História A minha vida não faz sentido - CAMREN - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Auto Depreciação, Camila Do Pauzão Karlão, Camren, Fifth Harmony, Fracassado
Visualizações 238
Palavras 2.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô tão fodida que fiz um capitulo gigante dessa tortura psicológica


Então, como minha vida ta um lixo nesses dias, vai ter capítulo mais tarde.
Ou não.


Por que a vida é isto. Ela ta uma merda? Faz algo para melhorar? Não.


Escreve fanfic e reclama nas notas.

Capítulo 22 - Aaaaaaaaaaaaaaa


Fanfic / Fanfiction A minha vida não faz sentido - CAMREN - Capítulo 22 - Aaaaaaaaaaaaaaa



Cheguei na pista de skate e não encontrei Dinah. Tinha pouca gente, mas estava movimentado. Tinha os caras nivel Deus fazendo as suas manobras fodas e a garotas observando-o.



Garotas ficam curiosas com tudo.




Quando eu venho até a pista, as vezes sozinha, só pra pensar no quão merda e sem sentido a minha vida é. Eu gosto de me vestir de uma maneira legal, do tipo; uma camisa larga, que eu ganhei do meu pai quando fomos a um jogo dos Bulls e uma calça preta com uns rasgos miseráveis no joelho.


Eles só me fodem na hora que eu me desequilibro.



Ah, e eu tinha nos pés os meu inseparáveis tênis da Nike. Precisa de uma lavagem porque ta meio sujo mas nada tão terrível.




Eu nem liguei pro meu cabelo, só deixei ele secando naturalmente. Dinah disse que eu pareço um leão quando eles estão secos e ela sempre me bate pelo o fato dele nunca ficar desarrumado ou com nós.



Bom, pelo menos algo de bom eu devia ter.




Como a filha de uma porra da Dinah me deixou aqui, plantada. Por que não sentar e esperar?



Foi o que eu fiz.



A filha da mãe disse que estava se arrumando porque encontraria Normani aqui.



Ótimo, Dinah vai me largar por um chá de boceta.


Mas era Normani, então entendo Dinah.




Fiquei aqui, observando os garotos em seus skates. O meu estava novinho e bem polido. Também observei as garotas, elas não estavam tão longe. Consegui escutar a conversa delas daqui.




“Se possível, eu daria pra ele em cima desse skate.”




— Minha nossa senhora. – proferi baixinho, a menina tinha menos de 15 anos. Como assim?




Foi então que eu vi uma garota que estava mais no canto, revirava os olhos quando as garotas falavam algo. Pareço uma stalker, mas eu estava a olhando nesse momento.



E como eu sou uma fodida e não tenho sorte, ela me pegou a olhando. Eu corei e abaixei os olhos, encarando o meu sapato.




— Skate maneiro. – a figura de cabelos pretos com mechas rosas estava ao meu lado, me fazendo corar ainda mais.




— Eu… É, ãh… Obrigada. – falei totalmente enrolada, parecendo um bebê aprendendo a falar. Ela me olhou com o cenho franzido e sorriu, sentando ao meu lado.



Ela sentou com uma perna de cada lado do banco de concreto que tinha formato de paralelepípedo e ficou me encarando. Eu desviei o olhar e de novo encarei os meus sapatos.




Oq ta acontecendo???????





— Fazemos química juntas. – ela disse. Eu a encarei pela a primeira vez, confusa.



Eu não lembro dela.



Nunca nem vi.




— Eu não lembro...Desculpa. – lamentei e matei Dinah mentalmente por está demorando pra caralho.




— Tudo bem. Nada de novo.– ela disse ao dar de ombros. — Você é bem popular, Camila.




Eu? Ah, ta bom.



Espera, como ela sabe o meu nome?




— Como sabe o meu nome?



— Como eu disse, você é popular na escola.




— Acho que está me confundindo com alguém. – falei contrariada.


Eu, Camila Cabello. A nerd, nem tão nerd, sendo popular?



Eu não digo memo.




— Você é namorada da Jauregui. A garota que tem um pênis e que foi expulsa da aula do McCoy por ter quase explodido a sala. Aliás, você tem um pênis mesmo? – ela despejou tudo e sussurrou a sua pergunta, ficando mais próxima.





Meu Deus.



Olhem as minhas referências, Jesus.




— Sim. De carne e tudo mais. – eu ja estava acostumada com esses questionamentos e a resposta era quase natural.




— Caralho! – ela disse animada. — Você já esteve em um laboratório?




— Laboratório?




— Você é tipo um transgênico, sofreu alguma modificação genética?




— Menina, que perguntas são essas? E não, não estive em um laboratório. Só aconteceu umas merdas na gravidez da minha mãe.



Provavelmente ela tentou me abortar e tacharam! Nasceu eu.





— Bem louco. – ela sussurrou. — Me chamo Aria!





— Camila. você já sabe. E ãh… Eu não namoro a Jauregui. – Jauregui, eu não costume chamar ela assim. Mas depois que ela começou a ser ela mesma, pediu que só a chamassem assim.



Trocou a doce Michelle pela a rebelde gostosa, linda, maravilhosa, deusa, gostosa, perfeita, eu já disse gostosa? Enfim, trocou por Jauregui.



Ela me olhou chocada.



— Como não?! Vocês estão juntas a quase o tempo todo e a Jauregui morre de ciúmes quando alguém fala da sua bunda em nossa sala. Acredite, ela quase saiu no tapa com Ariana Grande.



UKE



— O QUE? – questionei afoita, gente, o que ta acontecendo aqui????





— Deixa eu te contar tudo!




(...)




E ela realmente contou tudo. Conversamos tão profundamente por mais de 10 minutos que já estávamos falando da filha da mulher da cantina. Depois que Aria me contou tudo que Lauren fazia sem mim, eu fiquei besta. Era surreal, mas depois eu conto.





— Pois é, acredita que… – Aria até tentou falar, mas foi interrompida quando um corpo se chocou contra o meu, sentando de forma dura em meu colo.




— Camz! – Lauren gritou animada, beijando o meu rosto me pegando totalmente desprevenida. Eu segurei ela pela a cintura, impedindo que ela caísse no chão.




— Lauren, o que faz aqui? – ela olhou para Aria com a cara fechada, será que ela não gosta da baixinha?





— Estou com Normani e algumas amigas aqui. Não sabia que você viria. – ela sorriu tão lindamente que eu não segurei o suspiro apaix… Suspiro de trouxa.




— Então, eu já vou, Mila! – Aria disse e acenou, retribui o aceno e ela foi embora. Voltando ao seu lugar que antes estava.





— Quem é ela? – Lauren perguntou quando Aria sumiu.




— Uma garota. Ela faz química comigo. – respondi de boas.




— Hum. Ok. – ela disse e fez o favor de mexer a bunda, que agora estava bem em cima do meu pau.




Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa




— Sai daí, Lauren! – tentei empurrar, mas a filha da mãe tinha mais força que eu. Me rendi.




— Oi, Camila! – chegou as amigas de Lauren, acenando para mim e sorrindo. Eu ainda não consigo acreditar que agora todas as meninas acenam para mim.




Antes eu era uma Zé ninguém.


Na verdade, Camila. Você era a estranha que apanhava do Brad.



Certo, mas antes eu ainda era uma Zé ninguém. Agora em todo o lugar que eu vou tem garotas acenando para mim. Nos corredores da escola, no vestiário da escola, nos banheiros da escola.



E também no Messenger. Porra, aquilo é chato.



PARA DE ACENAR PRA MIM, CARALHO!




Enfim, não tô reclamando.



Risos




Mas só tinha um problema.


Problema: Lauren Jauregui.



Lauren não sai do meu pé, bicho!




Eu estava prestes a receber uma chupada da menina do coral, Dua. Ela era bonita, gostosa também. Mas Lauren simplesmente me puxou pelo o colarinho quando me viu à caminho da sala do zelador e me arrastou até a saída, me obrigando a ir pra casa com ela.



Vê se pode!?






— Oi, meninas! – acenei de volta. Lauren continuava sentada em meu pau. Argh! saí daí, caralho!





— Você pode, por favor, sair do meu colo? Você está em cima do meu pau e isso dói pra caralho. – É claro que sussurrei aquilo só para que ela escutasse. Lauren gargalhou chamado atenção das suas amiguinhas, Vero, Lucy e Keana.





— Você já está de pau duro, bebê. – ela debochou me fazendo corar. Aaaaaaaa.





— É sério. – falei séria, tirando ela do meu colo. Ela bufou e enfim saiu de cima das minhas pernas e do meu pau também.





— Chata!




— Fresca!



— Eu não sou fresca.



— É sim. Quem bebe chá em pleno século atual?




— Você não sabe em que século estamos? – ela perguntou chocada.




— É claro que sei, mas aqui não é aula de história, ok?





— Vai pra porra, Camila! – ela disse e ficou de pé, me acertou um tapa na cara e empinou o nariz.





— Vamos meninas. – ela chamou as suas amigas e foi em direção das lanchonetes, me deixando aqui, plantada e com a mão no rosto sem reação.





Ela me acertou um tapa, de novo?!!!!



- _-





— Meo Deos. Ela bateu em você. Vocês tiveram uma DR. Meo deos. Eu vi tudo! – Encarei a figura saltitante ao meu lado, Aria. Ela batia palmas e pulava.



Mas era só o que me faltava, meu pai.





— Você viu isso? Ela me acertou um tapa sendo que não fiz nada! – falei em choque. Porra, ela tinha a mão pesada.





— Vai falar com ela, sua namorada parecia bem puta. – Aria disse e me empurrou. Fiquei de pé e assenti.




—  Eu vou fazer isso, cuida do meu bebê. – falei e joguei o meu skate em cima da menina. Corri em direção onde Lauren e suas amigas estavam. Lauren bufou igual um touro bravo quando me viu. Engoli em seco e encarei os meus medos.





— Precisamos conversar! – bati na mesa, assustando as suas amigas e até  Lauren. Confesso que até eu também.



Mas eu estava ficando puta com tudo isso.



Lauren não fode e nem sai de cima, aí complica pra mim.





— Vai lá com a sua amiguinha, vai! – ela disse e revirou os olhos.




— Conheci Aria hoje, Lauren. Por Deus! – exclamei. Quem visse isso de longe, parecia até que éramos um casal brigando.  





— Lá lá lá lá lá, vai com a sua amiguinha pra lá! – ela cantarolou infantilmente.




As suas amigas nos encaravam como se estivessem em um jogo de ping pong. Olhavam para Lauren, depois para mim.





— Foda-se. Eu só vim aqui pra saber por que você me deu um tapa?!




— Eu dou outro, quer ver?



— Você não é nem doi… – nem consegui terminar de falar, Lauren ergueu-se sobre a mesa e me deu outro tapa na cara.




Fui para trás com o susto e levei a minha mão ao rosto. Encarei a vadiazinha de boca aberta e cerrei os meus olhos.




— Gente, eu tô amando isso. Briga de casal é a melhor! – Vero disse, comendo batatas fritas e rindo da minha cara.





— Não pense que eu não sou capaz, por que eu sou capaz de tudo.




— Ela está com ciúmes! – Vero brincou, recebendo um tapa de Lauren.




— Cala a boca, Veronica!




— É isso que você quer, então? – coloquei a minha mão sobre o meu pau.




— Pode apostar que sim. – Veronica continuou, recebendo outra tapa de Lauren.




— Não seja idiota, Cabello! – Lauren disse e revirou os olhos, disfarçando a risada sem graça.





— Vai ter que pagar pra ter, então! – apertei o meu amigo aqui e dei as costas para Lauren, que ainda continuou me chamando.





— Porra, você não fez isso! – Dinah disse quando me encarou, ela estava com Aria e Normani.





— É eu fiz. Me sinto foda!




— Foda? Você ficou doida? A pista inteira viu isso, sua fodida.




— Porra, me fodi.




— Pode apostar que sim! – Aria disse me fazendo encolher.




Ótimo, era só isso que me faltava mesmo.




(...)




Eu cheguei em casa completamente cagada, toda suja, rasgada e descabelada.



Por quê? Bem, Lauren me deu uma surra.


Sim, ela me bateu.



Sim, ela me deu uma surra.



E sim, eu apanhei para a menina mais dócil da escola.



E sim, eu sou um merda.



E sim, eu não sei o que eu fiz da minha vida, Jesus.




Entrei em casa devagar, agradecendo  aos deuses do olimpo por minha mãe ter saído agora a tarde. Ainda me lembro do chute que Lauren me deu, me deixando sem qualquer chance de defesa. A filha da mãe fazia aulas de defesa pessoal, porra.



Mano, eu levei uma surra da minha crush!



Eu levei uma surra da minha deusa, da garota a qual eu tenho uma foto na parede.




— Você é uma fodida, Camila. Uma completa fodida. – falei tirando a minha roupa, ficando só com a minha cueca e um top, não tenho peitos, por que uso isso mesmo?





Parei em frente do espelho, vendo o meu reflexo fodido nele. Meu olho estava quase roxo, minha boca estava sangrando e meu pescoço estava todo arranhado.



Um lixo.





— Oi bunda, parece que você é a única coisa legal e atraente do meu corpo. – falei ao ficar de lado. Minha bunda era grande, muito mesmo. — Acho que você está no corpo errado, hein.




Deixei de falar merda e fui pro banheiro. Chegando lá, me deparo com um recado da minha mãe.[ Imagem da capa ]





Eu quis ser uma porra, pra descer pelo o ralo quando vi aquilo na parede do banheiro.




Só mais um dia normal na minha vida sem sentido nenhum.


Notas Finais


Não fez sentido esse capitulo


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