História Amor ou Poder? - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Ouat, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood
Visualizações 89
Palavras 2.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigado aos que ainda estão aqui!!

Capítulo 19 - Aquele do Recomeço (1)


Fanfic / Fanfiction Amor ou Poder? - Capítulo 19 - Aquele do Recomeço (1)

A última notícia que recebera de Regina fora pela manhã, quando ligara para ela. Depois disso, nada. Já era noite e nenhuma ação fora realizada. Daniel sabia que ela precisava desse período de isolamento, era sua característica. Sempre fora assim. Lhe restava apenas torcer fervorosamente para que ela saísse bem dessa situação. Um sorriso entristecido apossou-se de seus lábios, ao observar o quanto a conhecia.

Enquanto os ponteiros do relógio giravam em seu compasso habitual, Daniel também tentava desembaralhar as linhas em sua cabeça. Não que tal fato fosse complicado, pois ele já tinha uma definição clara sobre a situação. Mas aceitar a solução, aceitar a verdade lhe doía. Entretanto, a notícia que recebera no início da tarde serviu-lhe como uma confirmação do destino. O pedido de especialização numa faculdade renomeada na Inglaterra, já esquecido pelos meses de espera, fora aceito. Era a propulsão que ele precisava para fazer o que deveria ser feito.

Movido por esse pensamento, Daniel encarava a porta do hotel em que Regina estava. Respirou fundo e deu dois toques na porta.

- Daniel? – Regina lhe atendeu sobressaltada.

Estranhou sua reação inicial, mas antes que pudesse perguntar o porquê de seu estado, seus olhos localizaram a figura presente no sofá do quarto e o entendimento fez-se presente.

- Podemos conversar? – perguntou, voltando a olhá-la e Regina pode perceber a tristeza em seus olhos azuis.

- Claro, amor. Entra. – abriu-lhe a passagem.

- Acho melhor eu ir embora. – Robin disse, levantando-se e caminhando em direção a porta. – Te enviarei o que me pediu. – ela concordou com um balançar de cabeça - Tchau, Regina. Daniel. – despediu-se, retirando-se do local.

Regina fechou a porta e encostou-se nela, olhando para o homem parado a sua frente.

- Não aconteceu nada, Daniel. Eu juro. – falou, apressadamente.

- Por que você não quis ou por que eu atrapalhei alguma coisa? – questionou, encarando-a.

- Porque... – emudeceu e o ato confirmou a resposta. – Me desculpa. Eu o chamei aqui para me contar a verdadeira história e para lhe pedir ajuda em relação a Cora e Henry e a Mills, e acabamos entrando em outro assunto e... Nós quase nos beijamos. – puxou o ar para seus pulmões. - Eu não queria te magoar, me perdoa.

Daniel a fitava com os olhos marejados e a tristeza que brincava em seus olhos equiparavam-se a culpa que os dela refletiam. O homem desviou o olhar para baixo, tomando uma respiração profunda, antes de voltar a olhar para ela.

- É melhor nós acabarmos aqui, Regina.

- Daniel, por favor, o que quase aconteceu aqui não... – tentou, aproximando-se dele.

- Não, Regina. Não tente. Não diga que o que quase aconteceu aqui não mexeu com você. Não diga que você não queria o que quase aconteceu aqui. Não diga que a volta do Robin não vai mudar as coisas entre nós. Eu sei que não é verdade. Você sabe que não é verdade.

O bolo em sua garganta venceu a resistência e Regina sentiu as lágrimas traçando caminhos em sua face. Daniel não pode conter as suas e abraçou a mulher a sua frente.

- Eu nunca quis te magoar, Daniel, nunca. Você é tão importante para mim, tão especial.  – murmurava, entre os soluços, agarrada ao pescoço dele.

- Regina, - tomou o rosto dela entre suas mãos – eu sempre soube. Eu sempre soube que você nunca me amaria como ama o Robin. Eu entrei nessa sabendo da verdade, eu sabia onde estava me metendo.

- Daniel... Eu tenho tanto a te agradecer. Você esteve comigo nos meus piores momentos, você me ajudou tanto... – o homem balançou a cabeça em confirmação. – Tivemos tantas alegrias juntos, tantas conquistas...

- E você me fez o homem mais feliz do mundo durante esses anos e eu tenho certeza que poderíamos ser muito felizes juntos por muitos anos. Mas, - respirou fundo – você o ama, Regina. Não negue, não tente fugir disso.

- Me perdoa. Por favor, me perdoa. – suplicou.

- Eu te perdoo. Está tudo bem entre a gente. Somos amigos, não somos? – sorriu, de canto e ela concordou.

- Eu te amo muito. E vou te amar para sempre. – acarinhou seu rosto.

- Eu também. Você sempre vai ser o meu amor de adolescência.

Os castanhos banhados encaravam os azuis repleto de ondas, e Regina puxou-lhe depositando um beijo carinhoso em seus lábios. Daniel sempre seria especial em seu coração e ela sabia que a recíproca era verdadeira. O homem não se conteve e adentrou a mão em seus cachos negros, aprofundando o beijo, guardando na memória o toque e o gosto da mulher, antes de cessar o contato com um selinho demorado.

- Obrigado por tudo. -  ela sussurrou. Ele concordou e depositou um beijo demorado em sua testa.

- Seja feliz. Seja muito feliz.

- Eu serei, se você me prometer que também será. – sorriu, olhando-o.

- Prometo. – fez sinal de continência. – Tenho uma novidade para te contar. – disse, limpando as lágrimas de seu rosto.

- Qual? – ela perguntou, fungando e passando a mão pelo rosto, antes de levar os cabelos para trás das orelhas.

- Fui aceito na especialização da Inglaterra. Estou indo embora semana que vem.

- Ah, querido! – abraçou-o com força. – Você merece o mundo! Estou tão feliz por você!

O toque de seu celular soou no ambiente e Regina procurou pelo aparelho, respirando fundo e largando-o no canto ao ver quem lhe ligava.

- Não vai atender? – Daniel perguntou.

- É Cora. Não quero falar com ela agora. – revirou os olhos – Você aceita beber alguma coisa comigo?

- Claro. – O toque fez-se presente novamente. – Deixe que eu atendo, pelo visto ela não vai descansar enquanto não for atendida. Cora. – disse, ao atender a chamada.

- Daniel? Onde está Regina?

- Está no banho. Aconteceu alguma coisa?

- Peça que ela venha ao Grace Clinic imediatamente. Henry acordou e está chamando por ela.

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- Entra comigo? – Regina pediu ao estacionarem em frente ao hospital.

- Claro. – Daniel afirmou. – E não se preocupe, não vou contar a Cora sobre nosso término.

- Obrigado.

Desceram do carro e após identificarem-se na recepção, dirigiram-se ao andar superior. Regina respirou fundo pensando no encontro com Cora e Henry, e Daniel abraçou-lhe de lado, num gesto de apoio.

- Regina, querida! Graças a Deus que você chegou!

A voz de Cora foi a primeira coisa que escutou ao sair do elevador e conteve a vontade de despejar tudo o que sentia sobre a mulher. Ao se sentir envolvida pelos braços dela, Regina quase a empurrou para longe de si.

- Regina já pode entrar para vê-lo? – Daniel questionou evitando uma possível confusão e fazendo com que Cora a soltasse ao ouvi-lo.

- Claro. Ele está te esperando, preciosa.

Regina não esboçou nenhuma reação e dirigiu-se ao corredor onde ficava o quarto. Estacionou em frente a porta e respirou fundo, tentando manter-se forte.

- Eu estarei te esperando aqui. – ele murmurou antes que ela entrasse.

O bipe lento e ritmado de um dos aparelhos que preenchia o quarto caracterizava as batidas fracas do coração de Henry. O homem estava deitado da mesma forma que da última vez em que Regina estivera ali, com a diferença de que agora ele tinha os olhos abertos e ela já não o enxergava da mesma maneira.

- Filha... – um murmúrio rouco e baixo saiu da boca do homem seguido de uma tentativa profunda de bombear ar para os pulmões.

Regina nada disse, apenas continuava encarando-o enquanto lembranças que antes lhe eram alegres e marcantes transformavam-se num emaranhado de mentiras. Os olhos também castanhos do pai, que lhe passou a característica genética, lhe fitavam sem interrupção, revelando culpa e remorso. E ela sentiu seu coração compadecer-se, mas engoliu o bolo que dava indícios de se formar em sua garganta e respirou fundo. Ela prometera a si mesma que não mais choraria por ele.

Henry levantou a mão lentamente, num pedido silencioso de que ela a apertasse. Que concedesse ao homem o contato físico que ele tanto ansiava ter. Relutante, Regina cedeu e ele fechou os olhos, com um esboço de sorriso surgindo em seu rosto.

- Robin, eu... – tentou, mas o esforço lhe era grande e despendiam uma longa respiração. – Eu separei vocês... Eu e Cora... - As palavras saíam vagarosas, entrecortadas por pausas longas.

- Eu sei.

Curta e direta. A afirmação da filha aumentou em níveis extremos a culpa que sentia e ao olhar para os olhos dela e enxergar a decepção, ao sentir a ausência do calor quente em sua mão, o homem chorou e a velocidade do bipe aumentou consideravelmente.

- Me perdoa, filha... Me... Perdoa. – Regina encarava-o inerte. – Eu preciso... Que... Você me perdoe...

A inércia de sua filha alarmava-o e o bipe acelerava a cada instante. Henry lhe olhava suplicando por piedade e Regina sentia sua cabeça zumbir. Deixá-lo ir em paz. Carregar a culpa de tê-lo deixado ir sem seu perdão.  Uma enfermeira entrou apressada no quarto e ele permanecia lhe encarando, implorando.

- Eu te perdoo. – sussurrou e recebeu um último olhar num misto de culpa e alívio, antes que sua respiração se esvaísse completamente. Henry morrera.

Daniel observava a situação, após a entrada da enfermeira, e acolheu o corpo de Regina, ao vê-la afastar-se da cama em passos cambaleantes para trás. A mulher virou-se para ele, com olhos vazios e ele abraçou-a. Permaneceram ali por segundos, até que caminharam em direção à recepção. Ao olhá-la e perceber o que havia acontecido, Cora usou de seu fingimento costumeiro e correu em direção ao quarto em que Henry estava.

- Vou ligar para o serviço funerário. – Daniel disse, recebendo uma confirmação de Regina.

- Regina. – Snow chamou-a, assim que as portas metálicas se separaram e ela adentrou o local, seguida por David.

- Ele morreu.

Apesar de manter-se forte externamente, Snow sabia a decepção e a dor que sua amiga estava sofrendo. Abraçou-a com força e foi retribuída de maneira mais amena.

- Não precisa se fingir de forte comigo. Eu sei que isso está te machucando profundamente. – murmurou em seu ouvido, afagando-lhe as costas.

- Eu estou bem. – respondeu, afastando-se. Snow olhou-a negando com a cabeça.

- Estamos com você. - Iria esperar seu tempo, como sempre fizera.

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Robin mal havia chegado em sua sala após o almoço, quando Zelena adentrou-a com um semblante nervoso.

- O que aconteceu?

- David ligou.

- E o que ele disse? – questionou, franzindo o cenho, ao perceber a mulher parada a sua frente.

- Henry faleceu ontem à noite.

- Regina... – o homem murmurou.

- Ele não me deu detalhes. Só deixou o recado. O velório vai ser no Trinity Church Cemetery.

- Eu preciso vê-la. – Ia saindo apressado, quando sentiu a mão de Zelena em seu braço.

- Cuidado. – pediu, recebendo um balançar de cabeça em afirmação, antes do homem sair de seu campo de visão.

Antes que pudesse fechar a porta da sala, ouviu a voz de Humbert atrás de si.

- O que deu no Robin? Passou por mim feito um furacão.

- Ele teve que resolver um problema. – respondeu, sucinta, sentando-se em sua cadeira e pegando alguns documentos.

- Até quando você vai continuar me tratando assim?

- Assim como? – fingiu-se desentendida e ele colocou a mão sobre os papéis que ela mexia.

- Olha para mim. – pediu e a mulher permaneceu na mesma posição. – Por favor, Zelena.

Ela afastou a cadeira para trás e o olhou.

- O que você quer, Humbert?

- Você. – Ela soltou uma risada curta e negou com a cabeça.

- Isso já não é mais possível. Nossa história acabou no Canadá e eu não pretendo recomeça-la.

- Zelena, eu te amo! Eu descobri que te amo no exato momento em que você passou por aquela porta naquele maldito quarto.

- Descobriu tarde demais. Acabou, Humbert. – levantou-se e saiu do local, deixando para trás o homem com o coração tão partido quanto o seu.

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Era final da tarde. A sala ornada com coroas de flores enviadas como condolências estava razoavelmente cheia. Regina reconhecia alguns rostos como velhos amigos de seu pai e funcionários da construtora, conversando com um ou outro durante pequenos intervalos de tempo. Cora não deixava o posto próximo ao caixão e executava movimentos letárgicos devido ao calmante que tomara. Sentia vontade de bater palmas para a atuação descarada da mulher.

- Está um pouco quente aqui ou meus hormônios estão alterados hoje? – Snow perguntou aproximando-se e Regina sorriu com a graça da amiga.

- O calor das palmas para a atuação de Cora está aquecendo o ambiente.

- Regina! – ralhou – Se alguém te ouve... Nem quero pensar.

- Vou lá fora tomar um ar. – disse, rindo da reação alarmada de Snow.

A temperatura agradável do fim de tarde lhe aqueceu o corpo ao sair do ambiente fechado. Ao longe, o sol dava indícios de que iria se pôr e conceder um espetáculo aos que o assistissem. Com as mãos no bolso da calça que usava, Regina saiu caminhando em passos lentos e sem rumo. Apenas queria livrar-se por alguns instantes do ar pesado daquela sala, especialmente após a chegada de Gold, que endossava o espetáculo de Cora.

A armadura que usava estava lhe guarnecendo de expor quaisquer sentimentos acerca do fato. Sabia que se permitisse a saída deles agora, colocaria tudo que planejava em vão. Não suportaria as palavras consoladoras que Cora lhe pronunciaria e acabaria explodindo. Mas, ao ver-se sozinha, longe de toda a agitação, as lágrimas contidas escapavam furtivamente, dando vazão a tempestade que guardava dentro de si. Não podia negar a si mesma que a morte de Henry lhe doía, afinal, apesar de tudo que provocara, apesar de tentar negar, ele era seu pai e se arrependera antes de partir.

Robin a observava de longe, desde que ela chegara ao Trinity até agora. Usava um boné para dificultar sua identificação e tomara um posto de observação com cuidado para não ser percebido. Assistiu-a sentando-se em um pequeno banco de madeira sob uma árvore frondosa e descansando a cabeça no tronco da mesma. A posição era afastada do local onde ocorria o velório e resolveu se aproximar.

Regina sentiu-se ser tomada por uma onda de emoção ainda mais forte ao reconhecer a presença junto a si e olhou para o homem que lhe encarava com um sorriso entristecido nos lábios. Assistiu com os olhos marejados a mão dele viajar do lado de seu corpo até sua frente, numa oferta. Apertou-a e seu corpo levantou-se, antes de ser acolhido pelos braços fortes dele. O montante que a barragem armazenara escorria em lágrimas. Nenhuma palavra se fez necessária.

Enquanto suas mãos viajavam pelas costas dela, num afago acalentador, Robin sentia os pequenos tremores que o corpo de sua pequena transmitia. A mão direita viajou até suas ondas negras e perderam-se ali. Em reação ao toque, Regina aconchegou-se no abraço, apoiando a cabeça no vão de seu pescoço. Apesar da mistura de sentimentos contraditórios, no qual a dor era vencedora no momento, ela sentiu segurança e calmaria. E o tempo em que permaneceram ali não foi proporcional a intensidade do conjunto de dois elementos.

- Regina. – ouviu ser chamada e Snow e Daniel entraram em seu campo de visão ao sair dos braços que a envolvia. Robin olhou para trás e não pode evitar o olhar do outro sobre si. – Estávamos te procurando. Chegou a hora.

Ela concordou e tornou a olhar para Robin. Os castanhos gratos e os azuis aconchegantes. Um beijo foi selado em sua testa e o aconchego do contato físico iria ser levado condigo em seu coração. Daniel observou as duas amigas afastarem-se alguns metros e, antes de segui-las, olhou para Robin.

- Cuide dela.

____________________

1 MÊS DEPOIS

Era seu aniversário e enquanto checava pela última vez se tudo que precisaria já estava no iate que alugara, Robin sentia-se nervoso. Questionava-se se Regina aceitaria seu convite e jantaria com ele e seus amigos em comemoração à data. Ansiava para que a resposta fosse positiva, mas baseado no último mês não sabia o que esperar. Eles mal se falaram. Os poucos contatos que fizeram resumiam-se a nomes e documentos relacionados a Mills. E, por mais que tivesse vontade de ligar ou fazer uma visita inesperada, sabia que não poderia invadir o espaço que ela claramente delimitara. Além do mais, todo o dossiê que montaram estava em jogo. Qualquer atitude impensada colocaria tudo a perder.

- Cara, se você contar a quantidade de iates que estão ancorados nesse píer mais uma vez, eu juro que te jogo na água. – David zoou.

- Você acha que ela vai vir? – perguntou e o amigo moveu os ombros em sinal de dúvida. - Já está na hora que marcamos e nada. – acrescentou, checando o celular.

- Eu acho que você deveria olhar para trás e descobrir.

Robin paralisou e encarou o amigo que lhe indicou com a cabeça algo atrás de si. Seu coração acelerou e girou seu corpo para que seus olhos enxergassem a mulher que amava caminhando em sua direção. O tecido escuro do vestido azul esvoaçava ao redor de seu corpo. Assim como as ondas negras de seus cabelos que, soltas, emolduravam seu rosto. Ela parecia levitar até ele e a cada centímetro a menos em sua direção, Robin sentia as batidas de seu coração mais rápidas. Ela estava ali. E, se aquilo fosse uma miragem, desejava ardentemente manter-se enclausurado no deserto.

- Olá. – disse, dirigindo-lhe um sorriso cheio ao aproximar-se dele.

Azuis. Castanhos. Recomeço.


Notas Finais


Mwah!


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