História Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 8


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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Louis Tomlinson, Rihanna, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Louis Tomlinson, Normani Hamilton, Selena Gomez, Zayn Malik, Zendaya
Tags Allybrooke, Camilacabello, Camren, Demally, Demilovato, Dinahjane, Dinahjanehansen, Dinally, Fifthharmony, Lauren, Laurenjauregui, Laurinah, Normanikordei, Norminah
Visualizações 69
Palavras 2.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse capítulo vai do céu ao inferno em questão de minutos..acostumem-se comigo, sou bipolar na escrita!!!kkkkkk

Sem mais mimimi...vocês decidem, mato Dinah agora ou dou uma chance a Normani de fazê-la desistir?!

Boa leitura amores meus!! Bjs

Capítulo 8 - Goodbye my lover...


Fanfic / Fanfiction Amor Além da Vida - Norminah - Capítulo 8 - Goodbye my lover...

POV DINAH \ NARRAÇÃO AUTORA...

Você já acordou completamente disposta a morrer?! Tão certa de que não valeria mais a pena continuar, que nada e nem ninguém poderia te fazer desistir?! Eu acordei exatamente assim...como tenho feito em todos os outros dias, demorei um pouco a sair da cama, e só decidi mesmo sair para me despedir de Normani, que já estava praticamente pronta para ir para o trabalho; precisava dizer a ela o quanto a amava e dar-lhe um último beijo, precisava sentir seu cheiro e a suavidade de sua pele uma última vez. Estava linda em seu terninho preto, saia milimetricamente alinhada ao seu corpo, cheirosa como sempre...como sempre fora a minha Normani!!

- Bom dia meu amor. Disse a abraçando por trás e dando-lhe um pequeno susto por já estar acordada.

- Bom dia razão do meu viver!! Que bicho te mordeu pra fazer com que acordasse tão cedo?! Perguntou Normani, virando-se e dando um longo beijo na esposa.

- Digamos que eu precisava dizer que te amo antes que fosse para o trabalho...não gostou?! Perguntei fazendo um pequeno biquinho, que eu sabia que Normani amava.

- É claro que gostei...não só gostei, eu amei!! Prova disso é que vou levar-te de volta para a cama...só que nos braços!! Disse Normani, pegando Dinah no colo de supetão e levando-a até o quarto, onde a colocou na cama com todo carinho do mundo, deitando-se logo depois ao seu lado.

- Vai amassar esse terninho lindo que eu tanto amo, meu amor!! Levanta antes que tenha que trocar toda sua roupa para ir trabalhar. Resmungou Dinah, acariciando o rosto de Mani.

- Não seja por isso...se é para não amassar, eu tiro e a gente já resolve isso. Disse tirando mais que depressa não só o terninho, mas escorregando o corpo para cima da loira, que se ajeitou embaixo da morena e novamente a beijou com paixão.

Sim, o corpo de Normani sempre teve um efeito transformador sobre mim...nos meus melhores ou piores momentos, nas minhas maiores angústias ou alegrias, era sempre para o colo dela que eu corria, era sempre o corpo dela que me acalentava...eu ia de menina a mulher em questão de segundos, isso mesmo depois de longos quinze anos de relacionamento, dez anos de casadas.

Sobre mim, Normani me deu um beijo doce, de início calmo, terno, um beijo que eu precisava desde que perdemos nossos filhos. Embora minha alma apresentasse dor e sofrimento, meu corpo ainda amava Normani, seus lábios quentes, grandes que me deixavam louca...e ela sabia disso. Aos poucos ela foi dominando o beijo e abrindo caminho para que pudesse aprofundá-lo, cheia de vontades, de desejo. Pensei em protestar, mas logo deixei que ela guiasse aquele beijo molhado e cheio de paixão, de amor; agora ela mordia de leve meu lábio inferior, travávamos uma briga de bocas para ver quem precisava mais de quem...dois meses que não nos tocávamos, e ela pacientemente havia esperado, não era surpresa para mim que ela quisesse me devorar. A essa altura minhas mãos já haviam livrado seu corpo da saia alinhada e da blusa social, e desciam e subiam em suas curvas bem delineadas que eu tanto amava, afinal Normani era lindíssima. Logo direcionei suas mãos ágeis até meus longos cabelos, e ela os agarrou com força, fazendo-me arquear o corpo para trás enquanto ela descia sua boca para um de meus seios.

- Tem certeza que posso continuar?! Você quer mesmo ou só está fazendo isso para me satisfazer Dinah?! Normani me perguntou, ainda um pouco assustada com minha volúpia logo ao amanhecer.

- Eu te quero mais que tudo meu amor...eu preciso de você mais uma vez, mesmo que seja a última!! Disse sem perceber, o que fez ela me olhar curiosa e ao mesmo tempo interrogativa.

- Porque está dizendo isso?! Não é e nunca será a última vez....eu estou e sempre estarei ao seu lado, para sempre!! Disse, agora com a boca ocupada em um dos meus seios. Logo levou sua mão grande até minha bunda e apertou, fazendo com que eu soltasse um gemido forte e que me deixou automaticamente molhada, com toda certeza. Senti meu corpo febril arder, eu precisava de Normani mais do que da minha própria vida, isso ficava claro ali naquele momento. Encaixei meu corpo no dela de forma que sentisse que eu já estava toda molhada, o que fez com que ela, mesmo deitada, já tirasse a pouca roupa que eu usava. Em questão de segundos eu estava nua sobre ela, sobre a minha Normani.

Sem perder um só segundo, Normani beijava levemente meu corpo exposto...clavícula, pescoço, ombros, seios. Eu apertava seu corpo com força contra o meu, como se pudesse fundi-la a mim e nos tornarmos uma só pessoa, lhe arrancando suspiros que se intercalavam com beijos que me levavam a loucura e a faziam delirar. Queria que ela lembrasse daquele nosso último momento, do quando eu a amava e do quando ela me levava ao extremo da completude. Foi o amor mais doce e delicado que fizemos em todos esses anos de casadas, pelo menos para mim, pois eu sabia que seria o último.

Os mais desavisados devem se perguntar...como tens coragem de deixar o amor da sua vida?! Como tens coragem de nunca mais poder toca-la, beija-la, sentir a presença dela?! Pensei em tudo isso quando acordei e decidi que até o fim do dia morreria, e confesso, só o fato de não mais estar com ela ainda me incomodava, mas não seria o suficiente para me fazer acreditar que a vida poderia melhorar...não, nada poderia melhorar depois da morte dos meus filhos!! Para quem fica, as vezes a morte é melhor...para mim eu tinha certeza que seria!!

Depois que fizemos amor e Normani novamente se arrumou e saiu, pensei bastante nos efeitos que minha morte causaria...ela ficaria livre para ser feliz de novo, para encontrar alguém que a fizesse realmente feliz...e eu finalmente reencontraria meus filhos e teria paz. Era isso, estava decido...eu precisava ver Normani feliz de novo, precisava dos meus filhos, teria finalmente as duas coisas que mais sonhava!!

O problema é que tudo caminhou bem até encontrar Laura...a aluna que não era aluna da Columbia!! Tinha me despedido da forma mais doce possível de Normani, conseguido tirar Demi do meu encalço, resolver algumas questões legais que eu sabia que precisava para que Normani não passasse por situações complexas depois da minha morte. A ideia era ir até a biblioteca devolver aqueles malditos livros sobre vida após a morte, escrever algumas linhas para minha família, para Normani e alguns poucos amigos, depois passar na floricultura de Manhattan para buscar as flores favoritas de Christopher, e finalmente partir...de forma rápida e eficaz, sem dor ou sofrimento, partir para Christopher e Clara. Tudo dava certo até Laura cruzar meu caminho e me desestabilizar, me fazer pensar mais uma vez se conseguiria deixar Normani, se realmente encontraria meus filhos após a morte, se morrer era o único caminho.

Deixá-la na cafeteria foi a única forma de não me sentir um monstro que estava abandonando o barco e deixando a pessoa que mais amava para trás, Normani...foi a única forma de fugir dos seus relatos sobre as últimas horas do meu gnominho e não sucumbir a ideia que poderia viver sem ele e Clara.

Agora estou eu aqui...parada nesse pequeno e estreito vão da ponte de Manhattan sentindo o vento bater nos meus cabelos e levar o cheirinho de lavanda que ficou em meu corpo depois que chorei por alguns minutos dentro do carro, abraçada as flores favoritas do meu filho; nosso plano era recomeçar a plantação das mudinhas de lavanda assim que o inverno chegasse, elas gostavam de frio e Christopher havia me convencido de que dessa vez daria certo...era a terceira vez que tentávamos, e Clara estava convencida de que conseguiria transformar nossa estufa no Polo Norte, tudo para fazer o irmão feliz.

A brisa consegue agora acalmar meu coração, que insiste em pensar em Normani e em tudo que vivemos nesses 15 anos juntas. O fim de tarde vai encobrindo o sol, e a sensação de ir em busca da paz aumenta a medida que sinto as lágrimas do meu rosto secarem. Algumas pessoas passam apressadas, poucas notam um carro parado, uma mulher recostada no parapeito da ponte prestes a tirar sua vida...a vida da maioria segue...meus pensamentos só são interrompidos quando ouço uma voz fraca, mas conhecida o suficiente para me fazer olhar para trás antes de pular...

- São 15 anos...15 anos e eu te conheço tão bem que sabia exatamente onde te encontrar meu amor. Poderias enganar o mundo todo, poderias inclusive se enganar achando que eu não chegaria a tempo de vê-la mais uma vez, mas nunca enganarias meu coração. Disse Normani, aproximando-se lentamente do parapeito, mas ainda distante de Dinah.

- Não era pra ser assim, não era para você estar aqui Normani. Eu não vou desistir, mas não era pra você presenciar isso...não era pra eu te ver sofrendo como a última imagem que levo de você. Eu quero levar a sua imagem de hoje pela manhã, sorrindo e feliz com nossa história, com nosso amor. Disse Dinah, virando-se um pouco para Normani, que fez menção de aproximar-se mais um pouco, mas sentiu que Dinah pularia se ela o fizesse.

- Eu também não queria que fosse assim nosso último encontro. Comprei suas flores favoritas, aquele bolo de nozes que você ama e ainda de quebra consegui aqueles brigadeiros que te deixavam louca desde que nos conhecemos, na época da faculdade. Quando você engravidou era a única coisa que te deixava calma, que fazia com que as crianças parassem de chutar, lembra?!

- Claro que eu lembro...como poderia esquecer?! Lembro exatamente de tudo que vivemos juntas nesses 15 anos, especialmente como vivemos a gravidez, a chegada dos nossos gnominhos. É por isso que não posso mais viver Normani, porque todas essas lembranças me corroem, me atormentam dia e noite.

- Eu não posso te prometer que essas lembranças vão embora Dinah, mas posso te prometer que farei tudo para tornar sua vida menos atormentada por elas. Depois que você me devolveu o jeito de sorrir pela manhã eu passei o dia em frente ao computador procurando um novo lugar para morarmos, conversei com Ally sobre a possibilidade de mudar meus horários no trabalho, reorganizei minha agenda para passar todas as manhãs com você e tentar recomeçar nossa vida meu amor. Nossos filhos nunca deixarão de ser parte de nós, ficarão para sempre em nossos corações, sempre lembraremos deles com amor e carinho, mas precisamos seguir em frente...eu e você!! Por favor Dinah, me dá uma chance de te fazer novamente feliz, eu preciso de você e você sabe disso...sem você minha vida não terá mais sentido!! Disse Normani, agora já não conseguindo conter as lágrimas, que corriam soltas em seu rosto.

Aos poucos várias pessoas iam se aglomerando, na ponte começava a se formar um pequeno congestionamento por conta dos dois carros parados um atrás do outro, o que fez com que quem tentava passar não entendesse muito bem o que estava acontecendo, com exceção de uma pessoa. Lauren largara seu carro no começo da ponte, parado no congestionamento, e seguia correndo, a pé. Precisava impedir Dinah, mesmo que pra isso precisasse agarra-la a força e tira-la dali. O suor escorria pelo rosto quando se aproximou do grupo em torno de Normani, que era a única que se comunicava com a loira, ainda do outro lado do parapeito, segura apenas por uma das mãos no aço frio da ponte.

- Mani me deixa ir, eu não dou conta mais de viver com essa dor...eu tentei, juro que tentei, mas só me vi mais amargurada e perdida em meio ao sofrimento...meu e seu!! Tenho clareza de que só estou te fazendo sofrer com a minha dor, com meu desespero diário. Disse Dinah, agora chorando copiosamente...a única mão que ainda a mantinha presa aquele mundo começava a fraquejar, a desistir, para ela era hora de partir...



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