História Amor em Alto Mar - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Brook, Monkey D. Luffy, Nami, Sanji, Trafalgar Law, Usopp
Tags Lemon, One Piece, Yaoi
Visualizações 272
Palavras 2.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Lemon, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, pela data vocês que leram sabem que eu havia desistido dessa fic. Porém recentemente eu comecei a ver One Piece de novo e antes que eu percebesse estava maluca para escrever sobre eles. Dessa vez eu vou levar a fic até o fim. Ela não é muito grande. Vai ter no máximo mais uns 4 capítulos, que eu vou estar postando rapidamente. Eu peço desculpas para quem acompanhou desde o começo e teve que esperar tanto por uma continuação. Obrigada para todo mundo que ler, e eu realmente espero que vocês gostem. >,,,<

Capítulo 6 - Capitulo 5



POV. Sanji 


O sol estava brilhando lindamente e por onde quer que eu olhasse o mar se estendia como um belo tapete azul celeste. Até mesmo os reis do mar pareciam estar calmos. Tudo estava lindo. Um dia simplesmente fodidamente perfeito de merda...

E eu queria tacar fogo em tudo. 


Levei o cigarro aos lábios e traguei com força. Na parte da frente do navio um marimo de merda dormia. As laranjeiras da navegadora fazendo uma sombra agradável sobre ele. Um sorriso riscado nos lábios vinho. Ele parecia feliz. Bem diferente de como ele estava quando conversamos quase dez dias atrás. 


Depois de ter arrastado o idiota até a cozinha e ter tido certeza de que ele estava devidamente alimentado nós acabamos indo para o quarto. Cansados de mais para conversar sobre qualquer coisa nos contentamos em dormir abraçados. A sensação de braços forte me segurando, o cheiro de escuras especiarias que parecia desprender da pele morena....Eu me lembrava de tudo perfeitamente, assim como eu me lembrava de ter acordado sozinho na cama. 


De início eu não me preocupei. O Marimo costumava acordar cedo para treinar, compensando o sono perdido com cochilos ao longo da tarde. A verdade é que eu estava meio aliviado de não ter que lidar com ele pela manhã. Era constrangedor de mais lembrar a forma como eu havia me enrolado nos braços do espadachim como um fodido gatinho satisfeito. 


Arg. Muito hetero da sua parte Sanji


A manhã havia corrido normalmente. A tripulação acordou relativamente cedo e logo todos estavam fazendo bagunça e tomando café da manhã. Luffy parecia especialmente animado. Comendo até seu corpo de borracha se esticar e rindo como um bobo de praticamente qualquer coisa. Conformo o café progredia as borboletas no meu estômago pareciam crescer até virar pássaros mutantes. Quando o Marimo finalmente passou pela porta eu já estava prestes a ter um ataque de ansiedade. Coisa que se provou como sendo uma reação totalmente entupida pois logo em seguida o esverdeado estava do meu lado, algo como  "Ei cozinheiro de merda cadê minha comida?"  era gritado pelo mesmo. Fazia tanto tempo que Zoro não me provocava pelo simples prazer de começar uma briga que antes que eu percebesse já estava chutando o Marimo para a mesa com alguns comentários mau educados e um sorriso idiota que parecia estar permanentemente desenhado no meu rosto. O Marimo também sorria. Apesar das provocações seus olhos eram como chocolate quentes olhando com carinho e genuína satisfação. E eram esses olhos que me fizeram pensar que não importava o que acontecesse nós ficaríamos bem.


O dia havia passado mais rápido do que eu esperava. Zoro estava de volta ao seu "Eu" normal e a tripulação parecia satisfeita com isso. Só uma maldita coisinha me incomodava. O espadachim de merda havia mantido uma distância segura de mim o dia inteiro. Ele não havia feito um único movimento. Não havia tentado roubar um único beijo. Ele havia sido tão cuidadoso a ponto de eles não terem se tocado uma única vez. Nem mesmo por acidente. Apesar de ansioso eu tentei pensar que aquilo era bom. O Marimo sabia que eu precisava de tempo para entender todos aqueles sentimentos, e eu estava genuinamente feliz por isso. 


Porém isso foi só no primeiro dia.

 
Uma semana inteira depois  eu acordei para descobrir que estava totalmente ciente do espadachim. Eu parecia ter um maldito alarme dentro do estômago para cada movimento que o idiota fazia. Ele levantava da mesa e meu corpo se esticava em expectativa. Ele passava por trás de mim e eu estremecia a ponto de acha que ia ter um ataque epilético. Eu me vi prestando atenção em suas mãos morenas e dedos longos. Em como sua pele era bronzeada. Em seu abdômen rasgado. Olho cor de chocolate derretido. Os lábios cheios e cor de vinho. O sorriso de pirata sempre que ele me provocava. Eu me vi hiperventilando cada vez que ele se exercitava na proa do navio. Meus olhos acompanhando quase que hipnotizados as gotas de suor que desciam pelo pescoço moreno e corriam pelo corpo musculoso se perdendo pelo começo da fenda de sua fodiadamente bonita bunda toda vez que ele abaixava. 


Eu estava ficando completamente, inegavelmente, fodidamente maluco.  


E agora depois de dez fodidos dias sem ter sido tocado uma única vez eu estava convencido de que iria morrer de bolas roxas. Meu constante estado de excitação havia me transformado em um grande mau humorado. Meu pau parecia ter vida própria. Pulando desobediente em minhas calças a cada ação do espadachim. O Marimo idiota está treinando ? Opa ereção instantânea. Marimo comendo ? Dormindo ? Falando ? Andando ? Foda, não importava o que ele estivesse fazendo, meu corpo zumbia em resposta automática. 


 Apesar de tudo isso, o pior eram as fantasias. Do nada minha cabeça havia se transformado em um maldito cinema. Um cinema que só passava pornô, de preferência pornô envolvendo o espadachim em todas as malditas posições que eu pudesse pensar. As fantasias pioraram de maneira considerável depois que eu abri a porta da casa de banho sem bater. Eu nunca havia estado com um homem, então foi uma muita maldita surpresa encontrar o capitão do navio sendo fodido com força contra um parede pelo nosso mais recente aliado. Os dois nunca chegaram a me notar escondido atrás da porta.  Envolvidos de mais na foda dura. Luffy tinha o rosto esmagado contra a parede, seus braços estávamos torcidos em uma posição dolorosa nas costas, onde Law os segurava. Enquanto eu assistia Law puxou Luffy pelos braços e colou os corpos juntos se enterrando profundamente dentro do capitão. Por um segundo me perguntei se Luffy estava com dor. Porém logo me livrei da ideia, Luffy estava tão duro como uma rocha, seu pau babava por toda parede e seus olhos se reviravam nas órbitas. 


Eu nunca havia parado para pensar na minha bunda de maneira sexual. Porém assistindo a forma como Luffy gemia e se contorcia eu comecei a imagina como seria se o espadachim fizesse isso comigo. Me imaginei contra a parede gemendo o nome do Marimo enquanto ele me fodia tão profundamente quanto possível até eu não ser capaz de lembrar meu próprio nome. 


Puff. 


Quase que instantaneamente meu pau ficou tão duro que eu poderia foder através de concreto. Minhas bolas pesaram contra a minha perna. Levei a mão para ajeitar a ereção e gemi baixo pelo contato. Eu estava tão malditamente sensível por todos os dias pensando no Marimo, que pensei que podia gozar apenas pelo contato.  A minha frente Law grunhiu algo ininteligível enquanto desgrudava a cintura de Luffy da parede e segurava sua bunda arredondada no ar. Luffy espalmou as mãos na parede em busca de apoio e jogou a parte inferior do corpo para traz contra os impulsos de Law, empalando a si mesmo profundamente e gemendo alto.  


Minhas mãos viajaram para dentro da minhas calças e eu puxei minhas bolas doloridas. Uma descarga elétrica percorreu meu corpo e mordi a palma da outra mão para abafar o gemido. Na minha cabeça era eu em meus joelhos e dobrado contra a parede, era eu gemendo enquanto o espadachim se afundava em mim. Ou talvez fosse ele em seus joelhos  enquanto eu fodia sua bunda morena e arredondada. 


Minhas mãos subiram até contornar minha gorda ereção. A mesma babava e molhava a barra da minha camisa, mas não me importei. O cheiro almíscar da minha própria excitação parecia me embriagar. Fechei os olhos por alguns segundos enquanto a fantasia se tornava cada vez mais forte. Minhas mãos subiam e desciam pelo meu cume. A cabeça inchada da minha ereção estava tão sensível que o toque era quase doloroso.


Dentro do banheiro Luffy tinha a cabeça jogada para traz e a boca aberta em um grito mudo. Law havia contornado o corpo do capitão com uma das mãos e agora massageava seu pau. Os dois respiravam pesadamente e seus corpos estavam tensos com o orgasmo iminente. Me apressei a massagear a mim mesmo com mais força. Meu próprio clímax não muito longe. Tirei a mão que tampava minha boca e desci até a minha fenda. Minha bunda parecia estranha, ela queimava com o pensamento de Zoro me possuindo. Com um dedo contornei o anel de músculos e meu corpo inteiro estremeceu. Um gemido alto subiu pela minha garganta, mas eu o contive ao morder com força os lábios. Minha mão ainda subia e descia por todo cumprimento do meu pau. O movimento facilitado pelos fluidos que escorriam sem parar da minha excitação.

Meu estômago revirava e um nó passou a se formar na base da minha espinha. Meus joelhos fraquejaram e eu me vi obrigado a apoiar a frente do meu corpo na porta, em uma posição não mundo diferente da de Luffy.  Minha bunda formigava de uma forma que eu nunca havia sentido antes, com o dedo indicador contornei o botão rosado e foi quando aconteceu. A ponta do meu dedo quebrou a resistência de músculos e se enterrou em mim. Apenas um acidente, um único dedo, mas meu pau não sabia a diferença, quase que no mesmo instante ele explodiu em minha mão, o nó em minha espinha cresceu e se intensificou de maneira quase insuportável até que eu pudesse sentir correntes de eletricidade correndo até a ponta dos dedos e voltando. Pontos pretos apareceram em minha visão enquanto eu continuava com o movimento de vai em vem, meu pau vomitando porra por toda porta do banheiro. Ao longe pude distinguir um grunhido animalesco e eu soube que o casal fodendo no banheiro também havia encontrado a própria liberação. Lambi os lábios e percebi que os mesmo estavam sangrando por minha tentativa de permanecer em silêncio. 


Respirei fundo tentando clarear a cabeça. Meu corpo inteiro zumbia e minha pele estava queimando. Dentro do banheiro Law puxava um Luffy molenga para os brações e beijava de forma carinhosa sua testa. O capitão sorria como um menino em noite de Natal e eu me senti repentinamente sujo. Aquele momento parecia tão íntimo e carinhoso que senti meu corpo corar de vergonha. Cambaleando, fui para o meu quarto e bati a porta com força. Sentei em uma das redes do aposento e coloquei o rosto entre mãos. 


Oh Deus! que merda estava errada comigo ? 


Deus nunca chegou a me responder. Olhando como o maior dormia tranquilamente meu coração se apertou. Ultimamente isso tinha se tornado algo comum. Quando eu conseguia controlar minha excitação minha cabeça acabava por viajar por lugares mais obscuros. Era inevitável. O medo gelado se formava na boca do meu estômago toda vez que eu pensava que talvez, só talvez, o espadachim tivesse decidido que não valia a pena esperar pelos meus sentimentos. O que também me deixava muito irritado. O Marimo havia despertado todas aquelas sensações em mim e agora ia embora ? Não era justo. 


Ao longe ouvi a voz na navegadora gritar que tinha uma ilha à frente. O espadachim acordou quase imediatamente e se colocou de pé. Por um segundo nossos olhos se encontraram. Chocolate contra azul céu. Ele sorriu. Eu estremeci. Ao poucos toda a tripulação se preparava para descer. Precisávamos de mantimentos e de acordo com Nami nós  precisariam ficar até o dia seguinte na ilha para o Log Pose se ajustar. 


A ilha era bem agradável. Uma ilha de primavera explicou a navegadora. O lugar parecia um grande jardim. Inúmeras árvores com flores de todas as cores cobriam até onde os olhos alcançavam. Mais à frente era possível ver uma pequena vila. A casas eram bem simples, com exceção do prédio no centro. Esse tinha 4 andares e parecia ser feito inteiramente de pedra. 


- Oe, cadê o Luffy ? 


Virei ao som da voz de Chopper. E notei que ele tinha razão. O capitão não estava em nenhum lugar a ser visto. Ao longe um estrondo soou e toda a tripulação olhou resignada para a floresta. Bom, ao menos agora nós sabíamos o paradeiro do capitão. 


- Aquele imbecil ! - A navegadora do navio não fez nenhum esforço para conter sua irritação.


- Nami-san ! Você fica tão linda quando esta brava ! 
 
A navegadora apenas me fuzilou com os olhos. O "Cala sua boca" audível mesmo que ela não falasse nada. Não me importei. Ela ficava tão lida quando queria matar todos nós que eu quase ofereci minha garganta. Atrás de mim Zoro bufou com força e passou andando até estar na frente de todo mundo. Pensei em comentar que aquilo era uma péssima ideia, desde que o Marimo idiota não tinha o menor senso de direção. Porém uma olhada para a bunda enfiada em calças apertadas e a forma como ela se mexia enquanto ele andava duramente me fez mudar de ideia. Quem se importa onde nós vamos parar desde que eu posso olhar para aquela bunda por mais tempo? 


Mais um estrondo soou. Dessa vez árvores caíram e uma grande nuvem de poeira se elevou do chão. Em um consenso mudo a tripulação se moveu mais rápido até chegar na clareira onde estava o capitão. 


Luffy tinha um corte na bochecha e outro na cintura. Ele estava sujo e bagunçado, porém sorria divertido. Ao redor uma clareira havia se formado. Árvores estavam caídas. Não. Não caídas, me corrigi, cortadas. Olhei para o oponente do capitão e meus olhos voaram das órbitas. 


- Oh! deve ser o destino ! Esse duvidoso destino que me trouxe até você minha bela donzela. Agora me sinto completo diante de tamanha beleza ! 


A mulher que segurava uma katana em cada mão me encarou em confusão. Seus olhos pareciam veludo preto e seus cabelos caiam na mesma cor até sua cintura. A perto superior de seu corpo era coberto por várias faixas enroladas que cobriam seus peitos, mas deixavam seu estômago plano amostra. Ela usava uma calça larga de tecido fino que parecia incrivelmente confortável. 


- GOMU GOMU NO BAZOOKAAAAAAAAA


Aos mãos do capitão acertaram a mulher em cheio no estômago a jogando até uma árvore que se partiu com o impacto. Percebi que eu a havia distraído. E senti a raiva tomar conta do meu corpo. 


- OE LUFFY ! COMO SE ATREVE A ATINGIR UMA DAMA ?! 


Andei como um touro na direção do menor, pronto para acabar com a raça dele. 


- Não me atrapalhe ! - Uma voz feminina soou pela clareira.


As palavras nem mesmo chegaram aos mus ouvidos antes que eu estivesse com a cara enterrada no chão. Alguém passou como um trem por cima de mim e para minha surpresa vi que era a mulher. A mesma não perecia muito machucada, apesar de ter recebido um ataque direto do nosso capitão. Ela sorria como uma lunática, como se estivesse satisfeita com o combate. Ela saltou. Seu corpo virou no ar e ela juntou as katanas indo direto pela cabeça do capitão. 


CLING 


barulhos de metal contra metal pareceu soar por toda a ilha. Luffy não havia movido um único músculo. Ele apenas olhava para a cena como se ela fosse totalmente esperada. A sua frente Zoro tinha  suas três katanas empunhadas e olhava para a mulher com os olhos arregalados. De onde eu estava não podia dizer como estavam as feições da morena. Tudo que pude ver foi como ela retirou suas katanas com rapidez e seu corpo se tencionou. 


- Zoro ? - Disse com uma voz rouca que eu achei extremamente sexy.


A sua frente o espadachim ainda precisa em choque. Bem lentamente ele abaixou suas katanas e as guardou. Seus olhos nunca deixaram os da mulher, como se temesse que ela pudesse entrar em combustão ou algo assim a qualquer momento. 


- É você não é ? Zoro ! 


Para meu completo choque  a morena jogou os braços ao redor de Marimo e o abraçou com força. A tripulação apenas encarou de boca aberta quando ela soltava de Zoro para dar um beijo estalado em sua bochecha. 


- Annia ? - A voz de Zoro era um fio, como se ele estivesse surpreso de mais para falar.


-  Oee Zoro ! Você conhece ela ? - O capitão era o único que não parecia em choque com a súbita mudança de acontecimentos. 


- Annia é uma caçadora de recompensas- Explicou o Marimo, ainda sem tirar os olhos da mulher. - Nos trabalhamos juntos algumas vezes. 


- Bom - A morena sorriu - Nós trabalhamos mais do que apenas algumas vezes. Quase formamos uma dupla certa vez. 


Sinos começaram a tocar na minha cabeça. Uma dupla ? Que merda ela queria dizer com isso ? 


- Eu ouvi que você havia aderido à pirataria. Porém eu não esperava que você estivesse com o chapéu de palha. 
Zoro deu de ombros mas não respondeu. 


- De qualquer forma, desde que ele é seu capitão eu vou permitir que ele mantenha a cabeça por hoje. - A morena limpou um pouco da sujeira  em sua calça e começou a andar na direção da vila- Venha Zoro, no momento eu estou na pensão da vila, você e sua tripulação estão convidados a me seguir. 


Lentamente a tripulação foi se recuperando do choque. Luffy sorriu e correu na frente, Usopp foi atrás gritando algo ininteligível. Logo todos estavam se movendo, segundo pelo caminho que momentos antes a morena havia tomado. Zoro foi o último a se mover. Parecendo mais confuso do que nunca ele andou lentamente na direção das árvores. Seus olhos nunca chegaram a encontrar os meus. Meu estômago se revirou. 


Que merda fodida estava acontecendo aqui ? 
 


Notas Finais


Eu realmente espero que gostem, e me diverti bastante escrevendo esse cap e mau posso esperar para postar o próximo :33


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