História Afraid - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Afraid, Drama, Gaaino, Hinata, Mistério, Naruhina, Naruto, Romance, Sasusaku, Shikatema, Vingança
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Palavras 2.868
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Estou de volta com um cap novinho para vocês!
Aguardem que no proximo as coisas vão começar a se agitara hahahahahahahahaha

Capítulo 7 - Capítulo 07 - A volta


Com a cabeça encostada na janela do ônibus, Hinata fitava o lado de fora com um olhar vago e distante, seus pensamentos estavam em outro lugar. Ainda estava temerosa, não sabia se essa foi a decisão certa a se tomar, voltando para sua cidade natal estaria trazendo à tona todas suas recordações, talvez até esbarrar com aqueles que fizeram parte da sua vida. Estaria ela algum dia pronta para encara-los? Contar a verdade por trás de suas atitudes?

Aos poucos percebia as mudanças na paisagem, aos poucos caia a ficha que estava voltando para Tóquio. A cidade onde nasceu, onde teve seus momentos mais felizes e os mais tristes, onde conheceu as melhores e piores pessoas. Fechou os olhos, de repente sentiu uma saudade de todos. Uma das pessoas que mais sentiam falta era seu primo, mas ele havia partido antes dela, tinha a abandonado e a deixado com o monstro que era seu pai. Queria que ele a levasse com ela, mas ele não o fez.

 

Hinata tinha por volta de quinze anos, sua vida não havia mudado - ainda- sofria os abusos físicos do pai, porém tinha seu primo ali para lhe dar apoio, na realidade Neji não sabia que Hiashi batia em Hinata, mas a tratava mal, não somente ela como ele também. Quando era mais novo o tio chegava a bater nele, mas com o tempo isso parou, todavia, os abusos verbais diários continuaram ano após anos de humilhação, até não aguentar mais e partir daquela vida miserável.

As alegrias em casa de Hinata se resumia em passar um tempo com o primo. Era para os braços do primo que refugiava quando estava com medo, doente ou tinha algum pesadelo. Era ele cuidava dela, ele era sua família. No entanto, um dia após voltar da escola Hinata o encontrou fazendo as malas.

— Vai a algum lugar? — Hinata perguntou curiosa vendo o primo arrumar suas coisas.

— Sim. — Respondeu simplesmente sem interromper o que estava fazendo, sem coragem de encarar a prima.

— Vai para onde? Eu posso ir? — Perguntou animada. Daria qualquer coisa para ficar o mais longe possível de casa. Neji deu um suspiro cansado parando o que estava fazendo.

— Não Hina, você não pode ir. — Hinata o olhou curiosa e preocupada. Estava achando o primo estranho.

— Aconteceu alguma coisa? — O questionou estranhando todo esse comportamento distante. Neji deu outro suspiro agora fita do a prima.

— Preciso de contar uma coisa.

— O que?

 — Estou indo embora. — Hinata arregalou os olhos pasma.

— Para sempre? — Perguntou num sussurro

— Sim.

— Então me leva com você! — Pediu desesperada para Neji. — Não me deixe aqui sozinha.

— Eu não posso. — Respondeu engolindo em seco.

— Porque não?

— Porque Hiashi iria atrás da gente, não dá para te levar Hinata, sinto muito. — Respondeu com tristeza, não queria deixá-la para trás, mas não podia fazer nada quanto a isso. O tio iria atrás deles para trazê-la de volta.

— Ele não vai. Ele não se importa. — Implorou em meio às lágrimas. — Você é minha única família Neji…

— Eu volto para te buscar Hinata, não chore. Eu prometo que vou voltar e te tiro daqui.

— Neji por favor...— Pediu novamente.

— Desculpa! — Respondeu triste.

Naquele dia Neji foi embora, nunca deu notícias e nunca voltou para buscá-la.

 

Depois que ele se foi, sua vida se tornou um verdadeiro inferno.

Como será que o primo estava depois de partir? Por que nunca voltou para buscá-la? Essas perguntas rodavam na cabeça de Hinata. Foi tirada dos seus pensamentos por Ino bufando do seu lado.

— Não acredito que você me convenceu a vir para Tóquio de ônibus Hina. — Resmungava revirando a bolsa que estava no seu colo. — Se tivéssemos ido de trem estaríamos lá a séculos. Meu bumbum está doendo de tanto ficar sentada. — Choramingou desistindo de procurar seja o que for dentro da bolsa. Hinata somente riu da loira. Realmente a tinha convencido a ir de ônibus, queria adiar o máximo possível a chegada a Tóquio. — Eu sou uma pessoa maravilhosa por aceitar.

Após horas — que de acordo com Ino pareceram séculos — começaram a visualizar a mudança na paisagem, os grandes prédios começavam a surgir, as avenidas movimentadas, Hinata reconhecia aqueles lugares. Havia chegado, estava em Tóquio.

 

— Você está muito quieta. — Ino comentou quando as duas estavam dentro do táxi a caminho do novo apartamento que as duas moram juntas. De início Hinata não gostou muito da ideia, pois quanto mais próxima Ino estivesse mais fácil seria para ela descobrir coisas que não queria contar, seus segredos que queria guardar a sete chaves em seu coração, contudo precisava pensar nas despesas que teriam ainda mais em uma cidade grande. Também suspeitava que a loira daria um jeito de investigar todos os seus mistérios, ela sempre foi curiosa quanto assim, respeitava seu espaço e suas reservas, mas não sabia por quanto tempo.

— É impressão sua. — Respondeu tentando dar um sorriso tranquilizador, porém sua mente borbulhava de ansiedade e desespero. Ino somente assentiu fingindo acreditar, tinha quase certeza que a mente da Hyuuga nesse momento estava transbordando de lembranças, principalmente aquelas que ela aguardava só para si. Por hora resolveu não insistir, mas em breve descobriria tudo que Hinata queria lhe esconder.

— A cidade é muito bonita. — Ino comentou olhando pela janela maravilhada com tudo que via do lado de fora. Hinata somente riu da empolgação da amiga, estava feliz em ver toda alegria que Ino demonstrava, aliás, quando a Yamanaka não se demonstrava alegre? — Me sinto uma garota daqueles filmes que saem do interior indo para cidade grande. — Seus olhos brilhavam pela empolgação que sentia.

— Você é uma garota do interior vindo para cidade grande. — Hinata apontou o óbvio entre risos.

— Hinata, minha doce e querida Hinata. Entenda que há uma garota de cidade grande dentro presa dentro de mim louca para sair, para falar a verdade ela já está se libertando, então não sou a garota do interior, mas sim uma garota de cidade grande. — Falou convicta de sua teoria, Hinata nada pode fazer a não ser rir. Ino era uma figura sem igual, a melhor pessoa que já teve o prazer de conhecer.

 

A corrida no táxi se seguiu “tranquila” — com Ino por perto seria tudo menos tranquilo. — E divertida, com Ino fazendo com que Hinata desse um monte de risadas durante o percurso. Não demorou muito para que chegassem ao seu destino, enfim estavam no novo apartamento.

— CHEGAMOS! — Ino gritou empolgada chamando a atenção de algumas pessoas que passavam pela rua. Hinata somente negou sorrindo. Ino não tinha jeito mesmo. — Vamos, vamos, vamos Hina. Estou louca para conhecer o nosso apartamento e ver se nossas coisas já chegaram. — Puxo Hinata com uma mão enquanto arrastava a grande mala que carregava com a outra.

O apartamento era de um tamanho proporcional, grande o suficiente para as duas morarem e fazerem as coisas básicas do seu dia a dia. No local havia dois quartos, um banheiro, uma sala, a cozinha ficava praticamente na sala o que separava as duas era uma bancada, sem contar que já vinha quase todo mobiliado. Era aconchegante o suficiente para ser o lar das duas.

Suas coisas já estavam ali, o local estava repleto de caixas com as coisas com suas coisas que já estavam ali quando chegaram.

 

— Esse lugar é maravilhoso! — Ino se jogou no sofá incapaz de esconder sua empolgação.

— Então vamos começar a arrumar as coisas? — Hinata perguntou já começando a abrir uma caixa. Aquela arrumação iria demorar bastante.

— Arrumar? Não, não meu docinho, você irá me apresentar a cidade. — Ino se levantou do sofá já arrastando Hinata porta a fora.

— Ino nós precisamos arrumar as coisas. Não podemos deixar esse monte de caixa assim. E eu não lembro de quase nada da cidade

— Não só podemos como vamos. E esse é mais um motivo para exploramos a cidade e duvido que você não se lembre de alguns lugares. Agora vamos, vamos! — Sem deixar questiona saíram porta a fora.

Mesmo sem saber aonde iam andaram pela cidade, aos poucos Hinata se recordava de alguns lugares que costumava frequentar com seus antigos amigos. Lembranças de um passado distante invadiam sua mente com memórias de risadas, segredos guardados, diversões do dia a dia. Se perguntava se eles ainda frequentavam em esses locais. Seu coração palpitava angustiado em pensar na possibilidade de acabar esbarrando com qualquer um deles.

No decorrer do passeio Ino percebeu uma mudança de comportamento vindo de Hinata.

— O que aconteceu? — Perguntou preocupada após pararem em um restaurante para comerem alguma coisa.

— Nada demais. — Respondeu não querendo revelar suas lembranças. Ino deu um longo suspiro. Era difícil tirar alguma coisa de Hinata.

— Eu sei que tem alguma coisa te afligido Hina, mas se você não quer me contar, tudo bem, eu entendo. Afinal estamos na cidade onde você nasceu e cresceu. É óbvio que você está nostálgica e cheia de recordações, mas Hina… — Apoio os braços na mesa chegando mais perto. — Não deixe que isso atrapalhe sua vida, pense que você está aqui para um outro recomeço. Também é uma boa oportunidade de você resolver as pendências que você deixou aqui, porém se você não se sentir capaz de fazer isso deixe tudo isso para trás de uma vez. — Hinata olhou para Ino com os olhos marejados. Não merecia a amiga que tinha.

— Obrigada Ino! — Agradeceu dando-lhe um abraço.

— Bom, agora vamos deixar essa tristeza toda para trás e focar no agora porque o dia só está começando. Vamos aproveitar!

E aproveitaram cada minuto.

 

Já fazia duas semanas desde a chegada das duas. Ino arrastou Hinata para todo o canto da cidade durante esses dias. Queria conhecer cada lugar da cidade, fizeram até uma visita no campus da faculdade onde estudariam, na realidade não foi uma visita foi mais para levar as documentações, mas já que estavam ali aproveitaram para explorar o campus.

 

Em casa, Ino andava de um lado para o outro, revirando caixas — Pois ainda não tinha arrumado toda as suas coisas — e tropeçando em qualquer coisa que estivesse em seu caminho.

— Ino fique calma. — Hinata pediu diante de toda agitação da loira.

— Não tem como eu ficar calma Hina.  Hoje essa palavra está fora do meu dicionário. — Disse enquanto penteava os cabelos.

— Você está exagerando Ino. É só o primeiro dia de aula na faculdade. — Tentou explicar que seu desespero era desnecessário.

— Não minha cara Hyuuga. Isso não é só o primeiro dia de aula. — Falou apontando o pente em sua direção. — Esse é o dia em procurar um grupo para se encaixar e novas amizades. O primeiro dia é onde os grupos se dividem e tudo é descido.

— Ainda acho exagero. — Hinata disse dando um suspiro diante de todo nervosismo, mas entendia tudo aquilo. Afinal Ino era nova ali.

— Hinata, exagero é essa roupa horrenda que você está usando. — Apontou para as vestimentas que a Hyuuga usava. — Não está tão frio assim para usar uma blusa de manga cumprida.

— Você sabe porque eu uso blusas assim. — Murmurou segurando uns dos pulsos por cima da roupa onde estava suas cicatrizes.

— Eu sei Hina. Me desculpa. — Pediu desistindo de fazer um penteado complexo. — Eu estou nervosa com tudo isso, sinto muito.

— Tudo bem. — Murmurou dando um sorriso mínimo.

— Agora vamos indo! Quero conhecer os gatinhos que habitam aquela faculdade. — Hinata somente riu negando com a cabeça.

 

Os dias foram tranquilos na medida do possível, mesmo as aulas tendo acabado de começar os conteúdos eram extensos e já com alguns trabalhos para fazer. Também estavam a procura se um trabalho de meio período para conseguirem se manter, porém com tanta coisa para fazer ficava difícil arranjar algo, sem contar com a bagunça de caixas em que o apartamento se encontrava, ainda não tinham terminado toda a afirmação, mas apesar disso elas estavam gostando dessa rotina agitada, principalmente Ino que já fez algumas amizades no campus. Extrovertida como ela era séria quase impossível não ter feito um amigo. Por outro lado, Hinata não fez nenhuma amizade, somente trocas de cumprimentos e nada mais. Preferia assim, ficar afastada sem chamar atenção para si.

 

(...)

 

Era sábado à tarde, Ino e Hinata arrumava algumas coisas daquelas caixas espalhadas no local. Tinham tirado o final de semana para isso, mesmo Ino dizendo o contrário, Hinata a intimou a fazer aquela arrumação. No entanto, a Yamanaka estava com uma expressão séria e distante, estava quieta o que era bem longe de seu normal, o que deixou Hinata desconfiada, mas não disse nada. Conhecia a amiga o suficiente para saber que logo ela iria dizer o que a estava preocupando.

— Hina preciso de contar uma coisinha. — Disse por fim fitando Hinata com receio parando de dobrar algumas roupas.

— O que você aprontou Ino? — Perguntou já temendo a bomba que estava por vir.

— Não apontei nada. É só que… — Começou a mexer nas pontas dos cabelos loiros, achando mais interessante que olhar para a Hyuuga a sua frente. — Eu meio que ocultei algo de você. — Murmurou fazendo Hinata engolir em seco.

— Ino… o que você está escondendo de mim? — A loira deu um longo suspiro. Era a hora da verdade.

— Eu meio que convidei uma pessoa para vir morar com a gente. — Sua voz saiu fina e baixa temendo a reação da Hyuuga, que por sinal estava paralisando a fitando.

— Você fez… O QUE? — Perguntou em fim aumentando o tom de voz no final. Era raro ver Hinata naquele estado de irritação que se encontrava ainda mais aumentar o tom de voz, era rara as vezes que isso acontecia.

— Poxa Hina ele está precisando e….

— ELE? — Hinata perguntou incrédula, não estava ouvindo bem, não era possível.

— Você convidou um desconhecido e ainda por cima um homem? — Não conseguia acreditar no que seus ouvidos escutavam. Não, Ino estava brincando com ela com certeza, ela não faria isso. Ino deu um suspiro cansado. Já previa esse tipo de reação. Hinata começou a andar de um lado para o outro sem acreditar. — Você não fez isso. Me diz que é brincadeira! — Pediu desesperada.

— Hinata mantenha a calma e vamos pensar racionalmente. — Ino fala calmamente.

            — Ficar calma? — Perguntou incrédula. — Ino você convida um completo desconhecido para vir morar com a gente e como se não bastasse tinha que ser um homem. H-O-M-E-M!

— Hyuuga Hinata! Sossega esse facho e mantenha a calma. — Disse já sem paciência com o chilique da amiga. — Você não me deixou nem explicar, poxa.

— Não tem nada a ser explicado aqui Ino! — Hinata estava visivelmente irritada. — Você convidou um estranho para morar com a gente! MORAR! E o pior sem me consultar, sabia que essa história de moramos juntas não daria certo. — Parou de andar a fitando novamente. — Como você foi capaz de convidar um completo estranho para morar com a gente e ainda sem me consultar antes? Você não usa a cabeça Ino? Não pensa nas consequências de suas ações?

— Eu não o convidei eu dei uma sugestão a ele. E ele não é um estranho eu o conheço a muito tempo. — Estava perdendo a calma também. — E que história é essa de nós duas moramos juntas não daria certo? A paranoica que me esconde coisas aqui é você não eu! — Essas palavras atingiram Hinata, contudo ela não iria vacilar. — Você é a paranoica que afasta todos que se aproxima de você, por isso você não fez nenhum amigo até agora! Tem um medo sem cabimento que você tem dos homens!

— Você não sabe de nada! — Murmurou irritada e magoada, mas Ino não lhe deu bola pois ela também estava chateada.

— Se eu não sei de nada a culpa é sua por me ocultar coisas, mas tem uma coisa que eu sei sim! Sei que você é uma medrosa e covarde. Fraca demais pois tem medo de encarar o mundo! — Fez um silêncio no local. A respiração das duas estava pesada. Hinata olhava Ino completamente magoada, suas palavras a atingiram em cheio, onde mais lhe doía. Já Ino a olhava arrependida, não queria ter dito aquilo, não dessa maneira. — Hinata… eu… sinto muito. Eu não queria…

— Não Ino, você queria sim. — Falou em um fio de voz com a cabeça baixa. — Você não sabe de nada Ino, não sabe nem da metade e o quanto é difícil para mim tudo isso… Você sabe o quanto eu tento todos os dias sobreviver? Você sabe o pandemônio que fica minha cabeça cada vez que uma recordação, uma lembrança sobre as coisas que vivi e tento todos os dias tento deixar para trás surgi na minha mente sem permissão? Sabe o quanto eu fico remoendo as coisas que fiz ou deixei de fazer? Você sabe o quanto eu tento todos os dias eu tento não ser assim? Sabe o quanto eu tento não ser mais covarde, não ter mais medos, porém tudo está tudo ali para me assombrar? Você sabe Ino? — Perguntava com os olhos marejados e a voz carregada de tristeza. Era um desabafo que fazia em voz alta, carregada de tristeza. — Eu tento mudar, Ino, juro que eu tento, mas eu simplesmente não consigo... mas quer saber? Esqueça, não me importo mais. — Dito isso saiu porta a fora do apartamento deixando uma Ino abalada e arrependida.

Enquanto isso Hinata foi buscar refúgio em um lugar da cidade. Um lugar só seu que mesmo anos longe não havia esquecido.


Notas Finais


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