História A filha do meu Padrasto - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Amor, Anthony, Lorena, Meioirmãos, Proibido
Visualizações 75
Palavras 955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction A filha do meu Padrasto - Capítulo 11 - Capítulo 11

Socorro


Eu me chamo Socorro de Alencar Dultra, e vou contar um pouco da minha história.

Eu vim da França e mesmo que eu não tenha nascido lá eu me considero francesa.

Minha mãe me mandou para Los Angeles quando eu tinha 17 anos, eu vim morar com minha vó contra a minha vontade.

Pois na época meu pai estava doente e o dinheiro que minha mãe ganhava não dava para sustentar a família e cuidar do tratamento dele, então eu e meus irmãos nos separamos.

Cada um foi morar com um parente diferente, em cidades diferentes.

Mas sempre mantiamos contato,até alguns deles ficarem doentes e falecerem.

Ficou eu e mais dois irmãos, hoje eles estão morando na Argentina e estão ótimos graças a Deus.

Quando eu completei 31 anos minha vó faleceu e eu fiquei sozinha, queriam tirar a casa da minha vó de mim se eu não terminasse de pagar as parcelas que ainda faltavam.

Eu comecei a bater de porta em porta desesperada por qualquer emprego que seja, e foi aí que eu conheci a família Clark.

Eram um casal normal, apaixonados um pelo outro, os dois bem sucedidos vivendo em ótimas condições.

Eles me contrataram na hora, eu passava, limpava, cozinhava...

Em poucas semanas eu já me sentia praticamente da família, eu estava completando quase quatro anos de serviço quando a Sra. Carla descobriu que estava grávida.

A felicidade era tanta que mal cabia naquela enorme casa, mas quando a patroa completou 4 meses de gestação seu casamento desandou.

O Sr.willian começou a chegar todas as noites bêbado, e tinha dias que nem vinha para casa.

Eles brigavam todos os dias sem excessão, a gravidez da patroa passou a ser de risco por conta pra pressão alta, ela teve que ficar uns dias internada no hospital, eu como fiel amiga e empregada fiquei cuidando das coisas em casa.

Até que certa noite me acordei com um barulho imenso vindo do andar de baixo da casa.

Primeiramente pensei em ser um assalto, me agarrei no celular prestes a ligar pra polícia, e fui descendo silenciosamente até o térreo da casa e quando pisei meus pés na sala fiquei chocada ao ver o Sr. William aos amassos com uma mulher no sofá.

Ao seu lado tinha armas de todos os portes, fiquei sem entender nada.

E pelas sombras que se eram possível ver em baixo da porta tinha mais gente do lado de fora.

Corri para o meu quarto tentando espiar pela janela, tinha vários homens no jardim... Fumando, bebendo e gargalhando alto.

Me tranquei no quarto torcendo para  o dia  clarear-se e tudo aquilo terminasse.

No dia seguinte a patroa ganhou alta do hospital, ela estava muito feliz com a notícia de que seria mãe de um menino que se chamaria Anthony.

Eu não queria estragar a felicidade dela contando sobre o acontecido da noite passada.

Eu não tive coragem de contar a ela.

4 meses depois os dois se separaram, Carla descobriu que o Sr. William, além de ser um empresário famoso era um magnata, usava e vendia drogas e comandava uma gangue muito conhecia aqui em Los Angeles.

Carla estava com oito meses e queria a todo custo proteger o seu bebê, e no momento mantê-lo longe do pai era a melhor coisa a se fazer.

Depois de enfrentar uma luta judicial e ganhar metade dos bens e a guarda do próprio filho, a patroa finalmente estáva sorrindo novamente.

Eu me comprometi a ajudar a cuidar do pequeno Anthony, prometi a ajudá-la em tudo oque os dois precisassem, ela se comprometeu a me ajudar a pagar a casa da minha vó e em qualquer ajuda que eu precisasse de dinheiro eu poderia contar com ela.

O nosso pequenino nasceu, eu ajudei a cuidar e fui uma segunda mãe para ele.

A minha família era eles, com 33 anos eu conheci meu esposo me casei e tive uma filha.

Eu vivia para as duas famílias dividindo todo amor que em mim restava.

Hoje Anthony esta com 22 anos, é um bom garoto e é meu segundo filho de coração.

Carla achou um bom homem o Sr.Ricardo que há ama com certeza, sua filha Lorena... Um amor de pessoa e a família só pretende a crescer.

Anthony não perdeu o contrato com o pai, mas eu e a patroa prometemos uma a outra nunca contarmos o lado negro de seu pai.

Anthony tem seu lado revoltado e por um lado entendemos, o menino cresceu sem o pai, que por algum acaso não o procura.

Eu não pretendo abandonar essa família, e espero que não me abandonem também.

Carla combinou comigo que assim que voltasse da sua viagem de cruzeiro, levaria toda a família em sua casa no campo, incluindo eu e minha filha, Luana.

Ainda não comentei isso com minha filha, ela nunca gostou da minha intimidade com a família Clark.

Disse que eu dou mais atenção a eles do que a meu marido e a ela...isso não é verdade.

Ela nunca demonstrou interesse em conhecê-los, Carla só a viu quando ela era bebê de colo e sempre que pergunta por ela eu invento uma desculpa tola.

Mal posso esperar por esse passeio, acho uma oportunidade ótima para a família se conhecer e se aproximarem.

Sei que Luana adorará conhecer Lorena e rever Anthony, os dois eram muito pequenos quando se viram pela última vez.

Guardo meus produtos de limpeza, pegando minha bolsa e fechando a porta.

Anthony e Lorena saíram mais cedo, eu deixei o jantar pronto e a casa limpa como sempre.

Na casa nunca tinha trabalho para mim fazer a não ser preparar a comida, esticar a cama e tirar o pó que eu nunca enxergava, mas Carla fazia questão que eu vinhece todos os dias, e mesmo os dias que eu não podia vir ela me pagava.

Dou um carinho nos cachorros do jardim e contínuo meu trajeto prestes a pegar um táxi em frente a casa e seguir para minha família.




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