História A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Adultério, Amor, Bangtan Boys, Bts, Drama, Genro, Jimin, Romance, Sexo, Sogra, Sweetpandax
Visualizações 572
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, meus anjos. Como vocês estão?

Boa leitura ♥

Capítulo 5 - Acertando as contas


Fanfic / Fanfiction A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 5 - Acertando as contas

Tento sair devagar, sem pressa e sem fazer barulho algum, tudo o que eu menos queria era chamar atenção. Tiro minha cabeça lentamente de dentro da cozinha e olho uma última vez para aquilo.

 

Eu vou enlouquecer.

 

Dou passos cegos para trás tentando não fazer barulho e tentando acalmar meus batimentos cardíacos.

 

Mas parece que a vida nunca colabora comigo uma única vez, o maldito vaso de uma plantinha que ficava em uma mesinha no corredor - próximo a cozinha -, foi com tudo ao chão se despedaçando.

 

Fecho os olhos com força e respiro fundo, saio apressada e o mais rápido possível, caso contrário, acabaria surtando.

 

No entanto, um caco de vidro do vaso que havia sido quebrado, entrou fundo em meu pé, me fazendo cair no chão e gritar de dor.

 

Ouço passos se aproximando e ainda assim tento me afastar ao máximo, mesmo não sendo útil. Continuo me arrastando para longe, porém, Jimin e Jihyo aparecem – já vestidos – , onde eu estava, me olhando assustados.

 

– Meu Deus. – Jihyo encara meu pé assustada, e eu não quero nem olhar para ver a situação.

 

– Isso está muito fundo, melhor irmos ao hospital. – Jimin pega delicadamente meu pé o analisando e declara.

 

– Que barulho foi esse? – Namjoon ver a cena, arregala os olhos e se afasta de imediato. Ele detesta ver sangue. – Como isso aconteceu?

 

– Eu esbarrei em um vasinho de planta, desculpa. – Respiro fundo e mordo os lábios com força para amenizar a dor.

 

– Vem, vamos.

 

Sou carregada no colo por Jimin até o carro, enquanto Jihyo e Namjoon vinham logo atrás. Sabia que essa viagem não daria certo.

 

Odeio dar trabalho para as pessoas.

 

– A senhorita irá ficar bem, só evite andar e ficará boa em breve. – Declarou o médico.

 

Peguei a receita do medicamento que deveria tomar para a dor, e fui empurrada na cadeira de rodas até o carro. Só havia levado alguns pontos, e logo já estaria ótima novamente.

 

– Obrigada, Jimin. – Agradeço baixinho.

 

– Não precisa me agradecer, o que importa é você ficar bem. – Sorri docemente, fazendo seus olhinhos se fecharem.

 

 

(...)

 

 

– Você ainda não me disse como machucou seu pé. – Namjoonie ainda teimava em querer saber.

 

– Disse sim, eu esbarrei no vaso de plantas.

 

– Mentirosa. – semicerra os olhos – Está mentindo, S/N! Me conta logo o que aconteceu, sei que têm mais coisas.

 

Droga, desde quando ele me conhece tão bem assim?

 

– Ok, está bem. – me rendo e suspiro alto – Eu vi a Jihyo chupando o Jimin. – digo rápido o bastante para ele não entender, mas falho.

 

– Uau. – Namjoon apenas ri. Ri como se o mundo fosse acabar.

 

Arqueio a sobrancelha, o encarando confusa.

 

Não sei o que tem de engraçado nisso.

 

– Do que você está achando tanta graça, espertinho?

 

– Você. – ele fica sério por dois segundos, antes de voltar a se acabar de rir novamente.

 

Idiota.

 

 

(...)

 

 

– Como você está? – olho assustada para a pessoa.

 

– Estou bem, só detesto me sentir incapaz de fazer algo. – respondo, soltando um suspiro.

 

– Sei como é.

 

O silêncio se instala na sala por vários minutos, antes de sua voz preencher novamente o ambiente.

 

– Obrigada.

 

Franzo o cenho e a olho confusa.

 

– Pelo o quê?

 

– Obrigada por me permitir namorar o Jimin. Nunca te agradeci por isso, e nem por nada que você tenha feito por mim, mas agora estou te agradecendo por tudo. Muito obrigada, S/N.

 

Meus olhos ardem e luto contra a vontade de liberar minhas lágrimas, respiro fundo e solto um sorriso sincero para a mesma.

 

– Você é minha filha independente de tudo, só fiz minha obrigação como mãe.

– Não fez não, você teve escolhas S/N. Poderia ter simplesmente me despachado quando passei a te tratar feito lixo, mas não, você é boa demais para isso.

 

– Querida, você é minha filha. Jamais teria feito algo que fosse te machucar e nem irei, meu anjo. – Dou um beijinho em sua testa.

 

Ela respira fundo e sorri fraco, antes de se levantar e ir ao encontro do moreno.

 

– Olha o que eu trouxe para o meu neném.

 

Arqueio a sobrancelha com sua voz exageradamente fina.

 

– O quê?

 

– Sorvete de morango para o meu moranguinho. – Nam aperta meu nariz.

 

– O que seria de mim sem você?

 

– Nada, querida. – Sorri e me dá o sorvete na boca.

 

 

(...)

 

 

– Vou sentir falta deste lugar.

 

Namjoon não queria ir embora, na verdade, ninguém queria. Esse lugar me trouxe uma calma inexplicável, apesar dos incidentes.

 

A viagem de volta para casa pareceu durar menos do que para ir, claro, eu dormi praticamente o caminho inteiro. Só acordei com um ser inquieto me chamando e dizendo que já estávamos chegando em casa.

 

– Tem certeza de que irá fazer isso?

 

– Absoluta.

 

– E se você não conseguir?

 

– Eu irei conseguir. – Sorrio – Calma, não precisa se preocupar. Tudo irá dar certo. – tento acalmar o Kim.

 

 

(...)

 

 

Cheguei ao prédio recebendo alguns olhares nada discretos, deviam estar se perguntando o que eu estava fazendo ali. Ou simplesmente sobre o meu pé, eu havia enfaixado ele e estava andando com o auxílio de muletas.

 

– Quero falar com o Senhor SeokJin. – peço educadamente para a recepcionista que me olha com desdém.

 

– Ele não irá poder atende-la. – responde mascando seu chiclete e volta a encarar a tela em sua frente.

 

– Não interessa, eu só sairei daqui quando falar com ele. – insisto.

 

Estava quase mandando ela ir pastar, no entanto, um anjo enviado pelos céus – vulgo Jung Hoseok –, apareceu sorridente.

 

– Florzinha, que saudades. – recebo um abraço apertado – O que faz aqui? O que houve com seu pé?

 

– Vim falar com o SeokJin.

 

– Algo me diz que ele não irá querer te ver.

 

– Não quero saber. Eu preciso do meu emprego de volta. – suplico com o olhar.

 

– Sobre isso... O chefe fez algumas entrevistas para ocupar o seu cargo, e...-

 

- Fala logo, Hobi.

 

– Eu fiz essa entrevista para subir de cargo e pegar a vaga de secretário do chefe. – sorri amarelo.

 

– Seu idiota traidor! Como pôde fazer isso comigo?

 

– Você nem estava mais aqui, e eu tenho contas para pagar.

 

Depois de quase meia hora discutindo com o Oppa, ele distraiu a recepcionista mascadora de chicletes, e eu me apressei em ir pegar o elevador. Nem morta subiria de escadas.

 

Invado a sala e encaro seriamente o homem em minha frente.

 

– Precisamos conversar.


Notas Finais


Os capítulos estão bem sem graça. Mas a partir do próximo as coisas ficarão estranhas entre o Jimin e a S/N.

Minha fic com o Taehyung:
https://spiritfanfics.com/historia/amor-perigoso-imagine-kim-taehyung--bts-10353262


Minha OS com o Nam:
https://spiritfanfics.com/historia/proibido-para-criancas--kim-namjoon-oneshot-10301801


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