História A New Love of Carosella - Capítulo 36


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Farosella, Fogasella, Romance
Visualizações 149
Palavras 3.177
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, leitores ❤️ Ultimo capítulo. Nos vemos nas notas finais.
Boa leitura.

Capítulo 36 - White Orchilds


Fanfic / Fanfiction A New Love of Carosella - Capítulo 36 - White Orchilds

Paola 

    Era hoje, era hoje o dia mais importante de minha vida, hoje me entregaria por completo a Henrique, assim como ele se entregaria a mim. Era manhã, ainda estava deitada na cama, não tinha forças para me levantar, quase não dormi pensado noque faria hoje. Henrique tinha um sono pesado, talvez não estivesse ansioso como eu ou quisesse está bem descansado, talvez eu esteja sendo idiota de ficar tão preocupado com uma coisa que já estava resolvida, tudo no casamento estava pronto, os convidados logo chegaria, Ana viria me ajudar, já tinha a pessoa certa para me lavar ao altar, tudo estava perfeito, não tinha para que me preocupar, era só esperar a hora chega, e eu me casaria com Henrique como sempre quis. 

    Fiquei alguns minutos observando Henrique dormi, ele dormia tão bem, tranquilo, sereno, era lindo de se ver. 

-- O que está fazendo? -- Sua pergunta me assustou, achei mesmo que ele dormia. 

-- Te admirando. -- Me sentei bem perto dele e comecei a fazer carinho em seu rosto. -- Ache que estava dormindo. 

-- Não, só de olhos fechados, pensando um pouco. -- Henrique finalmente abriu os olhos para me olhar. -- Nossa! Eu vou me casar com a mulher mais linda que eu já vi. -- Pegou minha mão que estava em seu rosto e depositou um beijo. 

-- Não exagere. Acabei de acorda, não estou tão bonita assim. -- Tentei arruma meu cabelo com as mãos, tinha certeza de que estavam bagunçados. 

-- Paola, entenda, para mim você sempre estará linda, de qualquer jeito, estará linda. -- Henrique alisou meu rosto, e sorri de como Henrique me fazia me sentir tão linda, me sentir tão bem.  -- Eu sonhei com você hoje á noite. --  Henrique fechou os olhos novamente enquanto em eu voltei a acariciar seu rosto.  -- Sonhei que você estava indo para o altar toda de branco, e estava com a Rosângela nos braços, você vinha para mim e mais parecia um anjo. -- Henrique contava sorrindo. -- E talvez seja mesmo, um anjo que venho para mudar minha vinda por completo...De um solitário que passava o dia todo no trabalho, sem aproveita a vida, só esperando o dia de ficar com os filhos, onde podia sentir o gostinho do que era ser uma família feliz...Para um homem que acorda todos os dias com um novo proposito, novas expectativas de que o dia será muito melhor do que o outro, querer  ser melhor a cada dia, ser mais feliz a cada dia, e ter alguém me esperando quando voltasse para. Acorda com a pessoa que eu amo do meu lado...Uma família completa. -- Henrique alisou minha barriga. -- Você me deu tudo que eu jamais sonhei que chegaria a ter. -- Concluiu. Eu não conseguia dizer nada, não fazia ideia de que estava tão solitário assim, sempre que estávamos juntos ele nunca demostrou está triste, deprimido ou qualquer coisa que pudesse me fazer percebe que tinha algo de errado. E não fazia ideia que tinha mudado tanta coisa em sua vida. 

-- Eu te amo. -- Disse, lhe dando um beijo na testa.  

-- Eu também te amo, lindinha, sempre...E tenho uma surpresa para, espero que goste. -- Henrique se senta na cama, depois pega alguma coisa na mesinha ao lado. 

-- O que é? -- Perguntei curiosa e animada. 

-- Isso. -- Henrique me mostrou alguma chaves.  As peguei, mas ainda não entendia do que se tratava. -- É uma casa, uma casa próxima ao lago, ela é linda, grande, e tem uma vista maravilhosa. Tem uma área onde pode fazer seu orta, e ainda tem um bom espaço para as crianças brincarem. -- Henrique falava tão animado, e eu não esboçava nenhuma animação, estava chocada.  -- Você gostou?

-- Eu não sei nem o que dizer....Essa vai ser nossa casa...Nossa. -- Falei derramando algumas lágrimas, essa seria nossa, só nossa, a que estamos agora carrega tantas lembranças, algumas boas e outras tão ruins, e estava pronta para deixá-la.  ficamos em silêncio, eu só encarava as chaves pensando no nosso futuro.  Até que o telefone tocou, quebrando esse nosso momento, e me tirando de meus pensamentos. Era Ana, hora estava chegando. 

-- Alô, Ana. -- Falei ao atender. 

-- Já estou indo aí, está tudo bem? -- Sua voz era agitada e animada. 

-- Uma pouquinho nervosa, ansiosa, e muito, muito feliz. --Me encostando na cabeceira da cama, e vendo Henrique se levantar rumo ao banheiro. 

-- Estou louca para te ver chegando ao altar, vai está tão linda, já vendo a reação do Fogaça quando te ver de noiva indo até ele. -- Ana tinha uma mistura de felicidade e emoção em sua voz. 

-- Sobre o altar, já tenho a pessoa perfeita para me levar...Essa pessoa ainda não sabe, mas tenho certeza que vai ficar muito surpresa e vai gosta. -- Falei sorrindo ao lembrar da ótima ideia que tive ontem, essa pessoa na qual queria que me levasse ao altar é muito especial para mim, que sempre acreditou em minha relação com Henrique, que sempre torceu pala gente, não via ninguém melhor para caminhar comigo ate o altar. 

-- Quem? -- Perguntou curiosa. 

-- É surpresa. Agora vou tomar um banho, até daqui a pouco. 

-- Até, noivinha. -- Desliguei o telefone para ir ao banheiro. onde Henrique estava. Assim tomamos uma banho juntos, como sempre fazíamos antes de ir trabalhar, só que agora era antes de ir se casa, estávamos aproveitando o momento antes de ter que nos separar e só se ver no altar, só queríamos aproveitar esse pouco tempo que tínhamos com uma banho quente, fazendo amor, com os suspiros, gemidos e sussurros de ambos. 

(...) 

         Quando o banho acabou, Henrique foi até a casa de jacquin para começar a se arruma. Ana logo chegaria e eu estava sentada em minha cama escrevendo os votos de casamento, eram poucas palavras, não sabia muito bem como coloca meus sentimentos num papel, eu só os sentia. Depois de mais alguns minutos tentando escrever algo, desisti, talvez seja melhor fala na hora, sem nada planejado, só precisaria dizer o que estava em meu coração, não era complicado. Tomei meu café da manhã, uma xícara de chá e torradas foi tudo que consegui comer, estava muito nervosa para comer. 

    Depois de mais alguns minutos, Ana chegou, ela e mais algumas pessoa que cuidaria de meu cabelo e maquiagem. 

-- Como está se sentindo nesse dia tão importante?Está feliz? -- Ana perguntou, me dando um abraço. 

-- Feliz, ansiosa, nervosa, um monte de sensações. -- Suspirei ao desfazer o abraço, mostrando todo o meu estresse naquele momento. 

-- Acho que devemos nos arrumar na casa do lago. 

-- Casa do lago? Como sabe dela? -- Estava confusa, Henrique tinha me contado dela essa manhã, como Ana poderia já está sabendo?. 

-- Quem acha que ajudou a arrumar tudo lá? -- Ana falou, pondo as mãos não cintura, indignada. 

-- Obrigada por ajudá-lo. Você é uma ótima amiga. -- Lhe dei outro abraço, só dessa vez bem mais rápido. 

-- De nada, noivinha. Agora vamos, temos muita coisa para fazer. -- Estava toda animada, me levando pela até a saída. 

Henrique

                Estava no apartamento de Jacquin, e tentava não demostra que estava nervosa, eu estava, muito nervoso, e com um medo bobo que não sei como chegou a se passar por minha cabeça, estava com medo dela desistir, desistir de se casar migo. Paola já demostrou varias vezes que me amava, com posso ter medo disso?

-- Como está indo? -- Jacquin interrompeu meus pensamentos, entrando no quarto.

-- Quase pronto. -- Disse fechando os últimos botões de meu terno, e agradecia por Paola ter deixado eu não usar a gravata. 

-- Nervoso? 

-- Não, tô de boa. -- Minto, prefiro guarda meu medo e nervosismo só para mim, e é claro que se falasse Jacquin riria deles, e diria o quanto são idiotas. 

-- Bom...Ana ligou, ela já estão lá. -- Respirei fundo, estava chagando a hora. -- Vamos? -- Perguntou abrindo a porta do quarto. 

--  Jacquin...Você não sabe a sorte que tenho...Eu amo essa mulher, muito. -- Lembrava de todas as coisas que passamos, todas as vezes que me fez sorri. Eu estava pronto, pronto para fazer-la feliz assim como ela me fazia. 

-- E vai ter tempo para amá-la muito mais. -- Foi a ultima coisa que disse antes de saímos do quarto. Estava pronto para me entregar aquela mulher, minha mulher, minha argentina, estava pronto para ser dela para sempre.

Paola

  já estávamos na casa do lago há um tempo, e agora dávamos os ajustes finas. Minha maquiagem, cabelo e vestidos estavam todos prontos. E eu lutava contra minhas emoções para não chorar e estraga a maquiagem que estava tão perfeita.  

-- Você estão tão linda....A noivinha mais linda que já vi. -- Ana sussurrou com lágrimas nos olhos me olhando com admiração.  

-- Obrigada...Você também está linda. --  Segurei em suas mãos, enquanto a admirava num longo vestido azul. -- Díos...Ainda não acredito que vou me casa com o Henrique...Ana, eu o ama tanto, sabia? -- Falei a tomando num abraço apertado. 

-- Já está na hora-- De repente Jacquin entra. -- Uau... -- Nesse momento nos duas o abraçamos, e eu já não conseguia conter minhas lágrimas.  

-- Jacquin, eu queria te pedi uma coisa...Quero que me leve até o altar. -- Desfiz o abraço para olhá-lo. -- Você sempre foi um bom amigo, sempre do meu lado me apoiando, e sempre acreditou que eu e Henrique daríamos certo...Não vejo ninguém melhor para me levar ao altar que não seja você. -- Falei entre lágrimas. 

-- É claro que eu quero...Fico muito honrado. -- Jacquin também chorava.    Chegava a hora, estava tudo pronto. Estava com o boque de orquídeas brancas na mão, faltando alguns minutos para eu ir até o altar. Meu coração disparava a cada segundo, minha respiração ofegante,  e sentia que poderia desmaiar a qualquer minuto. De repente Jacquin entra. 

-- Então, vamos? -- Apenas confirmei com a cabeça e ele estendeu o braço para mim. Relutei um pouco, mas acabei o segurando. 

-- Estoy mucho nervosa. -- Sussurrei antes que ele abrisse a porta para saímos da casa.

-- Ajudaria se eu dissesse que está linda?..Você está linda. -- Começamos a andar pelo gramado que levava ao altar, ainda não conseguia ver ninguém, isso estava me deixando ainda mais nervosa.  

-- Obrigada, querido. -- Respondi, tentando me concentrar em cada passo, o vestido era grande, passava dos meus pés, seria muito vergonhoso se eu caísse. 

-- Queria dizer que sempre torci para vocês ficarem juntos. -- Era difícil me concentrar no que Jacquin dizia se minha cabeça só estava pensando em Henrique lá, parado no altar, só me esperando. 

-- Eu sei...Sempre dizia que nós combinávamos...E tinha razão. -- A última palavra saiu como um sussurro.  Meu coração quase parou, quando comecei a ver alguns convidados, estava chegando a hora. 

-- Vai ficar tudo bem...Você consegue? -- Jacquin sussurrou no meu ouvido quando já estávamos chegando perto do longo tapete branco que nos guiava até o altar. Jacquin e eu paramos, esperando agora que Fran passasse jogando pétalas de rosas pelo caminho. E assim, uma musica ao som de violinos começou a tocar, e nós voltamos a andar. O ar me fez falta quando avistei Henrique me olhando, sorrindo e chorando ao mesmo tempo, minha vontade era de corre até ele, me jogar em seus braços e dizer logo que aceito. Mas pela formalidade, continuei a caminhar calmamente, mantendo meus olhos fixos nele. A cada passo que eu estava de chegar até ele, mais nervosa e emocionada eu ficava. Ele estava tão lindo de terno, deixei que ele não usasse a grava, sabia como ele odiava. Logo chegamos lá, e eu estava frente a frente com Henrique, apertei forte o braços de Jacquin antes de soltá-lo. Henrique estendeu sua mão para mim.

-- Você está tão linda. -- Sussurrou com um sorriso no rosto, e ainda estendia a mão para mim, mas não consegui segurá-la. O abracei forte, desesperada, apaixonada e não queria de modo algum largá-lo. -- Eí, lindinha. -- Henrique retribuiu o abraço. -- Você tem que me soltar.

-- Eu não quero. -- Respondi afundando minha cabeça em seu pescoço e o abraçando com mais força ainda. 

-- Vamos nos casa primeiro, aí depois pode me abraçar o quanto quiser, está bem? -- Henrique desfez o abraço, e acariciou meu rosto. Não disse nada, apenas me soltei e nos viramos para o homem que nos casaria. 

          O homem começou a falar, e falar, mas não conseguia ouvir nada, só o sons do meu coração batendo acelerado, minha respiração estava um pouco melhor. Segurava forte a mão de Henrique, que de instante em instante, voltasse para me olhar, dando um leve sorriso e sussurrava um " Eu te amo" ou " Vai ficar tudo bem", suas palavras mesmo que fossem nulas, ainda sim me ajudavam bastante, conseguia me acalmar.  Depois de mais algumas palavras, chegou a hora de dizer os votos 

-- Posso começar? -- Henrique perguntou a mim, simplesmente confirmei que sim com a cabeça.  Henrique limpou a garganta antes de começar. -- Sabe...Paola...Por muito tempo eu te amei, muito tempo, desde que eramos só amigos...Nunca acreditei em amor a primeira vista, mas mudei totalmente meu modo de pensar quando você passou pela porta e disse " Prazer, sou Paola Carosella, sua chef". Faz dez anos, eu te amei por dez anos, e posso amar por mais dez, por mais dez, e mais dez, até o fim de minha vida. Não vou lhe prometer nada agora, prefiro fazer-las ao longo de nossa jornada juntos. -- Henrique foi breve, mas depois de tudo que ele veio me mostrando e sei que tem muito mais para mostrar, não me importei. 

-- Minha vez, querido. -- Respirei fundo, buscando palavras certas para me expressar. -- Díos, está sendo mais difícil do que pensei...Henrique Aranha Fogaça, você sempre foi tão importante em minha vida. Quando eramos amigos, eu já te amava desde já, era um amor que ainda não compreendia muito bem, eu sentia que precisava de você, que precisava está com você, só não sabia porque, mas agora eu sei. Você sempre tornou tudo mais alegria para mim, sempre cuidou tão bem de mim, me sentia tão protegida do seu lado, tão amada. -- Falei deixando tantas lágrimas caírem. -- Não consigo visualizar uma vida sem que você esteja nela. Eu não sei o que virá daqui pra frente, não sei se vai ser bom ou ruim, só sei que quero está com você, quero está com você sempre. -- Concluiu, e tinha certeza que minha maquiagem estava completamente borrada com o tanto de lágrimas que eu tinha chorado.  Era mais fácil demostrar do que dizer meus sentimentos por Henrique. Segurei forte suas mãos, tentando controlar minhas lágrimas.  Henrique logo depois colocou uma aliança nos meus dedos, assim como fiz com ele. 

-- Os declaro marido e mulher...Pode beijar a noiva. -- Finalmente aquelas palavras que eu tanto esperava foram ditas. Me aproximei dele devagar, o segurando pelos ombros, como não estava de salto, precisei ficar de ponta de pés para acalçar seus lábios. Assim, nos beijamos. O beijo começou calmo, ainda tínhamos uma certa distancia, mas logo tratei de traze-lo para mais perto e nossas bocas começaram a se mover mais rápido e em sincronia. Tentávamos ser o mais discretos o possível, com tantas pessoa nos olhando, preferimos deixar os nossos beijos para mais tarde. Demos mais uns curtos beijos antes de nos separar. 

          Todos aplaudiram jogando pétalas. Minha atenção ficou apenas em Henrique, meu marido. 

(...) 

               Eramos só nos agora, eu e meu marido, sentados num sofá na varanda da nossa nova casa, observando o mar. Cada um com seus pensamentos sobre o dia. Podíamos  ouvir o sons das pessoa que comemoravam a poucos metros de nos, não tinha muita vontade de comemorar com os outros, apenas queria ficar a sós com Henrique, e talvez agora eu possa lhe contar o que queria ter contado muito antes, e talvez fosse uma ótimo presente de casamento. Me levantei, tirando a cabeça do peito de Henrique quando sentir Rosângela chuta minha barriga.

-- O que foi? -- Henrique perguntou preocupado ao percebe isso. 

-- Ela chutou. -- Disse passando a mão sobre minha barriga. -- Quer senti? -- Henrique fez que sim com a cabeça. Peguei sua mão, a guiando para minha barriga. 

-- Tá sentindo? -- Perguntei quando o vi sorri. 

-- Sim, é maravilhoso. -- Henrique sorria, mas de repente lágrimas começaram a sair de seus olhos.

-- O que ouve, meu amor. -- Me assustei com essa mudança de humor, estava feliz e de repente chorava. 

-- Eu só...Só estou muito feliz...As vezes ainda acho que isso tudo possa ser só um sonho...Que estou sonhando ter o que sempre quis ter...Tenho medo de acorda.-- Respondeu, limpando as lágrimas. 

-- Não precisa ter medo, querido...Isso não é um sonho, e se for, vamos vive-lo juntos, porque também não quero acorda. E agora, tenho uma coisa para te contar que vai te deixar ainda mais feliz. -- Falei empolgada, e Henrique me olhou sem entender. 

-- Do que estar falando. 

-- Sabe...Eu fui ao medico recentemente, e ele fez uns exames, mais um utrassom e ele viu...Ele viu dois corações...Vamos ter gêmeos. -- Henrique me olhava boquiaberto. -- Um menino e uma menina. -- Henrique ainda me olhava fixamente, paralisado. 

-- Eu...E...Eu...Não sei o que dizer. -- Henrique gaguejava passando as mãos no rosto. 

-- Não precisa dizer nada. -- O abracei bem forte. 

-- Caramba...Não acredito...Tá mesmo acontecendo né? A gente é casado, temos uma família. 

-- É, temos. -- Desfiz o abraço e o beijei, nosso beijo agora tinha um sabor diferente, não sabia dizer qual, mas era bom, me sentia bem, viva, sentia que a pessoa que eu beijava agora, era a única que eu queria beijar, a única com quem eu queria está para sempre. 

-- Quer dança? -- Henrique perguntou quantos nos separamos. 

-- Si. -- Henrique me ajudou a levantar do sofá, e assim, começamos a dançar, onde estávamos, longe de todos os outros. Henrique pôs suas mãos em volta de minha cintura, fiz o mesmo com seu pescoço. Começamos a nos movimentar devagar, olhando fixos nos olhos um do outro. 

-- Eu te amo. -- Ele sussurrou. 

-- Eu também te amor. -- Retribui, deitando minha cabeça em seus ombros e fechei os olhos. Agora pensava de que a vida nos dá tantas surpresas, coisas tão inesperadas, e tinha certeza de que Henrique Aranha Fogaça foi a melhor surpresa que vida podia me dá, o melhor presente que ela podia trazer para perto de mim. Uma novo amor crescia por ele a cada dia, um novo amor que ficava mais forte há cada dia, mais verdadeiro há cada dia, e seria sempre assim. Henrique Fogaça era meu homem, meu marido, meu tatuado e meu novo amor. 

                        Fim


Notas Finais


Bom...Esse foi o final. Espero que tenham gostado do enredo da história e desse final. Depois de cinco meses escrevendo essa história para vc, estou triste dela ter acabado, mas em breve estarei de volta com somente una noche e uma nova fic que começarei a postar. Obrigada a todos que acompanharam, sempre deixando um comentário lindo que me incentivava a continuá-la.
Beijosss ❤️


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