História A prima de Rony Weasley - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Visualizações 75
Palavras 2.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Saga, Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente desculpa ter demorado a postar, eu tinha começado o capítulo ontem de tarde, porem eu passei mal e fiquei a noite inteira no hospital, cheguei as 04:30 da manhã de hoje, e voltei a começar a escrever agora.
Me perdoem por ter demorado.

Capítulo 2 - Beco Diagonal


Fanfic / Fanfiction A prima de Rony Weasley - Capítulo 2 - Beco Diagonal

Assim que terminamos de arrumar o quarto de Rony, já era hora do almoço, aquele quarto parecia que havia acontecido a Segunda Guerra Mundial. Quando terminamos eu e Rony estávamos completamente suados, com roupas amassadas e completamente sujos(Não acredito que concordei em ajuda-lo).

-Brigada por me ajudar Lil's, estou te devendo uma- falou sentando na cama.

-Sim você está, bem eu vou pegar minhas roupas e tomar um banho, por que estou fedida e daqui a pouco Tio Arthur chega e nos vamos ao Beco, e acho melhor você também tomar um banho, por que se não Tia Molly mata você- falei e sai do quarto.

Fui direto para o meu quarto, assim que cheguei, Gina estava sentada na cama e estava escrevendo em um caderno cor de rosa.

-Oi, aonde você tava e por que está suja e fedorenta?- perguntou Gina fazendo uma leve careta.

-Estava ajudando Rony a arrumar o quarto dele, aquilo parecia uma zona de guerra- falei sentado na minha cama.

-É melhor ir tomar um banho, daqui a pouco mamãe vai servir o almoço e papai vai nos levar ao Beco, em falar nisso ele já chegou, está lá em baixo conversando com a mamãe- falou Gina enquanto escrevia no seu caderno.

-Tudo bem, vou tomar um banho, antes que Ron tome primeiro- falei e coloquei a bolsinha de dinheiro debaixo do meu travesseiro.

Peguei uma roupa e sai do quarto, indo rapidamente ao banheiro.

Entrei no banheiro e fechei a porta, tirei minha roupa e coloquei no cesto de roupa suja, e coloquei minha roupa limpa na prateleira, entrei no box e tomei um banho relaxante, tirando toda a sujeira do meu corpo e fazendo de tudo para não molhar o cabelo.

Assim que terminei o banho me enxuguei com a toalha, depois vesti minha roupa calmamente, que era uma meia calça preta de lã, um short jeans vermelho, uma blusa soltinha branca, uma jaqueta de crochê preta de manga comprida e um tênis surrado. Desmanchei a trança do meu cabelo e assim que ficou solto, ficou com varias ondas.

Sai do banheiro e dei de cara com Rony.

-Que demora, fiquei uns quinze minutos esperando você sair desse banheiro- reclamou e eu revirei os olhos saindo de frente a porta do banheiro e o mesmo entrou.

Fui até meu quarto e vi que Gina não estava mais lá, dei de ombros e peguei a bolsinha de dinheiro que tinha deixado debaixo do travesseiro, abri a bolsinha e vi que tinha vários galeões e sicles, provavelmente a bolsa tinha um feitiço de extensão, pois tinha muito dinheiro dentro da mesma.

Coloquei a bolsinha no bolso do meu short e sai do quarto e desci as escadas indo para a cozinha, assim que cheguei todos já estavam sentados(menos Rony), dei um beijo na bochecha de cada um e sentei ao lado de Percy.

-Então querida, Molly me disse que ganhou uma coruja e dinheiro suficiente para comprar uma varinha- falou Tio Arthur com um leve sorriso.

-Sim, fique surpresa, afinal uma completa desconhecida me mandou esse presente, mas...vocês não parecem preocupados- falei encarando os dois com a sobrancelha arqueada.

-Bem, talvez a pessoa tenha mandado por que gosta de você- falou Tia Molly dando de ombros.

-É talvez- murmurei lentamente, mas ainda encarava os dois desconfiada, eles sabiam de algo e eu iria descobrir o que era.

-CHEGUEI- gritou Rony sorrindo animadamente e sentando ao meu lado vago.

-Jura nem tinha notado- falou Jorge com um sorriso sarcástico o que me fez ri e Rony fechar a cara.

-Bem, vamos comer, só estávamos esperando você querido, podem se servir- falou Tia Molly e eu calmamente peguei meu prato e coloquei arroz, peixe defumado e torta de carne.

Todos nos comemos enquanto conversávamos sobre diversos assuntos, depois de comer o delicioso pudim da Tia Molly, ela lavou magicamente todas as louças e mandou os gêmeos irem se arrumar, mesmo contrariados eles foram, enquanto nos ficávamos conversando sobre Hogwarts, eu havia perguntado para Tia Molly como é a seleção das casas, porem ela não quis me falar, achou melhor eu descobrir sozinha.

Eu e Rony estávamos muitos animados para conhecer o maravilhoso castelo de Hogwarts, já Gina disse que ficou com inveja pois(provavelmente) nos iríamos estudar no mesmo ano de Harry Potter. Depois de meia hora os gêmeos desceram arrumados, fomos pela lareira, um de cada vez, primeiro foi o Percy, depois Fred, Jorge, Rony, eu, Gina, Tia Molly e por último Tio Arthur.

Assim que estávamos no Caldeirão Furado cumprimentamos Tom(o dono do bar), depois Tio Arthur foi até a parede de tijolos e apontou a varinha, batendo em alguns, depois de alguns segundos o muro abriu magicamente nos dando de cara com Beco Diagonal.

Eu já estava acostumada a vir quase sempre no Beco, mas hoje foi como se tivesse vindo pela primeira vez, tudo parecia muito mais encantador. Tia Molly nos separou em conjunto, ela, Tio Arthur, Percy, Fred e Jorge iriam pegar dinheiro no banco de Gringotts, enquanto eu, Rony e Gina iríamos comprar minha varinha no Olivaras.

No caminho inteiro eu fiquei animada, Rony também estava feliz por mim, já Gina estava de cara amarrada. Assim que entramos no Olivaras, pude sentir a magia do local, parecia que tinha uma pequena partícula em cada canto até na poeira.

-Boa tarde- disse uma voz suave. Eu me assustei, mas tentei não demonstrar, olhei para o dono da voz, e era um homem velho de cabelos brancos e olhos cintilantes.

-Olá, o senhor deve ser o senhor Olivaras, sim?- perguntei sorrindo gentilmente.

-Ah..sim, sou eu mesmo, a senhorita deve ser Amélia Prewett, filha de Fabian, não é mesmo?- perguntou mas com um tom de afirmação.

-Sim sou eu- falei sorrindo de leve.

-E vocês deves ser os filhos mais novos de Arthur e Molly, Gina e Rony Weasley, estou certo?

-Sim, somos senhor- afirmou Rony com os olhos arregalados.

-Bem estão aqui para procurar uma varinha eu suponho- falou calmamente.

-Na verdade sou só eu- murmurei gentilmente.

-Claro...claro, qual o braço da varinha?- perguntou tirando uma longa fita métrica com números prateados do bolso.

-Direito- murmurei.

— Estique o braço. Isso. — Ele mediu do ombro ao dedo, depois do pulso ao cotovelo, do ombro ao chão, do joelho à axila e ao redor da cabeça. Enquanto media, disse, — Toda varinha Olivaras tem o miolo feito de uma poderosa substância mágica, Srta. Prewett. Usamos pêlos de unicórnio, penas de cauda de fênix e cordas de coração de dragão. Não há duas varinhas Olivaras como não há unicórnios, dragões nem fênix iguais. E é claro, a senhorita jamais conseguirá resultados tão bons com a varinha de outro bruxo.

Percebi que a fita métrica, que me media entre as narinas, estava medindo sozinha. O Sr. Olivaras andava rapidamente em volta das prateleiras, descendo caixas.

— Já chega — falou, e a fita métrica afrouxou e caiu formando um montinho no chão. — Certo, então, Sr. Prewett. Experimente esta. Faia e corda de coração de dragão. Vinte e três centímetros. Boa e flexível. Apanhe e experimente.

Peguei a varinha, porem dois segundos depois Olivaras tirou da minha mão.

-Com certeza não, tente está, azevinho, pelo de unicórnio, 27cm, excelente para feitiços- peguei a varinha porem nada aconteceu, Olivaras tirou a varinha de minha mão e pegou uma maravilhosamente bela, sua madeira era prata como se fosse feita de marfim, no meio tinha alguns detalhes muito bonitos e na ponta tinha um pequeno cristal.- Essa é uma varinha mais incomum, Lima- prata, 25cm, pelo do rabo de um testralio e a ponta é feita de um cristal mágico extremamente raro, é excelente para transfigurações, encantamentos e perfeita para duelos.

Peguei a varinha e senti um calor repentino nos dedos, ergui a varinha e no mesmo momento faiscas azuis saíram da ponta do cristal iluminando tudo rapidamente. Rony e Gina bateram palmas entusiasmados e eu sorri segurando apertado a varinha entre os meus dedos finos.

-Bem é está, uma ótima varinha, custa oito galeões- falou e eu tirei o dinheiro da bolsinha de couro e entreguei para ele, ficando com apenas algumas moedas.- Sabe...você é extremamente parecida com sua mãe, diria que uma cópia dela, mas tem os cabelos ruivos de seu pai.

-O senhor conheceu minha mãe?- perguntei com a voz levemente falha.

-Sim, uma excelentíssima bruxa, lembro quando veio comprar sua varinha, cipreste, 30cm, corda de coração de dragão, excelente para mágicas não verbais e encantamentos, sua mãe era uma jovem muito sonhadora e amável, sempre vendo a bondade no coração das pessoas- falou gentilmente.

-Você sabe o nome dela?Quem era sua família ou seus amigos?- perguntei com curiosidade e animação e ele me encarou tristemente.

-Temo..que isto, você deverá descobrir sozinha- murmurou tristemente.

-Bem, nos temos que ir, mamãe já deve estar nos esperando em frente a Floreiros e Borrões- falou Gina e eu concordei.

-Bem, até um outro dia senhor Olivaras, e obrigado por me falar da minha mãe- falei com um leve sorriso e ele retribuiu acenando para nos três.

Saímos na loja, Rony e Gina ficaram conversando o tempo todo, enquanto eu fiquei calada o percurso todo, não conseguia falar nada, só pensar em quem era minha mãe, e com essas informações de Olivaras eu me sentia confiante em pesquisar mais a fundo sobre ela, e eu iria assim que chega-se em Hogwarts.

Assim que chegamos em frente a livraria Floreiros e Borrões, os meninos, Tio Arthur e Tia Molly estavam nos esperando e a mesma estava com uma expressão irritada.

-Vocês demoraram, já ia mandar Percy atrás de vocês, nos já compramos todos os materiais, incluindo as suas vestes, só faltam os livros- falou Tia Molly calmamente.

-Desculpa a demora mãe, Olivaras estava conversando com Lia sobre sua mãe- falou Gina e Tio Arthur e Tia Molly se entreolharam preocupados.

-O que ele disse a você Lia?- perguntou Tio Arthur gentilmente.

-Ele não disse nada de mais- suspirei pesadamente.- Só falou que sua varinha era feita de cipreste, 30cm, corda de coração de dragão, excelente para mágicas não verbais e encantamentos, e também disse que eu sou extremamente parecida com ela, tirando o cabelo ruivo, quando perguntei sobre qual era seu nome, ou quem era sua família e seus amigos ele disse que eu teria que descobrir sozinha.

-Ah..bem, bom é melhor nos irmos comprar os livros, já está ficando tarde- falou Tio Arthur mudando o assunto que estávamos falando.

Entramos na Floreiros e Borrões, e nos separamos, Tio Arthur, Fred, Jorge e Percy foram comprar os livros deles, Tia Molly, Gina e Rony foram ver os meus livros e de Rony, enquanto eu olhava as vitrines de cada livro, de repente uma mulher que usava um capuz escondendo seu rosto trombou comigo me fazendo cair no chão e ela derrubar alguns de seus livros.

-Oh..me desculpe querida, estava apressada, sinto muito- falou com sua voz doce e melodiosa me ajudando a levantar, ela pegou seus livros rapidamente e saiu de meu campo de visão.

Pisquei os olhos e dei de ombros, olhei para o chão aonde eu estava e vi um diário de couro, ele é extremamente bonito, sua capa é verde esmeralda e tinha várias constelações se movendo feitos a partir de magia e seu fecho era de prata e é o modelo da letra grega Alpha. Peguei o caderno e olhei para os lados, com certeza pertencia aquela mulher, passei pelas pessoas que estavam na loja, mas não consegui encontrar a mulher de capuz, sai da loja e ela também não estava pelos arredores, respirei fundo e guardei o diário dentro do meu casaco, para que nem Tio Arthur ou Tia Molly vissem.

Entrei dentro da loja e vi os meninos e Gina conversando, Tia Molly segurando algumas sacolas e Tio Arthur pagando pelos livros, fui até eles e sorri, peguei algumas sacolas ajudando Tia Molly a não carregar tanto peso.

-Oh..obrigado Lia, aonde você estava?- perguntou gentilmente.

-Estava vendo alguns livros de herbologia- menti.

-Tudo bem, vamos está tarde, melhor irmos- falou Tio Arthur pegando outras sacolas de livros.

Saímos da loja, e eu fiquei olhando pelo caminho todo para ver se conseguia encontrar a mulher de capuz, mas parece que ela simplesmente evaporou(ou desaparatou). Voltamos para casa pela lareira do Caldeirão Furado, assim que chegamos, eu peguei meus livros com Tia Molly e subi para meu quarto, peguei o diário em minhas vestes e abri ele apertando na letra Alpha, assim que abri um bilhete caiu do mesmo, peguei e fiquei surpresa assim que li.

  Lily,

   Espero que este diário possa ajuda-la em Hogwarts, assim como me ajudou.

Beijos, de uma amiga.

                      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


O próximo capítulo deve sair ainda hoje se eu conseguir, mas se não sair hoje, sai amanhã.
Beijos, Bárbara Black.


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