História A Hard Case - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Grey's Anatomy
Personagens Alexander "Alex" Karev, Amelia Shepherd, Andrew DeLuca, April Kepner, Benjamin "Ben" Warren, Jackson Avery, Jo Wilson, Margaret "Maggie" Pierce, Meredith Grey, Miranda Bailey, Owen Hunt, Personagens Originais, Richard Webber
Tags Drama, Família, Grey's Anatomy, Medicina
Visualizações 9
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Maya ^
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Capítulo 1 - No dia do ocorrido...


Fanfic / Fanfiction A Hard Case - Capítulo 1 - No dia do ocorrido...

- Mãe estou saindo! - falei, e logo Emma, minha mãe me deu um beijo na bochecha. Ela é minha mãe adotiva, mas eu não me importo, ela me criou. Ela é loira e tem olhos castanhos e uma pele Branca. 

- Tchau querida, se cuida viu?

- Tchau mãe! - fechei a porta, a trancando. Fui a pé pra escola, dá apenas 10 minutos. Chegando lá, me sentei com Jane, uma menina de cabelos negros ondulados e olhos castanhos que usa óculos de cor preta. Ela é a menina mais alta da turma. E Maxine, uma menina de cabelo castanho ondulado e olhos da mesma cor. Ela é um pouco mais baixa que Jane. Logo Michael se aproximou, ele tem cabelos negros e olhos castanhos. Ele é alto também. 

- E aí gente! - falou se jogando ao nosso lado. Estávamos sentadas no muro da escola, um lugar onde sempre nos sentavamos.

-Eu torço pra que um dia você caia e eu grave você quebrando o braço. - riu Jane.

-Vaca, Ah e por que você faltou ontem Maya? - falou.

- Assunto de menina. - não ia falar isso na frente dele. Apareceu William, que tem cabelo Preto cacheado e olhos azuis. Ele é gordinho.

Ele nos cumprimentou e saiu com Jennifer, uma menina de cabelos castanhos lisos e olhos da mesma cor e óculos roxos. Eu acredito que eles se namoram, embora ele diga que é a melhor amiga dele. Stacy, uma garota de cabelo castanho ondulado e olhos da mesma cor, um pouco cheinha igual a Jane chegou e se sentou.

- Trouxe bala. - ela deu um montão de bala e nós fomos comendo. 

- Eu não me sinto bem em relação a hoje. - falei. Não me sentia bem. Me sentia como se tivesse que voltar correndo pra casa.

- O ano acabou querida. Ninguém quer ir pra escola mais. É normal. - Jane falou. Talvez fosse isso.

- Pois é, tá fazendo drama desnecessário. A não ser que fosse vidente, veja pelo lado bom hoje tem artes... - todo mundo gemeu. Meu Deus, artes, com a prof que nos deu danças infantis! - Eu esqueci desse detalhe.

Bateu o sinal e a monitora Joyce nos empurrava para dentro da escola. Na terceira aula, com a professora Karen, meu celular começou a vibrar. Ela mandou eu atender ele de uma vez. Fui pra fora da sala e vi o.número do meu pai. Em tom de.brincadeira comecei:

- É melhor que você cuide da minha provável suspensão. - falei, rindo. Mas logo, uma voz estranha falou.

- Você é Maya né? 

-Sim. - falei insegura.

- O que você é de Tom?

- F-filha... 

- Ele está no Hospital Memorial Grey-Sloan. Peça para alguém te levar.

- O que aconteceu?

- Houve um acidente. Ele, e duas mulheres, Emma e Layla foram encontrados num carro. - eu chorei. Desliguei o telefone, entrei na sala chorando.

- O que aconteceu? - perguntou Jane já que ela se sentava perto de mim. Arrumei o material e sai da sala. Eu sabia o caminho decor até o hospital, minha mãe me fez o memorizar. Eu estava já na Rua, nem me lembro de como sai, com minha trança voando com o vento e um monte de lágrimas pingando no chão. 

- Eu nem tive a oportunidade de dizer adeus... - falei entre soluços. - Eu nem sei como ele está... 

Quando percebi, minhas pernas doíam demais, e vi-me na frente do hospital, fui até a enfermeira.

- Como posso ajudar? - falou Ela.

- M-meu nome é Maya... Maya Reed, e-Eu fui avisada pelo telefone que m-minha família sofreu um acidente...

- Nomes?

- T-Tom Reed, E-Emma Reed e L-Layla Reed. 

- Tom Reed está no andar 3, quarto 5974, Emma Reed está no andar 3, quarto 3771 e Layla Reed está no andar 1, quarto 9169. Eu posso te acompanhar...

- Eu me viro. - apertei o andar 1 ao entrar no elevador com alguns médicos e alguns visitantes com balões. Tirei da minha mochila 5 dólares... era o suficiente para no máximo comprar um lanche. Eu ouvia alguns médicos, cirurgiões acredito conversando. Abriu a porta e indicava o andar 1. Eu comecei a andar. Ainda estava nos quartos 1000. Comecei a andar mais rápido. Dois cirurgiões pareciam estar indo na mesma direção que a minha, uma mulher e um homem. Atingi os quartos 9.000.

- 9.150, 9169. - Parei e entrei. Me arrependi de não ir com aquela enfermeira. Minha irmã linda, apenas 1 ano mais velha que eu, estava acabada, enfaixada, machucada. Conectada a máquinas, como se estivesse em coma. Entubada e com uma bolsa de sangue realizando a transfusão. Fiquei em pé do lado dela. Ela estava na ala pediátrica-neurológica, o que aconteceu com o cérebro dela? Estava pingando lágrimas em cima do corpo dela. A abracei mesmo sabendo que não ia ser abraçada de volta. Peguei na sua mão e comecei a falar. - Desculpa por ter te tratado tão mal nesses últimos tempos. Não faz sentido você tirar o cinto. Não faz sentido tirarem o cinto.

Comecei a pensar sobre quando tirávamos o cinto.

"-Maya, coloque o cinto. - dizia Emma. - Poxa, Layla, coloque o cinto.

- Mas mãe, não faz sentido, estamos pertinho de casa. - falou Layla. Tínhamos 7 e 8 anos nessa época."

"Meus pais brigavam no carro.

- Tom, eu estou doente!

- Não Emma, você acha que isso é uma oportunidade para você se desculpar! - ela tirou o cinto. Estávamos chorando, tinhamos 7/8 anos afinal de contas.

- Mãe, coloque o cinto! - meu pai viu ela sem cinto.

- Emma, coloque o cinto! - ele mandou, mas ela ignorava.

- Eu não consigo.viver sem você Tom! - logo ele virou para trás num semáforo e viu a gente vermelha de tanto chorar. Fomos para a casa de nossa vó materna, Annabeth. Ela abriu feliz, mas ao ver nós acabadas de tanto chorar, deixou a gente entrar, preocupada.

-O que aconteceu?

- Uma briga que não era para elas ouvirem. - eu abracei Tom firmemente e ele saiu de casa."

- Uma briga né? - deu um batimento mais forte no monitor. Vi aqueles médicos entrando na sala.

- O que você faz.aqui? - perguntou a médica.

- Eu vim visitar minha irmã. - falei com um pouco de soluços. - Bom, se vocês forem examinar ela, eu vou checar meus pais.

Estava saindo quando o médico me impediu.

- Tem alguém da família além de você?

- Não. Meus avós maternos morreram de infarto, minha tia de câncer e minha família paterna foi assassinada numa das festas deles. - limpei meu rosto. Comecei a sair. Passei por esses carrinhos que vendem flores. - Quanto está as rosas?

- Estão a 1,00, mas eu faço a 0,50 para você. - assenti. Peguei uma Rosa Vermelha para minha irmã, e 2 Rosas brancas para meus pais. Paguei tudo 1,50 e entrei no elevador, apertando o botão do 3 andar. Encontrei o quarto de minha mãe. Ela não parecia tão acabada. Li o prontuário dela.

"Emma Reed, 41 anos, atirada do Banco contra uma loja com vidro, que foi quebrado. Ela levou um choque com o sistema anti alarme, precisa de cirurgia abdominal com urgência." olhei para ela.

- Como vamos arranjar dinheiro? 

"- Filha, olha, você vai ter que vender algumas coisas para podermos arranjar dinheiro... "

Desde aquele dia eu vendo bolo na escola, tem uma cesta de doação de comida pra eu fazer os bolos, e o Colégio me ofereceu trocar uma aula por cozinha. Eu, louca, escolhi história, mas desde então, eles me davam 1,0 em história por bolo vendido e eu supero qualquer pessoa que faça bolo pra vender na escola então né... 

- Vender bolo. Eu posso vender na Rua. Você me ensinou a fazer pão e bolos então vai dar tudo certo. Eu primeiro pago a cirurgia da Layla, depois a sua e depois a do Tom. Okay? - o batimento ficou mais forte na máquina. Deixei o pote Dourado com uma fita prateada ea rosa branca em cima da mesa. Ela vinha com um cartão, então escrevi nele:

"Logo Logo sua cirurgia vai ser paga e você vai voltar a viver normalmente ~Maya"


Notas Finais


Que doooozinhoooo


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