História A different love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Lincoln, Raven Reyes
Tags Clexa
Visualizações 175
Palavras 1.284
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde, perdoem o erros.

Aproveitem;

Capítulo 6 - Capítulo 5


Narradora PVO

Lexa estava no chão do banheiro, uma de suas mãos seguravam o frasco de soro enquanto a outra estava embaixo de seu corpo. Clarke se ajoelhou ao seu lado e rapidamente bipou os companheiros. Sentiu seu coração apertado ao ver a mulher ali, tão vulnerável. Levou as mãos em direção ao rosto da mesma tirando as mechas de cabelos que o tampavam. Percebeu que estava tremendo; tinha experiência em casos como esse mais no momento estava se sentindo perdida.

              " Lexa por favor..." pedia enquanto olhava o corpo da paciente. Logo escutou passos no quarto e deu graças aos céus ao constatar que eram os demais enfermeiros. Bellamy certifica de que ela não machucou e a segura nos braços colocando na maca e a levando para a emergência. Clarke os acompanha.

Antes que chega na porta da emergência Bellamy a para a olhando com pesar.

                 "Clarke, vai descansar. Prometo cuidar de tudo aqui!" diz dando um leve aperto em seu ombro.

                 "Mas..."

           "Seu plantão acabou, descanse. Eu ligo te informando qualquer coisa!" finaliza. Clarke somente acena e caminha em direção ao vestiário. Se senta no banco que tinha ali e coloca as mãos na cabeça apoiando. Entendia que Lexa tinha anemia falciforme, e isso facilitava e a deixava mais propícia a infecções. Mas não entendeu ao certo o motivo do desmaio. Seria uma queda de pressão? Será que a mulher tinha outros problemas de saúde!? Suspira derrotada e levanta a cabeça ao notar que a enfermeira que iria a substituir entrou no vestiário. Clarke se levantou trocou de roupa e saiu em direção a sua casa.

Dividia a mesma com sua irmã Sarah, que trabalhava em uma conveniência. Chegou em casa e retirou as chaves abrindo a porta, Sarah ainda estava dormindo. Subiu a escadas e entrou no quarto da sua irmã, deitou-se na cama e a abraçou.

         "Você está com problemas?" resmungou a mais nova ainda sem abrir os olhos. Clarke sorrio e se acomodou mais confortávelmente na irmã.

           "Você sempre tão perceptiva!" diz. Sarah abre os olhos e encara sua irmã.

           "O que houve?" questiona.

        "Plantão difícil, nada demais!" diz a enfermeira. Sarah se senta na cama e analisa o semblante de sua irmã. Claro que tinha olheiras e expressão cansada, mas Clarke estava relativamente mais desanimada do que de costume, Sarah tinha certeza.

         "Você nunca reclama de um "plantão difícil", anda logo, fala o que está havendo!" diz. Clarke suspira e senta na cama, começa a mexer nos próprios dedos, uma ação clara de que não estava tudo bem; o que não passou despercebido por Sarah.

        "Tem uma paciente no hospital que...ela passou mal, eu não esperava." diz confusa com suas próprias palavras. Sarah a olha com o cenho franzindo; era normal as pessoas passarem mal em hospitais.

        "Clarke...Agora me conta uma coisa que eu não sei." Diz arqueando a sobrancelha para sua irmã. Mas como a enfermeira ia dizer algo que nem ela mesmo sabia!? estava se importando com o estado de saúde de Lexa, sentia um carinho especial por ela. Seria isso!? Não, fora pouco tempo de conversa, talvez fosse pena por sua paciente ser tão jovem...Estava confusa.

        "Sarah tem uma paciente no hospital e, ela foi tão legal mesmo estando lá internada. E hoje pela manhã eu a encontrei desmaiada no banheiro do quarto, eu ... fiquei comovida, só isso!" diz. Sarah a olha desconfiada.

        "Qual o nome da paciente?" questiona. Clarke sorri timidamente ao se lembrar que a mesma a disse para chama-la de majestosa, grandiosa. "Porque tá com esse sorrisinho no rosto Clarke!? Você gosta dela!? Aaah você gosta da paciente por isso tá assim toda melancólica!" ressalta sua irmã dando pulinhos na cama e batendo palma. Clarke revira os olhos e a puxa pela mão fazendo-a sentar novamente na cama.

        "Para de falar coisas sem sentindo Sarah. Não gosto dela, sorri porque me lembrei de algo engraçado que ela disse!" afirma a enfermeira. Sarah somente concorda fingindo que acredita na confissão da irmã.

        "Tudo bem, você está certa, claro que está só comovida, isso acontece.... Agora, qual o nome dela?" pergunta.

        "Alexandra Woods, entrou um dia antes de iniciar meu plantão. Acredita que ela queria que eu levasse ovos mexidos pra ela?!? Você iria gostar de conhece-la Sarah, ela tem um jeito diferente de ser; mesmo internada estava fazendo graça e...." Clarke para de falar ao ver sua irmã a olhando maliciosa. Da um tapa na perna da mesma que se desmancha em gargalhada. "Caramba Sarah, você ata parecendo a Octavia!"

        "Bom saber que não foi só eu que notei que você está toda boboca pela paciente!" Fala. Clarke pega um travesseiro e começa a bater na mesma; iniciando assim uma guerra de travesseiro.

A guerra dura alguns minutos e as duas se jogam na cama olhando o teto.

        "Eu amo você!" diz Clarke olhando sua irmã deitada ao seu lado.

     "Eu também, mas isso não te deixa menos boboca pela paciente!" fala e se levanta apressada com medo de que sua irmã a acerte novamente. Clarke arremessa uma almofada na sua irmã sem sucesso; pois a outra fecha a porta desviando do objeto.

Clarke se levanta e toma banho; vai até a cozinha preparar o café. Sarah pega alguns pedaços de bolo e sai apressada para o trabalho. Geralmente pela manhã Clarke ficava sozinha em casa, dormia para recuperar o cansaço do plantão e lia algum livro aleatório. Mas nessa manhã estava preocupada com Lexa, aguardava ansiosa um ligação de Bellamy. Foi para seu quarto e se deitou sobre a cama; assustou-se quando seu celular tocou.
Pegou o mesmo e viu o nome "Bell" na tela, rapidamente o atende.

        "Oi Bell, alguma novidade?" pergunta se sentando na cama. Escuta Bellamy suspirar do outro lado da linha e morde o lábio inferior em preocupação.

        "Clarke..." diz o rapaz com receio.

"Sim Bellamy, estou aqui, fale!" pede um tanto impaciente.

 

“Achamos o motivo da febre, chegaram os exames pela manhã; ela está com pneumonia. O fato dela ter anemia falciforme só complica as coisas!” afirma seu colega. Clarke cai os ombros com pesar.

 

“O desmaio?” questiona.

 

“Queda de pressão, fraqueza...” completa. “Ela já havia fazendo tratamento a muito tempo, acredito que isso foi uma complicação. Se nós cuidarmos dela corretamente, ela melhora Clarke!” finaliza.

 

“Como ela está agora?” questiona a enfermeira. Clarke sabia que essa doença era genética e hereditária, não possuía cura, o que se pode fazer é tomar os medicamento corretos e vacinas para prevenir complicações, sem falar na alimentação que deveria ser equilibrada.

 

“Está estável, vamos iniciar a administração de medicamentos para pneumonia. Você...vai vir aqui hoje?” pergunta com receio. Clarke suspira e se deita na cama; queria ir vê-la.

 

“Sim, daqui algumas horas estarei ai” afirma. Eles se despedem e Clarke tira um cochilo antes do primeiro horário de visita. Acorda e se arruma , deixa um bilhete avisando sua irmã caso essa chegasse antes dela, e vai em direção ao hospital.

 

No corredor se encontra com Bellamy que dá mais alguns detalhes sobre a situação de Lexa. Uma das informações que deixou Clarke contente era de que o doutor havia mudado, quem estaria cuidando do caso da paciente agora era outro. Ela encerra o assunto e vai em direção ao quarto, empurra a porta vagarosamente e adentra ao mesmo. Havia alguns aparelhos em Lexa controlando seus sinais vitais. Clarke se aproxima e observa a paciente, estava de olhos fechados; estava mais pálida mas ainda sim Clarke conseguia enxerga-la como um anjo.

A enfermeira pega na mão da paciente enquanto a fita, sente sua mão ser apertada de leve pela mesma, olha em seu rosto e a vê abrir os olhos lentamente.

 

“Olá Clarke”  diz Lexa quase em um sussurro.


Notas Finais


Isso é tudo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...