História A prostituta de Sasuke Uchiha - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Hinata, Kakashi, Naruto, Romance, Sakura, Sasuke
Visualizações 162
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem <3

Capítulo 2 - Ele manda em Tokio


- O que tinha nessa sobremesa, cola? - reclamei sozinha, já devia fazer uns 10 minutos que eu esfregava o chão onde um garotinho derrubou sua sobremesa e nada de ficar limpo. A lanchonete estava vazia naquele horário do dia e ao invés de poder almoçar sem presa eu estava de quatro esfregando embaixo de uma das mesas. 

- Que cena maravilhosa - uma voz masculina me assustou e eu quase bati a cabeça. Olhei irritada para a pessoa e não me surpreendi ao ver o moreno de dois dias atrás,Sasuke, sentado em uma mesa atrás de mim. 

Olhei para Karin que ria enquanto terminava sua parte da limpeza em silêncio:

- Suponho que você não tenha chegado agora - disse ao moreno. 

- Estou aqui há tempo suficiente para ver você fazendo movimentos bem interessantes enquanto limpa a sobremesa do chão - rebateu malicioso - não sabe como fez minha imaginação trabalhar. 

- Precisa de orientação até a sala de Kakashi novamente? - ignorei sua última gracinha. Então ele também ignorou minha fala:

- Você não me ligou. 

- E por que eu deveria? - arqueei a sobrancelha. 

- Porque achei que você fosse inteligente - explicou - você só tem a ganhar se aceitar minha proposta. 

- Com que tipo de mulheres você está acostumado? - me levantei finalmente - eu nem te conheço. O que te faz pensar que eu vou ceder a você?

- E o que te faz pensar que não vai? - devolveu desafiador. 

- Vou repetir: A resposta sempre será não. 

- Posso te provar o contrário - afirmou seriamente - eu te dei a opção de dizer sim, mas posso me tornar sua única opção. 

- Vai matar toda a população masculina da face da terra? - debochei. 

Ele se levantou sério e se aproximou tanto que fui obrigada a recuar até bater na mesa atrás de mim, engoli em seco, eu costumava ser atrevida, mas Sasuke sabia ser assustador:

- Eu sei fazer bem pior - avisou- e a maior prejudicada será você. 

- Não é mais fácil procurar uma vadia qualquer se o que você quer é sexo?

- Ah Sakura - sussurrou em meu ouvido - você será a minha vadia. 

A possessividade em sua voz me arrepiou completamente e eu respirei fundo quando ele se afastou e foi embora. Levei um momento para me recuperar e só então perceber o olhar de karin em mim, ela me olhava preocupada e logo se aproximou: 

- Sabe que ele não vai desistir, não é? - observou aflita - não é mais fácil dar o que ele quer? É só uma transa. Conheço Sasuke, ele pode acabar com a sua vida só para conseguir o que quer. 

- Eu me guardei a vida inteira para me entregar por amor - afirmei - não vou ceder ao capricho de um mimado qualquer. 

Ela abriu a boca surpresa: - Você é virgem? 

-Karin, chega desse assunto - pedi cansada - já deu meu horário, preciso buscar a Ayume na casa da Ino. 

-Saky- ela me parou - toma cuidado, ele manda em Tokio. 

- Tudo bem - assenti. 



 

Eu havia acabado de colocar Ayume para dormir e precisava de um chá antes de ir dormir também, meu corpo estava dolorido como na maioria das noites e somente um chá de camomila conseguia me relaxar. Ouvi um barulho na porta de entrada e ignorei pensando ser meu pai, Kizashi  costumava chegar tarde e quase sempre bêbado. Mas não era ele, percebi isso quando chutaram a porta, fazendo-a se abrir com violência. 

Foram três homens que entraram por ela, um deles já com a arma em punho, o que me paralisou: - Cadê o velhote? - ele avançou até mim. 

- Não sei - respondi nervosa; Porque não desconfiei da calmaria na vida do meu pai. 

- Não esconde ele, garota - gritou. 

Os outros dois homens passaram a 'revistar' a casa e eu senti o pânico me dominar ao pensar na minha irmã;

- Por favor, Kizashi não está aqui - disse a ele - minha irmãzinha está dormindo...

- E o que eu tenho com isso? - ele segurou meu rosto com brutalidade e me empurrou contra a parede - seu pai está bem encrencado, gatinha. 

- O que ele fez dessa vez? - perguntei tremendo levemente. 

- Se meteu em uma dívida bem grande - contou. 

- Saky- o grito assustado de Ayume me cortou, um dos homens que revistavam a casa a arrastava pelo braço. 

- Solta ela - avancei em direção a eles, mas o homem a minha frente foi mais rápido e me bateu logo me puxando pelo cabelo, me mantendo contra a parede. 

- Cala a boca - disse próximo a mim - presta atenção: Se o seu pai não arranjar a grana em dois dias uma de vocês duas vai pagar. Avisa aquele velho idiota. 

Senti o gosto do sangue em minha boca, mas me forcei a não chorar, isso só deixaria Ayume ainda mais assustada. Ele me soltou e Ayume correu até mim me abraçando completamente trêmula. 

- Quanto ele deve? - perguntei enfim. 

- 10 mil. 

Logo depois que aqueles homens saíram de nossa casa, eu levei Ayume para a casa de Ino; Sabia que ela conseguiria acalmar minha irmã, coisa que eu não podia fazer estando tão nervosa quanto ela. Meu lábio machucado não doía tanto quanto a certeza que meu pai não conseguiria esse dinheiro;Ayume com certeza era minha prioridade, mas eu não conseguia pensar tendo que fingir para ela que tudo ficaria bem. 

Acabei sentada na calçada em frente a casa de Ino até amanhecer, sem enxergar a solução, nem a luz no fim do túnel. Nem se eu pedisse um adiantamento na lanchonete seria possível pagar essa dívida. Eu não sabia o que fazer. 

"Não se atrase, preciso conversar com você" era uma mensagem de Kakashi, suspirei exausta de tanto pensar e chorar e me levantei, precisava do meu uniforme para ir trabalhar. 

Ao chegar na lanchonete Karin me orientou a ir direto para a sala da gerência, ela parecia extremamente infeliz ao falar. Não deixei Kakashi esperando, meu chefe era jovem e bastante gentil, então estranhei seu sorriso quase falso. 

- Sente-se, Sakura - pediu. 

- Esta tudo bem,Kakashi?

- Está machucada? - se referiu a minha boca. 

- Isso não foi nada - desviei o assunto - sobre o que queria falar?

- Sakura - disse baixando o olhar - eu sinto muito pelo o que eu vou te falar; Mas vou precisar cortar um funcionário da folha de pagamento e como você é a mais nova aqui... Bom, eu vou precisar te demitir.


Notas Finais


Espero que gostem <3


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