História A irmã de Harry Potter - Capítulo 24


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alastor Moody, Alecto Carrow, Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Amycus Carrow, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Antonin Dolohov, Arabella Figg, Argo Filch, Ariana Dumbledore, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Augusta Longbottom, Augustus Rookwood, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Cuthbert Binns, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Dorcas Meadowes, Draco Malfoy, Duda Dursley, Emmeline Vance, Evan Rosier, Fenrir Greyback, Fílio Flitwick, Fineus Nigellus, Fleur Delacour, Franco Longbottom, Fred Weasley, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gregory Goyle, Grope, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Helga Hufflepuff, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Katie Bell, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lílian Evans, Lino Jordan, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Marlene Mckinnon, Merlin, Merope Gaunt, Mila Bulstrode, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Penélope Clearwater, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Regulus Black, Remo Lupin, Rita Skeeter, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Ted Lupin, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Viktor Krum, Walburga Black, Walden Macnair, Wilhelmina Grubbly-Plank, Yaxley, Zacharias Smith
Tags Harry Potter, Irmã De Harry Potter
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Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


em itálico são os feitiços.

Capítulo 24 - Capitulo 23


Depois da conversa com os gêmeos o dia foi seguindo normalmente. Perto do por do sol, que por sorte já haviam terminado as aulas, me separei do trio dizendo que iria ao banheiro e fui para uma sala vazia que tinha uma vista para o por do sol e esperei, rapidamente o sol começou a baixar e eu peguei a varinha, no momento certo e recitei apontando para mim mesma.

-Amato, Animo, Animato, Animagus.

Guardei a varinha e fui para a biblioteca onde o pessoal estava.

Passamos o resto do dia fazendo atividades.

Os dias foram seguindo, todos os dias eu acordava ao amanhecer fazia o feitiço e ia me arrumar, fazia tudo de sempre e no por do sol ia para uma sala vazia e fazia o feitiço novamente, com o passar dos dias eu fui sentindo um segundo batimento cardíaco como um segundo coração mais forte que o primeiro, eu estava ansiosa e animada, mas com o passar do tempo ter um segundo batimento cardíaco e ainda mais forte que o primeiro começou a me deixar anciosa. No fim de semana aproveitei que tinha acordado sedo e fui ver o Sirius, não é claro sem antes passar na cozinha.

Alguns dias depois eu, Rony e Mione estávamos indo para a aula de DCAT e Harry estava falando com Olivio Wood sobre a primeira partida.

Nós três entramos na sala junto a Simas, Dino e Neville com Parvati e Lila bem atrás, mas assim que abrimos e passamos pela porta e Neville, Rony e Simas que estavam na frente estancaram, fazendo com que todos nós nos esbarrássemos.

Quando eu consegui ver o motivo fiz uma discreta careta lembrando o que aconteceria. No lugar de Remo, sentado na mesa do professor, estava Snape.

-Vamos, todos em seus lugares. – fala Snape com seu costumeiro som de monotonia misturado a irritação.

Todos nos sentamos em nossos lugares de sempre. Snape ficou falando coisas aleatórias e depois de um tempo falou o motivo de estar no lugar de Remo.

-O prof. Lupin não registrou até onde o assunto foi abordado...

Sua fala foi interrompida por Harry que havia acabado de chegar.

-Me desculpe o atraso, Profº. Lupin, eu...

Ele parou quando viu Snape.

-A aula começou há dez minutos, Potter, por isso acho que vou tirar dez pontos da Grifinória. Sente-se.

Mas Harry não se mexeu.

-Onde está o Profº. Lupin? — perguntou.

-Ele disse que hoje está se sentindo mal demais para dar aula – respondeu Snape com um sorriso enviesado. – Acho que o mandei sentar-se?

Mas Harry continuou onde estava.

-Que é que ele está sentindo?

Os olhos negros de Snape reluziram.

-Nada que ameace a vida dele – disse – Cinco pontos a menos para Grifinória, e se eu tiver que pedir para você se sentar novamente, serão cinquenta.

Harry finalmente foi para seu lugar e se sentou. Snape olhou para a turma.

-Como eu ia dizendo antes de ser interrompido por Potter, o Profº. Lupin não registrou os tópicos que já abordou até hoje...

-Professor, por favor, já estudamos os bichos-papões, os barretes vermelhos, os kappas e os grindylows – informou Hermione depressa –, e íamos começar...

-Fique calada – disse Snape friamente. Fiz uma careta pela grosseria dele com Mione – Não lhe pedi informação, estava apenas comentando a falta de organização do Profº. Lupin.

Fiquei com vontade de retrucar, Remo era bastante organizado, ele havia me dito sobre o diário de classe que faria contendo todos os detalhes de todas as aulas, era mais fácil Snape não ter achado.

-Ele é o melhor professor de Defesa contra as Artes das Trevas que já tivemos – falou Dino corajosamente, e ouviu-se um murmúrio de aprovação do resto da turma, incluindo eu, Remo é melhor que qualquer professor da Beuxbatons, não que eles sejam ruins.

-Vocês se satisfazem com muito pouco. Lupin não está puxando nada por vocês. Eu esperaria que alunos de primeiro ano já pudessem cuidar de barretes vermelhos e grindylows. Hoje vamos discutir... – Eu sei muito bem sobre barretes vermelhos e grindylows, não tenho culpa se no primeiro ano eles tiveram aula com Quirrell. – lobisomens.

Fiz outra careta.

-Mas, professor – protestou Hermione, aparentemente incapaz de se conter –, não podemos estudar Lobisomens ainda, vamos começar os hinkypunks...

-Srta. Granger – disse Snape com uma voz letalmente calma –, eu tinha a impressão de que era eu que estava dando a aula e não a senhorita. E estou mandando todos abrirem a página 394 do livro. – Ele correu os olhos pela turma outra vez. – Todos Agora!

Abrimos os livros lançando olhares irritados a Snape.

-Qual de vocês sabe me dizer como é que se distingue um Lobisomen de um lobo verdadeiro? – perguntou Snape.

Eu e Mione fomos às únicas a levantar a mão.

-Se só duas pessoas sabem algo quer dizer que o Profº. Lupin sequer ensinou a vocês a diferença básica entre... – diz Snape

-Nós já lhe informamos – interrompeu-o Parvati de repente –, ainda não chegamos aos Lobisomens, ainda estamos...

-Silêncio! – mandou Snape com rispidez. – Ora, ora, ora, nunca pensei que um dia encontraria uma turma de terceiro ano que não soubesse reconhecer um Lobisomen quando o visse. Vou fazer questão de informar ao Profº. Dumbledore como vocês estão atrasados...

Fiquei indignada, já não bastava ele insinuar que Remo não estava nos ensinando errado ele tinha que desconsiderar o fato de eu e Mione sabermos.

- Professor, por favor – tornou a pedir Hermione, cuja mão continuava erguida – o Lobisomen se diferencia do lobo verdadeiro por pequenos detalhes. O focinho do Lobisomen...

— Esta é a segunda vez que a senhorita fala sem ser convidada — disse Snape friamente. — Menos cinco pontos para Grifinória por ser uma intragável sabe-tudo.

Eu inchei se olhar matasse Snape estaria morto, ele não tinha o direito de falar assim com Mione, ele perguntou, ela respondeu, e eu estava quase fazendo a mesma coisa. Mione abaixou a cabeça, ela estava atrás de mim mas me virei assim que Snape falou aquilo, ela ficou vermelhíssima, baixou a mão e ficou olhando para o chão com os olhos cheios de lágrimas. Um sinal do quanto à turma detestava Snape era que todos olharam feio para ele, porque todos os alunos já tinham chamado Hermione de sabe-tudo pelo menos uma vez, e Rony, que xingava Hermione de sabe-tudo pelo menos duas vezes por semana, falou em voz alta:

-O senhor nos fez uma pergunta e Hermione sabe a resposta! Por que perguntou se não queria que ninguém respondesse?

Todos perceberam que Rony foi longe demais. Snape caminhou até Rony lentamente, e a sala prendeu a respiração.

-Detenção, Weasley – disse Snape suavemente, o rosto muito próximo ao do garoto. – e se algum dia eu o ouvir criticar o meu modo de ensinar outra vez, o senhor vai realmente se arrepender.

Ninguém mais deu um pio durante o resto da aula, mesmo que eu tenha mandado alguns, muitos, olhares assassinos para Snape. Ficaram sentados copiando dados sobre os Lobisomens do livro-texto, enquanto Snape rondava as filas de carteiras, examinando o trabalho que tinhamos tinham feito com Remo.

— Uma explicação muito insuficiente... Isto está errado, o kappa é encontrado mais comumente na Mongólia... – quando Snape disse isso eu não consegui me segurar, comecei a rir baixo para não chamar atenção, mas não adiantou todos, incluindo Snape começaram a me encarar. – Qual é a graça Srta. Garcia?

-Desculpe se estou sendo uma irritante Sabe-Tudo professor – falo zombeteira – mas acho que o Sr. se enganou, de acordo com o livro de Newt Scamander, Animais Fantásticos e Onde Habitam. – peguei o livro que estava na minha bolsa por conhecidencia – na pagina 44 onde fala sobre os kappas diz que eles são encontrados no Japão e não na Mongólia, mesmo que ambos sejam na Ásia.

Todos os outros alunos prenderam a risada e eu juro que vi Snape inchar.

-Muito bem. – ele fala irritado, o mundo parecia estar ao meu favor porque a sineta tocou – Cada aluno vai escrever uma redação para me entregar, sobre as maneiras de reconhecer e matar Lobisomens. Quero dois rolos de pergaminho sobre o assunto e quero para segunda-feira de manhã. Está na hora de alguém dar um jeito nesta turma. Weasley, você fica, precisamos combinar a sua detenção.

Sai da sala antes que ele inventasse uma detenção para mim. Harry e Mione saíram logo atrás de mim com o resto da turma, que esperou até estar bastante longe para não ser ouvida e prorrompeu em furiosos discursos contra Snape e vários parabéns para mim por dizer aquilo para ele.

-Snape nunca foi assim com nenhum dos outros professores de Defesa contra as Artes das Trevas, mesmo que quisesse o cargo deles – comentou Harry – Por que está perseguindo o Lupin? Você acha que tudo isso é por causa dos bichos-papões?

-Não sei – disse Hermione pensativa. – Mas vou realmente torcer para o Profº. Lupin melhorar logo...

-Com certeza. – falo

-Bia você foi incrível. – fala Rony se aproximando ele parecia admirado e com raiva, acho que a raiva era do Snape – Vocês sabem o que aquele... – e xingou Snape de uma coisa que fez Hermione exclamar "Rony!" – vai me obrigar a fazer? Tenho que lavar as comadres da ala hospitalar Sem usar magia! – O garoto respirava fundo, os punhos cerrados. – Por que o Black não podia ter se escondido na sala de Snape, hein? Podia ter acabado com ele para nós!

-Não duvido nada que ele faria isso – comento em voz baixa

Continuamos conversando enquanto voltávamos para a torre, quando entramos basicamente todos os alunos que estavam na torre começaram a aplaudir nos deixando confusos.

Fred e Jorge se aproximaram.

-Bia você é demais, a galera do terceiro ano contou pra todos o que você disse para o Snape. – fala Jorge animado

-Você é incrível – fala Fred e meu coração acelera, ele discretamente se aproxima e fala no meu ouvido – filha de maroto, marota é.



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