História Afire Love - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Senhora Shermansky
Tags Casnath, Kenale, Lysmin, Yaoi
Visualizações 233
Palavras 2.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helloooooooou! (>o<)

Muita informação nesse capítulo. E prontos para sentir raiva? Porque é assim, quando 'tá tudo bem, algum abençoado estraga alguma coisa, e não é em relação à Casnath... ~

Apenas 13 favoritos para 200. Não pensava que chegaria tão longe... Eu 'tô feliz para um caralho! \o/

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Ready? Fight!

Capítulo 31 - Capítulo 31


As madeixas ruivas pinicavam a sua própria pele, espalhando-se por sua face; todavia, o clima encontrava-se tão ameno e relaxante, tanto que apenas queria olhar o semblante adormecido do outro, sem mover sequer um músculo. Não era de se sentir dessa maneira de manhã, nem em qualquer período do dia, contudo, sabe a sensação de olhar para seu amor e sentir que sua alma está em casa? Aquela paz interior, aquela calmaria única, a qual não fazia parte de si. Tais apareciam quando estava assim com Nathaniel, e como isso era malditamente meloso. E ainda mais meloso considerando que talvez esse seu humor se devia ao que fizeram antes.

No entanto, pouco se importava.

Era tremendamente acolhedor sentir aquele sentimento. Sentia-se em casa, no abraço mais quente em meio ao inverno, o qual predominava em sua vida. Era frio ser largado na solidão, encarando apenas as paredes, ou vendo outras vidas indo e vindo com parceiras. Contudo, Nathaniel apareceu, mudando suas estações, indo para somente o verão, pois sentia-se tão quente por dentro, mesmo quando estava longe do namorado, afinal, sabia que ele voltaria para si, mesmo que fosse idiota e babaca ao extremo. Aliás, tentava mudar esse seu lado pelo outro, mas ninguém muda completamente, afinal. Castiel era o bom e velho Castiel, que não perdia sua oportunidade de xingar o representante.

Como amava aquele idiota...

Deu um sorriso torto, daqueles quais Castiel nunca daria de manhã. Esbarrou a mão no braço alheio, a fim de o acordar, e balançou-a brutalmente. Assistiu os olhos dourados abrirem aos poucos, aturdidos, pela maneira brutal que o acordou. 

– Não precisa ser bruto... – Disse de maneira manhosa, por estar sonolento – Você podia ser mais carinhoso. – Assim, encostou a cabeça no peito alheio, com os braços circundando a cintura larga.

– Carinhoso? Desconheço. – Sorriu sacana, enquanto abaixava quietamente o lençol que cobria o corpo do loiro. Logo achou várias marcas espalhadas na pele antes leitosa, agora meio avermelhada; as mordidas eram poucas se comparadas com os chupões e os arranhões, sendo estes últimos em maior quantidade. 

– Está ardendo... – O representante reclamou baixinho, descendo o olhar para baixo aos poucos, para saber sobre o que fazia as laterais de seu abdomen arder.

Arregalou os olhos, assustado com as linhas vermelhas em sua pele, também com os arroxeados. Logo sentiu toda sua sonolência se ir. Levantou o olhar para o falso ruivo, que também olhava, ainda que soubesse do sermão que receberia.

– Você me deixou todo marcado! Eu estou horroroso, Castiel. Como você quer que eu vista algo assim? Esse caralho de arranhão arde demais! – Deixou um tapa forte no peito do ruivo, que segurava sua risada diante do outro. Se risse, sob um representante irado, morreria bem cedo.

– Passa uma pomada. – Com toda a sua indiferença, respondeu, ainda com o gesto de "dar de ombros". A verdade era que estava mesmo se controlando para não zombar ou gargalhar do aquariano.

– Uma pomada, é? – Nathaniel pôs os dedos sobre a testa, buscando por sua paciência que sumira. Por que estava se sentindo tão estressado? – Sabe, não vai adiantar discutir com você. – Concluiu, e tentou se levantar da cama, para assim se arrumar para ir à escola, enfim. Sentiu uma pontada no quadril quando levantou.

Quase tombou no chão.

– Eu te odeio, Castiel. – Murmurou, se apoiando nas paredes, mancando, até o banheiro, onde se trancou por tempos.

O rebelde finalmente pôde gargalhar, enquanto se levantava da cama, pondo os seus cabelos arrumados num meio-rabo, deixando alguns fios soltos. Nathaniel era diferente de qualquer outro, de fato. Não existia — até onde sabia — ninguém que ficasse estressado após o sexo, afinal, o próprio sexo retirava o estresse. Bem, ele deveria valorizar bastante sua pele, para reclamar dessa maneira sobre algo que era e seria bem natural. Suspirou, tirando os restos de risada dos lábios. Por que o loiro era tão complicado para si, enfim?

– Estou pensando seriamente se eu vou fazer isso outra vez. – O loiro saiu do banheiro, já com sua roupas certinhas e bem arrumadas, bem como corriqueiro.

– Para de frescura, representante. – Revirou os olhos, olhando ao outro por rabo de olho – Parece que eu te fodi de jeito, para estar assim. – O outro avançou em si, o estapeando – Vamos com calma, loirinho. Isso é normal na primeira vez, eu tenho certeza que depois não dói mais.

– Você tem certeza? – A face corou, o que fez o semblante ir de irritadiço para inseguro e manhoso – É que eu sinto que não vou conseguir sentar mais. – Castiel riu do outro, e fez uma nota mental: Nathaniel fica manhoso após transar.

– Tenho certeza sim. – Bagunçou os fios alinhados, sorrindo – Agora espera lá embaixo, porque vou trocar de roupa.

Assentiu, descendo rapidamente as escadas, logo lembrando-se da gatinha a qual achara na rua. Correu os olhos pela sala de estar, debaixo da mesa, depois na sala, e nenhum sinal da pequena. Logo a sua mente lembrou do cachorro do ruivo, e sobre o que ele poderia ter feito com a sua gatinha; mas, Dragon era só tamanho, sendo um cachorro brincalhão e doce.

– Dragon! – Chamou o animal, que correu animadamente para cima de si – Você viu a Branca? Eu estou pro- – Soltou um suspiro, rindo de si. Estava mesmo pedindo informações para um cachorro?

– Nathaniel agora também fala com cachorros? – Sentiu um chute fraco na perna, e olhou feio para o dono do pé, que tinha um sorriso zombeteiro – Sabe, eu só acho que ele não vai responder você.

– Você jura? Pensava que ele iria me responder. – Ironizou, acariciando o pelo do cachorro, que encostava a cabeça em sua perna, pedindo carinho – Castiel, eu acho que a Branca fugiu. – Fechou o seu sorriso irônico, agora meio decepcionado.

– O que eu tenho a ver com isso? – Recebeu um olhar mortífero – Ah, qual é, deixa essa praga para lá. – Deu de ombro, catando a mochila no canto da sala.

– Ela não é uma praga, e você disse que nós dois poderíamos ficar aqui, pois então o senhor vai me ajudar a procurar e trazer ela de volta. – Cruzou os braços, e deu um tapinha no ombro do Castiel – E você é o meu namorado, deve me ajudar.

– Isso não tem nada a ver, cara. – A expressão do ruivo mudou para irritada, e a do loiro para entristecida. Tirou o olhar do outro, bufando – Vai se foder, idiota! O que eu vou fazer para te ajudar? Imprimir cartazes e colar nos postes? – Ironizou.

– Vai me ajudar? – Os olhos quase brilharam, e um sorriso se alargou – Você é bem prestável quando quer, mesmo que ainda sendo esse bruto. – Selou os lábios rapidamente com os do ruivo – Vamos?

Maldito representante. Praticamente o tinha em suas mãos, apenas com um simples olhar ou palavra. Castiel nunca fora assim com ninguém, fazendo suas vontades por nada; mas com Nathaniel tudo era diferente e novo, (in)felizmente.

– Eu te odeio, representante.

[...]


De minuto a minuto, o aquariano via-se perturbado pelos sons estranhos que o ruivo fazia com os dentes, ou os dedos, que batucavam a mesa. Estava tentando se concentrar nos boletins, os quais ele deveria organizar em ordem alfabética e por turma, contudo, o outro deixava seus neurônios desesperados. Prezava muito o silêncio quando tinha deveres como esse, isto é, sua preferência era ficar sozinho, mas o outro insistiu em ficar com ele ali.

– Você pode parar com isso? – Seu semblante era sério, porém o outro sorriu sacana, não o levando a sério. Normal.

– Estou entediado, Nath. – Lambeu o lábio inferior, prendendo a atenção dos olhos dourados ali – Você podia deixar os seus papéis de lado e vir aqui... – Sugeriu malicioso, encarando o representante.

– Ao contrário de você, eu tenho as minhas responsabilidades. – Colocou os dedos sobre a testa, e por sorte, achando o boletim de Castiel em meio aos outros.

– Filho da puta. – Colocou os pés na mesa, tateando os bolsos. De repente, os velhos costumes quiseram voltar, e sentiu falta do gosto da nicotina em sua boca.

– Aliás, você deveria estar na aula, não aqui enchendo meu saco. – Tirou os pés do maior da mesa, delicado, pois não conseguia ser bruto com o outro, bem, na maioria das vezes – Seu boletim não está nem um pouco bom para isso. – Sorriu diabólico, e abriu o boletim, se deparando com muitas notas vermelhas – É mais do que eu pensava, Castiel. Sério, você não consegue prestar atenção ou o quê?

– Que feio, representante, abrindo o boletim dos outros. – Apertou os olhos – Eu consigo prestar atenção, mas dormir é bem mais atraente. – Desviou o olhar do mais velho – E não faria diferença se eu passasse ou não de ano. Ninguém iria se importar com isso, nem mesmo eu. Sabe, sempre eu que tenho que ficar bem por mim mesmo, eu canso disso. Queria um dia chegar em casa, e ter alguém para falar que tirei notas boas, ver que alguém fica feliz por isso, mas nunca tive, Nath.

Entendia o outro. Seus pais também nunca ficavam felizes por sua nota, podia ser a máxima, porém eles sempre diziam que ele deveria tirar mais. Castiel nunca se abriu dessa maneira consigo, o que o deixou até feliz, mesmo que o assunto não fosse um dos melhores; porém, era bom ver que ele confiava em si para dizer sobre sua vida. E aliás, era raro ver ele em um assunto tão sério. Sorriu de lado, e se levantou, sentando ao lado do ruivo, que o olhava curioso. Poderia não ser alguém da sua família, mas agora Castiel tinha um alguém que ficaria contente com suas notas, e sorriria com ele sempre que seu humor permitisse. Apenas queria o bem do namorado, e faria esse bem para ele.

– Você me tem, agora. – Passou as mãos nos fios vermelhos – Você não tem noção do quanto eu ficaria feliz com você chegando com uma nota boa em casa, e sorrindo para mim. Eu valorizo isso. Você fica tão bonito quando sorrindo. – Deixou os dedos no lábio do outro, o qual estava se forçando a não entortar num sorriso.

– Você é um idiota. – Escondeu o rosto entre as mãos, assim que corou.

– Não é uma novidade. – Revirou os olhos, sorrindo largo – Vamos lá, eu vou propôr uma coisa: eu te ajudo com seus estudos, o que era meu objetivo desde o início, mas eu esqueci. – Fez uma careta, o que fez o outro, que o olhava entre os dedos, rir baixinho – E você vai chegar em casa dizendo que passou de ano, rindo, e vamos transar como comemoração. – E a cereja do bolo foi posta, o que até fez o leonino tirar as mãos do rosto, malicioso.

– Agora que eu passo de ano. – O dourado fez um rosto entediado; até diria alguma coisa sobre isso, mas teve os lábios ocupados pelos outros, gentis.

Entreabriu os lábios, deixando que a língua alheia se afundasse em sua boca, o explorando. Segurou a jaqueta de couro, puxando-o mais para si, querendo mais da carícia que aumentava o ritmo. A sua língua era acariciada intensamente, seus cabelos eram puxados pelo outro, assim alguns ofegos escapavam de seus lábios.

– Interrompo? – Nathaniel empurrou o namorado, quase o fazendo cair de sua cadeira com tamanha brutalidade. Castiel fez uma cara entediada, afinal, tinha que ser aquela enjoadinha, vulgo Melody.

– Não, nem estávamos ocupados. – Sorriu falso para a garota, que retribuiu na mesma altura, o fuzilando com o olhar.

– A diretora pediu para te chamar, Nath, e assim procurar o Castiel, mas me parece que já achou ele. – Não escondeu a decepção em sua voz. Aquela cena era uma das piores de sua vida. Chegar ali e ver o garoto que gosta com outro era o cúmulo da rejeição em seu peito. Era só uma colega de classe e sala para o loiro.

– Obrigado por avisar. – Sorriu torto, se levantando – Vamos, Castiel? – A de olhos azuis encarava o ruivo mortalmente ao perceber como Nathaniel sorria a ele.

– Estou indo, chato. – Seguiu o loiro, sendo o último a sair da sala, e claro, não pôde deixar de provocar a morena. Com os lábios, pronunciou um "só meu" o que fez a mais velha corar de tanto ódio dele.

Andaram vagarosos até o Ginásio, onde a diretora pediu a presença de todos para um comunicado sobre algo, contudo, um Armin ofegante colocou-se bem no caminho de ambos, com as mãos para o alto, balançando-as. A cena seria até um tanto cômica, se não fosse preocupante.

– Alerta vermelho, abortar missão. – Puxou os cabelos escuros – Kentin está tendo sua boca estuprada pela Claire. – O loiro se assustou, mas o ruivo apenas riu da situação, com direito a palmas. Agora a pequena rodada estava se mostrando.

– Onde isso? – Armin apontou com o dedo para o Jardim, então seguiram o mais rápido para o local, sob o resmungo do moreno sobre ter que ser logo no Sol.

Então se depararam com a cena.

Kentin estava pressionado contra a parede, com o semblante mostrando seu desconforto na situação. Não queria que as coisas fossem dessa maneira, e aliás, aquela não era a Claire, era? Enquanto isso, a menina se apertava nele, com as mãos prendendo seus fios, os puxando. E de brinde — péssimo — o azulado olhava a cena em estado de torpor, apenas com os olhos cravados ali, irritados e tristes.

– Alexy. – Nathaniel colocou a mão no ombro do menor, recebendo um olhar quase perdido do mesmo – Por que não vamos na sala? Ficar aqui olhando só vai te deixar ainda pior. – Disse docemente.

– Não, eu não vou. – Disse firme, e tirou a mão de Nathaniel do ombro, com um sorriso determinado – Estou triste por ver essa cena, mas agora eu tenho mais esperanças, porque ela mesma está arruinando suas chances. Kentin não está se sentindo confortável, e esse seria seu primeiro beijo, e ele me disse que queria que o mesmo fosse carinhoso. – Agora deu um sorriso diabólico – Essa piranha não conhece meu Kentinho o suficiente.

– Ela nem se importa com ele. – O ruivo disse, encostando-se na parede – Ela pode dizer tudo, que ama ele, mas ela só quer dar para ele e depois larga. Você é muito melhor do que ela, cara. – Alexy arregalou os olhos, e andou até o rebelde, cutucando o rosto do mesmo, surpreso.

– Castiel?

– Não, Coelhinho da Páscoa. – Tirou a mão do outro de si – Eu sou sincero, e disse o que penso. Não vem achando que eu queria te elogiar. – Cruzou os braços.

– Ninguém vai tirar ela dali? – Armin disse, trazendo todos a realidade. Kentin ainda tentava sair dali, sem empurrar a menina para longe e ser indelicado.

– Eu tiro ela com prazer. – O azulado sorriu, estalando os dedos, insinuando que tiraria a menor dali na porrada.

– Tive uma ideia. Ela não recusaria a ajudar uma pessoa bonita machucada. – Armin saiu dali rapidamente, e voltou correndo com o platinado, que não estava entendendo a situação – Amor, tira essa rodada de perto do Kentinho agora! 

– Ah... Por que vocês não esperam ele mesmo se defender? – Arqueou uma sobrancelha – Ele não vai ficar nisso por muito tempo, está desagradado. – Pôs uma mão sob o queixo – E ele deve estar pensando sobre ela ser mesmo a menina que ele gosta, e vendo se sente algo com esse beijo forçado. – Concluiu, sorrindo.

– Caralho, olha-

– Sai de perto de mim... – Ouviram, e se viraram no mesmo momento. O de olhos verdes estava com as mãos nos ombros da rosada, que estava assustada.

– K-Kentin...? – Tentou tocar na face do moreno, mas ele segurou a mão no meio do caminho. Sua expressão estava gélida, incomodada – Você não estava querendo isso? Desde quando era o Ken...

– Sai de perto de mim. – Repetiu, e largou a mão pequena – Preciso pensar.

– Pensar sobre nós?

– Sobre quem você é. – Andou em curtos passos, e parou ao se deparar com o grupo que assistia a cena, surpresos – O que estão fazendo aqui? – Corou leve.

– A culpa é toda sua! – A de fios rosas andou até o azulado, colocando um dedo em seu peito. Sorriu maldosa, e se virou para Kentin – Então é assim? Se vai pensar sobre mim, por que não pensar sobre o seu melhor amigo também?

O azulado sentiu o coração acelerar em desespero e dor. Ela não faria isso, ela não podia revelar isso ao Kentin. Segurou a mão de Claire, em impulso, mas esta se soltou, gargalhando. Parou ao lado de Kentin, e como uma víbora, enlaçou seus ombros, sorrindo perto da orelha dele.

– Hora de pôr as cartas na mesa.


Notas Finais


Vai dar merda?
(_) Sim (_) Com certeza

Agora que Kenale anda, ou será que eles vão desandar mais ainda? Já bolei tudo em relação à eles, e não quero demorar tanto com eles, mas ainda tem umas coisinhas aqui e lá para entrar em andamento, e voilà, teremos esse casalzinho pronto.

Claire, se fode, apenas isso, vai ser um agradecimento meu, de coração.

O que acharam?

Kisses


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