História A Moça do Táxi - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Lilith "Lily" Page, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma Swan, Once Upon A Time, Ouat, Regina Mills, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen
Visualizações 242
Palavras 3.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Somente você, a única que leva meu coração pra outro lugar
Eu quero fazer tudo que eu posso, e mostrar a você
Fazer você entender
Somente você, a única que leva meu coração pra outro lugar..."

Acho que sou mais apaixonada do que elas, sabia?

Boa leitura!

Capítulo 7 - Quero ter um bebê!


 

 

Regina

 

Acordo antes de Emma, e me perco admirando seu corpo jogado ao meu lado, extremamente relaxado. Coço os olhos, tentando me acostumar com a claridade que invade o quarto. Levanto, vagarosamente, e fecho as cortinas. Olho no relógio e vejo que ainda são sete e meia da manhã. Emma suspira, ainda adormecida. Volto a me deitar ao seu lado, ajeitando a coberta sobre seu corpo. Ela se vira de bruços, entreabrindo um pouco os olhos e coçando-os lentamente.

— Já acordou? — Tira os cabelos dos olhos, virando seu rosto para o meu lado. Meneio a cabeça e ela suspira novamente, trazendo a destra para perto da minha orelha, onde deixa alguns carinhos, antes de pegar no sono novamente.

Ficamos assim por mais uma hora e meia, até que resolvi descer para ver Lola. Cheguei na sala, e minha pequena estava chorando no cantinho, deitada sobre o tapete. Só assim percebi que ela era pequena demais e que, provavelmente, não sabia subir as escadas.

— Pobrezinha... — Falo para mim mesma, antes de aproximar e pegá-lo nos braços. — Bom dia, Lola. Me desculpe! — Beijo sua cabecinha, ao passo que ela se acalma. Vou até a cozinha e busco pela ração dela, que minha namorada tinha guardado na área de serviço. Coloco um pouco na palma da mão e levo até sua boquinha. Ela come tudo, antes de começar a lamber minha mão. Acabo rindo, pois sempre quis ter um desses e, nossa, eu estou me sentindo extremamente feliz. — Ava? — Chamo pela cachorrinha de pelos brancos, e ela logo aparece. — Quer comer também? Toma! — Abaixo, com Lola no colo, e despejo um pouco da ração no potinho que tinha o nome dela. — Nossa, tenho que falar com Emma para comprarmos esse tapetinho para você, Lolinha... — Refiro-me a um tapete adesivo, que prendíamos no chão e ele exalava um odor especifico, fazendo com o cachorro só urinasse ali. Coloco Lola no chão, e a espertinha começou a comer a comida de Ava, também. Fiquei hesitante por um minuto, mas me acalmei ao ver a cachorrinha branca dar espaço para que sua amiguinha compartilhasse do mesmo “prato” que ela. — Vocês são muito adoráveis... — Saio da área, indo até a cozinha para preparar um café da manhã bem gostoso para mim e Emma.

Sinto como se estivesse vivendo um sonho, ou um filme, daqueles que você idealiza a vida inteira. Emma é um sonho de mulher, daquelas que te mimam sem fim e eu, como pisciana que sou, adoro. Amo, na verdade. Nossa, dizer que a amo, ontem à noite, parece ter tirado um grande incômodo de minhas costas. É ruim estar com a pessoa e não sentir-se à vontade para dizer certas coisas. Sempre fiz questão de reparar, nos mínimos detalhes, o momento ideal em que seria “a hora certa” de dizer isso a ela. Minha conclusão? Não há um momento certo, propriamente dito. Você dita as regras de quando dirá, pois, olhando para trás, não enxergo um momento sequer em que eu não tivesse a amado. Acho que desde o primeiro momento, na verdade. Todavia, eu não sabia.

Preparo nosso desjejum, caprichando nas frutas que ela tanto amo; uva, maça, pêra e banana. Faço uma taça de fruta/iogurte, coloco duas colheres na bandeja, pego alguns biscoitos integrais (que, segundo Emma, são os melhores, mesmo que ela não siga dieta alguma). Pego uma de suas Margaridas e coloco deitada sobre a bandeja, dando um charme em tudo. Encho duas taças com suco de laranja que havia na geladeira e subo, tentando equilibrar toda a bandeja com todas as louças. Um dia ainda caio com isso...

Adentro o quarto e a preguiçosa se encontra da mesma forma que a deixei, porém, abraçada com meu travesseiro. Sorrio, colocando nosso café sobre o criado mudo. Subo na cama, engatinhando até ela, antes de começar a traçar alguns beijos por suas costas, após levantar sua blusa de pijama.

— Acorda, sua preguiçosa... — Falo, ouvindo dizer algo como “Ainda é muito cedo” e se virar para o outro lado. — Trouxe nosso café da manhã, já que você não vai querer levantar, tão cedo, dessa cama.

— Você está me acostumando muito mal... — Fala, com a voz rouca de sono, virando-se para mim novamente, mantendo seus olhos fechados.

— Bom dia! — Exclamo, admirando o sorriso que se forma em seus lábios. — Trouxe algo que você gosta muito...

— Hum... O quê? — Pergunta, com os olhos fechados, ainda.

— Salada de frutas...

— Obrigada, meu amor. Você é a melhor... — Sorrio.

— Não vai abrir os olhos?

— Não.

— Por quê? — Questiono, já querendo rir, sabendo que lá vem alguma pérola.

— Estou com medo de abrir e tudo isso ser mentira, coisa da minha imaginação. Sei lá, vai que você não existe, ou é um sonho, daqueles que causam sensações.

— Você dormiu muito, então, né?

— Vai saber... Existem pessoas que dormem por um ano seguido, já ouviu dizer? — Começo a rir de seu jeitinho meigo, ao passo que coça os olhos e abre-os para mim. Pelas manhãs, suas íris pareciam ser, ainda mais, verdes e brilhosas. — Oh, meu Deus... — Semicerra os olhos em minha direção. Fico preocupa, achando que está sentindo alguma coisa. — Acho que estou vendo um anjo...

— Larga de ser boba, Swan... — Aperto suas bochechas, colocando-me sobre seu corpo e beijando sua bochecha. — Você dormiu bem?

— Impossível não dormir, com uma princesa ao meu lado. Amor, você tem um cheiro tão bom... Já te disse?

— Não, acho que é a primeira vez. Você gosta?

— Uhum... O que é?

— Perfume natural de Regina Secret’s. — Ela ri, antes de beijar-me com paixão.

— Você me ama muito, não ama?

— Sim... — Falo, arqueando uma das sobrancelhas para ela. — Então, vá ao banheiro e escova meus dentes pra mim? — Começo a gargalhar alto, fazendo cócegas em sua cintura.

— Se fosse possível, meu amor, não tenha dúvidas de que o faria. — Beijo-a brevemente. — Vai lá escovar os seus dentes, temos um café delicioso para tomar...

Ela se levanta e caminha até o banheiro, enquanto prende seus cabelos em um coque no topo da cabeça. Não demora nem dez minutos, e volta, sentando-se ao meu lado na cama, encostando as costas na cabeceira, assim como eu.

Pego a taça com a salada de frutas e entrego a ela, colocando a margaridinha atrás de sua orelha, recebendo um beijo no nariz, como agradecimento. Comemos e conversamos um pouco, até nos aninharmos em um beijo apaixonado, onde o toque de nossas línguas era intenso e acolhedor. Emma se pôs sobre mim, descendo seus beijos para o meu pescoço, onde chupa fortemente, perto de minha orelha.

— Desculpa, amor... — Beija, onde havia, provavelmente, deixado uma marca.

— É tudo seu, faça o que quiser... — Respondo, observando Emma morder o lábio inferior e se afastar de mim. Ela vai até o closet e pega uma bolsa de loja, entregando a mim. — O que é isso?

— Veste pra mim... Estou louca para vê-la com isso. — Deita no meio da cama, assim que me levanto. O quarto continua escura, por conta das cortinas fechadas. Sorrio, maliciosamente, indo até o banheiro, fazendo sinal para que ela esperasse. Enquanto me visto, ouço uma música ecoar por todo o quarto. Emma, há alguns dias, havia instalado um ampliador em seu quarto, que davam a sensação de som ambiente. E, em uma de nossas noites, antes de dormirmos, ela confessou que era um desejo oculto, fazer amor ao som de alguma música que nós duas gostássemos.

Sua escolha fez um frio percorrer por toda minha espinha, parando justamente em meu ventre, que vibrou em ansiedade. As famosas borboletas tomaram conta de todo o meu corpo. Swan havia comprado uma lingerie branca, rendada, com direito a sinta liga e tudo. Linda, do jeito que eu compraria, caso fosse escolher.

Ajeitei a calcinha e o sutiã. Bom, se pudéssemos chamar isso de calcinha. Olho no espelho, vendo se nada estava embolado e saio.

Entro no quarto, e ela volta sua atenção pra mim, cantarolando a música, apenas mexendo a boca.

 

 

(The Only One – Lionel Richie) ♪

Se puder dar play, vai dar todo um toque especial.

 

 

“Let me tell you now

All that's on my mind

For a love like yours

Is oh, so very hard to find

I've looked inside myself

now I'm very sure

There can only be, you for me

I need you more and more…”

 

 

“Deixe me dizer a você agora

Tudo que está em minha mente

Por um amor como seu

É tão difícil encontrar

Eu tenho olhado pra dentro de mim mesmo

Agora eu estou muito certo

Que lá só pode estar, você para mim

Eu preciso de você mais e mais...”

 

 

Sorrio para ela, balançando os quadris lentamente, de um lado para o outro. Minha namorada sorri, com os olhos brilhando, fitando o movimento de meu corpo, ainda tímido.  Levo minhas mãos até o pescoço, dando uma volta completa, para que ela deslumbre toda a peça que comprou especialmente para mim.

Volto a ficar de frente para ela, caminhando até a cama, ainda dançando de levinho. Sorrimos uma para a outra, antes de Emma se aproximar dos pés da cama e abraçar minha cintura, beijando toda a extensão de minha barriga. Beijo sua testa, segurando seu rosto entre as duas mãos. Ela alisa minha coxa, entre a sinta liga e a calcinha, fazendo um barulho com a boca, murmurando alguma coisa.

Ela beija entre os meus seios, mira meus olhos e pede:

— Dança comigo? — Meneio a cabeça, estendendo a mão para ela, que me abraça por completo, pairando as mãos sobre meu bumbum, acariciando-o carinhosamente. Beija meu pescoço docemente, cantando em meu ouvido.

 

 

“…You, turned me inside out and you showed me

what life was about

Only you, the only one that stole my heart away

I wanna do all I can, just to show you

Make you understand

Only you, the only one that stole my heart away…”

 

 

“...Você transformou me de dentro para fora e mostrou me

Que a vida era

Só você... a única que roubou meu coração

Eu quero fazer tudo que eu posso... e mostrar a você

Fazer você entender que

Só você... a única que roubou meu coração...”

 

 

— Você é a única que roubou o meu coração... — Sussurro em seu ouvido.

 

 

“…When you're in my arms

When I'm close to you

There's a magic in your touch

That just comes shining through

Want you everyday

Want you every night

There can only be, you for me

You make it seem so right

Oh, girl, cause...”

 

 

“...Quando você está em meus braços

Quando eu estou perto de você

Há uma magia em seu toque

Que vem brilhando completamente

Quero você a cada dia

Quero você a cada noite

Lá só pode estar... você

Você faz isso parecer tão certo

Oh menina... porque...”

 

 

Ficamos rodopiando pelo quarto até o fim da música. Vou empurrando-a até a cama, fazendo ela se deitar. Começo a despir-me, da forma mais lenta possível, fazendo sinal para que ela fizesse o mesmo. Ela se livra de suas roupas, ficando completamente nua em minha frente. Minha. Mordo o lábio inferior, desfazendo-me do sutiã, seguido da calcinha e etc. Estávamos nuas, cruas de corpo e alma. Ela me chama com o indicador, e em me sento de frente para ela em seu colo, com uma perna de cada lado.

Iniciamos um beijo calmo, cheio de promessas ocultas. Emma tinha um jeito tão delicado de me tocar, de me fazer refém de suas atitudes. Nossas línguas, tão íntimas, se acarinhavam de forma lenta, chupando-se vez ou outra. Paramos com a troca de carinho, em busca de ar. Minha namorada tinha os lábios avermelhados, denunciando nosso ato. Ela me deita sobre a cama, posicionando uma perna entre as minhas, fazendo com que seu sexo entrasse em contato com minha coxa, assim como o meu, que era acariciando por ela. Solto um gemido manhoso, baixo, que ela faz questão de engolir com mais um de seus beijos.

— Eu quero te amar até o último dia da minha vida, Regina... Fique comigo, não me abandone. — Ela sussurra, declarando-se, mas também usando o momento para fazer seu pedido. — Eu prometo ser sua melhor amiga, em todos os momentos... — Beija um lado de meu rosto. — A melhor namorada, companheira... — Beija o outro lado do meu rosto. — Eu amo você. Amo, com todo o meu ser...

— Eu também a amo, muito. — Falo, alisando seu rosto. Ela sorri, em confirmação, antes de beijar-me novamente. Sinto sua mão escorregar entre nossos corpos, indo diretamente em minha intimidade, onde ela massageia com os quatro dedos, enquanto o polegar estimula o clitóris. Gemo, e ela morde meu lábio inferior, aumentando minha vontade de tê-la dentro.

— E gostaria que fosse só minha... — Diz, masturbando-me vagarosamente. — Seria uma honra, meu amor, saber que só eu tocaria em seu íntimo, sendo banhada por seu amor.

— Eu sou sua, amor. Só sua... — Minha respiração se torna ofegante, sentindo seus movimentos em mim.

— Sim... E me sinto feliz por saber disso. — Beija minha boca. — Muito feliz... — Desce, beijando meus seios, sem parar de tocar-me. Sua língua serpenteia todo o redor de meus mamilos. Entreabro a boca, segurando em seus cabelos.

Minha namorada beija toda aquela região, descendo por entre os meus seios, barriga, pélvis, pulando a parte que mais anseio, caindo direto e beijando a parte interna de minhas coxas. Seus dedos abandonam minha intimidade e começam a massagear as laterais de minhas coxas, descendo por toda a perna, até os pés. Ela pega o direito, levando até os lábios, beijando o peito e dele. Tão carinhosa...

Demora-se com seu carinho em meus pés, deixando-me totalmente confortável. Trocamos um sorriso, antes de ela subir e beijar minha boca novamente, agora, com uma certa urgência. Sua mão escorrega até minha intimidade, usando o indicador e o médio, para prender meu nervo rígido, que implorava por seu toque. Sinto o líquido de excitação molhar minha vagina. Ela leva um dos dedos em minha entrada, lambuzando toda aquela área com meu líquido viscoso. Mordo seu ombro, levemente, antes de ela introduzir o indicador dentro de mim, iniciando um vai e vem lento, porém, o mais fundo que conseguia.

Gemo em seu ouvido, deixando-a mais excitada. Levo minha mão a sua vagina, assim que sinto ela introduzir outro dedo, aumentando o ritmo de suas estocadas. Massageio sua intimidade, penetrando-a com dois dedos. Ela arqueia as costas, sorrindo pra mim. Beija minha boca, brincando com minha língua, circundo-a com a sua.

— Amor...

— Hum... — Respondo.

— Mais forte... — Diz, entre um gemido e outro. Mordo sua bochecha, aumentando a velocidade de minhas estocadas. Minha namorada esconde o rosto na vala de meu pescoço, repetindo os movimentos em minha vagina. Gememos uníssono, apertando nossos corpos, em busca do clímax. Ela se retira de dentro de mim e se afasta.

— Ah... — Vou protestar, mas ela se deita, virada para a cabeceira. Abre bem as pernas, chamando-me para seu colo. Encaixo nossos sexos, causando um atrito gostoso entre eles. — Isso é muito bom...

— É, meu amor? Você gosta? — Meneio a cabeça, e ela abraça minha cintura, iniciando uma sucção em meus seios. Jogo a cabeça para trás, ondulando a cintura, roçando nossos sexos já, extremamente, molhados. Emma agarrou meu bumbum, mantendo-me bem perto e, em poucos minutos, gozamos juntas. Dou mais algumas reboladas, misturando nossos líquidos, unindo-nos de forma física e espiritual.

Jogo-me para o lado, virando para olhá-la. Seu peito sobe e desce, mas um sorriso brota em seus lábios. Beijo entre seus seios, apoiando a cabeça na mão e o cotovelo na cama, tendo uma visão melhor do amor da minha vida.

— No que está pensando? — Pergunto, e ela fica em silêncio... Por muito tempo, até manifestar-se.

— Vem morar comigo? — Abre os olhos, me pegando totalmente de surpresa. Fico meio confusa, buscando certa certeza em seus olhos. — Casa comigo?

Pronto! Ficou louca. Rio, com o nervosismo a flor da pele. Seu olhar não desvia do meu, dando a mim, a certeza de que aquilo não era uma divagação.

— Emma...

— Casa comigo, Regina? Faça tudo comigo, me deixe amá-la todos os dias, estar com você eternamente... Seja minha mulher, meu amor, minha amante, minha amiga... — Ela chora. E eu também. — Mora comigo? Vamos cuidar de nossas cachorrinhas, juntas... Vamos construir uma vida só nossa, num mundo só meu e seu, amor. Eu te amo tanto...

— Eu também te amo... Amo muito. Eu venho morar com você, sim, eu me caso com você. Eu... faço o que você quiser. — Abraço-a, e choramos juntas. Depois, voltamos a nos amar, ouvindo a promessa de Emma, que melhoraria esse pedido.

 

 

E, todos os meses que se passaram, foram assim... Eu por ela, ela por mim. Continuei dirigindo o táxi, me mudei para cá, na semana seguinte ao pedido. No dia em que terminei de trazer minhas coisas, minha namorada havia preparado um jantar romântico, com direito a pétalas de rosas espalhadas pela sala, meia luz e nossas cachorrinhas correndo de um lado para o outro. Nesse mesmo dia, estabelecemos um acordo de que, jamais, dormiríamos brigadas e que, se possível, não brigaríamos por coisas desnecessárias.

Cinco meses depois, e o Natal se aproximava. Pensei em vários presentes para minha namorada e, apesar de vivermos uma vida de casadas, escolhi como presente, a oficialização dessa união.

Marquei para o dia 9 de Dezembro, em um cartório no centro de NYC. Ela estava um pouco irritada comigo, achando que estava dando sacaneando com a cara dela. Sei como Emma é reservada, assim como eu. Portanto, comuniquei, apenas meus pais e pedi para que Ruby desse um jeito de comunicar os pais delas. Ruby seria nossa testemunha, assim como Alix. Eu estava muito nervosa, mas nada que um abraço dela não resolvesse.

Tudo ocorreu como o esperado. Os pais de Emma chegaram um dia antes, ficaram em um hotel, então só os conheci no dia, mesmo. Minha namorada estava tão irritada, que dormiu na sala, dizendo estar adiantando alguns processos para a segunda-feira.

Acordei bem cedo e saí, pois tinha marcado tudo para às 14hs. Ruby ficou com a missão de leva-la ao salão. Me conta, até hoje, quantos tipos de xingamentos teve eu ouvir Emma dizer.

Comprei um vestido branco, simples, porém, a minha cara. Foi tudo muito lindo, apesar de rápido. Quando me dei conta, já estava com uma aliança no anelar da mão esquerda, com nossos nomes gravados por dentro de cada uma delas. Minha namorada, agora, seria minha esposa. E, chamá-la assim, me deixava um pouco nervosa. Será que eu seria o suficiente para ela?

 

 

22 de Janeiro de 2018

 

 

...

 

 

— Quero ter um bebê!

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E agora?
Beijos!!!


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