História A Escolha é Sua - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags A Escolha É Sua, Amor, Briga, Cristiano, Edson, Henrique, Juliano, Juliano Tavares, Maiara, Maraisa, Maria, Marília Mendonça, Mohana, Ricelly Henrique, Romance, Sertanejo, Thigo Brava, Zé Neto
Visualizações 227
Palavras 1.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooi amores, achei que fosse conseguir postar ontem mais nao consegui, o trabalho e a faculdade estao acabando comigo. Mas voltei assim que deu hahahh Obrigada por todos os comentários, leituras e favoritos, obrigada pela capa Gih, sabe que te amo, eeeeee me desculpem qualquer erro. Estão preparados? Então vamos la, espero que gostem.

Capítulo 32 - Meu Oxigênio


Fanfic / Fanfiction A Escolha é Sua - Capítulo 32 - Meu Oxigênio

pov Lara

“Eu não aguento mais essa comida de hospital.” – Falei suspirando empurrando o prato de leve.

“Mas tem que comer.” – Falou Mohana.

“Eu não aguento mais ficar aqui, quero ir pra casa Moh, já faz uma semana.” – Falei fazendo bico, Mohana pegou o celular e tirou uma foto me fazendo ficar emburrada.

“Pra quem você mandou?” – Perguntei.

“No grupo.” – Ela disse gargalhando enquanto observava o celular.

“Deixa eu ver.” – Pedi esticando a mão e ela me deu seu celular, o meu havia estraçalhado no acidente.

(Mohana): O neném não quer comer. – Mandou ela junto com a minha foto, e uns emojis rindo.

(Gusttavo): Se eu tivesse ai ela comia. – Respondeu Gusttavo com um emoji com óculos escuros.

(Rick): Toma tento palhaço. – Respondeu Henrique com um emoji de diabinho bravo.

“Não quero mais ver.” – Falei devolvendo o celular para Moh.

“Ei... Ainda ta magoada com ele?” – Perguntou Moh sentando na cama.

“Eu sei que ele fez um sacrifico enorme enquanto eu estava dormindo, sei que ele gosta de mim. Mas como eu acredito nisso Moh, se toda vez que brigamos ele volta correndo para Bruna?” – Falei.

“É o jeito dele escapar.” – Falou Mohana.

“Escapar do que Moh? Me diz, porque pra mim ele não tem esse direito, independente de tudo, ele não tem.” – Moh balançou a cabeça positivamente. – “Eu não vou perdoar ele tão fácil dessa vez.” – Falei suspirando.

“Você e o Henrique precisam parar de se machucar, precisam conversar, porque se não vão acabar se perdendo e não ficando juntos por falta de conversa.” – Explicou.

“Eu sei, mas é complicado sabe? Como eu lido com tudo isso? Parece que as coisas só pioram.” – Falei suspirando, ouvi o celular de Moh vibrar e ela o tirou do bolso colocando a mão na boca. – “Que foi Mohana?” – Perguntei, ela virou o celular, Henrique havia postado minha foto no instagram da dupla. – “Da o celular.” – Falei e Moh em deu, fui até a conversa com Henrique a abrindo e comecei a gravar áudio. – “Vou te matar Ricelly Henrique, apaga isso agora!” – Enviei e respirei fundo puta.

“Não fica brava com ele.” – Falou Moh e eu a encarei revirando os olhos.

“Virou defensora dos animaizinhos agora?” – Perguntei e Mohana riu, o celular vibrou e eu peguei abrindo a conversa, era um áudio.

“Não vou apagar, morena. Nem adianta se estressar.” – Revirei os olhos novamente e Mohana ria ainda mais.

“Quando eles voltam?” – Perguntei.

“Hoje.” – Falou ela e balancei a cabeça positivamente, nesse momento dona Maria entrou no quarto e veio até mim, a abracei devagar porque ainda sentia muita dor dependendo do movimento.

“Como você ta minha menina?” – Perguntou ela. – “Trouxe um bolo escondido pra você, sei que não aguenta mais essa comida.” – Meu sorriso abriu na hora e Mohana gargalhou.

“Não acredito dona Maria, meu Deus, a senhora é um anjo, passa logo esse bolo pra cá.” – Falei rindo e ela tirou o pote da bolsa me entregando já aberto e uma colher, peguei começando a comer e ouvi Mohana gargalhar olhando par ao celular. – “Se você tiver mandado foto minha comendo, eu te mato Mohana.” – Falei e dona Maria riu se sentando na poltrona. – “E seu Edson dona Maria, ta bem?” – Perguntei comendo ainda, esse parecia ser o melhor bolo que comi na minha vida.

“Ta bem, ta esperando os meninos chegarem pra vir te ver.” – Falou e balancei a cabeça positivamente.

“Então ta bom.” – Falei e sorri.

Passamos a tarde toda conversando, quando já estava bem tarde a porta foi aberta e os meninos entraram junto com seu Edson, eu não podia evitar meu coração de parar por alguns segundos sempre que via Henrique, obviamente eu gostava dele e obviamente não era fácil ficar longe, a saudade sempre bate forte, mas eu não podia perdoa-lo se ele não mudasse as atitudes.

“E ai cunhadinha, já ta xingando então ta boa.” – Falou Juh vindo até mim e me abraçando e eu dei risada.

“Eu já to melhor, não aguento mais ficar aqui.” – Juliano riu.

“Quando você sair daqui a gente te leve pra tomar aquela pinga boa.” – Falou ele e eu bati palmas rindo.

“Mas tem que ter paciência e fazer tudo certinho.” – Falou Henrique atrás de Juliano e eu revirei os olhos. – “Nem adianta fazer essa cara, não vou apagar a foto.” – Falou ele e cruzei os braços emburrada o fazendo rir.

“Por favor, eu to destruída na foto.” – Falei fazendo beicinho e seu Edson riu vindo até mim e beijando meu cabelo.

“Já ia brigar com o senhor, achei que não fosse vir me ver.” – Falei e ele riu.

“Claro que eu ia vir.” – Falou ele e sorri.

“Wow, quanta gente.” – Disse o médico entrando no quarto.

“Se você me deixasse ir pra casa, não ficaria tanta gente aqui.” – Falei e ele deu risada.

“Vamos ver como você ta, esta bem?” – Disse ele e balancei a cabeça positivamente, Moh já tinha se acostumado com a rotina de me ajudar, eu me sentia mal de estar dando tanto trabalho.

“Vamos, eu te ajudo.” – Falou ela e balancei a cabeça positivamente, ela mexeu no botão da cama me deixando sentada, tirou os travesseiros das minhas costas e me ajudou a erguer a camisola do hospital até onde dava para ver os pontos, o médico veio até mim e encostou neles fazendo eu morder a boca de leve pela dor.

“Você ta fazendo o procedimento que as enfermeiras ensinaram direitinho?” – Perguntou.

“Estou sim, a Moh me ajuda, mas dói.” – Falei, Henrique passou a mão na barba com um olhar triste.

“Vai doer, mas é muito importante que você faça, os pontos precisam amolecer e eles vão cair sozinho.” – Explicou o médico.

“A cicatriz vai ficar muito grande?” – Perguntei.

“Vai, infelizmente, talvez ela diminua com o tempo mais um cirurgião plástico ou um dermatologista possa te passar alguma pomada que diminua ela.” – Balancei a cabeça positivamente. – “Olha, você ta bem, então eu acho que daqui alguns dias eu posso te mandar pra casa.” – Falou o médico me fazendo sorrir.

“Finalmente.” – Falei fazendo todos rirem.

“Amanhã eu volto para te examinar Lara, descansa e faça todas as recomendações certas” – Disse o médico e saiu do quarto.

“Moh, se você quiser ir embora pode ir, eu vou ficar com ela.” – Disse Henrique e Mohana suspirou.

“Tem certeza? Você voltou da semana de show, deve ta cansado.” – Falou Mohana,

“Tenho, pode ir.” – Falou ele sorrindo e passou a mão na barba.

“Então ta bom.” – Moh foi até a bolsa pegando as coisas e deixando tudo organizado para Hernique, veio até mim e beijou minha testa. – “Amanhã eu volto pra ver como você ta.” – Falou ela.

“Eu não sou criança.” – Brinquei sorrindo. – “Obrigada.” – Disse para ela e beijei sua bochecha, dona Maria, seu Edson e Juliano se despediram de mim e foram embora, Henrique se sentou na maca ao meu lado e segurou minha mão.

“Senti saudade, meu coração ficou apertado.” – Falou ele e sorri erguendo minha mão passando no seu rosto, Henrique fechou os olhos e aproximou o rosto do meu abrindo eles novamente, sua boca estava a centímetros da minha e a vontade de beijar ele era enorme.

“Não.” – Disse baixinho fechando os olhos e ele sorriu encostando a sua testa na minha.

“Tudo bem.” – Falou ele. – “Só não esquece que eu gosto de você ta?” – Falou ele e não pude impedir um sorriso se abrir em meus lábios.

“Vamos cantor, preciso de ajuda pra tomar banho.” – Henrique sorriu de canto e balançou a cabeça positivamente, tirei a coberta das pernas e Henrique me ajudou a sentar e levantar, entramos no banheiro do quarto e Henrique abriu o chuveiro verificando a temperatura da água, veio até mim e ergueu uma das sobrancelhas. – “Agora você me ajuda a tirar a roupa, cantor.” – Falei e ele deu risada.

“Isso é tortura pelo que te fiz?” – Perguntou ele rindo e colocou as minhas mãos em seus ombros tirando a camisola, eu estava apenas de calcinha, Henrique olhou de cima a baixo e engoliu em seco, levou a mão até a cicatriz um pouco abaixo do seio direito e encostou de leve. – “Eu odeio te ver assim, saber que você sofreu me dói tanto.” – Falou ele e me olhou.

“O importante é que eu estou bem.” – Falei e ele balançou a cabeça me ajudando a tirar a calcinha, fiquei desconfortável e ele riu.

“Ficou com vergonha?” – Perguntou ele rindo e balancei a cabeça negativamente.

“Não, só... é estranho, eu to pelada e você vestido.” – Henrique gargalhou enquanto eu entrava de baixo do chuveiro.

“Se quiser eu posso ficar pelado também.” – Falou Henrique.

“Adoraria cantor, mas não.” – Respondi. – “Cuidado com a minha perna, o médico não engessou mas você sabe, ta machucada.” - - Henrique balançou a cabeça positivamente e pegou o sabonete, me lavando com cuidado enquanto eu ficava apoiada na barra que tinha na parede.

“Pronto, agora ta cheirosa.” – Dei risada enquanto Henrique me secava, ele me ajudou a colocar a roupa e voltamos par ao quarto deitei na maca e sorri.

“Deita comigo.” – Pedi e pensou um pouco até concordar, tirou a botinha e o óculos e deitou comigo, nos arrumamos devagar para não me machucar e suspirei. – “Quero ir pra casa, to me sentindo invalida.” – Falei e Henrique riu beijando minha testa.

“Logo mais você vai, tenta descansar agora.” – Falou ele e suspirei concordando, fechei os olhos e adormeci. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...