História Amor para recomeçar. - Capítulo 97


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Arthur Weasley, Fílio Flitwick, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian Evans, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Personagens Originais, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Hermione Granger, Severo Snape
Visualizações 55
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma ponta amarrada♥E espero que tenha sido amarrada de forma satisfatória.
Um casal que não ia existir e só existiu por vocês♥
Sim, eu ia ser malvada e deixar Carlos sozinho pegando geral kkkkkk
Vamos lá!
Ps-Estou com saudades de alguns comentários...

Capítulo 97 - Luna Lovegood e Carlos Weasley


Fanfic / Fanfiction Amor para recomeçar. - Capítulo 97 - Luna Lovegood e Carlos Weasley

POV Carlos Weasley


 Abril de 2001, algum lugar na Floresta Amazônica. América do Sul



O barco havia ficado no porto de Codeba. O transporte ali seria outro. Teriam uma breve visita ao colégio da América Latina, Castelo Bruxo, mas, dificultaria tudo, pois o idioma local era espanhol ou português, e eu e Luna não falávamos nenhum dos dois. Richard havia ficado junto do barco, o velho não se interessava pelos animais e o que tinham a oferecer. O barato para ele era conhecer o mundo. Ficaria em Salvador, curtindo as belas mulheres curvilíneas brasileiras, comendo a boa comida, e aproveitando para conhecer a rica cultura latina americana. De certa forma dava até uma inveja, se eu não soubesse a loucura que seria os animais que encontraríamos. 

Brasil era a maior reserva de biodiversidade do planeta, isso também incluía os animais mágicos. Nosso foco seriam as caiporas, os sacis e a difícil de encontrar, mula sem cabeça. No coração do Rio Amazonas, existiam colônias inteiras de Sereias da mata, uma espécie muito mais rústica e perigosa que os sereianos que viviam no lago Negro em Hogwarts. 

Ali também era rico em plantas raras, que não existiam em nenhuma outra parte do mundo, só ali . Enquanto subia o rio, em um barco hospedagem, indo pro meio da selva, pensei em quanto Severo teria dado para estar ali, e me corrigi. Na verdade, com todo o conhecimento do meu ex professor de poções, era bem óbvio que ele tivesse ido até lá conhecer as prodigiosas plantas calmantes e alucinógenas da selva brasileira. Seus estudos e descoberta iriam precisar da flora e fauna latina. 

Graças a boa generosidade de Heleanor, o barco era guiado por bruxos brasileiros que falavam inglês, Luna aprendia algumas palavras e ria ao lado dos homens. A pele deles cor de oliva era bela de se ver , olhos castanhos e músculos de invejar. Extremamente simpáticos e cordiais, detestavam os bruxos americanos, que invadiam sua rica mata sem autorização, para roubar suas riquezas. Ainda bem que éramos Britânicos. 

Assim a noite seguia, mata adentro, o som era assustador. Não só os animais mágicos deveriam ser observados, vi onças maiores que um homem na margem do rio, dentes a mostra, e garras prontas para rasgar quem entrasse em seu caminho. Os malditos mosquitos eram perturbadores também. Tivemos que tomar poções variadas antes de entrar na mata, contra doenças que aqueles malditos traziam. 

Deitado em uma rede, coisa comum no país.Eram confortáveis a práticas, comprei várias em Salvador, para minha mãe, Heleanor, Luna, gastamos uma boa parte do nosso próprio dinheiro com redes. Tínhamos um aposento só nosso.Bem maior e simples que o do barco de Hele. Tinha uma cama simples de casal, duas redes, um baú, e nada de aquecedor. O calor no país era infernal, e estávamos nos aproximando do inverno. 

- Carlos! - Luna entrou no aposento usando um biquíni preto, comprado no país. 

-Oi?-Perguntei olhando por cima da rede. 

- Vamos tomar banho no rio! - Olhei para ela assustado. 

- Está surtada né? Tem jacaré, sereias nada amigáveis e onças! Você viu? Elas nadam! - Luna riu dando pulos. 

- Eles colocaram uma barreira mágica! Nada de animais! Vamos comer na margem do rio, assar peixe! E tem tochas por todo o local! Vamos por favor! -Revirei os olhos e me ergui. 

- Ok, já vou!-Ela riu e saiu saltitante. Tirei a blusa, exibindo meu excelente físico. Domar dragões tinha suas vantagens. Minha barba estava mal feita, conferindo até uma certa graça ao meu rosto fino. Sai usando uma sunga. Lá fora, na margem, peixe era assado, seguido de carne de porco do mato. Tomavam uma bebida a base de vodka e limão, que era outra coisa abundante lá. 

-Carlos! - Um homem de aproximadamente 30 anos, pele oliva e olhos verdes chamou. 

- Felipe! Estava faminto lá dentro! -Me aproximei, sendo servido de peixe e caipirinha, a tal bebida. Era doce e refrescante, Fiz uma nota mental, Heleanor precisava experimentar aquilo. Fiquei conversando com o homem, seu inglês era perfeito, mas o sotaque arrastado era engraçado e até fofo, parecia que ele falava tudo no diminutivo. Procurei Luna e nada, ela não estava ali. Ela estava tentando aprender português, e se metia no meio dos outros, querendo conhecer cada detalhe, experimentar e cheirar tudo. Felipe notou. 

- Sua sereia Escocesa está ali ferrugem! -Logo ganhei apelido, ali era comum apelidos. Por ser ruivo, era ferrugem. As índias me olhavam como se eu fosse uma aberração, algumas me viam como mal agouro. Era engraçado. E lá estava Luna. Dentro da água, a pouco luz concedia uma visão perturbadora. - Fecha a boca! - Ele riu da minha expressão. Fui até a margem, dei a bebida para uma bela negra que dedilhava um bandolim, e me lancei na água fria.Foi agradavelmente refrescante. Nadei até Luna, algumas outras pessoas tomavam banho no rio, todos bruxos. Peguei sua cintura fina e alcancei sua boca. Meu tesão já estava prestes a explodir, o máximo que havia conseguido dela tinha sido uma chupada fantástica. Nada além. 

Minha língua dançou pela boca dela, com vontade. Minha delicadeza havia ido embora. Já não aguentava mais não entrar nela. Um leve gemido saiu de sua boca.

- Vamos para a outra margem. - Eu pedi. Ela se afastou e nadou até a outra margem, segui, nadando, sentindo água percorrer meu corpo sensível pela ereção, longe dos olhos dos outros, chegamos, me sentei na água, cobrindo um pouco acima da cintura, puxei ela pela mão e se encaixou em mim.-Luna...-Chamei, já beijando ela com volúpia, fazendo sentir minha ereção presa. Só o que nos impedia era a maldita roupa de banho. 

O beijo avançava, intensidade aumentava, fazendo nossa respiração ficar pesada. Meu pênis latejava, querendo sair. Ela se esfregava, causando uma ebulição em meu corpo. Afastei o biquíni de cortininha, expondo seus seios. Aproximei e abocanhei cada um deles, ouvindo ela gemer ao sentir meu toque. Apertava sua bunda com força, e puxei levemente sua calcinha pro lado. Não fui impedindo. Senti seu mel, como ela estava molhada e apertada. Gemi em sua boca ao constatar. A ergui um pouco e sem pensar, coloquei meu membro para fora, e sentei ela novamente, tocando sexo em sexo.

- Carlos eu...-Ela ia me impedir, mas logo se calou ao sentir meu pênis esfregar seu clitóris duro e excitado. 

- Deixe-me vai...só brincar, só...-Minha cabeça rodava, definitivamente, só sentia meu pênis tentando entrar. Deixei ela se esfregar nele.Como gemia descontrolada, roçando nele, pele contra pele. Meu membro chegava até o canal dela , e voltava. Apertava ela em um abraço agoniante. Sua vagina molhada, só a cabeça dele encostando, era só eu fazer uma força. Aquilo me deixava louco. - Deixe-me meter nela...own...deixe entrar...nossa garota...Tão apertadinha Luna, deixe-me...-Eu pedia afetado pelo ato . Nossas bocas brigavam por ar.

- Promete ficar parado? -Luna pediu, fiquei incrédulo e satisfeito. 

- Prometo. - Ela saiu da minha boca e deitou a cabeça no meu ombro. Senti a cabeça do meu pênis ser apertada pela vagina intocada.Gemi completamente louco pela sensação. Ela parou. Queria socar em sua vagina até não aguentar mais, porém, permaneci parado. Ela desceu mais e deu um gritinho de dor. Minhas costas foram arranhadas. Gemi novamente. Rebolei em baixo dela, e a vi relaxar. Fiz minha cintura mexer, causando espasmos na vagina dela.-Isso vem...Mais, se esfrega Luna que ele escorrega...-Há vi revirar os olhos e a penetrei mais fundo.Mas um grito. Deixei ela se acostumar a dor, depois, a fiz se esfregar sem meter, ela relaxou novamente, gemendo. Continuei, esfregando em mim, Luna ia gozar ,eu sabia.Seus gemidos sentindo meu pau na metade ,era tudo. -Goza, vai...goza para mim...-Eu pedi, sua vagina piscou em contrações absurdas, e ela mesma desceu pelo meu pênis, fazendo todo ele entrar. Deu um grito, que a fez parar alguns segundos. Sua vagina estava quente, e logo esqueceu. Subiu e desceu pelo meu membro lentamente, senti o sangue dela escorrer pelo meu pênis. Luna se assustou.-Continue. - Pedi afetado, deixando ela fazer de seu jeito. Era torturante, mas era preciso. 

Subiu e desceu lento, gemia junto de sua boca.

- Mais rápido. - Me atrevi a pedir. Ela fez, mas não colocava tudo, estava dolorida para ter confiança. Subiu e desceu, apertada, gemendo, quente. Fechei meus olhos pelo tesão subiu e desceu mais rápido. Chamei por ela. Senti meu pau ser apertado pela sua vagina, denunciando um segundo orgasmo. Gemi mais, ela aumentou a velocidade cheia de desejo. E me derramei dentro, em uma explosão. Luna me acompanhou se esfregando e desmanchando uma segunda vez. 

Ela saiu de mim, eu a limpei adequadamente. Queria mais, muito mais, porém, sabia que ela estava dolorida. 

- Nós fizemos. - Ela disse sendo puxada por mim, agora para apenas conversar. 

- Sim...e foi maravilhoso. - Ela corou. 

- Foi?

- Oras, para mim foi...e a tendência é melhorar. 

- Para mim também foi...digo, dói mas...

- É uma dor suportável. - Ela riu . Ficamos lá, juntos. Desbravando lugares absurdamente incríveis e únicos. Ela era sem dúvida, a pessoa certa para mim.E sem dúvida, nada mas mudaria isso.


"Dizer que os dois não foram felizes é pura tolice. Luna nunca esqueceu os olhos esverdeados de Harry, assim como a maldita sensação  de desejo de Carlos nunca acabou.Heleanor o encantava, e certas coisas nunca mudam. 

Richard, voltava para casa apenas em ocasiões festivas. Carlos e Luna, após seu treinamento, passaram a ser subordinados de Heleanor Campbell. No controle e proteção de criaturas mágicas. Carlos viajava muito mais, afinal, transportar dragões era lucrativo e sua maior paixão. Nunca se casaram ou tiveram filhos. Lilian Snape ocupava o tempo deles de forma eficiente. A Toca se tornou moradia do casal. Lá,  se tornou lar dos dois. Rede de flu era uma extensão para casa da melhor amiga do casal e e da afilhada . Severo Snape nunca admitiu gostar de Carlos,  mas passou a servir o ruivo se seu preciso Uísque de Fogo, e isso, para ele, era o máximo que conseguiria do velho professor de poções. Homem que ganhou o amor da mulher de sua vida. "






Notas Finais


Eeeeeeeeeeeee
Então, teremos ainda Luna e Carlos.
Mas aí está o final deles.
Eu realmente espero que gostem!


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