História A Luz Que Nos Tira Da Escuridão - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~K-J

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Himuro Tatsuya, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Murasakibara Atsushi, Personagens Originais, Takao Kazunari
Tags Akakuro, Aokaga, Midotaka, Murahimu
Visualizações 245
Palavras 1.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira fic espero que gostem, aqui ira se passar no começo da histórias esse 00 quer dizer o que aconteceu um dia antes de irem para escola, irei falar do dia do kuroko, do aomine, do kagami, do akashi, do midorima e do murasakibara. Bom é isso fiquem com a fic.

Capítulo 1 - Kuroko - 00


Fanfic / Fanfiction A Luz Que Nos Tira Da Escuridão - Capítulo 1 - Kuroko - 00



     Minha cabeça doi, não sei onde estou... se é um pesadelo ou é a vida real. O mundo está cheio de gente que não consegue esconder sua malícia, está cheio de gente que não consegue seguir sendo humano mas, porque estou pensando nisso? Também não me sinto humano quase ninguém consegue me ver claramente e quando me veem sou ignorado, pois é assim que o mundo é!


Abro os olhos quando a minha mente começa a pedir para acabar com tudo, para não precisarmos olhar para o mundo, olhar para as pessoas, fingir ser quem não somos. Ignoro tudo isso e olho ao meu redor para saber aonde estou.


Estou em uma cama aos poucos lembro da noite anterior, de ver minha avó olhar preocupada para mim, ela é a única que sabe, a única que consegue me enxergar como verdadeiramente sou, uma sombra que sofre com a luz do mundo. Lembro dela me dizer que meus pais ligaram para lembrar que voltarei as aulas depois de amanhã, ou seja, amanhã, as vezes nem eu me entendo me pergunto como minha vó, a única que tentou me ajudar quando aquilo aconteceu e que me ajuda até hoje, consegue me entender melhor que eu. Olho para o quarto azul meio branco , a janela que está deixando alguns raios solares entrarem, olho para o outro lado e vejo meu guarda-roupa branco que em cima deu pra ver uma bola de basquete meio escondida e , do outro lado uma mesinha com um notebook e a cadeira, uma televisão que não lembro quantas polegadas tem e também não me importo e por fim as duas portas uma que leva ao corredor da casa da vovó e a outra que leva ao banheiro do meu quarto. Meu quarto não é pequeno e nem grande na minha opinião, mas quem se importaria de vir me visitar? Não tenho amigos e também não me importo com isso, da última vez que fiz uma amizade não deu certo .



Depois de um tempo paro de olhar para meu quarto e me levanto indo em direção a porta do banheiro, quando abro a porta vejo logo o branco e o azul e me pergunto porque há tantas coisas brancas e claras na minha vida se sou uma sombra e só há escuridão em mim, deixo isso de lado e me olho no espelho, vejo olhos azuis e vazios me olhando de volta, cabelos azuis claros que preciso cortar já que estão grandes, minha pele tão branca que pareço estar pálido como aquelas pessoas que vêem fantasmas, solto um sorriso de canto com esse pensamento, já que normalmente o fantasma sou eu. Olho minha figura de 1,64 de altura e sinto vontade de me jogar na janela por lembrar de algo inconveniente logo agora, balanço a cabeça para afastar esses pensamentos para longe e logo desvio minha atenção para o box que não está tão convidativo hoje, mas mesmo assim entro após retirar minha calça e logo ligo o chuveiro. A água gelada e fria bate em minha pele alva e se eu não estivesse acostumado a todos os dias fazer isso, talvez estivesse tremendo de frio a essa hora.



Alguns minutos depois de ficar encarando o nada enquanto a água bate em mim, decido acabar com o banho pego duas toalhas. Coloco uma ao redor da minha cintura e começo a andar em direção a porta, com a outra toalha secando meus cabelos azuis, vou andando pelo meu quarto e abro a porta do guarda-roupa vendo as únicas coisas no meu quarto que são escuras, minhas roupas, pego uma calça jeans preta e uma camiseta cinsa, por cima visto um moletom escuro já que o dia está um pouco nublado, calço minhas meias brancas e saio do quarto.



A casa da vovó não é muito grande pelo que eu acho, tem quatro quartos médios com banheiro em cada um, contando com o meu e o da vovó, na parte de cima e, descendo a escada tem a sala com dois sofás para três e quatro pessoas uma mesa pequena no meio e na parede uma estante com uma televisão grande, algumas plantas para deixar a decoração harmoniosa, paredes brancas e claras, continuo andando e logo sentindo um cheiro bom que trás ótimas recordações para minha mente, vou em direção a cozinha passando pela porta e a parente que tem um balcão separando a cozinha da sala além da porta. Olho a cozinha vendo mais branco e me pergunto se teria coragem de lançar uma bomba de tinta na casa da vovó, mas deixo pra lá vejo a decoração que tem os armários meio cinza e meio branco a geladeira, a pia de uma lado da cozinha, o microondas a mesa média para nove pessoas no meio e finalmente o fogao que em frente dele há uma senhora bontica com cabelo azul meio esbranquiçado, fazendo o café e chá. Vou andando em direção a mesa onde há um bolo de cenoura, pão  e algumas torradas e me sento, espero ela terminar de fazer o café e o chá no fogão e quando ela termina se vira para mesa não se assustando por me ver ali. Com um sorriso lindo ela me vê, coloca o café e o chá na mesa e se senta dizendo:


- Bom dia querido, está com fome?


Antes de responder olho para seu rosto, os olhos escuros me olham com felicidade e me pergunto se posso retribuir o mesmo olhar, vejo suas linhas no rosto que mostra a vida que já teve mais ainda sim a deixa mais linda e fofa do jeito que é. Minha avó deve ter uns 1,50, ela é mais baixa que eu mais não me importo, já que se algo acontecer ela sempre estará lá com seus braços para me proteger ou me deixar dormir com belos sonhos, vovó quando nova trabalhava em um restaurante bonito por isso sabe cozinhar tão bem mas passou a ficar mais em casa depois que se casou com o vovô, que morreu a alguns anos, ela tenta viver feliz depois disso e cuida de mim com muito carinho. Desviando do seu olhar e olhando para mesa respondo tentando dar uma voz pelo menos feliz para ela já que mesmo sem meus sentimentos quero vê-la feliz.


- Um pouco. Bom dia .


Olho para o relógio se vejo o horário 7:55 min, a olho com um olhar confuso e ela sorri pra mim, e logo volto a falar:


- Não ira sair hoje? Pensei fosse sair com as vizinhas para algum tipo de passeio?


- Irei sim querido, apenas estava esperando você acordar para avisar que voltarei um pouco mais tarde hoje.


- Não se preocupe vó á senhora pode sair e voltar o horário que a senhora quiser não precisa se preocupar comigo ok!?


Logo após dizer isso ela me olha com um olhar desconfiado mas logo passa e fica feliz denovo. Um tempo depois terminamos de comer, olho na direção do relógio e vejo que se passou 30 minutos. Me levanto e ajudo minha vó a limpar a mesa e a lavar a louça após isso vou em direção ao sofá da sala e deito nele pegando meu celular e meus fones. Minha vó vem em minha direção e me da um beijo na testa dizendo pra me cuidar até o final do dia. Digo um até logo e a vejo sair de casa.


Dou um suspiro e começo a ouvir algumas músicas na minha playlist e não me lembro o nome de nenhuma só sei que as letras são legais. Fecho os olhos e ouço uma voz na minha cabeça dizendo para acabarmos com nosso sofrimento, ignoro ela e aumento o volume do fone de ouvido fazendo a voz ser apenas um chiado.


Depois de um tempo saio de casa vendo algumas crianças correndo e brincando, vou andando normalmente e não me importo pra onde vou já que ninguém normalmente me vê, entro em um parque e olho ao redor, continuou andando vendo o verde das árvores e da grama. Fico praticamente a manhã inteira nesse parque, quando saio da lá já é praticamente a hora do almoço e vou em direção a minha casa quando algo chama a minha atenção um grupo de garotos, cinco na verdade, seus cabelos são coloridos como se o arco-íris tivesse virado gente, eles parecem estarem se divertindo e brigando ao mesmo tempo, tenho vontade de ir lá mas me seguro e volto a caminhar para minha casa pensando se conseguirei ter uma amizade verdadeira como a deles.


Chegando em casa tiro meus tênis na entrada e vou para a cozinha onde preparo meu almoço. Posso não ser tão bom quando minha vó mas consigo fazer uma boa comida. Depois do almoço, lavo as coisas e as ajeito no seu lugar, logo subo para meu quarto onde fico ouvindo música até minha vó chegar. Ela sobe até meu quarto e pergunta se irei jantar, olho em direção a janela e vejo que já está escuro, olho no meu celular e vejo que São 19:57, não sinto fome entao a digo que não e ela me deseja uma boa noite, o tempo passa e quando me dou conta já é quase meia-noite, quase dormindo tiro os fones de ouvido e repito para só para eu mesmo ouvir:


- Sou Kuroko Tetsuya, gosto de basquete, sou bom com passes, amanhã começará às aulas, outro ano em outro inferno, terei que passar e ter ótimas notas, para alegrar minha avó e aos meus pais ,não me importo se nao tiver amigos mas se vier que sejam de verdade, que um novo ano comece para as sombras.

    

   Depois de dizer isso eu fecho os olhos e durmo, sonhando com meus pesadelos novamente e me perguntando se sobreviverei o dia de amanhã.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, estou começando agora então .. me desculpem se tiver algum erro, comentem o que acharam e farei o possível para responder seu comentário e

Obrigado por ler!♡
Até o próximo capítulo!


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