História A Normal e a Drogada - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Personagens Ben Harmon, Kyle Spencer, Madison Montgomery, Misty Day, Nan, Personagens Originais, Vivien Harmon, Zoe Benson
Tags Ahs, Amor, Coven, Emma Roberts, Evan Peters, Fiona Goode, Humor, Lesbicas, Preconceito, Taissa Farmiga
Visualizações 149
Palavras 1.457
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Eu Amo Você


Abro os meus olhos e noto que estou deitada no banco de trás do carro do meu pai.


- O que está acontecendo? - Me levanto, ficando sentanda - Eu preciso saber como a Madison está!


- Você não precisa mais saber sobre aquela garota! - Minha mãe diz

- Você vai para casa com a gente e vai se afastar daquela garota.


- O que ? Eu não vou me afastar dela! - Falo frime e sinto meu pai aperta o volante de raiva.


- Eu sabia que isso ia voltar a se repetir! - Ele bate a mão no volante

- Eu soube disso desde que vi aquela garota.


- Eu disse que devíamos ter deixado a Zoe naquele colégio de freiras, mas você não quis! - Minha mãe fala brava.


- A culpa não é minha se pensei dela ter uma vida normal.


Fico ouvindo toda aquela briga idiota deles e pensando na Madison. Eu desmaie quando vi os meus pais e agora não sei como ela está, se piorou, se desmaiou também ou se os meus pais disseram algo a ela. Ah, meu Deus, me ajude!

Chegamos em casa e subo direto pro meu quarto a mando dos meus pais. Do quarto ainda escuto os dois discutindo o meu futuro. Se devo ou não ir pro colégio de freiras.

Pego meu celular na mochila e ligo para Madison:


- Madison, é a Zoe!


- Oi, minha nora! Aqui é a mãe dela.


- Hã... Oi senhora, Goode. Como está a Madison ? Posso falar com ela ?


- Depois que os seus pais saíram daqui, ela melhorou.


- Não me diga que eles disseram mais coisas horríveis a ela!


- Disseram, mas eu expulsei eles a pontapé e eles foram embora com você.


- Eu sinto muito por tudo isso, Fiona!


- Não se preocupe! Madison ficará bem e... obrigado por ter salvado a vida dela.


- Não há de que! Eu salvaria a vida dela quantas vezes fossem preciso.


- Você é um amor, Zoe! Madison está acordando, acho que já pode falar com ela.


- Ok, obrigada!


Aguardo uns minutos e Madison atende o celular.


- Zoe ?


- Madison, você está bem?


- Estaria melhor se tivesse você e um cigarro aqui.


- Madison, eu preciso te dizer algo.


- O que ?

...

- Eu amo você! 

...

- Eu também amo você, Zoe!


- Eu queria te dizer isso pessoalmente...- lágrimas caem dos meus olhos - Mas os meus pais querem me afastar de você.


- Zoe, não chora! Agora temos uma conexão e ninguém vai separar isso. Se for preciso eu saiu agora mesmo desse hospital e te sequestro.


- Não faça isso, pelo amor de Deus! Eu acabei de dizer que amo você, não quero que você piore o seu estado! Eu vou dar um jeito!


- Tudo bem! Irei ganhar alta as 20:00 hrs e assim que eu sair passo na sua casa para te ajudar a enfrentar os seus pais, ok?


ZOE ?! - Ouço a voz da minha mãe me chamando lá embaixo.


- Ok! Até de noite, bjs.


Desligo o celular e escondo no meu sutiã para caso os pais quisesse pegar. Desço pra sala e minha mãe manda eu arrumar minhas roupas, pois irei para o colégio de freiras.


- Eu não vou para esse colégio! - Subo correndo as escadas e me tranco no quarto.


Penso em pular a janela, mas era bem alta. Meu pai bate na porta e eu não abro. Ele então arromba a porta e me tira a força do quarto e me leva para dentro do carro. Minha mãe pega algumas roupas minha, depois entra no carro e vamos para o tal colégio de freiras.


Enquanto eu esperava do lado de fora com minha mãe, eu ouvia meu pai dizer horrores da Madison. Ele apenas viu a gente se beijando e agora estava dizendo que eu e ela estava quase transando no hospital.

Sinceramente, meu pai parecia aqueles crentes de merda que gosta de aumentar os fatos. Eu nunca o considerei evangélico pelo fato de como ele trata as pessoas. Pra mim, ele é um imbecil que pensa ser santo.


- Vou pegar água, você quer ?

- Minha mãe pergunta e eu nego com a cabeça.


Minha mãe era legal, mas as vezes parece que abaixa um espírito nela que a faz ficar super chata e ruim com quase tudo...


Ela sai para pegar a água no fim do corredor, virando um pouco a direita e eu fico pensando em tudo que passei com a Madison. Olho pro lado e vejo uma saída. Meu coração acelera e eu penso se devo ou não ir embora dali e procurar a Madison, ou se devo deixar os meus pais decidirem meu futuro mais uma vez.


Por um momento, eu esqueço de tudo que tem acontecido e só percebo que estou correndo quando estou há uns dois quilômetros de distância do colégio. Eu automaticamente fugi dos meus pais e daquele colégio. Eu não podia simplesmente deixar tudo se repetir e deixar a Madison apenas na minha memória! Eu precisava dela na minha vida!


Corri muito, até que chegue em uma estação e embarquei para Vice City - uma cidadezinha que eu conhecia um pouco. Quando cheguei lá, liguei para Madison e pedi para que ela se encontrasse comigo. Ela apareceu umas 21:30 no segundo vagão.


- Zoe, o que faz aqui ? - Ela pergunta preocupada.


- Eu fugi, Madison! - Lhe abraço - Meu pai ia me colocar em um colégio interno e eu fugir de lá. - Falo meio desesperada - Não quero que você seja expulsa e sei que ele irá fazer você ser expulsa.


- Zoe, se calme! - Ela se afasta e toca no meu rosto - Ninguém vai me separar de você, se é isso que você quer saber.


Por impulso ou necessitando, eu a beijo e começo a chorar.


- ZOEEEE !! - Ouço a voz do meu pai. Olho pro lado e o vejo com minha mãe e uns policiais.


- Não acredito que eles nos achou! - Fico com medo e desesperada

- O que vamos fazer agora, Madison ? - Pergunto chorando e com medo deles nos pegar.


- Vem comigo! - Ela pega na minha mão e saímos correndo para fora da estação.


Madison da volta e entra no seu carro. Vamos para um lugar estranho e cheio de pessoas drogadas. Ela para o carro em um pequeno prédio e entramos.


- Aqui tenho certeza que eles não irão nos achar. - Ela diz olhando pela janela.


- Quem é ela ? - Pergunto olhando para uma mulher deitada no sofá.


- Essa é a Cordelia. - Ela bate com a almofada na mulher.


- Que foi ? Que foi ? - A mulher acorda assustada.


- Nada, Cordelia. - Diz Madison - Só sai daqui.


A mulher se levanta me olhando estranho e Madison a empurra para fora.


- Ela é outra ficante sua ?

- Pergunto curiosa.


- Não! - Ela se senta no sofá - Ela só cuida desse prédio quando não estou.


- Hum... - Fico em pé meio inquieta.


- Zoe, não se preocupe! Eles não vão nos achar aqui. - Ela se aproxima e me abraça - E você é a única ficante minha.


- Não quero ser só a sua ficante. - Ela se afasta e me encara com um sorriso lindo.


- Eu já te disse uma vez e vou dizer quantas vezes for preciso. - Ela pega na minha mão - Você aceita ser a minha namorada ?


- Claro que aceito! - Lhe abraço forte e lhe dou um beijo intenso.


Ja que eu havia enfrentado os meus pais, fugido e trocado um garoto por uma garota, não havia mais motivos ou barreiras para eu continuar negando que gosto da Madison. Exceto uma coisa:


- Mas e a Misty ? - Pergunto parando o beijo - Porque pelo que sei, vocês duas estão namorando.


- Eu nunca namorei com a Misty!

- Ela sorrir - Só fingir que estávamos namorando para você tomar coragem e aceitar que gosta de mim.


- Sua vadiaaaa! - Falo meio brava.


- Me desculpe! - Ela rir.


- Eu tenho que te confessar uma coisa também.


- O que ? - Ela me olha seria.

Suspiro tomando coragem para dizer o que eu quase fiz quando ela estava bêbada.


- Quando fomos naquela balada, e você ficou bêbada, eu te levei para aquele apartamento e quase transei com você.


- Você o que ? - Ela me encara não acreditando.


- Desculpa, mas eu precisava te dizer isso.


- Tudo bem, Zoe! - Ela rir - É uma pena eu ter dormido e não ter me lembrado dessa cena. - Rio com ela.


- Você não se lembra daquela cena, mas tenho certeza que vai se lembrar dessa. - Toco no seu rosto e lhe dou um beijo intenso.


Ela aperta minha cintura, passa a mão nas minhas coxas e me pega no colo. Mantenho nossas bocas coladas e ela me leva para sua cama, onde passo a segunda melhor noite de amor da minha vida...





Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...