História Amor de Brasa - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor De Brasa, Amor Que Queima
Visualizações 4
Palavras 320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Inesperado acontecimento


Fanfic / Fanfiction Amor de Brasa - Capítulo 6 - Inesperado acontecimento

Ele me segura pelo braço, posso sentir o frescor de seu perfume, por milésimos de segundos paralisei me em seu cabelo castanho escuro até a nuca, cair mar adentro de seus olhos castanhos.

-A mara, se soubesse como culpo esse maldito tempo... -Eu voltaria anos e lhe encontraria, eu puxaria as suas tristezas e selaria seu corpo com meus beijos. Nos beijamos e não poderia parar. Em pleno sábado de sol em uma chácara, ele é inevitável.

A gente poderia fugir dos medos nem que seja por ilusórios dias, essa semana juntos desconectados do mundo me fez sentir por uma única vez, que eu não tocava uma superfície falsa. É o Antônio, tão somente esse homem, de cabelos castanhos com fios brancos, alto e sereno. Como queria que ele me dissesse que sou eu, a destinada a segui -lo por este restante, a finalizar suas etapas.

Seu telefone tocou e atendeu, saiu para fora e ficou por alguns minutos falando, ao voltar sua expressão havia mudado, disse me que sua ex esposa sofreu acidente, que precisava ir vê-la. Me dispus a ir então pegamos o carro e ele deu partida em direção ao hospital.

Estava focado no trânsito parecendo preocupado, a reação é notável. Me recordo de um desses dias ,quando ele preparava o café, parou e veio até mim numa felicidade tão contagiante, me segurou no rosto dizendo que apenas bons observadores veriam o que meus olhos carregam, uma tristeza profunda com parcelas de não compreensão.

Ao chegar desceu do carro rápido andando na frente tão rapidamente que mal pude acompanhar seu passos, segui atrás um pouco desconcertada. 

Ao entrar escutava atento os filhos dizerem o ocorrido, ela estava dirigindo quando um caminhão bateu fora de controle,parece sério. Fiquei ao lado escutando enquanto um deles me encarou, como se perguntasse quem eu era. Sei bem ignorar, aliás, faço isso como arte. Antônio perguntou ao seu filho, Júlio, se ela corria risco de vida.



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