História Amor Marginal - Capítulo 44


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Emma Swan, Regina Mills, Swanqueen
Visualizações 193
Palavras 5.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁAAAA GALERAAAAAA LINDAAAAAAA!!!!! Desculpe a demora, masssssss voltei extremamente feliz pq a fica ultrapssou o 100 favoritos!!!!!!! e eu estou deveras feliz( até usei palavra dificil) enfim, agradeço a todos os todos os favoritos e todos os comentários tbm. Vcs são muito maravilhosos e me ajudam a construir essa fic.
é isso.
Boa Leitura!

Capítulo 44 - Nosso Presente!


— Zelena aconteceu alguma coisa? - encostou a porta do quarto e se sentou ao lado da amiga.

 

— Sim… - levantou a cabeça. — Aconteceu… - entregou o objeto nas mãos da moren que olhou com atenção.

 

— Zel… Grávida?!

 

— Tudo indica que sim… E é o terceiro que eu faço e os outros também deram positivo. - passou a mão pelo rosto.

 

— É do Will?

 

— Sim! Foi o último com quem eu fiqui… Eu não sei o que fazer Regina! - encarou os olhos castanhos e Regina viu explicitamente o medo que aquela mulher estava naquele momento.

 

— Zel… você quer ter essa criança?

 

— Eu não sei… Eu não sei se eu estou pronta pra ter um filho, solteira… E de um que sumiu ser deixar nem fumaça! - se levantou e começou a andar pelo quarto. — Você acha que eu deveria ter?

 

— Olha eu sou sua amiga, vou te apoiar seja lá, qual for a sua decisão… Mas, você sabe a minha opinião sobre isso! - Por mais que Regina fosse a favor de todos os direitos da mulheres sobre o seu corpo e seu futuro, ela também era mãe e esse lado falava mais forte.

 

Havia pensado seriamente em abortar quando descobriu a gravidez da filha mais nova. Porém hoje não consegue mais pensar na sua vida sem ela.

 

Para Regina fazer um aborto era uma coisa muito delicada e que requer uma reflexão grande antes de qualquer medida mas, se sua amiga optasse por aquele método ela apoiaria, mesmo não concordando com todas as circunstâncias.

 

— Você me apoiou quando eu estava desesperada com a gravidez da Helena… Você se lembra do que me Disse? Pense um pouco nisso… - se levantou. — Mas antes de tomar uma decisão pense um pouco.. Uma criança é uma dádiva mas, requer muita responsabilidade!

 

— Eu não estou pronta pra ser mãe Regina! - tinha um desespero tão grande naquelas palavras.

 

— Ninguém nunca está! Nem quando se planeja, nem se for o décimo filho… - riu. — Você aprende a ser mãe a cada fase do seu filho… - gargalhou mais alto. — Acha que eu estou pronta para ser mãe de uma adolescente namorando com os hormônios a flor da pele? Se você soubesse como eu estou assustada…

 

Zelena voltou a sentar na cama e seu olhar se perdeu pelo quarto. Ficou longo minutos refletindo sobre realmente ter aquela criança ou não.

 

Estava apavorada, muito apavorada. Parecia que de alguma forma aquilo era só uma brincadeira e no outro dia já não existiria mais. Zelena grávida? Parecia um pouco estranho, já que não queria ter filhos nem quando se casasse mas, parecia que seus planos não iriam acontecer.

 

Talvez aquela criança viesse com um propósito, talvez ela precisasse daquela criança mais do que o contrário.

 

— Regina eu vou ter um filho! - disse exasperada. — Você entende a gravidade dessa situação?! - se olharam e logo caíram na gargalhada. Estava ali a resposta para a pergunta da morena.

 

Riram até cair lágrimas e a barriga doer. Riram de desespero, de alívio, de graça, criaram sem sentido, riam sem saber mas, riram até caírem na cama sentindo as bochechas cansadas reclamarem.

 

— Eu… Eu vou falar com a Emma, e adiar a Mudança. Vou explicar a situação e ela vai entender… - estavam deitadas na cama e secaram as lágrimas que soltaram por causa das gargalhadas.

 

— Não! Não Regina! Você não vai adiar nada! - se sentou rapidamente. — Corro o risco de Emma Swan vir me matar!

 

— Para, ela não fará isso… - sorriu para a amiga. — No máximo te daria uma surra! - riram. — Eu vou falar com ela Zel, ela vai entender…

 

— Não Regina! - Olhou firme para a morena. — Isso não seria certo com você, nem com a Emma e então também não seria certo comigo!

 

— Mas, Zelena eu não…

 

— Regina está na hora de você seguir com a sua vida! - Sorriu com todo o carinho que possuía por ela. — Eu fico muito feliz de ter ajudado você nessa trajetória mas, agora você tem que trilhar o seu caminho… - continuou sorrindo. — Com a suas filhas, com a sua Emma, com a sua família!

 

— Você também é minha família Zelena! E eu não vou te deixar grávida sozinha!

 

— Do jeito que você fala até parece que eu estou doente…

 

— Mas, é a sua primeira gravidez e não é fácil!

 

— E eu espero que seja a última! - olhou com os olhos arregalados. — Regina você cansou de me dizer que gravidez não é doença! - pegou as mãos da amiga e apertou. — Está na hora de você viver o que o destino planejou para você viver!

 

O silêncio que se sucedeu foi mais demorado do que esperavam. Tinha muitas coisas para serem ditas ali e que talvez o medo não as deixassem falar.

 

— Você sabe que se quiser que eu fique, eu vou ficar!

 

Depois daquela frase Zelena vacilou, quis pedir para ela ficar, quis gritar que não fosse embora mas, o motivo no qual a queria ali não era a gravidez, e prendê-la a si por causa disso não seria saudável.

 

Por mais que sua vontade tenha sido implorar para Regina não ir embora e não deixá-la, Zelena fez algo no qual já estava tão acostumada que não doía mais.

 

— Vai Regina! E seja o mais feliz que conseguir! - sorriu escondendo o bolo de emoções que sentia. Só podia ser a gravidez que mal havia sido descoberta e já estava alterando seu humor.

 

— Obrigada! - beijou o rosto da amiga. — Me desculpe Zelena!

 

— Regina eu já di…

 

— Não! Não por isso! - sorriu sentindo uma vontade enorme de chorar. — Me desculpe por não te amar como deveria… Como você gostaria!

 

Aquele pedido de desculpa realmente pegou a ruiva de surpresa e por consequência lhe arrancou lágrimas. Nunca mais faltam daquilo, depois de que Zelena se declarou e naquele momento parecia tão necessário falar daquele assunto.

 

— Não peça desculpa por algo que não depende de você… - limpou as lágrimas. — E eu vou continuar aqui para o que precisar. Eu amo você Regina! Amo como amiga, como mulher, e como ser humano! E te admiro acima de tudo!

 

— Eu também te amo! - se abraçaram com sentimentos presos no aperto dos braços e no choro silencioso que ambas se encontravam.

Regina por estar fechando mais um ciclo. Selena pot parecer de alguma forma libertar aquele sentimento que tanto a prendeu.

 

— É melhor deixarmos isso para a despedida amanhã e vamos comer, agora você tem que se alimentar bem Dona Zelena! - sorriu limpando as lágrimas do canto dos olhos.

 

— Vamos! Tenho que contar a novidade também… Helena vai pirar! - riram e saíram juntas do quarto.

 

— Meu Deus! Que demora! Já estou quase morrendo de fome! Olha o estado da criança quase desmaiada! - Lily disse e apontou para a Irmã que quase dormia na mesa.

 

*

Emma olhava todos os detalhes da mesa para que não estivesse faltando nada. O jantar já estava pronto, sobremesa também. Tudo preparado para  o jantar que teria com Regina.

 

Haviam combinado de que as meninas passariam uma última noite com Zelena, para poderem se despedir… E para que elas pudessem ter a primeira noite sozinhas, sem se preocupar com volume dos barulhos.

 

Ouviu o som da campainha e correu até a porta esperando um segundo para respirar fundo e ajeitar o cabelo rapidamente, em seguida respirou fundo novamente e abriu aporta depois de alisar a roupa com as mãos.

 

Abriu a porta e junto um sorriso. Só podia pensar que amava a mulher mais linda do mundo e ela finalmente tinha Regina só para ela. Sentiu o coração derreter aos poucos de amor e corpo esquentar em excitação. Regina era um espetáculo.

 

O Vestido preto e justo, e decote e todas as curvas do corpo da morena tomaram a atenção da médica mas, logo ela se voltou para a mais linda de todas elas. O sorriso.

 

Não importa quantas vezes encontrasse aquela mulher, para Emma parecia sempre o primeiro. A ansiedade, o revirar do estômago, chamado romanticamente de borboletas, avontade de sempre agradar mas, principalmente o desejo de Emma de sempre fazê-la o mais feliz.

 

— Boa Noite Srta. Mills! - Abriu espaço para que ela entrasse. O sorriso que a morena sustentava estava deixando a médica em alerta. Ela está aprontando algo! Pensou ao ver a inquietação no olhos de Regina. Ah os olhos… Emma sabia ler o olhar da morena como ninguém e naquele olhar, naquele instante tinha muita coisa. Inquietação, ansiedade… excitação? Amor? — Posso dar o meu bem vindo de forma oficial?

 

Puxou a namorada delicadamente pela cintura até seus corpos se tocarem. Se encaram de forma profunda e trocaram os mais sinceros sorrisos. Enquanto isso Regina tentava encontrar o rumo que perdeu naqueles olhos ansiosos desde que a porta foi aberta.

 

— Acho que sim! - sussurrou deslizando os dedos pelos desenhos que o rosto da loira formava quando sorria.

 

— Bem vinda meu amor! _ Sussurrou de volta e colou seu lábios em um beijo doce. Se separaram aos suspiros e sorrisos largos. Estav enfim junto da sua Emma e não teria mais ninguém que separaria. Iria morar e dividir a vida com ela como tantas vezes sonhou, como em tantas noites imaginou.— Fiz um jantar especial para você!

 

— Devo me preocupar? - deu um sorriso torto.

— Depois deste comentário sim! - semicerrou os lábios e viu a morena gargalhar enquanto inclinava levemente a cabeça. Era tão encantadora!

 

— Hum acho que vou correr o risco e comer seja lá o que você fez…

 

— Por quê eu tenho a impressão que você está debochando de mim? - cutucou as costelas da morena que riu tentando fugir dos toques.

 

— Desculpe!Desculpe! - riu selando sus lábio na esperança que el a parasse com os colegas e conseguiu com êxito. — Vamos jantar ou não?

 

— Vamos! - foram até a mesa e a lira puxou a cadeira para a namorada que agradeceu com um sorriso. serviu o jantar em meios a sorrisos inquietos. Inquietos de amor.

 

A sensação de enfim estarem se encontrando e se ajeitando aos planos que haviam feito a anos atrás de estarem juntas, de viverem o amor que sentiam.

 

— Eu vou parecer ridícula se disser que pareço estar sonhando? - A forma carinhosa como Emma sussurrou fez as borboletas do estômago de Regina se agitarem feito loucas e por consequência um sorriso bobo aparece carregando um suspiro.

 

— Por que sonhando? - sussurrou entrelaçando seus dedos a cima da mesa e sentir seu coração reagir ao contato. Seria Assim pra sempre? as reações? Os sentimentos? Porque se fosse Regina começaria a acreditar em um felizes para sempre muito mais facilmente.

 

— Porque sempre foi um sonho ter você só pra mim… - sorriu largamente.— Eu amo você!

 

A inquietação do peito que se encha de ar e convertia em suspiros e sorriso bobos continuou durante todo o jantar e em todo o momento em que os olhos se cruzavam.

 

— Por quê você não toca alguma coisa… - estava sentada no chão da sala comendo a sobremesa e tomando vinho. Regina apontou para o piano. Gostaria de ver Emma tocar alguma coisa como tocou no aniversário do pai dela.

 

— Hum… - a médica colocando a taça sobre a mesinha e olhou para o instrumento, pensando na forma mais delicada de recusar aquele pedido.Não gostaria de estragar o momento com a namorada e sabia que se tocasse não ficaria bem.— Acho melhor não… Faz muito tempo que eu não toco…

 

— Você não gosta de tocar por causa da sua mãe? - perguntou tomando um gole de vinho e observando as feições da loira.

 

— Não é isso… Quem disse que..

 

— Amor eu conheço você… sabe que pode me contar as coisas não sabe?!

 

— Sim… - respirou fundo - Não gosto muito de falar da minha mãe… Lembrar dela… - pegou uma colher do sorvete. — É...não me faz bem. Mas a gente não precisa fala disso agora, precisa?

 

— Falaremos quando você quiser falar! - sorriu e chegou mais perto. — Eu vou estar aqui para ouvir!

 

— Posso perguntar outra coisa? - mordeu o lábio receosa e recebeu um aceno afirmativo.— Por que decidiu ser cardio cirurgiã? Não queria ser pediatra? - viu Emma tentar dizer algo. —Eu sei que tem algo… já te perguntei outras vezes e você mudou de assunto… mas, se não quiser dizer também...

 

— São duas perguntas sabia?! - interrompeu rindo. Viu que a morena começou a ficar nervosa. — Certo vou dizer mas, você vai me achar ridícula!

 

—Não vou não! - riram alto. —  mas… se achar, não vou deixar de te amar por isso! - sorriu docemente.

 

— Okay… - sorriu boba para a namorada. — Quando eu estava terminando o curso de medicina e ainda pensava em uma especialização em pediatria. - passou a língua pelos lábios e sorriu se lembrando. — Fazia pouco tempo em que eu havia voltado de viagem e estava sofrendo muito… Então um dia eu estava voltando pra casa de metrô e em um banco tinha uma revista aberta, e estava escrito “síndrome do coração partido” - disse de uma forma engraçada e Regina teve que rir. — Quando eu vi aquilo, algo em mim se identificou… Claro! Eu sentia o meu coração partido… - riu. — Mas é claro que a matéria não falava do coração partido no sentido romântico e filosófico, e sim como uma grande decepção amorosa e a sensação de coração partido, influência de fato no nosso organismo e principalmente no nosso coração. - enquanto Emma falava e gesticulava Regina pensava como aquela mulher podia lhe excitar apenas falando.

 

— As manifestações clínicas são muito semelhantes aos casos clássicos de infarto do miocárdio, onde a maior parte dos pacientes apresenta dor, falta de ar, e em alguns casos arritmias, choques e desmaios… - deu outro gole no vinho. — Na época eu fiquei admirada, porque era a única teoria científica que explicava o que eu estava sentido… - olhou para a taça e ficou observando e organizando os pensamentos. — Eu estava quebrada… - suspirou. — Então eu decidiu estudar o coração, cuidar desse órgão. Eu queria ver o coração da pessoas… - sorriu apaixonada. Emma era apaixonada pelo que fazia. — Eu queria cuidar desse órgão que é tão vital, em tantas simbologias…

 

— Claro que depois de começar eu me apaixonei, e quis continuar por outros motivos… Mas eu queria cuidar do coração das pessoas, porque eu não conseguia cuidar do meu! - olhou para a namorada e ficou extremamente envergonhada com o sorriso que ganhara. — O que?

 

— Nada! - gargalhou. — Você gosta muito do que faz né?!

 

— Salvar vidas, cuidar do outro é uma coisa que me move desde que eu perdi a minha mãe… Acho que é o meu objetivo aqui! - sorriu. — Só que precisei passar por momentos difíceis pra me encontrar…

 

— Mas passou! E agora você esta bem, esta aqui a e é o amor da minha vida! - sorriu olhando cada traço do rosto da namorada e se prendeu no olhar. — Eu te amo sabia?

 

— É? - recebeu um aceno afirmativo. — Me mostra esse amor… - sorriu e ganhou um beijo que começou calmo, elas saboreiam, se reconhecendo. Saudade, desejo que logo foram aumentando junto aos toques e afagos. As carícias cheias de sentimento, nos olhares desejosos.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

— Acho que seria melhor terminar isso no quarto.. -  Regina disse em meio ao beijos que ganhava no pescoço enquanto arfava.

 

A loira apenas confirmou com a cabeça e se levantou trazendo a namorada junto. Os lábios voltaram a se encontrar.

 

Estar com Emma era sempre diferente, trazia sempre a ansiedade do novo.

 

Foram para o quarto em meio aos beijos e ao chegar ao cômodo a tensão sexual já era bem palpável e evidente como as respirações ofegantes e os toques ternos se misturavam aos luxuriosos até caírem na cama.

 

A morena se levantou e com as mãos atrás do corpo e um sorriso lascivo foi tirando o vestido que usava e o deixou escorregar até o chão e  a loira pode ver a lingerie que a mesma usava. Pequena, vinho, muito bonita, e pequena, também detalhada e pequena e fez o'corpo da medic esquentar por interior.

 

Regina era espetáculo!

 

— Você… - a voz parou no meio do caminho enquanto seus olhos não sabiam para onde olhar viu a namorada vir em sua direção lentamente e Emma viu naqueles olhos alguém que viu poucas vezes.

 

— Não gostou! - parou seus passou e fez cara de inocente. — Quer que eu tire? - arqueou a sobrancelha de forma sugestiva.

 

— Quero! - tentou fechar a boca, tentou também fixar o olhar no olhos dela e nao pensar em como seus seios pareciam gostosos naquele soutien. — Mas acho que eu posso te ajudar… - se ajoelhou na cama e viu a morena se aproximar mais. Rebolando como só ela sabia.

 

— Não! - levou as mãos aos ombros da loira e alisou levante antes de a empurrar para deitar na cama. Subiu devagar com um olhar no mínimo predatório para Emma e se sentou no colo dela. — Acho que hoje… - desceu as unhas pelo maxilar bem definido da namorada e Emma apenas observada hipnotizada e sentindo a excitação crescer cada vez mais lhe arrancando a capacidade de respirar normalmente. — Acho que hoje eu vou ditar as coisas! - sussurrou no ouvido dela e Emma fechou os olhos sem ao menos perceber. — Então seja uma boa menina e me obedeça!

 

Emma soltou uma leve risada completamente excitada e sentiu os pulso serem puxados enquanto a morena beijava seu pescoço.

 

Estava quase completamente entregue, até se lembrar que também tinha planos e não deixaria Regina no comando. Nao naquela noite.

 

Sentiu a camisa se aberta em um paixão e gemeu em surpresa e excitação. Vislumbrou o sorriso safado da namorada enquanto se aproximava de seu abdômen. Recebeu alguns beijos na região que a fez suspirar mas, quando Regina se distraiu ela virou rapidamente.

 

— Mas o que… - Regina mal abriu a boca e Emma a calou com a sua. A beijou com tanto desejo que Regina sentou as pernas amolecerem e a calcinha molhar. As respirações aceleram consideravelmente e elas se perderam no enrosco de pernas e braços.

 

A médica desceu os beijos pelo pescoço e seios e parou para observar e admirar a lingerie que a namorada estava usando.

 

— Posso dizer que você está incrível nessa lingerie! - sussurrou. — Mas ainda prefiro você sem nada! - sorriu maliciosa e retirou o sutiã da morena jogando em algum lugar. Não deu tempo para outra coisa e já estava beijando e mordendo o seio dela e sentido a morena arfar.

 

Emma entrelaçou seus dedos e os prendeu acima da cabeça. Regina estava tão envolvida com o beijo e em sentir o quadril da loira encaixado no seu pressionando e a deixando cada vez com mais tesão que só percebeu suas mãos serem amarradas no últimos nó.

 

— Emma o que Você… - foi clara de novo por um beijo quente.

 

— Eu adoraria deixar você comandar hoje mas… - mordeu o lábio e só então a morena percebeu suas pupilas dilatadas. — Eu tenho planos para nós hoje!

 

A frase fez Regina se lembrar imediatamente das palavras de Anna e a tal caixa. Tal pensamento lhe causou pontadas de excitação.

 

— O que você vai fazer Emma? - também ficou receosa mas, mais escutada quando a loira se sentou no seu colo retirando a camisa.

 

— Digamos que… Nós iremos brincar um pouco… Sei lá de cinqüenta tons de cinza. - riu com as Mãos apoiadas ao lado do rosto da morena aproximou o seu. — Claro que de uma forma bem mais gostosa do que a do filme… - puxou os lábio da outra entre os dentes e ouviu um gemido excitado.

 

— Você confia em mim, não confia? - perguntou com beijos no pescoço e ombros.

 

— Sim! - Regina já estava ofegante e quente. A pressão do qualquer da loira no seu estava lutando todo o seu rumo.

 

—Okay! - Emma se levantou rapidamente e tirou os sapatos. Voltou para a cama apenas de calça e sutiã. Percebeu a morena atenta a todos os seus movimentos e puxou outro lenço que estava abaixo do travesseiro. — É comprovado que as pessoas quando perdem algum sentido é obrigada a desenvolver outro… Pessoas que ficam sem a visão, mesmo que por uma breve instante são obrigadas a desenvolver a audição e o tato. - prendeu o lenço nos olhos da morena e chegou bem perto. — Hoje será sobre você! Sobre o seu sentir… - mordeu o lóbulo da orelha da morena e se levantou.

 

Ela estava completamente ansiosa. Queria que a noite fosse perfeita, para as duas mas, principalmente, que fosse perfeita pra Regina. Tudo tinha que ser inesquecível.

 

Puxou abaixo da sua cama uma caixa. Puxou e deixou bater no chão fazendo um barulho alto e viu Regina assustar e começar a pregar levemente. Sorriu e abriu a caixa olhando que usaria primeiro.

 

Voltou para cama com a escolha em mãos já. Regina aprecia atenta a todos os barulhos e Emma se aproveitaria disso.

 

Voltou a beija com vontade e a morena respondia na mesma medida. Desceu pelo pescoço perfumado e dl teve que deixa ao menos uma marca ali. Era impressionante como Regina afetava Emma sem fazer nada. Desceu aos sadios e sugou e mordeu até deixá-los o mais sensível. Ouvia Regina arfar e gemer ao mesmo tempo que levantava o quadril em busca de contato.

 

Foi descendo os beijos ansiosos até a calcinha da morena e conseguiu apenas olhar o quanto ela ela estava molhada e deixou beijos e chupões por cima do tecido.

 

Regina que além de ansiosa por não poder ver, também estava extremamente excitado por nao poder ver. Sentiu a boca da namorada por todo o seu corpo de uma forma bem mais intensa e tão prazerosa que apenas fez seu corpo esquentar mais.

 

Sentiu Emma voltar a sentar no seu quadril e já sentia seu corpo inteiro pulsar de desejo.

 

— Vamos ver como reage a isso… - Emma falava baixinho e por consequência sua voz ficava mais rouca e ela não sabia mas, estava causando um efeito enorme em Regina que já escutava de uma forma diferente.

 

Ouviu um barulho diferente mas, rápido e alguns segundos depois algo quente cair entre os seus seios. Foi muito rápido, e lhe arrancou um gemido em surpresa e logo sentiu a boca da loira na mesma região.

 

Emma despejou mais da vela derretido sobre a barriga e seios da morena e via ela se contorcer e ofegar em excitação. Em seguida subia os beijos pelo rastro que a vela deixava e parava em sua boca.

 

Depois de alguns minutos Regina já ofegava alto e apertava as coxas tentando conter a excitação extrema que sentia.

 

Emma voltou a sugar seus seios e pela primeira vez tocou seu sexo por baixo do tecido da calcinha. A região clamava por atenção e ao sentir o toque da loira Regina não conteve um gemido e impulsionou o quadril pra ter mais contato.

 

— Emma… - gemeu mais alto com a pressão no clitóris e logo sua calcinha foi retirada. Sorriu em amigo pensando que logo teria o que tanto desejava. Porém em uma rápido movimento Emma a virou de costa e puxou seu quadril a deixando quase de quatro.

 

A boca da loira logo estava na suas nádegas, deixando mordidas e beijos desejosos. Emma teve vontade de gemer alto ao vislumbrar como a bunda da morena ficava mais gostosa naquela posição, ainda mais com a visão do seu sexo molhado. Só lhe deu mais vontade de foder Regina com força.

 

Suas unhas desceram devagar pelas costa da morena que se contorce inteira. Era uma região sensível no corpo de Regina.

 

— Eu já volto… - disse ao pé do ouvido da morena e foi rápido até a cozinha ouvindo os protesto dela.

 

Voltou com um balde de gelo e logo põem alguns na boca. Depois de derretido Emma se concentrou em deixar beijos por toda as costas da morena vendo ela gemer com o rosto no travesseiro.

 

Desceu por toda a região e passou a língua gelada pelo anos da namorada ouvindo um gemido alto que alimentou em seguida ao sentir a boca de da loira no seu sexo.

 

— Emma! - temeu bem alto e puxou as mãos com força mas, estava muito presas à cama. Tentou olhar por cima dos ombros mas, estava vendada. — Emma me.. - um gemido alto contou a sua fala ao sentir a lira sugar seu clitóris com força.

 

Logo não conseguia dizer mais nada. Os gemido saiam e eram abafados pela fornalha do travesseiro. Ela podia jurar que perdia um pouco do juízo toda vez que Emma passava um cubo de gelo pelo seu sexo quente.

 

Jogou a cabeça para trás e se apoiou nos braços impulsionando mais o quadril em direção ao rosto da loira. Logo ela sentou um tapa forte do lado direito que atracou um gemido alto dela e fez Emma gemer também. Regina sorriu safada e deu mordeu o lábio.

 

— Bate! - sussurrou e ouviu a loira gemer e lhe dar outro tapa. Outros tapas foram dados e o prazer da morena apenas crescia junto com o da médica que parecia pegar. Voltou a virar a morena de frente e voltou a sugar seu sexo.  —Emma… - ofegou e tentou novamente soltar seus braços da cabeceira da cama.

 

*

— Vamos lá! Eu vou dar o play… - Zelena se sentou ao lado da sobrinha no sofá com um grande balde de pipoca.

 

— Okay… - encheu a mão de pipoca e levou a boca. — Faz tempo que não assistimos série juntas…

 

— Hum… É verdade! Acho que é um bom programa de despedida não é?  - sorriu e prestou atenção na televisão.

 

— Vai ficar bem sozinha tia? - por mais que Lily às vezes não demonstrasse, ela estava um tanto triste em se mudar. Empolgada em ir morar com Emma mas, não podia negar que gostava de onde morava, iria sentir falar, iria sentir falta de Zelena todos os dias de manhã.

 

— Vou Lily! Eu não sou uma criança…

 

— Vou sentir falta de você! - deitou a cabeça no ombro da ruiva.

 

— Eu também vou mas, você sabe onde me encontrar, pode vir me visitar… E você e Helena vão ter que dormir aqui pelo menos um fim de semana por mês! - riu. — Já deixei isso bem claro com a sua mãe!

 

— Oh é bom saber disso!

 

— Quando você vai me apresentar o seu namorado? - deu uma risadinha ao ver a garota corar. — Ah não faz a envergonhada não! - riram alto.

 

— Minha mãe vai fazer um jantar para eu por paresentá-lo… Vai conhecer ele lá!

 

— Na casa da Swan? - fez uma leve careta.

 

— Quando vocÊ vai me dizer o porquê da sua implicância com ela? - se ajeitou no sofá e pegou mais pipoca.

 

— Nao tenho nada contra ela! Só…

 

— Só?  - encorajou. — Eu não sou mais criança tia… e Talvez o que você diga eu já sabia… - Disse sem encará-la. Não poderia dizer com certeza que sabia dos sentimentos de Zelena por sua mão mas, desconfiava. Tinha algo a mais no olhar da ruiva para a sua mão, no cuidado que tinha com ela. Não era o mesmo tipo de amizade que tinha Anna e Emma. Tinha algo a mais que ela sempre percebeu mas, a pouco tempo começou a entender o que podia ser.

 

— O que você sabe? - perguntou preocupada.

 

— Vou dizer o que acho que sei… - engoliu as pipoca e tomou um gole do refrigerante. — Que o que você sente pela minha mãe, é mais forte que amizade. - ajeitou os cabelos e voltou a falar antes que Zelena dissesse algo. — Tudo bem com isso! Eu só gostaria de saber com o você se sente… como está se sentindo com isso. Se sentiu, sentia algo pela minha mãe, tudo bem, não quero discutir sobre isso!. - sorriu. — Quero saber como a minha tia esta! E o meu primo ou prima agora também! - riu e levou a mão a barriga da ruiva.

 

— Eu não sei… - suspirou. — Mas eu acho que nós vamos ficar bem! - sentiu o conforto dos braço da garota em volta de si e sorriu. Logo seus olhos marejaram e ela se permitiu chorar. Chorou  o desespero e a insegurança de estar grávida, chorou por saber que tinha pedido Regina em definitivo. Por saber que não teria suas sobrinhas todos os dias. Toda a loucura de hominis, e por nao para de enjoar um dia sequer.

 

Chorou tudo.

 

Quando parou e limpou o rosto viu que a garota encarava-lhe preocupada. Sorriu e beijou o rosto da mesma.

 

— São os hormônios meu bem, estão me deixando louca! - sorriu novamente. — Eu vou ficar bem sim, Nós vamos!

 

— Okay! Mas sempre que ME quiser aqui, e até quando não quiser também, eu estarei aqui!

 

*

 

— Isso… Ahn não-nao pa.. - gemeu mais alto. Já estava se encaminhando para o terceiro orgasmo e Emma continuava arrematando entre suas pernas com o dildo.

 

As mãos escorregaram pelas costas suada da loira e as pernas enlaçaram sua cintura. Em um momento rápido,, virou a médica na cama e se sentou no seu Colo. Sent encaixou no brinquedo novamente e sorriu para a namorada enquanto tirava os cabelos da frente do rosto.

 

Apoiou as mãos no abdômen da loira e começou a rebolar. No mesmo instante Emma gemeu alto e mais uma vez naquela noite quis que aquele pênis de borracha fosse de verdade. Sentiu a pressão aumentar no seu clitóris conforme Regina cavalgava mais rápido.

 

Regina era um espetáculo!

 

Acompanhou os movimentos dela com o quadril. Seriam a sanidade esvaziar junto aos gemidos e sussurros. Já xingaram sem perceber, marcavam-se sem ao menos sentir. Emma sentou na cama e levou dois dedos a boca da morena que subia e descia no seu Colo.

 

— Chupa pra mim… - pediu e Regina logo atendeu. Sugou e lambeu vontade e o tesão só aumentou em imaginar onde aqueles dedos iriam parar.

 

A morena sorriu savana e empurrou a loira de volta pra cama e voltou a se apoiar em seu abdômen. Seus movimentos falharam ao sentir os dedos da outra no seu clitórise temeu mais alto. Sentia uma vontade absurda de gritar.

 

— Fode...fode assim… - sussurrou e sentiu um tapa na bu bunda, que já estava marcada por outros tapas.

 

— Vadia! - sussurrou hipnotizada por aquela obra de arte rebolando no solo. Regina pegou as mãos da Moira e perdeu a coma da cabeça e se abaixou pra tomar seus lábios

 

— Sua vadia… Só sua! - ofegava e gemiam entre os beijos e mordidas. O corpo em combustão, arrepiados e excitados ao extremo. — Emma… Eu vou … - se endireitou. — Eu… Ahn

 

*

— Não me acorde se eu estiver sonhando… - sussurrou com a voz sonolenta. Sentia os deles da loira passearam pelos seus cabelos lhe tirando o resto de energia que ainda tinha.

 

— Acho que estamos sonhando juntas… - beijou a cabeça da namorada e se aconchegou mais ao seu corpo. — Ten naoca de tudo isso?

 

— Isso o quê? - apertou os braços em volta da sua cintura e alertou ao corpo da outra. Era uma sensação de conforto extremamente grande. Aconchegante.

 

Estar com Emma era aconchegante, ao mesmo tempo inquietante. Era calmo...

 

Como acordar tarde em manhã de domingo.

 

Era lindo…

 

Como o amanhecer da primavera.

 

Ah a primavera…

 

— Estamos vivendo finalmente o nosso presente… - passou o nariz pela nuca e a morena se arrepiou. — Nosso… Apenas nosso! - sussurrou como um sopro. Regina se virou e encarou a loira. Deslizava os dedos pelos braços dela sentido os pelos se arrepiarem na ponta dos dedos.

 

— Só eu e você… - sorriu sentido o peito se encher de amor. Aconchegante, inquietante…

 

— Finalmente! - sussurraram juntas. Emma amava isso, amava conversar aos sussurros, como se contasse segredos. Segredos de amor…

 

— Nunca mais ninguém vai atrapalhar! - Tinha tanta convicção nas palavras da morena que Emma se derreteu de amor.

 

— Nunca mais… - selou seus lábios devagar. — Vamos viver o nosso presente!



 


Notas Finais


Até o próximo!
Irei responder todos os comentários gente, só estou meio sem tempo.


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