom. Um rosnado lhe escapou, sedento por mais e mais.

YuGyeom sentia seu corpo abrasar ao subir e descer contra o mais velho cada vez querendo mais, desejando mais, e tê-lo masturbando apenas o deixava mais quente. O som das lamúrias se misturando, beijos sendo trocados atrapalhadamente juntamente com os toques, arranhões, apertos, mordidas. E quando o mais novo finalmente se desfez em suas mãos, sujando-as com sêmen e melando suas barrigas, JinYoung não ligou, desejando apenas aproveitar daquele prazer quase desesperador.

Praticamente empurrou YuGyeom, fazendo-o se deitar, colocando suas pernas em seus ombros e o puxando para mais perto, penetrando-o novamente com intensidade, fazendo-o arquear a coluna e chamar por seu nome, indo rápido e fundo. Nem ao menos conseguia pensar racionalmente enquanto o acometia. Era quase como se estivesse preso em uma bolha de prazer onde apenas o corpo de YuGyeom se chocando com o seu importava. Quando as sensações características tomaram cada canto de seu ser, JinYoung finalmente conseguiu chegar ao seu limite, gozando em uma arremetida mais profunda e quase o fazendo perder suas forças.

YuGyeom estava completamente sem ar, as pálpebras fechadas enquanto se recuperava. Tão ofegante quando o mais novo, JinYoung saiu de dentro de YuGyeom sentindo saudades daquele calor acolhedor assim como o Kim sentiu falta de ser preenchido.

— E então? — a voz baixinha e rouca de YuGyeom invadiu seus ouvidos enquanto se livrava do preservativo com cuidado e sentado, encostado no sofá, ainda tentando acalmar sua respiração e coração acelerado. — O que achou da sua primeira experiência?

JinYoung amarrou a camisinha, encarando o Kim. — Depois de quase dois anos na seca, essa foi a melhor coisa que eu já fiz. Fez até valer a espera  — YuGyeom riu, quase rolando no sofá, mas fazendo uma careta pela pontada que sentiu em seu traseiro, sem deixar de sorrir. — Você ainda vai ter que pagar muito pelo tempo perdido em que dispensei várias transas por causa da HwaYoung.

— Então vai ter uma próxima vez? — o fitou, retribuindo seu olhar.

— YuGyeom, eu quero foder com você o resto da minha vida! Experimentar várias coisas em você… Umas fantasias sexuais, uns brinquedinhos.

— Hyung! — JinYoung riu.

— Estou brincando… Talvez — levantou-se, fazendo uma careta por se sentir totalmente grudento pelo suor e o sêmen do mais novo. — Vamos tomar um banho?

— Eu também quero ser o ativo, hyung!

JinYoung analisou seriamente a expressão do mais novo, que se sentou com um bico nos lábios.

— Eu vou pensar no seu caso — decretou, debochado como se soasse que aquilo nunca iria acontecer, mesmo que já tivesse aceitado o desafio mentalmente. YuGyeom fez uma carinha desalentada. — Agora vamos tomar banho logo, YuGyeom. E depois comer algo, porque isso tudo me deixou morrendo de fome.

Sem esperar por YuGyeom, simplesmente lhe deu as costas caminhando todo nu e sem nem um pingo de vergonha, enfiando-se no corredor e sumindo das vistas do mais novo mesmo sem saber onde ficava o banheiro. YuGyeom soltou um riso nasalado, meio descrente que aquilo estava mesmo acontecendo. Mesmo estando mais calmo, seu coração batia forte em seu peito e o deixava todo contente.

Por fim, balançou a cabeça negativamente e ainda sorrindo antes de se levantar, seguindo o mesmo caminho que o mais velho.

— JinYoung hyung, espere por mim!

 

. . .

 

Quando esbarrou com JaeBum ao se aproximar do elevador, praticamente o ignorou e continuou a digitar em resposta da mensagem que recebera, esperando pela viagem que tinham perdido. JaeBum o encarou com estranheza, as sobrancelhas franzidas e os lábios em linha reta. Com certeza tinha alguma coisa ali.

— Então — JaeBum puxou assunto, sem receber a atenção devida. — Com quem você está falando agora? Outra HwaYoung? — esticou o pescoço para bisbilhotar, chegando a ficar na ponta dos pés, mas JinYoung se deu conta do movimento e escondeu a tela do celular contra a camisa pólo branca, fazendo uma carranca brava. — Você está pior que antes.

— Sabia que isso não é da sua conta?

— E sabia que ainda assim tenho interesse?

JinYoung analisou a situação, desfazendo-se da expressão brava e suspirando cansado.

— Estou falando com o YuGyeom. — Os lábios de JaeBum se entreabriram em surpresa, mas parecendo animado.

— Então você me ouviu mesmo!

— Felizmente, sim.

— Own, de nada.

— Eu não te agradeci, idiota — JinYoung chegou a ameaçar batê-lo e fazendo JaeBum rir enquanto se encolhia por um instante.

— Mas como vai ficar a situação agora? — Im enfiou as mãos nos bolsos da calça social, observando o painel trocar de números.

— Estamos saindo e se der tudo certo, combinamos de levar esse relacionamento à sério.

— Isso é bom.

— Pensei que estivesse apenas zoando da minha cara quando disse sobre eu tentar.

— Por que acha isso? — JaeBum o encarou com estranheza, confuso.

— Bom, não é o tipo de coisa que alguém fosse aconselhar, acho.

Quando a porta do elevador se abriu, JaeBum desviou a atenção para a pessoa que estava dentro. Acabou sorrindo de canto ao receber o olhar de estranheza do seu colega de jornal. A testa vincada e os olhos meio estreitos em puro desgosto. Sem dizer nada, JaeBum adentrou, puxando JinYoung pelo braço e apertando o botão do terceiro andar.

Quando a porta tornou a se fechar, JaeBum encarou JinYoung, que tinha voltado a digitar uma mensagem.

— JinYoung, eu te aconselhei porque achei interessante a ideia. Você sabe melhor do que ninguém que eu não ligo para o sexo da pessoa ou qualquer coisa do tipo, desde que haja um interesse. Seja ela homem, mulher, trans, o que for. Se vale a pena dar uma chance, por que não? — suas palavras conseguiram atrair a atenção de JinYoung, mas JaeBum acabou se virando para o outro ali presente, que só faltava avançar em seu pescoço e enforcá-lo. — Não tenho razão, YoungJae?

— Vai se foder, Im JaeBum — Park encarou Choi YoungJae, curioso. O que estava acontecendo ali?

— A gente já foi, lembra? Juntos. — As pálpebras de YoungJae duplicaram de tamanho e seu rosto adquiriu um tom avermelhado, só não se sabia se era por raiva ou vergonha. — Eu fico louco para repetir, mas você não colabora.

YoungJae nada disse, mas se antes queria matá-lo, depois daquilo queria fazer JaeBum comer as próprias bolas antes de fuzilá-lo.

Quando a porta do elevador finalmente se abriu, YoungJae cerrou os dentes, furioso.

— Por que você não vai para o Inferno?

— Ah, mas lá é tão sem graça. Aqui pelo menos tenho você. Para que sentar no colo do Capeta se eu posso sentar no seu, afinal?

Aquela foi a deixa para YoungJae bufar, parecendo a ponto de explodir. Mas ele simplesmente empurrou JaeBum do seu caminho, saindo do elevador. O Im sorriu, encarando o amigo em seguida antes de sair, nem ligando para a sua cara espantada e confusa.

— A gente se vê depois.

E JaeBum tomou seu rumo, seguindo a mesma direção que YoungJae. JinYoung franziu a testa antes de apertar o botão para o sexto andar.

Só tinha amigo doido.

Quando uma nova mensagem chegou, desviou o olhar para a tela e sorrindo um pouco. Era melhor dar atenção a YuGyeom que às loucuras de JaeBum, mas ainda assim, o amigo até tinha razão.

Teria de se lembrar de agradecê-lo mais tarde pelos conselhos.


Notas Finais


E foi com o navegador travando pra caralho que consegui postar!
Sério, mano, meu navegador começou a travar do nada, esse filha da mãe :')

Mudando de assunto!
Se eu tô com vergonha de estar postando esse lemon? Aaaaa pode crer que sim! Mas ainda assim espero que tenha gostado.
Como viram, nesse final teve 2jae *moonface*, mas na próxima oneshot vocês vão entender melhor o que rola entre os dois. Aliás, espero que acompanhem a TriologiaKBS! Eu ficaria muito feliz :3 Não sei quando que vão sair as outras duas oneshots, mas vou me esforçar pra ser o quanto antes.
Espero que tenham gostado de toda a fanfic s2
Muito obrigada por ler!
Beijinhos e até mais :3


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