História A Safe Haven Jikook - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Nikki931

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Kookmin, Namjin, Taehuyng, Yoonmin
Visualizações 27
Palavras 2.991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi Oi!
Mais um capítulo fresquinho pra vocês!
Esperamos que gostem ❤️
- Nikki

Capítulo 2 - New Neighbor


Fanfic / Fanfiction A Safe Haven Jikook - Capítulo 2 - New Neighbor


NA MANHÃ SEGUINTE, Jimin foi até a varanda da sua casa com uma xícara de café, sentindo as tábuas do piso rangerem sob seus pés, e se apoiou contra o parapeito. Lírios haviam brotado em meio à grama alta que cobria um canteiro de flores, e ele levantou a xícara, apreciando o aroma enquanto tomava um gole. Ele gostava deste lugar.Chungnam Era diferente de Seul, de Busan e também de Daegu, com seus sons incessantes de trânsito, os odores e as pessoas correndo pelas calçadas e isso lhe agradava. Além disso, era a primeira vez em sua vida que encontrara um lugar para chamar de seu. A casa não era grande, mas era sua e discreta, e isso bastava.

Era uma de duas estruturas idênticas localizadas no fim de uma ruela -em forma de moeda- de cascalhos, antigas cabanas usadas por caçadores com paredes de madeira construídas entre um grupo de pinheiros e carvalhos, compondo a orla de uma floresta que se estendia até o litoral. A sala e a cozinha eram pequenas e o quarto não tinha armários embutidos, mas a casa já era mobiliada, incluindo cadeiras de balanço na varanda, o aluguel até que era barato. O lugar não estava caindo aos pedaços, mas estava coberto pela poeira devido aos vários anos em que permanecera fechado. O proprietário se ofereceu para comprar os produtos de limpeza e manutenção se Jimin se oferecesse para dar um jeito na casa. Desde que se mudara para lá, Jimin passava uma boa parte do seu tempo livre ajoelhado no chão ou em pé sobre cadeiras fazendo exatamente isso. Ele esfregou os azulejos e as louças do banheiro até que tudo estivesse brilhando; lavou o teto com um pano úmido e limpou as janelas com vinagre. Jimin passou horas ajoelhado na cozinha, tentando remover a ferrugem e a sujeira acumuladas no piso de linóleo. Ele cobriu os buracos na parede com massa corrida e depois lixou tudo até que a superfície estivesse lisa. Chegou até mesmo a pintar as paredes da cozinha em um tom alegre de amarelo e os armários com tinta branca brilhante. Seu quarto agora tinha paredes em tom azul-claro, a sala de estar era bege e, na semana passada, ele havia colocado uma nova capa sobre o sofá que fez com que ele parecesse ser novo em folha. Depois de completar a maior parte do trabalho, Jimin gostava de se sentar na varanda da casa durante as tardes e ler os livros que pegava emprestado na biblioteca. Além do café, a leitura era o único luxo a que ela se permitia, já que não tinha televisão, rádio, telefone, celular, micro-ondas, carro, e todos os seus pertences cabiam em uma única mala. Já contava 25 anos e não tinha amigos e havia deixado de ser um homem loiro há algum tempo.

Ele tinha se mudado para aquele lugar sem praticamente nada e, alguns meses depois, ainda tinha pouco. Ele guardava metade das gorjetas que ganhava e todas as noites dobrava o dinheiro e o punha em uma lata de café, que deixava escondida sob uma tábua do piso perto da varanda. O dinheiro ficava guardado para emergências e ele

preferia passar fome a ter que usá-lo. Simplesmente saber que a lata estava ali fazia com que conseguisse respirar um pouco mais aliviado, pois o passado sempre estava à espreita e poderia retornar a qualquer momento. Um passado que cruzava o mundo procurando

por ele, e ele sabia que sua fúria crescia a cada dia que passava.

— Bom dia. Você deve ser Jimin— chamou uma voz, interrompendo seus pensamentos.

Jimin se virou. Na varanda da casa ao lado viu um homem com uma cabeleira castanha despenteada, acenando com a mão e com um sorriso no rosto. Ele parecia ter uns 29 anos e usava uma calça jeans, com uma blusa de botões que tinha as mangas arregaçadas até os cotovelos. Um par de óculos de sol que repousava sobre os fios bagunçados do cabelo dele. Nas mãos, ele tinha um pequeno tapete e parecia estar debatendo consigo mesmo se devia estendê-lo para tirar o pó antes de finalmente deixá-lo de lado e vir até onde Jimin estava. Ele andava com a energia e a tranquilidade de alguém que estava acostumado a

se exercitar.

— Kim namjoon me disse que seríamos vizinhos. - Silabou olhando Jimin com curiosidade

“O dono das casas”, pensou Jimin. — Eu não sabia que outra pessoa viria morar aqui.

— Acho que ele também não sabia. Ele quase caiu da cadeira quando eu lhe disse que ficaria com a casa. - comentou sorrindo ladino

Naquele momento, ele já havia chegado à varanda de Jimin, e estendeu a mão. — Meus amigos me chamam de Tae.

— É um prazer — disse Jimin, cumprimentando-o.

— Dá para acreditar nesse tempo? Está perfeito, não acha?

— A manhã está uma beleza — concordou Jimin, apoiando o peso do corpo na outra perna. — Quando você se mudou? - Puxou conversa com o acastanhado.

— Ontem à tarde. E, por ironia do destino, passei quase a noite toda espirrando. Acho que Namjoon juntou toda a poeira que conseguiu encontrar e a guardou na minha casa. Você não acreditaria na sujeira que existe lá dentro. - Falou apontando com o dedão para sua casa.

Jimin apontou para a porta da sua própria casa com um movimento da cabeça. — Esta casa estava do mesmo jeito.- comentou rindo.

— Não parece. Desculpe-me, mas não consegui evitar em dar uma olhada pelas suas janelas quando eu estava na minha cozinha. A sua casa é clara e alegre. Por outro lado, o lugar que eu aluguei é uma masmorra empoeirada e cheia de aranhas.- comentou brincalhão.

— O Namjoon me deixou pintá-la.

— Tenho certeza de que deixou. Desde que eu faça todo o serviço, eu aposto que o Namjoon me deixará pintar a casa também. O imóvel dele fica limpo e bonito e eu acabo fazendo todo o trabalho —disse ele, com um sorriso torto. — Faz tempo que você mora aqui?

Jimin cruzou os braços, sentindo o Sol da manhã lhe aquecer o rosto. — Há quase dois meses.

— Não sei se vou aguentar tanto tempo. Se eu continuar espirrando como na noite passada, minha cabeça provavelmente vai explodir. - Disse fazendo uma careta engraçada.  

Tae pegou seus óculos escuros e começou a limpar as lentes com o

tecido da camisa. — E o que está achando de Chungnam? É um mundo totalmente diferente, não é?

— Como assim? - Jimin perguntou com uma careta confusa

— Você não parece ser daqui. Imagino que seja de algum lugar ao norte. - Falou convicto, e

depois de alguns segundos, Jimin fez que sim com a cabeça.

— Foi o que pensei. Demora um pouco para as pessoas se acostumarem com Chungnam . Sempre gostei muito daqui. Tenho um lugar especial no meu coração para as cidades pequenas. - Falou olhando o chão com o rosto sereno.

— Você nasceu aqui? - Perguntou curioso.

— Cresci aqui, depois saí e voltei após um bom tempo. É assim que sempre acontece, não é? Além disso, é difícil achar lugares empoeirados como minha casa em outras cidades.- Falou e Jimin sorriu. Por um momento, nenhum dos dois disse qualquer palavra. Tae parecia contente em ficar diante dele, esperando pelo próximo movimento. Jimin tomou um gole do seu café, olhando em direção às árvores, e se lembrou da boa educação que

recebeu.

— Aceita uma xícara de café? Acabei de fazer.- Perguntou com um sorriso gentil, o que fez Tae o retribuir sincero.

Tae voltou a colocar os óculos de sol sobre a cabeça, prendendo-os

entre os cabelos. — Sabe, eu estava esperando que você dissesse isso. Eu adoraria tomar uma xícara de café. Todas as coisas da minha cozinha ainda estão encaixotadas e meu carro está na oficina. Você faz ideia do quanto é difícil passar o dia inteiro sem cafeína? - Disse num tom brincalhão e uma falsa cara de incredulidade

— É, eu imagino como deve ser. - jimin disse no mesmo tom e soltando um riso nasal.

— Bem, para que você saiba, eu sou um verdadeiro viciado em café. Especialmente em dias como hoje, em que preciso desembalar minha mobília e minhas coisas. Já mencionei que detesto desencaixotar? - Falou ainda com falsa indignação

— Acho que não. - Jimin respondeu risonho, ele achara o outro bastante divertido e maluquinho.

— Olha, provavelmente é a pior coisa que existe. Tentar descobrir onde colocar cada coisa, bater os joelhos enquanto anda entre a mobília e as caixas... Mas não se preocupe, eu não sou o tipo de vizinho que pede ajuda para organizar a casa. Por outro lado, uma xícara de café... - Continuou com sua atuação fazendo Jimin rir.

— Entre — disse Jimin pando o riso e convidando-o. — Só não repare na mobília. Quase tudo já estava aqui quando eu cheguei.

Depois de atravessar a cozinha com o viznho prestando atenção em cada canto da sua casa em que passava, Jimin tirou uma xícara do armário e a encheu até a borda. Ele o entregou para Tae. — Lamento,mas não tenho chantilly, nem açúcar.

— Não é necessário — disse Tae, pegando a xícara. Ele soprou o café antes de tomar um gole. — Bem... a partir de agora, você é oficialmente meu melhor amigo no mundo inteiro. Este café está delicioso! - Disse alto, arregalando os olhos, aparecendo realmente ter gostado.

— Fico feliz que tenha gostado. - Jimin disse sorrindo sincero.

— Namjoon disse que você trabalha no Ivan’s.

— Sou um dos garçons.

— Mark Grandão ainda trabalha lá?

Quando Jimin fez que sim com a cabeça, Tae prosseguiu: — Ele está lá desde quando eu ainda estava no ensino médio. Mark ainda coloca apelidos carinhosos em todo mundo? - Perguntou sorrindo de lado, caçoando do jeito do amigo.

— Sim — Disse Jimin, simples, porém rindo por dentro por estar lembrando de como o outro age.

— E Min- Ah? Ela ainda comenta quando acha que algum dos clientes é bonito?

— Todos os dias. - respondeu revirando os olhos, realmente não se agradava muito do jeito da garota.

— Tae riu da reação do outro ao mencionar a outra também ruiva - E Jin? Ele ainda passa cantadas nos novos garçons?- Perguntou rindo um pouco alto, o moreno era uma figura!.

Quando Jimin assentiu novamente, Tae riu. — Aquele lugar não muda nunca.

— Você trabalhou lá? - Perguntou pois  o outro parecia saber de mais do local e dos funcionários de lá

— Não, mas Chungnam é uma cidade pequena e o Ivan’s é a única instituição aqui. Além disso, quanto mais tempo você mora neste lugar, mais compreende que aqui não existem segredos. Todos sabem da vida de todos e algumas pessoas... como Min- Ah por exemplo...transformaram a fofoca em uma forma de arte. Antigamente, isso me

deixava louco da vida. É claro, metade das pessoas que moram aqui é igualzinha a ela. Não há muito para fazer em Chungnam além de fofocar sobre a vida dos outros.

— Mas você voltou. - Retrucou

Tae deu de ombros. — Sim, voltei. O que posso dizer? Talvez eu goste de gente louca.

Ele tomou outro gole do café e apontou para a janela. — Sabe,mesmo antes de eu sair da cidade, nem sabia que estas casas existiam.

— O dono delas disse que eram cabanas de caça. Eram parte de uma fazenda até que ele as transformou em casas de aluguel.

Tae balançou a cabeça. — Não consigo acreditar que você se mudou para cá.

— Mas você também se mudou para cá — argumentou Jimin.

— Sim, mas a única razão pela qual considerei este lugar foi porque eu sabia que não seria o único homem morando no fim de uma rua de cascalhos, no meio do fim do mundo. Este lugar é meio isolado.

-“É exatamente por isso que eu quis viver aqui”, pensou Jimin consigo mesmo. — Não é tão ruim. Acho que já me acostumei.

— Espero conseguir me acostumar também — disse Tae, soprando

seu café para esfriá-lo. — E então, o que a trouxe a Chungnam? Tenho certeza de que não foi a possibilidade de uma carreira de sucesso no Ivan’s. Você tem família aqui? Pais? Irmãos ou irmãs?

— Não — disse Jimin. — Apenas eu mesmo. - respondeu olhando pra seu café desconfortável com o assunto em que o outro entrara.

— Veio por causa de um namorado? - Insistiu.

— Não. - respondeu ainda olhando o café, e agora mexendo na asa da xícara com o indicador.

— Então você simplesmente... se mudou para cá? -continuou com o interrogatório, buscando os olhos de Jimin.

— Sim. - Respondeu finalmente o olhando, tentando parecer menos desconfortável com as perguntas do outro.

— E por que você quis fazer isso? - Questionou o olhando curioso, intrigado com as respostas curtas de ‘não’s e sim’s’  não percebendo o incômodo do outro com o assunto.

Jimin não respondeu. Eram as mesmas perguntas que Ivan, Min- Ah e Jin haviam feito. Ele sabia que não tinnham  outros motivos ou intenções por trás daquelas perguntas, apenas uma curiosidade natural. Mesmo assim, ele nunca soube direito o que responder, além da verdade.

— Eu queria um lugar onde pudesse recomeçar a vida. -  Resolveu responder o outro, de forma simples, afinal, não era mentira certo?

Tae tomou outro gole do café, aparentemente ponderando a resposta dele. Mas, para a surpresa de Jimin, não continuou a fazer perguntas. Simplesmente fez que sim com a cabeça, o deixando um pouco aliviado.

— Isso faz bastante sentido. Às vezes, começar de novo é exatamente o que uma pessoa precisa. E eu acho que é algo admirável. Muitas pessoas não têm a coragem necessária para fazer algo assim. - Respondeu com a xícara perto da boca, olhando pra Jimin compreensível.

— Você acha?- Respondeu surpreso com outro.

— Eu tenho certeza — disse ele. — E então, que planos você tem para hoje? O que vai fazer enquanto eu estiver bufando e reclamando da vida, desembalando minhas coisas e limpando tudo até que minhas mãos estejam em carne viva? - Disse mudando de assunto fazendo um pouco de drama para o outro com humor na voz.

— Tenho que trabalhar mais tarde. Mas, fora isso, poucas coisas. Preciso ir ao supermercado e comprar algumas coisas. - Disse Jimin listando as poucas coisas que tinha para fazer com pouco humor na voz, afinal sua vida era monótona e sem graça, não tinha muito  que fazer.

— Você vai ao Fisher’s ou a algum outro lugar na cidade? - Perguntou colocado a Xícara no pirex, estava intrigado, outro parecia tão indiferente com essas coisas.

— Acho que só ao Fisher’s. - Responde simples,

— Já conversou com o dono do lugar? Aquele homem de cabelos grisalhos?

Jimin fez que sim com a cabeça. — Uma ou duas vezes.

Tae terminou de tomar seu café e colocou a xícara na pia antes de

soltar um suspiro. — Certo, certo — disse ele, sem muito entusiasmo.

— Chega de enrolar. Se eu não começar agora, nunca vou terminar de arrumar minha casa. Deseje-me sorte. - falou formando um risco com os lábios.

— Boa sorte. - Disse achando graça do drama do outro. O levou até a porta e deu um breve aceno. — Foi ótimo conhecê-lo, Jimin. - Jimin disse e Tae um lançou um sorriso e uma piscadela andando até seu carro.



Olhando pela janela da cozinha, Jimin viu Tae sacudir o tapete que havia deixado de lado anteriormente. Ele parecia ser bem amistoso, e divertido, mas Jimin não sabia se estava preparado para ter um vizinho. Embora fosse bom ter alguém com quem pudesse conversar de vez em quando, ele se acostumou a ficar sozinho.

Mesmo assim, sabia que viver em uma cidade pequena significava que seu isolamento auto-imposto não duraria para sempre. Ele tinha que sair para trabalhar, fazer compras e andar pela cidade; alguns dos clientes do restaurante já o reconheciam. Além disso, ele tinha que admitir que havia gostado de conversar com Tae. Por algum motivo, ele sentia que Tae tinha algo além daquilo que deixava transparecer. Algo que o tornava digno de confiança, mesmo que não pudesse explicar o que era. Ele também era um homem solteiro e aquilo era definitivamente um ponto positivo a seu favor.

De volta à pia, levou as xícaras de café e depois as colocou no armário. Como aquele ato lhe era muito familiar — guardar duas xícaras após o café, pela manhã —, por um instante se sentiu dominado pela vida que deixara para trás. Suas mãos começaram a tremer. Forçando uma contra a outra, respirou fundo algumas vezes, até conseguir se acalmar. Há dois meses, não seria capaz de fazer isso. Mesmo há duas semanas, havia pouco o que ele pudesse fazer para impedir aqueles tremores involuntários. Embora Jimin estivesse feliz em conseguir evitar que os ataques de ansiedade o dominassem,também significava que ele estava se sentindo confortável aqui, e isso o assustava. Afinal, sentir-se confortável significava que ele poderia estar abaixando suas defesas, o que era algo que ele nunca poderia deixar acontecer.

Mesmo assim, Jimin estava satisfeito por ter vindo parar em Chungnam. Era uma pequena cidade com alguns milhares de habitantes, bem no ponto onde

ele se encontrava com a hidrovia intralitorânea. Era um lugar com calçadas, árvores frondosas e flores que brotavam do solo arenoso.

Musgos pendiam dos galhos e trepadeiras se enrolavam nos troncos

encarquilhados das árvores. Ele havia observado crianças andando de bicicleta e jogando futebol pelas ruas, e ficou maravilhado com o número de igrejas que havia na cidade. Praticamente uma em cada esquina. Grilos e rãs cantavam ao cair da tarde, e mais uma vez ele pensava em como aquela cidade parecia ser o lugar certo para ele, pois, desde o começo, ele a fazia o sentir seguro, prometendo-lhe ser

um santuário.

Jimin calçou um par de tênis All Star velho. As gavetas da cômoda estavam quase vazias e praticamente não havia comida na cozinha, mas, ao sair de casa e encarar o Sol que brilhava do lado de fora enquanto caminhava para o supermercado, ele pensou: “Esta é minha casa”. Respirando fundo, sentindo o perfume dos jacintos e de

grama recém-cortada no ar, ele sabia que não era tão feliz assim há anos.


Notas Finais


Yay!
O capítulo é um pouco grande, espero que não tenha ficado cansativo :3
Então se vcs quiserem eu posto mais um hoje, falem o que acham 🤗


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...