História Amantes - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Harry Styles, Selena Gomez
Personagens Demi Lovato, Harry Styles, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Demi G!p, Demi Lovato, Harry, Romance, Selena Gomez
Visualizações 106
Palavras 4.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooo eu aqui com o capítulo que vcs esperavam .

Qualquer erro ajeito depois.

Capítulo 10 - Lento


ASSIM QUE as palavras foram ditas, e o acordo selado, Selena deixar que todas os seus questionamentos, dúvidas e preocupações desaparecessem. Ela podia não ter um futuro longo com Demi, e sua vida podia estar levando-a a direções que ela nunca poderia ter imaginado, mas por hoje, para esta noite pelo menos, sua intenção era divertir-se com uma mulher que fazia seu corpo inteiro despertar.

– Tenho uma cama no andar de cima – murmurou Demi, deslizando a mão pela panturrilha dela.

– Eu gosto daqui – disse ela, nem um pouco disposta a desperdiçar tempo se deslocando, não quando finalmente ia conseguir o que desejava tão desesperadamente.

Demi assentiu para demonstrar que concordava. Quando ela enfiou a mão no bolso e retirou o preservativo, Selena soube que ela vinha premeditando o momento. Levando-se em conta que ela havia passado na farmácia e comprado uma caixa também, não havia motivo para fingir estar ofendida. Ela só tinha a agradecer.

A sujeita era gloriosamente bonita a qualquer hora do dia, em qualquer tipo de iluminação. Mas quando Demi tirou a blusa, jogando-a no chão, Selena teve de admitir que ela ficava maravilhosa diante da lareira.

O corpo era perfeito. Os meses de trabalho físico duro obviamente tinham erradicado qualquer resquício da advogada de Los Angeles e transformado-a numa deusa, com abdômen incrivelmente definido, cintura esbelta.

Depois de tirar os sapatos, Demi parou, deixando a calça jeans no lugar. Selena fez beicinho. 

– Continue. Você definitivamente não precisa parar por minha causa.

 – Nós vamos chegar lá. Mas sejamos justas. Você ainda está completamente vestida.

 – Você pode resolver isso.

 – Eu ficaria feliz em fazê-lo. 

Demi retirou as botas dela, e então massageou o peito dos pés delicadamente. Quando os dedos de Demi deslizaram sob as pernas da calça, o roçar de pele com pele fez a temperatura interna de Seleba subir. Uma hora atrás ela estava congelando. Agora sabia que uma faísca tinha acabado de acender e ia se transformar em chamas.

Seus jeans ajustados estavam apertados, e Demi não conseguiu subir a mão alto o suficiente para satisfazê-la, então Selena começou a contorcer-se, levando a mão ao próprio cós.

 – Não. Deixe que eu faço – insistiu Demi.

 Ainda ajoelhada no chão, Demi foi tocando as pernas dela, lenta e deliberadamente. Assim que os dedos ágeis atingiram o alto das coxas, Selena já estava gemendo. Ela não conseguia imaginar como seria quando Demi finalmente a despisse. Felizmente, ela sabia que não precisaria aguardar muito para descobrir.

– Por favor, se apresse – sussurrou ela quando Demi passou os nós dos dedos lentamente pela faixa de tecido que cobria o zíper. 

– Você não é do tipo paciente, né?

 – Se você for a três quilômetros negativos por hora eu posso simplesmente te matar – confessou ela, choramingando quando Demi estendeu a mão para o botão e desabotoou a calça.

– Temos a noite inteira – insistiu Demi, sem demonstrar nenhum interesse em acelerar. – Eu estive pensando nisso… sonhando com isso… desde o minuto em que nos conhecemos. De jeito nenhum que vou me apressar.

– Idem – admitiu ela. Então, sendo bem sincera, acrescentou: – Refiro-me à parte sobre pensar sonhar com isso. Porque estou muito a fim de apressar as coisas logo.

Rápido e intenso. Profundo e selvagem. Selena  estava morrendo de vontade de ser preenchida, penetrada e possuída por Demi. 

– Desculpe, linda. Não vai ser assim.

Demi deslizou o zíper lentamente. Ela praticamente podia ouvir os dentes de metal se separando, o silvo fraco competindo com o barulho do vento lá fora, com o crepitar do fogo e com o bombear de seu sangue nas veias.

Quando Demi terminou de abrir o zíper, ela ergueu os quadris, rebolando para ajudá-la enquanto Demi puxava a calça, retirando-a e desnudando as pernas. Para a decepção de Selena, Demi não levou as mãos à sua virilha, não retirou a calcinha sumaria juntamente ao jeans. Mas ela de fato não tinha expectativas de que Demi o fizesse. Além do fato de ter acabado de dizer que faria tudo lentamente, Demi já tinha se provado ser uma mulher muito paciente. Ela estava iria com calma, devagar, sorvendo cada gota de prazer de toda a experiência que compartilhavam.

– Eu vou fazer isso também – disse ela a si, sussurrando de maneira audível. – Eu consigo fazer isso. 

– Você consegue e vai fazer o quê? 

– Vou conseguir fazer devagar – prometeu.

 Então Demi trilhou a ponta de um dedo ao longo do cós do elástico da calcinha e Selena gemeu.

– Ai, Deus, sim, por favor, rasgue logo. Me possua!

 A risada de Demi foi pura maldade. 

– Isso não é ir devagar. – Demi deslizou o dedo abaixo do elástico, roçando- o no tufo macio, e então repetiu o gesto.

– Eu disse lento, não em câmera lenta – gemeu ela, seus quadris investindo quando um desejo inominável porém muito familiar tomou conta.

– Estamos apenas começando – insistiu Demi, levando as mãos à barra da blusa.

Tudo bem, ela aceitava aquele desvio. Seus seios estavam doloridos, os mamilos pontudos e tão sensibilizados que a própria blusa estava lhe causando calafrios de excitação. Muito provavelmente a boca e as mãos de Demi seriam capazes de tirá-la de órbita.

– Deus, você é linda. Quase morri quando não pude olhar para você na noite passada, quando toquei seus seios – sussurrou Demi enquanto afastava a blusa, revelando a barriga e o umbigo. – Fique quietinha. Deixe-me explorar você.

Ser explorada parecia bom. Muito bom. Ela poderia ser as selvas da América inexplorada e Demi  poderia ser Cristovão Colombo sobre cada colina, vale e riacho. Ela só esperava que aquelas colinas fossem seus seios, o vale sua pélvis e o riacho a enxurrada do desejo suave que transbordava em seu sexo.

Demi baixou o rosto para lhe dar um beijo no osso do quadril. Selena sentiu o calor do hálito dela em sua pele, tão perto do cós da calcinha, e instintivamente ergueu-se para lhe oferecer mais, torcendo para Demi evitar os montes e vales e ir logo ao riacho.

Demi foi para o lado, porém, beijando o até o recuo da pélvis, rumo ao umbigo.

Selena soltou um gemido metade prazer, metade frustração. Ignorando-a, Demi continuou a afastar a blusa dela, seguindo para lhe beijar a boca. Centímetro por centímetro, Demi explorou seu corpo, lambendo cada vão entre cada costela, experimentando, saboreando, sorvendo. Era maravilhoso, erótico… e frustrante. Selena estava gemendo e se contorcendo debaixo dela, querendo que Demi se apressasse, mas ao mesmo tempo desejando que aquilo não terminasse.

Demi alcançou o sutiã com fecho frontal. Ela prendeu a respiração, tensionando enquanto Demi tocava o fecho com o polegar e o indicador, abrindo habilmente, revelando as curvas lhes dar mais de sua deliciosa atenção. Demi parou por um momento, admirando, como se memorizando cada contorno e vão. Os mamilos dela eram botões rijos, rosados e pontudos, obviamente implorando por um pouco de atenção.

Mas quando Demi começou a trilhar a boca pelo corpo dela outra vez, concentrou-se sobre o esterno, beijando entre os seios sensíveis, o rosto liso acariciando as laterais, mas sem qualquer esforço para sorver um pouco da tensão dela. Nem a mão de Demi ofereceu qualquer alívio, já que ela simplesmente continuou os movimentos leves e delicados sobre a barriga, a pélvis e as coxas, nunca oferecendo o que Selrna realmente precisava.

– Ai, Deus – gemeu ela, todos os pedacinho de seu corpo incendiando. Seus sentidos estavam tão deliciosamente sensibilizados que o prazer era quase doloroso Ela nunca havia sentido nada parecido, nunca estivera tão excitada e pronta.

Tremores percorriam seu corpo, os músculos tensionando, cada centímetro de si consciente e ansioso. Mas Demi não lhe ofereceu qualquer alívio. Ela  estava totalmente concentrada no que ela  estava fazendo. Parecia amar a curva da clavícula, a qual provou a mordiscou. Daí encontrou algo deliciosamente adorável no vãozinho do pescoço dela. Lambeu ali. Pressionou o rosto de encontro à pele e a aspirou. Aqui e ali, aqui e acolá.

Foi maravilhoso. Erótico. A expectativa estava além de qualquer coisa que Selena jamais experimentara.

Mas ela estava morrendo. Simplesmente morrendo. Porque todas as carícias feitas por Demi só faziam enviar mais correntes de desejo quente, elétrico ao seu núcleo. Seu clitóris estava tão duro que doía, o sexo pulsando, todas as terminações nervosas pareciam ter se concentrado entre as coxas.

Talvez por só ter estado com rapazes da própria idade, e do ramo do cinema, que estavam sempre na correria, Selena nunca havia tido um amante que se demorava tanto, tão deliberada em cada carícia. Demi parecia saborear cada pedacinho dela que era capaz de descobrir. Ela parecia determinado a dar uma atenção completa e gloriosa a todos os centímetros de seu corpo, deixando os pontos mais importantes por último. Sua barriga e pescoço e, oh, a nuca, o adoravam por isso. Mas seus pontos mais importantes estavam gritando por atenção. 

– Shhh – ordenou Demi.

 – Eu não disse nada – gemeu ela.

 – Seus pensamentos estão muito altos, Selena. – Demi levantou a cabeça para fitá-la, exibindo um sorriso de pura maldade. – Eu sei o que você quer.

 – Bem, leitora de mentes, se tenho sido tão óbvia, então por que…

 – Ah, você tem sido muito óbvia – insistiu Demi com uma risada abafada. – E estou ansiosa para conhecer todas as suas exigências. – Demi se inclinou para deslizar os lábios pela mandíbula dela, subindo até chegar à orelha, depois contornou o lóbulo com a ponta da língua. – Mas eu gostaria de pelo menos te beijar antes de deslizar minha língua nas fendas de seu íntimo e de lamber até você se esquecer em qual planeta está. 

Bum. Explosão. 

– Ai, Deus!

 Ela chegou ao clímax, simples assim, com aquelas palavras, com o peso da mão de Demi em sua coxa e o deslizar de sua boca em sua bochecha. O corpo inteiro dela tremia, lampejos quentes de prazer disparando dentro de seu corpo. Não foi uma onda lenta e pulsante; foi um tsunami, atingindo-a com força em todas as direções. Tal qual Demi insistira que faria, Demi cobriu a boca de Selena com a dela, capturando seus suspiros de prazer com os lábios, sorvendo-os e engolindo-os.

Quando ela finalmente recuperou a atividade cerebral, percebeu que Demi de alguma forma tinha conseguido remover a calcinha quadris abaixo e tirá-la do caminho. A peça estava emaranhada em suas pernas e Selena se contorceu e deu pequenos pinotes para se livrar dela. Demi ajudou, jogando a calcinha longe.

As palavras perversamente eróticas de Demi ainda ecoava em seus ouvidos, e Selena prendeu a respiração, imaginando se agora ela iria voltar a atenção a alguns daqueles pontos importantes. Quando Demi começou a desceu pelo corpo dela com uma trilha de beijos, Selena desconfiou que aquela fosse exatamente a intenção dela.

 – Ah, isso – gemeu ela.

 Demi a ignorou, a boca se movimentando entre os seios. Mas, desta vez, felizmente, ela desviou e lhe deu beijos quente, de língua, em um seio. Ela já estava choramingando quando a boca maravilhosa cobriu o mamilo e gritou quando Demi sugou. Ela tomou o outro nos dedos, provocando, beliscando, acariciando o seio na mão enquanto continuava a sugar-lhe rumo àincoerência.

Demi só prosseguiu jornada corpo abaixo após oferecer a mesma atenção ao outro mamilo rijo. Foi lambendo em linha reta, descendo, saboreando centímetro por centímetro. Daí mordiscou a barriga, o osso do quadril, os lábios roçando pelo vão acima da virilha. Demi passou o rosto no sexo e Selena não conseguia parar de investir os quadris para acolhê-la.

Demi se virou para encará-la, em seguida pôs uma perna dela sobre seu ombro, abrindo-a ao seu olhar faminto.

– Demi – gemeu ela enquanto o constrangimento guerreava contra a luxúria absoluta. O olhar de Demi era tão cobiçoso, tão admirando, que ela pendeu para a luxúria.

– Você é absolutamente de dar água na boca. – Demi passou a ponta do dedo sobre o clitóris, aí desceu, entreabrindo os lábios do sexo, abrindo-a para um exame mais íntimo. – Tão rosada e brilhante. Adoro ver como você está úmida.

Ela engoliu em seco. Nenhum amante jamais a examinara com tanta franqueza, ou falara tais coisas tão abertamente. O tom denso de avidez na voz dela lhe dizia que Demi era muito fiel a cada palavra que pronunciava. Aquela mulher sabia como usar a linguagem, com certeza – Demi a seduzia com todas as palavras que dizia. Ela apostava que Demi era o diabo no tribunal. E mais perversa ainda no quarto.

– Que linda – refletiu Demi enquanto acariciava o clitóris, rolando-a entre os dedos. Em seguida Demi deslizou um dedo dentro dela, fazendo Selena arfar. – E isto também é lindo. Não consigo decidir o que quero provar mais.

Demi aparentemente era do tipo decisiva. Como menos de dez segundos depois, e já estava com a cabeça entre as coxas dela.

Quando Demi enterrou o rosto em seu sexo e começou a devorá-la, Selena viu estrelas. Ela se agarrou a Demi, entrelaçando os dedos em seus cabelos enquanto ela levantava a outra perna de Selena e também a colocava sobre seu ombro. Ambas estavam em volta do pescoço de Demi agora, mas ela não parecia interessada em ir a qualquer outro lugar, por isso Selena as deixou lá e se concentrou na sensação incrível que era ter a boca de Demi de encontro a seus lábios intumescidos e carnudos.

Demi devorava, lambendo dentro dela, usando língua para fazer amor com ela. Selena estava ofegante quando ela seguiu para o clitóris, sugando e acariciando. Indo para a frente e para trás, e ela não parou até Selena arquear, se contorcer, impotente contra a reação intensa de seu corpo.

Desta vez, quando ela chegou ao clímax num ímpeto cálido, Demi não parou o que estava fazendo. Continuou a dar prazer a ela, com foco no clitóris ao mesmo tempo que deslizava os dedos profundamente dentro dela e fazia um pouco de mágica num pontinho alto lá dentro. Lágrimas brotaram dos olhos de Selena e logo ela estava choramingando quando um novo orgasmo tomou conta.

Agora Demi finalmente parecia satisfeita. Ela baixou as pernas de Selena gentilmente e foi beijando a longo do corpo. Ainda atordoada, Selena só recuperou os sentidos quando percebeu que Demi estava se afastando para se levantar e abrir a própria calça. Isso valeu a ela plena, máxima atenção. Ela mordei o lábio e observou, sentindo-se como uma criança na manhã de Natal, que finalmente ia conseguir abrir seu maior presente.

 – Uau – sussurrou ela quando Demi tirou a cueca boxer. Porque grande não era o suficiente para descrevê-la. O membro poderia ser descrito com três de seus adjetivos favoritos: longo, grosso e rijo como pedra. Demi se projetava, orgulhosa e quente. Aquele riacho entre suas pernas ameaçou se transformar num oceano só de olhar para Demi.

– Tenho andado por aí desse jeito desde a noite que você me bateu com a frigideira. 

– Sinta-se livre para ficar quite me batendo com isso aí – sussurrou ela.

 Demi deu uma risadinha, mas logo parou de rir. Porque Selena não se contentou com ficar apenas olhando. Ela precisava tocá-la, sentir aquele aço revestido de seda.

Ela sentou-se ereta. Posicionando-se bem na beiradinha do sofá, abriu as coxas para dar espaço para as pernas de Demi e inclinou o corpo nu. Perto o suficiente para lançar jatos de hálito quente em cima dela, os lábios de Selena ficaram pairando menos de três centímetros acima de toda aquela tensão sedutora. Mas ela não foi além, ainda não. Queria enlouquecê-la de desejo do mesmo jeito que Demi fizera com ela.

Gemendo, Demi entrelaçou as mãos nos cabelos dela. Selena sabia que a estava torturando, mas sabendo por experiência própria e recente que aquela expectativa era maravilhosa, ela não deu o que Demi queria. Em vez disso, estendeu a mão e passou os dedos sobre o pênis, de cima a baixo, pelos testículos. Ela os segurou delicadamente, ouvindo o arquejo de Demi e sentindo suas mãos apertando seus cabelos. A posição era incrivelmente íntima. Demi estava tão fisicamente vulnerável quanto uma pessoa poderia ficar, e ela estava consciente da confiança que aquilo devia exigir. Obviamente, dada a forma como adoravam ser chupados, os benefícios precisavam superar os riscos. E desta vez, ela se flagrava verdadeiramente ansiosa para algo que normalmente seria visto como um item para se marcar na lista de preliminares. Não com Demi. Demi, ela queria provar. Demi, ela queria agradar. Selena continuou a respirar profundamente, calmamente, adorando o cheiro almiscarado que lhe preenchia as narinas. Envolvendo a mão ao redor dela para segurar o máximo da carne possível, ela a acariciou, subindo e descendo, apertando levemente, sabendo pela pulsação de Demi latejando na virilha que seu coração estava disparado.

Necessitando suavizar o atrito, ela passou os dedos na ponta do pênis, umedecendo-os com a excitação que escoava dali. Curiosa, levou um dedo à boca e lambeu a umidade dela. 

– Deus do céu!

Ela ouviu o puro desespero na voz de Demi. Lançando um olhar e vendo a expressão ávida de Demi, Selena soube que a havia levado ao limite, daí finalmente, lambeu os lábios e se preparou para um sabor mais profundo. Demi definitivamente era grande demais para ela conseguir tomá-la inteira na boca, mas fez o possível, tomando a ponta bulbosa na boca e sugando com delicadeza.

– Ah, Deus, sim – gemeu Demi, latejando bem pouquinho, como se fosse uma escrava se rendendo às exigências do próprio corpo.

Ela não se importou. Demi tinha um sabor delicioso – quente, um pouco salgado, sempre tão suave. O ato era extremamente íntimo, e ela adorava ouvir os gemidos de prazer enquanto a sugava, levando a boca o mais longe possível, lambendo-a para que Demi pudesse deslizar com mais facilidade.

Demi não permitiu que as coisa se estendesse demais, nem chegou perto de se demorar como fizera ao dar prazer a ela. Depois de alguns minutos, ela a afastou. 

– Quero estar dentro de você.

 O pedido contundente fez Selena tremer de emoção. Demi estendeu a mão para ela, colocando-a de pé, e ela ficou sem saber para onde estavam indo. Quando Demi levantou uma de suas pernas para que ela pudesse apoiar o pé no braço do sofá, ela compreendeu.

Demi fez uma pausa para rasgar o pacote de preservativo e vesti-lo – foi uma surpresa ter servido naquele gigante. Estando pronta, Demi a tomou em seus braços, cobrindo-lhe a boca e beijando-a profundamente. A ereção era um cume poderoso entre os corpos, e Selena arqueou em direção a ela, desejando-a desesperadamente.

 – Por favor, Demi – insistiu ela. 

Demi deu a ela o que Selena queria, inclinando-a para si. Ela estava escorregadia de desejo, o corpo se abrindo em boas-vindas. Demi deslizou dentro dela, trazendo êxtase consigo. Selena começou a ofegar enquanto ela a preenchia, centímetro por centímetro. Era tão grossa, dura e quente que ela conseguia sentir cada pedacinho de Demi enquanto era possuída.

Como se percebendo que o corpo inteiro dela estava derretendo, Demi a agarrou pelos quadris e a ergueu. Ela envolveu as pernas ao redor da cintura de Demi, permitindo-se afundar totalmente de encontro a ela. Enquanto Demi a empalava, ela jogou a cabeça para trás e soltou um grito baixo, gutural de prazer.

Demi  começou a investir lentamente, indo bem fundo, em seguida, se afastando. A força da sujeita a surpreendeu. Demi parecia completamente confortável enquanto sustentava o peso dela durante aquela troca de prazer. Ela reagia a cada estocada, contraindo-se com Demi ali dentro, sabendo pelos calafrios dela que Demi sentia cada uma daquelas contrações.

Logo, o clímax cresceu. Demi acelerou; ela gritou mais alto. Daí se agarrou aos ombros dela e Demi a apoiou contra a parede. A alavancagem tornou as coisas mais profundas, mais quentes, e ela a penetrou mais uma vez, e mais outra, se perdendo na paixão.

Selena estava perdida nela também. Alheia a tudo, exceto ao momento, aquela mulher, àquele ato, e oferecendo tudo que possuía para trazê-las ao auge do prazer. Quando chegou a este pico, experimentando mais um orgasmo, ela a segurou com firmeza e deixou que tivesse também seu ápice do prazer.


AO ACORDAR na manhã seguinte e ver seu relógio piscando no criado-mudo, Demi percebeu que a luz tinha voltado em algum momento da madrugada. Para ser sincera, não faria muita diferença se não tivesse voltado. Ela e Selena tinha criado muito calor por conta própria, tanto diante da lareira quanto naquela cama, mais tarde. Naquela pequena cama. Ela nunca tinha estivera mais consciente de seu tamanho, até agora, enquanto a sentia enroscada em seu corpo, uma perna esguia entrelaçada à dela, o braço envolto em sua cintura, a cabeça em seu ombro. Demi gostava de camas pequenas, concluiu. Gostava muito de camas pequenas. E gostava especialmente de acordar e encontrar Selena ali do seu lado, enroscada nela como se precisasse tocar todos os pedacinhos possíveis enquanto dormia.

A luz que entrava pela janela dizia que a tempestade havia passado e o dia parecia ensolarado e brilhante. Havia um milhão de coisas que ela poderia fazer lá fora, mas tinha a sensação de que ia querer ignorá-las em favor de fazer amor com aquela linda mulher novamente.

Selena seria dela durante uma semana e uma semana apenas. Demi não tinha ideia de por que ela impusera tais condições, ou qual era o tal segredo que ela não queria revelar. Ontem à noite, no calor do momento, Demi  não dera a mínima. Agora, porém, não podia negar que estava curiosa. Mas não curiosa o suficiente para pressioná-la e correr o risco de perder o período que ainda teria com ela. Ia ser uma semana inesquecível. Para ambas. Demi se certificaria disso. 

– Hum… bom dia – murmurou Selena. 

Ela baixou o olhar e a flagrou fitando-a, bocejando e piscando contra a luz do sol. 

– Oi.

 Selena a abraçou com mais força, dobrou a perna um pouco mais intimamente e se aconchegou ainda mais.

 – Como você dormiu?

 – Como uma pessoa que acabou de correr uma maratona – confessou. – Alguma coisa roubou minhas forças ontem à noite.

 – Acho que fui eu. – Satisfeita, Selena ronronou como um gatinho. 

– Eu disse na noite em que nos conhecemos que você deveria vir com uma etiqueta de advertência. 

– E o que estaria escrito nela?

 – Cuidado: mulher inflamável. Aproxime-se somente usando equipamentos de proteção.

Selena riu de encontro ao peito dela e trilhou a mão preguiçosa pela barriga. 

– Você usou equipamentos de proteção ontem à noite. 

Verdade, embora ela desejasse não ter usado. A ideia de penetrá-la pele com pele era incrivelmente atraente. Infelizmente, ela nunca poderia ter tal chance. Seu relacionamento era muito recente e de curto prazo, e esse tipo de confiança e intimidade normalmente não acontecia de imediato.

 – O que você está pensando?

 Ela precisava ser honesta, então disse a verdade. Selena estremeceu delicadamente e ela notou um rubor quente inundando- lhe o rosto. 

– Leitora de mentes. 

– Sério? 

– Sim. Sou a favor de ser responsável, mas a verdade é que estou tomando pílula e ontem bem que pensei em jogar as camisinhas na lareira.

– Provavelmente foi bom a gente conversar sobre isso primeiro. Eu nunca colocaria você em risco… você sabe disso, certo? Eu sou saudável como um cavalo. 

– Depois de ontem à noite, eu não provei que confio em você?

 Ah, Selena definitivamente provara, baixando a guarda e se rendendo a ela de todas as maneiras que uma mulher poderia fazer. Claro, Demi tinha feito o mesmo. Aquilo foi o máximo de intimidade que ela já tivera com qualquer pessoa, o que tornava a ideia de ter Selena por apenas uma semana ainda mais insustentável. Sem vínculos. Sem emoções. Este era o acordo. E era melhor assim. De alguma forma, porém, estava ficando cada vez mais difícil de lembrar disso.

– E vale dizer, eu não tenho tido muitas experiências do tipo. Na verdade, antes da noite passada, fazia mais de um ano que eu tinha ficado com alguém.

– Os homens Los Angeles ficaram cegos, surdos e perderam o olfato, o paladar e o tato depois que saí de lá? 

Selena riu, o som bonitinho um tanto incomum para ela. 

– Bem, eu não costumo sair por aí pedindo para os caras me cheirarem.

 Ela não conseguiu resistir deslizar na cama e lhe mordiscar o pescoço. 

– O que você estava falando mesmo? – perguntou Demi enquanto ia descendo para lhe beijar nos seios, deleitando-se naqueles mamilos rijos e carnudos que clamavam por atenção. Selena gemeu e envolveu as pernas ao redor dela. 

– Eu estava dizendo que quero você dentro de mim. Agora mesmo. A menos que isso seja um problema para você. 

Não era. Demi se posicionou imediatamente entre as coxas de Selena, testando sua disponibilidade o seu pênis totalmente intumescido. Selena estava úmida e quente, suave e flexível. Muito pronta para ela.

– Não é problema mesmo – murmurou Demi enquanto se enterrava ao máximo.

A sensação foi gloriosa, Selena era toda calor e umidade, e ela fechou os olhos, entregando-se ao prazer. Então elas começaram a se movimentar juntas, banhadas pela luz matinal, ligadas em todos os sentidos possíveis.

E mais uma vez Demi começou a se perguntar como conseguiria deixá-la ir embora.


Notas Finais


Então?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...