História A Estrela Escura - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias A Origem dos Guardiões
Personagens Jack Frost
Tags Fada Do Dente, Jack Frost, Papai Noel
Visualizações 15
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - As Correntes de Gelo que nos Envolvem a Eternidade


Fanfic / Fanfiction A Estrela Escura - Capítulo 16 - As Correntes de Gelo que nos Envolvem a Eternidade

—  Droga... Você não vai mesmo acordar... —  disse Summer se apoiando na parede— Mas agora que eu percebi, melhorou bastante meus parabéns.

— Obrigado, é muito bom quando somos reconhecidos pelos os nossos esforços-  Agradeceu Jokul coçando a cabeça.

— Principalmente quando perdemos para esquentadinhas como eu. — falou a garota com um sorriso um tanto malicioso e que com certeza teria alguma coisa interessante escondida para alguém especial e Jokul não sabia porque daquela expressão lhe dar um pouco de medo — É eu sei, eu inspiro as pessoas principalmente bonecos de neve ambulantes.

— Nossa você deve adorar neve para falar tanto disso?

—  É... Na verdade fazer anjos de neve é mais divertido, e anjo meu caro Jokul com certeza você não é— provocou a garota desviado dos fractais  que Jokul lançava contra ela — Tenho que lembrá-lo que estamos em uma caverna... E se isso desabar, bom, nos morreremos.

— Seria maravilhoso não é mesmo?

— Como assim?

— Experimentar aquilo que temos mais curiosidade.

— E porque  está refletindo sobre isso?

— Sei lá, por vários séculos escuto os humanos falarem de um tal paraíso e confesso que eu queria ver como era.

— Desde quando se importa com crenças religiosas?

— Acho que foi quando eu me tornei espírito e comecei com as minhas crises existenciais.

—  Eu lembro daquela época... Você dizia que estava tudo bem, mas os seus olhos mostravam outra coisa, Tão solitário e perdido. Acho que Darkys está fazendo você mostrar um lado que nunca ousou se revelar.

— Você me abandonou Summer... Logo você! - Bravejou Jokul indo direto ao ponto.

— Não... Não quem te disse isso? Eu nunca faria uma coisa como essa... Eu tive que resolver alguns problemas que não valem a pena serem falados aqui.

— Sei...

— Eu juro! Mas me impediram!

— Quem?

— Não posso falar... Me descul...

— Pensei que fossemos amigos, pensei que confiássemos um no outro! Antes dos guardiões e do Mabon, era eu e você... Você era a minha única passagem para o mundo exterior... Admito que se eu não tivesse te conhecido teria enlouquecido em alguma caverna!

— Frost eu...

— É Frosti.

— Frosti me desculpa por ir e não retornar e mentir... Mas era preciso, outras pessoas só iriam atrapalhar.

—  Ah! Então eu sou um problema, quem diria!

—  Naquela época você... Não era... Muito útil.

— Bem eu me tornei guardião, devo servir para alguma coisa, não é?

— Ora Jokul pare com isso.

— Parar... Parar com o que? Litha.

— Só em rarar exceções, até graves, que você usa o meu verdadeiro nome.— falou a garota dando um passo para atrás— Jack você está me ouvindo?

—  Ah Litha... Como você é teimosa... Ele não retornará. Sabe acho até que foi bom eu ter me humilhado escrevendo aquela carta de ajuda.

— Eu pensei que estava tudo bem entre nos, que você compreenderia os meu motivos.

— Eu também achei a mesma coisa, mas pensamos errado.

— Jac... — disse Litha, porém a mão que usava como apoio escorregou da parede, a fazendo perder o equilíbrio caindo de joelhos e espalhando poeira por todos os lados, suas pernas e mãos ficaram com alguns arranhões — Jack... Faz tanto tempo, supera isso.

— Mas eu já superei... Ah... Na verdade não, agora eu vou fazer você sentir o que me fez passar durante tantos esses séculos. — explicou Jokul, transformando os seus fractais em resistentes correntes de gelo — Vai ser divertido, eu garanto.

— Com certeza vai, você é o guardião da diversão então sabe o que faz... Mas tem razão.

— Tenho?

— É por incrível que pareça concordamos com algo, outra vez. O que eu fiz com você foi horrível,acho que é a minha vez de experimentar esse sentimento. Não é?

— Sim, sabe? Você facilitou o meu trabalho, obrigado.

— Não há de quê, não precisa ter pressa.— falou a garota cabisbaixa e com o tom de voz tranquilo, ajoelhada  esperando o guardião da neve a envolver em correntes geladas, ela não se movimentou ou levantou a cabeça. Porém os olhos azuis do garoto se cruzaram com os seus — Se isso servir para fazer você me perdoar Jack, então valerá a pena.

Jokul se aproximou da orelha da garota e sussurrou:

— Então apodrecerá aqui dentro. A eternidade a espera então relaxe e aproveite para refletir os seus erros... Minha cara Litha Midsummer.

— Ja... Ja...— A garota tentava falar, mas as geladas correntes a prendiam cada vez, fazendo a tremer de frio — Vo... Você... Ah... Você vai...

— Eu vou... — falou Jokul encarando  a prisioneira, mas em seguida se afastou— Deixa pra lá.

 

— Jack? Hum... É... É você mesmo!

— Aí a minha cabeça, onde eu estou?-Perguntou o guardião da diversão, levantando-se lentamente.

— Ah... Sei lá.

— Sei lá?

— É, por que quer saber ? Por que isso importa?

— Será por que... Porque.. Eu... Eu não me lembro... De muita coisa.— falou o espirito do inverno, tentado se lembrar de algo que nem sabia o que era— Como cheguei aqui?

— Eu não faço ideia, apenas te encontrei deitado no meio das flores. 

— Tem mais alguém com você?

— Não, mas ainda bem que você chegou. É bom as vezes ficar sozinho, porém eu já estava começando a ficar entediado. 

— Onde eu estou?

— Aqui é aqui.

— Mabon.

— Tá... Estamos no Vale das Montanhas, o melhor lugar do mundo!

— É até que é bonito mesmo. Mas eu ten...

— Ah Jack por favor, vem comigo eu garanto que você vai adorar, por favorzinho.

— Mabon eu tenho que ir.

— Pra onde?

— Eu... Eu  não sei, mas vou descobrir. 

— Mas se você não sabe para onde vai do que adianta seguir caminho?

— Ah... Deve adiantar alguma... Coisa.

— Sei, mas saiba que estou a sua disposição.

— Bom saber, mas Mabon?

— Que?

— Onde estão os outros?

— Que outros?

— Ora... Os guardiões, você até foi convocado para se juntar a nós.

— Que estranho... Não me lembro deste ocorrido. Mas acho que seria interessante e engraçado se acontece-se.

— Mabon, não se faça de bobo, eu vi, eu estava lá.

— Sério? 

— Sim.

— Como sabe disso, se nem lembra das coisas mais fácies.

— Eu sei, que aconteceu... Eu presenciei...

— A nossa mente as vezes nos engana. Mas se eu fui escolhido para ser guardião como foi a cerimônia?

— Foi... Foi... Em... Ah... Droga!

— Viu só? Isso nunca aconteceu, você acha que aquilo era real. Você faz jus ao titulo que carrega é bem mais criativo que eu achava.

—  Mas... eu me lembro, eu estava lá e você também?

— Ok... Ok Jack, se faz você se sentir melhor... Então eu acredito em você.

— Droga... Como eu consigo me lembrar dos meus amigos? Mas não lembrar dos momentos que passamos juntos... Como?

— Vem Jack.

—  O que?

— Vamos construir novas lembranças, dessa vez reais.

— Mas eu... Tenho que...

— O seu coração está muito pesado.

—  O meu cora...—  o garoto fui enterrompido pelo espirito do outono que pegou a sua mão e o guiou até lago— Ção.

— Eu vou curar você, então nunca mais vai se preocupar com coisas pequenas.

— Mabon, eu não posso.

— Sim você pode.

— Alguma coisa me diz que isso está errado, não aqui mas em outro lugar que eu não sei aonde é.

— E só uma sensação, olhe esse lugar e deixe a paz entrar em seu coração. Quando foi a última vez que ficou adiante de uma paisagem como essa.

— Eu não... Eu n...

— Está tudo bem, tem sempre uma primeira vez para tudo então e só admirar.

— Não da eu tenho que saber o que é isso que me incomoda.

— Você pode fazer isso enquanto anda pela beirada do lago, vai ser divertido e você adora uma travessura.

— É eu admito que essa proposta é irrecusável.

— Além do mais, você pode descobrir mais sobre esse lugar.

— Tá... Eu vou com você.

— Você vai adorar tem tanta coisa para ver e fazer!

— Nossa... Que interessante.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desabafo: Não da raiva quando terminamos de escrever e revisamos o texto, postamos e quando lê-mos outra vez, percebemos que deixamos escapar aquela palavra errada? Então temos que revisar tudo outra vez e com mais atenção.


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