História After - (MITW) - Capítulo 75


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Matheus Neves "Pk Regular Game", Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, TazerCraft, Thiago Elias "Calango", Zelune
Personagens Alan Ferreira, Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Matheus Neves, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Rafael "Guaxinim" Montes, Thiago Elias "Calango", Zelune
Tags After, Mike, Mikethelink, Mikhael, Mitw, Pac, Pactw, Tarik
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Palavras 1.600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 75 - 75


Cellbit vai para o apartamento de Tayr e Mikhael acaba passando a noite em meu quarto. Passamos o resto do tempo conversando e nos beijando até ele adormecer com a cabeça no meu colo. Sonho com uma época e um lugar onde poderíamos viver juntos. Adoraria acordar toda manhã e encontrar Mike ao meu lado, mas isso não é realista. Sou jovem demais, e seria muito prematuro. Na manhã de segunda-feira, acordo dez minutos mais tarde, o que desestrutura minha manhã inteira. Depois de tomar banho, acordo Mike antes de ligar o secador de cabelo.

"Que horas são?", ele resmunga.

"Seis e meia. Ainda tenho que secar o cabelo."

"Seis e meia? Você só entra às nove. Volta a dormir."

"Não, tenho que arrumar o cabelo e tomar café. Preciso sair às sete e meia, levo quarenta e cinco minutos para chegar lá."

"Ainda assim você chegaria quarenta e cinco minutos antes. Melhor sair às oito." Ele fecha os olhos e rola para o outro lado. Eu o ignoro e ligo o secador. Mikhael pega um travesseiro e cobre a cabeça. Depois de enrolar os cabelos, olho minha agenda para confirmar se não esqueci nada.

"Você vai para a aula direto daqui?", pergunto enquanto me visto.

"Provavelmente." Ele sorri e sai da cama. 

"Posso usar sua escova de
dente?"

"Hum, acho que sim… Compro uma nova na volta." Ninguém nunca
pediu para usar minha escova de dente. Eu me imagino colocando-a em minha boca depois de Mikhael usá-la, mas não me sinto bem.

"Ainda acho que você não deveria sair antes das oito. Pensa nas coisas que poderíamos fazer em trinta minutos" , Mike diz, e eu olho para ele e para suas covinhas tentadoras, notando o modo como olha meu corpo de cima a baixo. Vejo o volume em sua cueca e meu corpo esquenta imediatamente. Meus dedos param no botão do meio da camisa enquanto ele atravessa o quarto preguiçosamente, parando atrás de mim. Faço um gesto para que suba o zíper da minha calça. Ele obedece, mas suas mãos passam pela minha pele nua delicadamente.

"Tenho que sair. Ainda preciso tomar café", digo com pressa. 

"E se tiver trânsito? Um acidente? Um pneu pode estourar ou posso precisar abastecer. Talvez eu me perca ou não encontre um lugar para estacionar. Se estacionar muito longe, vou ter que andar muito e talvez fique sem fôlego, então vou precisar de alguns minutos para…"

"Você precisa se acalmar, lindo. Está uma pilha de nervos." Mikhael respira perto da minha orelha. Olho para ele pelo espelho. Está sempre perfeito quando acorda, e sua sonolência o deixa mais delicado.

"Não consigo controlar. Esse estágio é muito importante para mim. Não posso correr o risco de estragar tudo." Minha mente está a mil por hora. Vou ficar bem amanhã, quando vou saber o que esperar e puder planejar minha semana direitinho.

"Você não pode aparecer nervoso desse jeito lá. Eles vão te comer viva." Mike beija meu pescoço.

"Vou ficar bem." Assim espero. Minha pele fica todo arrepiado com a respiração quente dele em meu pescoço.

"Vou deixar você relaxado." A voz dele está baixa e sedutora, tomada pelo sono.

"Eu…"Mike passa os dedos pela minha clavícula e vai descendo pelo peito. Nossos olhos se encontram no espelho e eu suspiro, rendendo-me. 

"Cinco minutos?" , pergunto e imploro ao mesmo tempo.

"Só preciso disso."Tento me virar, mas ele me impede. 

"Quero que veja", ele ronrona em meu ouvido. Sinto o formigamento familiar entre minhas pernas ao ouvir o que Mikhael diz. Eu me assusto e ele passa meus cabelos por cima do ombro esquerdo e esfrega o corpo no meu, depois desce a mão até a barra da minha blusa comprida.

"Que bom que você não está usando a calça larga hoje. Devo dizer que sou fã dessa calça justa." Ele a desce ate os meus joelhos.

 "Principalmente quando está assim." Olho para as mãos dele pelo espelho. Minha pulsação está forte. Seus dedos estão levemente frios ao entrar na minha cueca. O contato faz com que eu me sobressalte levemente e Mikhael ri com os lábios encostados em meu pescoço. Sua outra mão está em meu peito, segurando-me no lugar. Eu me sinto muito exposto, mas muito excitado também. Vê-lo me tocar leva minha mente a lugares que eu não conhecia. Seus dedos se movem lentamente em mim e ele beija meu pescoço de leve.

"Olhe como você é lindo", ele sussurra contra minha pele. Eu me vejo no espelho e mal reconheço o garoto à minha frente. Meu rosto está corado; meus olhos estão arregalados e excitados. Com a calça abaixada e os dedos de Mikhael em mim, pareço diferente… até sensual. Meus olhos se fecham e sinto um frio na barriga. Mikhael continua a carícia lenta e eu mordo o lábio inferior para conter um gemido.

"Abre seus olhos", ele diz. Eu o encaro e isso me deixa maluco. Mikhael está de pé atrás de mim, abraçando-me, observando-me reagir a seu toque, e pronto. Rolo a cabeça para trás, encostando-a no ombro dele, e minhas pernas começam a tremer.

"Isso, lindo", ele diz e me aperta, segurando-me enquanto minha visão começa a escurecer e eu digo seu nome em um gemido. Quando abro os olhos de novo, Mike beija minha têmpora e prende uma mecha atrás da orelha, então puxa a calça para cima de novo. Eu me viro para ele e olho o relógio. São só sete e trinta e cinco. Ele realmente só precisa de cinco minutos, penso e sorrio.

"Viu? Agora você está muito mais relaxado e pronto para começar sua escalada na América corporativa!" Ele sorri, obviamente orgulhoso de si mesmo. E quem pode culpá-lo?

"É verdade. Mas você é um americano terrível", eu provoco, pegando meus pertences.

"Não posso negar", ele diz. 

"É sua última chance. Meu carro não está aqui, mas eu poderia levar você com seu carro."

"Não, mas obrigado."

"Boa sorte, você vai arrebentar." Ele me beija de novo e eu agradeço e pego minhas coisas, deixando-o em meu quarto. A manhã acabou sendo ótima, ainda que eu tenha acordado dez minutos atrasada. Não pego trânsito, então chego ao estacionamento da editora às oito e meia. Telefono para Mikhael para passar o tempo.

" Tudo bem?", ele diz do outro lado.

" Sim, já estou aqui." Consigo imaginar um sorriso em seu rosto.

"Eu disse. Você poderia ter ficado mais dez minutos e me chupado." Dou risada. 

"Sempre um pervertido, desde cedo."

" Sou sempre igual.”

"Não vou negar."Ficamos discutindo suas qualidades até que chega a hora de eu entrar. Subo até o último andar, onde fica o escritório da editora, e digo meu nome à mulher da recepção. Ela telefona para alguém e, alguns momentos depois, sorri. 

"O sr. Vance vai recebê-lo pessoalmente. Ele virá em um segundo." A porta do escritório onde fui entrevistado se abre, e o próprio sr. Vance sai dali. 

"Sr. Pacagnan!", ele me cumprimenta. Está vestindo um terno tão lindo que me sinto um pouco intimidado, mas feliz por estar vestida como um profissional. Ele segura uma pasta grossa embaixo do braço.

"Olá, sr. Vance." Sorrio e estendo a mão para cumprimentá-lo.

"Pode me chamar de Christian. Vou mostrar sua sala."

"Sala?"  digo, assustado.

"Sim, você precisa de espaço. Não é muito grande, mas é seu. Vamos analisar sua papelada aqui." Ele sorri e então sai tão depressa que me esforço para segui-lo. O sr. Vance vira à esquerda em um corredor cheio de pequenas salas.

"Chegamos", ele diz. Há um crachá preto com meu nome em letras grandes e brancas ao lado da porta. Devo estar sonhando. A sala é do tamanho do meu quarto no campus. O sr. Vance e eu temos visões diferentes no que diz respeito a tamanho. Do lado de dentro, há uma mesa de cerejeira de tamanho médio, dois arquivos, duas cadeiras, uma estante, um computador e uma janela! Ele se senta à frente da mesa, então me sento diante dele. Vou precisar de um tempo para me acostumar com a ideia de que esta é minha sala.

"Então, sr. Pacagnan, vamos analisar quais são suas atribuições", ele diz.

"Você vai ter que analisar dois manuscritos por semana, pelo menos. Se forem excelentes e combinarem com o que publicamos aqui, deve passar para mim. Se não valer a pena, pode descartar." Fico boquiaberto. Esse trabalho realmente é um sonho realizado. Vou receber para ler, e ainda matar horas de estágio.

"Começaremos com quinhentos dólares por semana. Depois dos noventa dias de experiência, você vai receber um aumento." Quinhentos por semana! É o suficiente para eu alugar um apartamento.

"Obrigado. É muito mais do que eu esperava", digo. Quero telefonar para Mikhael e contar tudo assim que possível.

"O prazer é meu. Tenho ótimas referências, sei que você vai ser um bom funcionário. E espero que consiga convencer Mikhael de que esta editora é legal, para que ele volte a trabalhar para mim", ele diz, brincando.

"O quê?"

"Mikhael trabalhava aqui antes de ir para a Bolthouse. Ele começou como estagiário no ano passado, era ótimo, e eu o contratei rapidamente. Mas ofereceram mais dinheiro a ele e o deixaram trabalhar de casa. Mikhael disse que não gostava do ambiente de escritório, por isso aceitou. Vai entender…" Ele sorri e mexe no relógio. Dou risada, nervoso. 

"Vou lembrar a ele como aqui é incrível." Eu não fazia ideia de que Mikhael trabalhava. Ele nunca me contou. O sr. Vance desliza a pasta sobre a mesa para mim. 

"Vamos resolver essa papelada." Depois de trinta minutos de "assine aqui" e "rubrique aqui", finalmente terminamos, e o sr. Vance me deixa para que me "familiarize" com o computador e o escritório. Mas, assim que ele sai e fecha a porta, só consigo dar um gritinho, girar na minha cadeira nova, na minha mesa nova, na minha sala nova!


Notas Finais


Bjusss


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