História Alguém Como Você - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Amor, Relacionamento, Sasusaku
Visualizações 296
Palavras 3.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, oi, oi galera! Sobrevivi ao ENEM! Como vocês estão?

Dessa vez, eu não demorei a att já que tinha o capítulo pronto e como disse antes, sou muito ansiosa! Não consigo segurar!

Eu também queria super agradecer pelos 135 favoritos e pelos 22 comentários! Eu fiquei no chão com todo carinho, já que eu realmente não esperava por isso. VOCÊS SÃO FODAS!
Estava muito insegura quanto a esse plot, apesar de gostar de algo romântico e jamais pensei que seria abraçado por vocês dessa forma! MUITO OBRIGADA!

Espero que gostem desse segundo capítulo <3

PS: desculpe qualquer erro ortográfico.

Capítulo 2 - Dúvidas


 

Sakura olhava para o teto sujo, entediada. Estava de bobeira a quinze minutos e ainda tinha mais meia hora para fazer nada. A professora Anko, de química, havia faltado outra vez, então sua turma teria um tempo vago. Karin ouvia música em seu Iphone, Ino parecia dormir sobre a mesa e Hinata acabava de voltar da cantina com suas mãos cheias de sucos industrializados de caixinha. A Haruno se espreguiçou na cadeira e aceitou o suco que a amiga lhe oferecia. Chacoalhou a loira para que acordasse e essa resmungou um palavrão pelo jeito delicado de Sakura.

O dia parecia se arrastar. Tinha acordado um pouco mais cedo naquela manhã, feito sua marmita, a lição de casa atrasada e criou um novo cronograma de estudos. O vestibular a estava deixando paranoica e a semana de provas chegaria em menos de duas semanas. Sakura se sentia sufocada e a beira de um colapso nervoso, às vezes.

Hinata sentou em sua mesa e as quatro ficaram olhando para o nada. Cada uma tinha um pensamento diferente. Família, futuro, amor, vida escolar. As preocupações e questionamentos não paravam naquela fase de descobrimento, onde tudo era novo e legal demais para se abster.

Os pensamentos de Sakura mudaram para algo que ela considerava menos estressante. Estava sentindo como se tivesse esquecido de alguma coisa, mas não conseguia lembrar exatamente o quê. Aquela sensação era perturbadora demais, mas quando Karin quebrou o silêncio entre o quarteto, procurou ignorar.

— Qual é a próxima aula? — Karin retirou os fones e os guardou na mochila.

— Acho que é o Kabuto. — Hinata revirou os olhos em desdém.

— Química já não é muito fácil, com o Kabuto então… IMPOSSÍVEL! — Choramingou a ruiva jogando o tronco para frente. A Uzumaki não fazia a mínima questão de esconder sua aversão à matéria e muito menos ao professor.

Kabuto deveria ser o professor mais odiado de toda instituição. Carrasco e tosco nos piores momentos e sua didática era uma merda, entretanto se achava o melhor de todos.

Era o melhor otário de todos, na humilde opinião de Sakura.

— Tanto assunto para debater e vocês falando de Kabuto para lá, Kabuto para cá. — Ino revirou a mochila e retirou de dentro dela um embrulho rosa colocando em sua mesa. As meninas fizeram uma rodinha em volta dela. — Fui naquela loja de lingerie no centro e comprei um par novo. Farei uma surpresa para o Gaara mês que vem. Aniversário de três anos. Vocês sabem. — Falou animada.

— Safada. — As meninas riram. O sorriso pervertido de Ino emoldurava seu rosto e sua mente voava por suas memórias quentes com o namorado.

A Haruno e Hyuuga alternavam seus olhares entre as duas, querendo saber até onde aquele assunto iria.

— Devo e não nego, minhas caras. Você e Suigetsu se enroscam, sem pudores, em qualquer lugar que tenha pouca gente. Hinata não admite, mas não consegue resistir ao loiro Uzumaki. E o Sasuke dá um bom trato na nossa amiga de cabelos rosa, aqui. — Apontou para Sakura.

— Opa! Tirem minha vida sexual da pauta desta conversa. — A perolada se defendeu. — Aliás, como chegamos nesse assunto mesmo? Estamos no meio da sala de aula!

— Hina, — Começou a ruiva. — não banque a santa dissimulada há essa altura do campeonato. Ou você já esqueceu aquela vez que te pegamos no banheiro da pizzaria com a boca em lugares indevidos?

— Céus, eu não precisava saber disso! É meu irmão, porra! — Berrou a rosada indignada. O que Naruto fazia com Hinata não tinha que ser de seu conhecimento.

Hinata tinha a mão no rosto. Ela não acreditava que tinha amigas tão venenosas. Ino ria só de lembrar do fato, fazendo a morena começar a rir também. Entretanto, de nervoso.

— Então falemos de você, Sakura Haruno. Os boatos que circulavam pelos corredores do instituto quando estávamos no primeiro ano. Verdadeiros ou falsos? — Perguntou curiosa a de óculos.

— Que boatos? — Todas reviraram os olhos.

— Selvagem, insaciável, intenso. — A perolada cuspiu impaciente. — O tanquinho nós já vimos, mas o resto só você pode dizer, amiga.

Os três pares de olhos estavam em Sakura, que se remexeu desconfortável. Ela se sentou na mesa atrás de si, pensando em como responderia àquela pergunta se não tinha resposta. El não sabia se eram verdadeiros ou falsos, já que Sasuke nunca a tocou.

— É…

— Fala logo, Sakura.

— Nós nunca fizemos nada! — A Haruno cuspiu de uma vez e um pouco alto demais. Alguns fofoqueiros ficaram prestando atenção no quarteto. Karin, Ino e Hinata olhavam incrédulas para Sakura que escondia o rosto vermelho entre as mãos.

— Puta merda! É sério? — A loira foi a primeira a falar. O choque de Karin era tanto que ela até se sentou. — Vocês tão juntos, tipo, a quanto tempo? Um ano?

— Um ano e quatro meses.

— E nunca fizeram nada?! Nadinha? — Ino gesticulava parecendo uma louca. — Nem um DJzinho?

Sakura negou com a cabeça querendo que um buraco se abrisse e a engolisse inteira. Não se importava de entrar nesses assuntos, mas elas começavam a chamar atenção das demais pessoas que estavam na sala.

— Eu demorei dois meses para transar com o Gaara. — Sakura ficou surpresa com o comentário. Em dois meses de namoro, ela e Sasuke ainda tentavam não ficar nervosos na presença um do outro.

— Bom, vocês já sabem que eu tinha uma amizade colorida com o Hozuki bem antes de começarmos a namorar. — Karin falou numa calma quase cômica. As amigas ainda lembravam do surto psicótico que a ruiva teve quando caiu a ficha que ela estava apaixonada por Suigetsu. Longas semanas de cu doce.

— Demorei seis meses para ter minha primeira vez com o Naru.

— Acho que não é algo que eu deva dar muita importância, já que…

— Como não, Sakura? Ele, pelo menos, mostra que te quer? Que te deseja?

Sakura mordeu o lábio inferior e se remexeu na cadeira desconfortável. Deus, pareceu ouvir sua preces e conspirar ao seu favor e Kabuto entrou na sala mandando todos irem para seus devidos lugares. A Haruno expirou aliviada e foi para sua mesa. Quando se sentou, sentiu o celular vibrar e soube que alguém lhe mandava uma mensagem. Tirou o aparelho do bolso e desbloqueando a tela com o dedão esquerdo a foto dela e de Sasuke com as testas coladas apareceu como seu papel de parede.

A Haruno amava aquela foto. Tinha sido tirada nas férias de inverno.

Clicou no ícone da mensagem e viu que era de seu irmão.

“Não esquece de trazer o meu almoço, pirralha!”

 

[...]

 

O quarteto andava pelo campus arborizado da Universidade da Flórida. Procuravam por um guarda ou funcionário que as orientasse, já que o campus parecia ser uma cidade dentro de outra cidade. Um senhor com a camisa estampada pelas palavras Artes Cênicas foi parado por elas e, gentil, explicou o caminho até as quadras.

 Mesmo do lado de fora era possível escutar o barulho que vinha de fora. A porta dupla estava aberta e o time oficial de basquete jogava contra os reservas no treino. O técnico estava junto com o assistente observando atentamente as jogadas sendo ensaiadas e, vez ou outra, eles paravam para anotar algo nas pranchetas que tinham em mãos.

As meninas resolveram esperar o treino acabar e se sentaram na arquibancada, onde outro grupo de garotas gritavam espalhafatosas.

A bola estava  com Naruto, mas num piscar de olhos Sasuke já estava correndo com ela pela quadra. Com um colete verde, um menino ruivo do time adversário se colocou à frente do Uchiha, que teve que parar seu avanço e pensar em seu próximo movimento. Passando a bola entre as pernas, ele virou o corpo, bloqueando, parcialmente, a visão do ruivo. Enquanto Sasuke ganhava tempo, Yahiko estava tentando sair da marcação na linha do garrafão.

A marcação em cima de Sasuke estava pesada. Sasori era um pé no saco nos treinos e parecia ter prazer em desafiar o moreno sempre que tinha uma maldita oportunidade. O Uchiha segurou a bola e girou o corpo para a esquerda, obrigando Sasori mover o corpo no mesmo sentido que ele, mas com o apoio da perna e com mais agilidade que o Akasuna impulsionou o corpo para o lado contrário e ficando com o caminho livre para avançar. Sasuke passou a bola para Yahiko que passou a bola por trás do corpo e a deu um passe certeiro para Naruto, que vinha correndo com Deidara no seu encalço. Ele recebeu a bola e deu impulso no limite da linha de lance livre.

            A enterrada foi inevitável.

Assim que a bola tocou o chão o apito do treinador foi ouvido e todos concluíram que o treino, naquela tarde, tinha chegado ao fim. Os times se cumprimentaram antes de sair da quadra e foram para o banco buscando por toalhas e garrafas d´água.

Suigetsu foi o primeiro a perceber que as meninas estavam por ali e com uma cotovelada avisou Sasuke e Naruto. O loiro, com sua animação de sempre, deu um grito chamando pela namorada que apenas acenou para ele de volta. Sasuke piscou para Sakura, que o retribuiu com um sorriso. Ele tinha o cabelo preso por um elástico e a camisa preta e vermelha, com o número 7 estampado nas costas, colada ao corpo pelo suor. Pegou uma toalha para enxugar o rosto e junto dos amigos foram em direção à arquibancada, mas foram parados pelo grupo escandaloso de outrora.

Naruto sempre tão carismático, cumprimentou- as normalmente e o Hozuki foi na mesma onda. O Uchiha ficava um pouco incomodado com a atenção que recebia só por ser um dos jogadores titulares dos raposas e mesmo que já estivesse ali há um ano, talvez nunca se acostumasse com os holofotes. Sua atenção era totalmente da bonita menina de cabelos róseos, que esperava pacientemente pelo namorado.

Ela já estava acostumada com aquilo. Sasuke sempre chamou atenção demasiada das mulheres e ela percebeu isso quando ainda eram amigos. Sempre que saíam para algum lugar, ele era secado por alguém ou paquerado. Mas ela não se importava — na maioria das vezes — já que sabia que o jogador de número sete tinha olhos só para ela.

E vice- versa.

 — Vocês vão fazer alguma coisa agora? — A loira de olhos violeta perguntou, invadindo o espaço pessoal do moreno. — Nós estamos livres. Não estão afim de dar uma volta com a gente?

— É, vai ser legal! — A amiga fortaleceu o pedido.

— Passo. Vou almoçar com a minha namorada. — O Uchiha foi curto e grosso. Colocou a toalha felpuda nos ombros, passando pelo grupo e retomando o caminho até as arquibancadas.

— Não vai rolar, garotas! Nossas namoradas estão nos esperando e sabe como é, né?

Os outros dois se juntaram à Sasuke e foram falar com as namoradas. O moreno cumprimentou com um aceno as garotas e deu um selinho na Haruno, seguido de um beijo no topo da cabeleira rosa. Sakura levou a mão até os fios negros colados na testa do namorado e os colocou para trás.

— Depois do que eu vi, com certeza, vocês ganham o interestadual.

— Pode crer, adorei aquela jogada! — Karin emendou, abraçada a Sui. — Não sabia que você podia pular tão alto, primo!

— Vocês me subestimam demais! — Revirou os olhos. — Sakura, me diz que você trouxe o rango?

— Eu tinha esquecido, mas ainda bem que você mandou mensagem. — Deu de ombros e entregou a marmita do irmão, três vezes maior que a sua.

— Graça a Deus, comida da dona Kushina! A comida do refeitório é repugnante!

Os meninos assentiram e não conseguiram evitar a cara de nojo.

— Então, vamos ou não vamos comer? Gaara me mandou mensagem dizendo que está vindo.

— Só preciso tomar um banho antes.

— Está mesmo, amor! — Karin abanou as mãos na frente do rosto e fez uma careta.

O grupo caiu na risada, enquanto que Gaara acabava de entrar no ginásio. No final, os jogadores foram para o vestiário e o resto do pessoal para a parte do campus onde os universitários costumam comer, guiados pelo ruivo.

 

[...]

 

A brisa fresca remexia as folhas das árvores e amenizava um pouco do calor que estava fazendo naquele dia. Os cabelos róseos dançavam com o vento, mas Sakura não se importou. Olhou ao seu redor, vendo os amigos deitados no gramado namorando, dormindo ou apenas descansando o almoço. Os potes, antes cheios de comida, estavam vazios e a moleza, típica depois do almoço, os acometia.

Sasuke estava quase dormindo no colo da namorada e o cafuné que ela fazia em seu cabelo não colaborava para que ele ficasse acordado. As unhas longas e pintadas de preto passavam pelos fios lisos num carinho gostoso. De vez em quando Sakura focava em observar o rosto do Uchiha, relaxado e de olhos fechados. A rotina andava tão puxada que o casal só tinha alguns minutos para ficarem juntos.

Olhou para os alunos andando pelo campus da universidade e se permitiu afundar em pensamentos. Aquela conversa na sala de aula havia mexido com Sakura. Nunca lhe pareceu algo para se preocupar. Sasuke era o melhor namorado do mundo. Sempre muito cuidadoso, zeloso, carinhoso, sempre estava ao seu lado nos momentos difíceis, sendo seu porto seguro. Mas de uns tempos para cá, não parecia ser o suficiente para ela. Por alguma razão só beijos e abraços não eram suficientes para demonstrar o amor que transbordava em seu peito. Sempre que Sasuke entrava em seu campo de visão era a mesma coisa, o coração batendo forte e as mãos suavam como se fosse a primeira vez que o via. 

Para a Haruno tudo aquilo era o auge do ridículo, pois já deveria estar acostumada com Sasuke e sua presença forte, além do que ele provocava em si.

O olhar de Sakura pairou sobre um casal que namorava a alguns metros de onde estavam. O menino loiro sussurrava algo no ouvido da garota morena, sentada em seu colo. Mesmo com o fluxo de alunos intenso naquele horário, os dois pareciam pouco se importar com os espectadores. A Haruno não conseguiu evitar trocar os personagens e se imaginou naquela cena com Sasuke. Ela sobre o colo do Uchiha, trocando beijos e carícias íntimas demais para serem tratadas de forma tão mundana.

— Sakura?

A menina piscou atônita, tentando voltar à realidade. O sangue subiu para a cabeça, deixando evidente o tom avermelhado de suas bochechas e ela se empertigou. Mordeu o lábio inferior, tentando apaziguar seu constrangimento, mas ser alvos dos olhos perspicazes de Sasuke levou seus esforços ladeira abaixo.

— S- sim? — O gaguejo saiu inoportuno naquele momento. Sasuke estava curioso e um tanto perdido. Uma hora tinha pego no sono e em outra, chamava por Sakura, que parecia habitar em outro planeta.

— Algo errado? — Perguntou atencioso para logo em seguida bocejar. Estava exausto.

— Nada. Estava pensando e acabei viajando.

— O que, convenhamos, acontece com frequência. — Sorriu sínico.

Sakura deu um leve tapa no peito do namorado e riu. Ela se conhecia muito bem e Sasuke fazia questão de importuná- la, só para vê- la irritada. De acordo com o Uchiha ver Sakura inflar as bochechas de raiva e partir para cima dele era extremamente engraçado.

Só para um dos lados da moeda.

— Amor, mudando de assunto. Sábado… — a rosada voltou a pentear os fios negros com os dedos. — ... você sabe que dia é, certo?

Ela anuiu, sorrindo.

— O que acha de irmos dar uma volta por Lincoln Road? Itachi disse que depois das obras feitas pela prefeitura, ficou praticamente irreconhecível.

— Não vou à Lincoln Road há mais de três anos. — Pensou, levando o dedo indicador até os lábios. — Adoraria ir.

Ambos sorriram um para o outro e permaneceram apreciando a companhia um do outro.

Sasuke voltou a fechar os olhos e Sakura ficou observando sua expressão tranquila. Analisava minuciosamente cada detalhe do rosto do moreno, desde a zona T até o pequeno sinal que ele tinha na mandíbula. Os cílios longos, a sobrancelha esquerda com uma imperceptível falha e os lábios finos entreabertos.

Sentiu vontade de beijá- lo.

Olhou para os lados, incomodada com as pessoas ao seu redor, mas essas estavam alheias ao que a Haruno tramava. Voltou a mirar Sasuke quase adormecido novamente em seu colo, indefeso. Abaixou o tronco devagar até diminuir a distância o suficiente para sentir a respiração calma do namorado. Passou a língua pelos lábios, umedecendo- os e quebrou os últimos centímetros que mantinham suas bocas separadas.

De início foi apenas um tímido roçar de lábios, mas sentiu a boca masculina se abrir e chupar seu lábio devagar. O susto de Sakura foi imediato, acabando por ofegar. Jurava que Sasuke estava ressonando, mas foi pega com a boca na botija.

Sasuke que tinha os olhos semicerrados, apenas observava os movimentos desengonçados da namorada. Ela tramava algo e o brilho faceiro que seus olhos tinham, não deixava dúvidas. Queria rir do nervosismo de Sakura, mas se conteve ao máximo para não rir e denunciar a si mesmo. Queria ver até que ponto ela iria.

Apesar de repentino, a rosada não se afastou totalmente. Voltou seu olhar para os lábios do Uchiha, que levou sua mão até a lateral do rosto feminino, voltando a colar as bocas com esmero.  As mãos de Sakura foram parar no tronco do Uchiha, que começava a exigir mais da rosada a cada carícia que suas línguas trocavam. A mão masculina da lateral do rosto foi para a nuca, entrelaçando os fios róseos em seus dedos, dando mais sustentação e vigor ao beijo.

Sasuke parecia querer tirar completamente o ar da namorada, que começava a ficar tonta pela intensidade do beijo. Seu corpo começava a dar sinais de calor e quando ele chupou sua língua, Sakura deixou escapar um gemido. As bocas desgrudaram devagar, mesmo contra a vontade do casal. Ela sentia sua boca formigar, respirava com dificuldade e tinha certeza que seu rosto estava corado.

— Você estava acordado o tempo todo… — sussurrou.

— Você fica linda demais quando está tentando tomar a iniciativa. — Mordiscou o lábio vermelho de Sakura. — E, incrivelmente, tentadora.

Ela riu encabulada e deitou a cabeça sobre o peito do Uchiha. Seu coração batia forte, descompassado e a rosada se perguntou se algum dia seria imune a ele e a tudo que ele representava para ela. 


Notas Finais


Eu quero esse Sasuke pra mim, socorro.

No próximo capítulo conheceremos o ex da Sakura, alguém chuta quem pode ser?

Nos vemos daqui a algumas semanas, amores! <3


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