História Amor verdadeiro - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Visualizações 15
Palavras 5.850
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente essa é a primeira fanfic de romance, espero que gostem e boa leitura

Capítulo 1 - A história da minha vida


Fanfic / Fanfiction Amor verdadeiro - Capítulo 1 - A história da minha vida

Olá sou a Álvida, um nome bem de velho, estou no terceiro ano do ensino médio mais conhecido como período infernal, pois passei praticamente a vida inteira sofrendo bullying no colégio por causa do meu excesso de peso. Comecei a sofrer no fundamental se não me engano, foi na quinta serie, eu nunca vou me esquecer do dia em que tudo começou.

Flashback:                    

Eu era uma jovem gordinha e baixinha estava usando farda calça apertada e blusa era muito apertada mesmo ficava a mostra a minha barriga. Quando eu passei pelo corredor da escola todos olhavam para mim não sabia por que, depois cheguei à sala e quando abrir a porta todos os alunos estava conversando de repente pararam para me olhar e confesso que fiquei bem envergonhada. Os meus colegas começaram a correr, cair no chão, derrubar a cadeia, espumar pela boca, gritar bem alto o mundo vai se acabar. Não entende nada daquele então fui ajudar o pessoal.

Álvida – pessoal o que esta acontecendo com vocês – falei gritando estava preocupada com as atitudes deles.

Alunos – HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ HÁ

Doflamingo – Estamos com medo do terremoto.

Álvida – como assim não tem nenhum terremoto aqui dentro da sala de aula.

Crocodeli – Além de gorda é burra que nem um jumento.

Nami – Querida estamos querendo dizer que seu peso causa um terremoto, esta vendo o meu corpinho que é esbelto todos os garotos me querem enquanto a você deve emagrecer alguns quilinhos, da qual é uma coisa impossível – falou com ar de superioridade e um rosto de reprovação.

As palavras daquela diaba ecoavam na minha cabeça como se ela estive-se cantarolando no meu ouvido, ninguém nunca avia me ofendido devido o meu peso jamais pensei que existe pessoas assim, os ‘’diabos ‘’ continuaram rindo de mim sem para e ainda por cima era primeiro dia de aula, depois o professor chegou.

Professor – Que bagunça é essa e por que estavam gritando tão alto? Ouvi da sala dos professores.

Cavendish – Foi ela professor!! Ameaçou bater na gente.

Dá para acredita na cara de pau desse moleque que ódio.

Álvida – Não é verdade professor – falei me defendendo.

Depois sai correndo da sala mais rápido possível não queria ficar naquele lugar de jeito nenhum parecia que lá era cheio de demônios e de fator é. Deus que me perdoe pele meu comentário mas gente me compreenda aquele povo é ruim demais.

Corri tanto que achei uma porta da qual me chamou atenção e abrir uma porta e tinha uma escada bem grande mesmo, subir de pressa até que deu para ver o terraço e me sentei em um canto qualquer fiquei chorando bastante até que alguém me ouviu.

Buggy – Eiii por que você esta chorando garota?

Perguntou alguém e automaticamente levantei o meu rosto cheio de lagrimas quando olhei era um garoto bem diferente, possuí um nariz de palhaço repito um nariz de palhaço, cabelos azuis da cor do céu, pele branca e clara, vendo aquele sujeito comecei a rir dele e ele não gostou nada.

Buggy  - VOCÊ ESTA RINDO DE QUE DESGRAÇADA – falou bem bravo.

Álvida – seu Mariz é bem engraçado – falei em meio aos sorrisos.

Buggy – arg..- resmungou irritado

Nossa gostei bastante desse garoto, ele me fez sorrir no momento bem delicado da vida tomara que isso seja o começo de uma amizade inseparável. Quero muito que comece uma amizade por isso tratei de iniciar uma conversa com ele.

O menino virou as costas estava indo embora, porém eu me levantei rapidamente e fui atrás dele e peguei pelo braço.

Álvida – Desculpa não queria te deixar bravo, sério mesmo desculpa.

Buggy – Tá, tá tudo bem garota – disser se soltando e indo se sentar.

Álvida – Qual é o seu nome?

Buggy – Sou buggy o palhaço estrela e você? – falou em um tom brincalhão

Gostei ele parecer ser o tipo de pessoa que muda de emoção cada segundo confesso que sou assim também a final de contas sou mulher.

Álvida – meu nome é Álvida nome de velho e eu não gosto.

Buggy – Eu acho diferente e bonito.

Álvida – Nossa sério? Estou admirada, ninguém nunca elogiou o meu nome você é primeiro que elogiou.

Buggy – Por que você estava chorando? – disse corado e parecia um pouco preocupado comigo, achei mega fofinho.

Álvida – Assim quando eu entrei na classe o povo estava se tremendo, deitado no chão, derramando baba da boca e tudo isso só para disser que o meu peso causa terremoto e tem mais uma garota ruiva me humilhou falando que ela era melhor do que eu.

Buggy – Bem vinda o meu mundo, os caras ficam zombando do meu nariz.

Álvida – Eu fico triste porque as crianças não são assim.

Buggy – Não seja ingênua as crianças são demônios que adoram zombar da cara dos outros, principalmente o povo da quinta serie que é o pior de toda escola.

Álvida – Percebi hoje de manhã.

Buggy – Ei você é novata não é? Porque eu nunca te vi por aqui na escola.

Álvida – Sim sou, que lugar é esse que a gente está?

Buggy – É terraço mais conhecido como meu lugar, ninguém vem aqui, você é a primeira menina que vem para o meu lugar e eu adoro esse lugar, é muito bom esta em um lugar calmo com bela paisagem. – apontou para céu azulado cheio de nuvens brancas como se fosse algodão doce e o sol amarelo como fogo, era uma visão realmente linda.

Cabaji – BUGGY BUGGY BUGGY cadê você? A aula já começou faz tempo.

Buggy – Meu Deus a aula. Vamos Álvida nó temos que ir – se levantou correndo.

Álvida – Ei espera – puxei braço o dele e olhou atentamente para mim – nós somos amigos de verdade não somos?

Buggy – Somos sim – voltou a correr de pressa pois estávamos muito atrasados para aula de matemática.

Olhei o jovem palhaço azulado correndo fiquei por algum motivo surpresa e confusa, já que não tenho muitos amigos, pensando bem eu não tenho nenhum amigo, obsevei o azulado detalhadamente como se estive hipnotizada, a maneira que ele disse ‘’somos sim’’ essas palavras ecoam na minha mente, são palavras simples, porém toca o meu coração, a maneira que a frase foi dita parecia bem sincera e verdadeira, os meus olhos lacrimejaram.

Fiquei mais ou menos sete minutos parada olhando para Buggy.

Buggy – EI VAMOS já estamos atrasados.

Álvida – Já estou indo.

Fui ate ele andando porque correr é cansativo pra mim.

Assim foi, fomos para as nossas salas de aula depois de quatro horas de aula chata, depois fomos embora e no final do dia disse pra minha mãe que o meu primeiro dia de aula foi bom não queria que ela soubesse sobre o que aconteceu no começo mas agora tenho motivos para sorrir pois tenho novo amigo.

Flashback

De volta ao presente e depois de relembrar o que houve no passado triste, me sinto bem suave, estou nesse exato momento olhando para o teto do meu quarto esperando a droga do despertador tocar e o tempo passou um pouquinho e infelizmente o relógio tocou.

Levanto-me com preguiça ando ate a porta e vou para conzinha, primeiramente eu como em seguida faço a minha higiene pessoal e alimentação é mais importante por que se tiver um bom  café da manhã, já começa um dia ótimo.

Ponho o pé para fora da rua e vou direto esperar o Buggy na casa dele, é uma demora desgraçada, ele é pior do que mulher pra se arrumar, depois de quinze minutos ele finalmente resolveu aparecer. Olho de cara feio pra ele.

Buggy – Quer um pastel? Cara feia pra mim é fome – o azulado pareceu de repente, levei um  susto.

Álvida – Vai surta a senhora sua mãe! Demônio azul.

Buggy –  Grita não e se acalma ai  que a gente já esta indo para nosso inferno chamado escola.

Álvida – Pode ser um inferno, mas nós precisamos para ser gente e ajudar a sociedade.

Buggy – Dane-se o mundo eu não me chamo Raimundo.

Álvida – Buggy não começa você sabe muito bem que nós precisamos estudar se não seremos uma dupla de sem futuro, se quiser ter uma casa grande, carro, salário de médico, engenheiro ou advogado então temos que estudar.

Buggy – Tá, tá eu sei, não precisa desse sermão todo, estou só brincando você leva a serio demais o que eu digo.

Álvida – Levo sim seu cabeça de vento – falei com raiva e dei cascudo na cabeça dele.

Buggy – Aiii ! Doeu demais ta doida? Me dando um cascudo na cabeça ainda mais no meio da rua – choramingou.

Álvida – Bem feito idiota.

Monji – Pessoal o sinal já tocou tá na hora da aula.

Que horas são pelo amor de Deus! Nossa jurava que fosse seis e trinta mas na verdade é sete e dez. Saímos correndo para o colégio. Chegando na porta do colégio nós fomos barrados pelo porteiro mais ele deixou a gente passar.

E cá entre nós, não tem coisa pior do que o professor esta dando aula  e entrar na sala bem no meio da explicação e todos os meus ‘’colegas’’ repararem tipo todos olham para mim e eu odeio isso.

Professor – Está atrasada senhorita Álvida.

Este é professor Rayligh é terror dos alunos ele bota para quebrar nas provas de física é uma coisa terrível.

Álvida – Desculpa professor posso sentar no meu lugar? – falei como uma criminosa que foi pega roubando um banco.

Professor – Pode e você poderia ter tido acordado mais cedo.

Mas que raiva não precisava desse sermão idiota – dei um suspiro e fui sentar na cadeira de trás de uma bicha ou seja Cavendish.

E assim passou a primeira aula de física da qual posso explicar o quanto é maravilhosa, lembrando estou sendo irônica tá.

Hora do recreio, sim ainda falo recreio e se reclamar chamo da hora do lanche. Enfim encontro o Buggy a gente foi para a fila, é um desespero para pegar comida que nossa senhora mais eu pego comida do mesmo jeito.

Buggy – Quer dizer então que o professor te chamou de preguiçosa.

Álvida – E que raiva o é cara um babaca completo.

Buggy – Eii não fala assim do cara é legal comigo.

Álvida – Com você, comigo ele é idiota – disse essa maldita frase quando ele passou perto de mim.

Professor – Quem é idiota aqui – sério levei um susto e virei de frente para ele de uma vez.

Álvida – Ninguém professor – falei de cabeça baixa.

Professor – De detenção depois da aula.

Álvida – Certo professor.

Professor – Ok te vejo depois da aula. – foi embora.

Buggy – Será que você só sabe se ferrar panelinha? – gosto quando ele me chama de panelinha.

Álvida – Era para ter avisado quando ele estava por perto.

Buggy – Agora já era, mais eu te espero. – sorri para ele e isso alegra muito os meus dias, esses pequenos atos.

Álvida – Ta bem eu vou no banheiro – digo sorridente.

Cheguei no banheiro e fiz xixi estava lavando as mãos quando ouvir um choro escandaloso vindo de baixo da pia fiquei com medo mas resolvi olhar e ver quem era e me assustei com a figura em minha frente era nada mais, nada menos que a boa Hancock a garota mais popular do colégio,tem um corpo de dar inveja, pode ter o homem que quiser, é super talentosa, enfim ela pode ter tudo e por que essa esta chorando?

Álvida – É, oi?

Boa – O QUE É? – vala meu Deus coitada dessa garota.

Álvida – Calma, só estou querendo conversar com você.

Boa – Tudo bem – falou sugando o ar com força e depois deu grito e choro feito um bebê.

Álvida – Calma você esta muito nervosa, fica calma – peguei no ombro dela e ajudei a levantar e fomos ate porta de entrada do banheiro.

Álvida – Olha, vamos até o diretor você pede pra ir embora você não esta bem e tá super abatida – ela continuava a chora.

Boa – Tá legal, vou até o diretor e peço pra ir embora e obrigada Álvida por me ajudar – depois ela foi embora do colégio.

Logo em seguida o sinal tocou e fui direto assistir a segunda aula e quando terminou não pude ir embora por que precisei ir para a droga da detenção é nisso que dar fala mal do professor.

Porém Buggy esperou quarenta minutos por mim quando eu sair do colégio fomos para minha casa assistir serie.

A gente estava assistindo Naruto, inclusive é o anime favorito do Buggy.

Álvida – cara como o Naruto não percebeu que a Hinata ama ele desde do clássico.

Buggy – Por que Naruto sofreu muito na infância e corria atrás da Sakura, entretanto Naruto  durante o anime mostrou pequenos sinais que são suficiente para demonstra que ama a Hinata de todo o coração – disse olhando fixamente os meus olhos.

Álvida – É verdade, Naruto deu força para Hinata ser quem ela é, uma mulher forte e corajosa que arriscou a sua vida para salvar o seu amor – sorrir pra ele com uma expressão feliz.

Buggy – Esse papo está a cara do fanboy Naruhina.

Álvida – E somos altamente Naruhina para sempre.

Buggy – Eu só gosto do casal, não sou fanboy.

Álvida – Já eu, sou fanboy do  casal por quer demonstra o amor verdadeiro e sempre quis que desse tudo certo no final.

Buggy -  Nossa que coisa de menininha.

Álvida – Você também é uma menininha seu idiota – escutei meu celular era uma mensagem e da boa.

Buggy – Quem é? – perguntou curioso.

Álvida –  A Boa, a garota popular do colégio.

Buggy – O que é ela quer e por que esta mandando mensagem para você?

Álvida – Ajudei ela hoje de manhã e esta me chamando para sair daqui a vinte minutos se importa se eu for?

Buggy – suspirou fundo – Eu não confio nessa garota, mais pode ir e se diverti com ela.

Álvida – Certo Buggy – sorrir – Vou me arruma e só quero ir mesmo por quer é em uma sorveteria.

Buggy – Tinha que ter comida no meio, então tchau – o azulado levantou do sofá e deu um beijo na  minha bochecha, fiquei corada e sem jeito logo em seguida ele foi embora.

Fiquei um tempo parada sem saber o que fazer e depois voltei ao normal e fui me vestir e sair de casa andando com um sorriso bobo no rosto, cheguei no local onde a Boa me chamou, achei ela na primeira mesa da frente ao lado da janela.

Álvida – Oiii pessoal – sorrir para as meninas.

Meninas – Olá Álvida – falaram com tom de deboche.

Álvida – Por que me chamou aqui? – falei um pouco pensativa.

Boa – Ésta aqui para eu te agradecer pelo o que você fez por mim hoje.

Álvida – Hum tá certo, e será que você poderia me dizer o porquê de estar chorando, se você quiser é claro.

Boa – Meu coração foi quebrado aos pedaços.

Álvida – E quem o infeliz que partiu o seu coração?

Boa – Monkey D Luffy  - nossa aquele garoto que é pingo de gente inclusive eu e o buggy não gostamos de jeito nenhum.

Álvida – o que ele te fez?

Boa – Namorando a vagabunda da Nami – ela fez uma expressão de ódio que deu medo.

Álvida – E você tinha algum relacionamento amoroso com Luffy?

Boa – não só apenas amava ele de todo meu coração.

Álvida – Que pena, confesso que não gosto da Nami, devido ela ter dito palavras mais para mim durante a minha vida escolar e o Luffy eu não gosto dele por causa de uma coisa aconteceu no passado.

Sandersonia – Nos contem a historia queremos ouvir.

Álvida – Então lá vai, na época que eu tinha doze anos estava passeando pelo colégio quando de repente o Luffy passou por mim com um pedaço de carne na mão eu sem querer derrubei, ele ficou muito zangado comigo e falou que aquele pedaço de carne não podia ser desperdiçado porque era especial e feito por seu amigo cozinheiro Sanji. Logo após isso pede desculpas mais ele não quis ouvir e foi embora. Mas tarde fui para minha sala era semana de prova não tinha espaço para colocar a minha cadeira então fiquei perto da escada teve monte de gente estava passando muitas dela precisei afastar a cadeira quando estava bem perto da escada sentir uma mão mim empurrando e cair com cadeira e tudo e quando cheguei no chão avistei o Luffy lá de cima e o povo riu de mim acabei machucada naquele dia.

Marigold – Nossa que historia loca.

Boa – Mas você estragou a comida do Sanji que é muito sagrado pra ele.

Álvida – Mas mesmo assim não precisava me empurrar.

Boa – O Luffy tinha deixado de comer havia três dias, pois ele prometeu comer só a comida do Sanji aquele pequeno pedaço de carne era sua comida e você estragou.

Álvida – Nossa mesinto culpada agora, não imaginava que era o único alimento do Luffy.

Boa – Pois é.

Marigold – Você assistir dorama?

Álvida – O que é isso?

Sadersonia – Uma serie coreana, eu e minhas irmãs adoramos assistir.

Álvida – Tem alguma para me recomendar? 

Boa – Sim vou te recomendar o dorama das doramas que é o Beijo Malicioso.

Álvida – É imoral? Por que se for eu não assisto não gosto de coisas imorais.

Marigold – Não é imoral, é maravilhoso, você vai adora.

Dei uma olhada no relógio era mais de  oito horas da noite ou seja eu tinha que dar no pé se não a minha mãe ia logo chamar a policia.

Álvida – Pessoal, eu preciso ir embora já estar ficando tarde, então tchau – me levantei  da  cadeira.

Meninas – Tchau Álvida.

Depois fui direto para minha casa mais se eu não me engano, ouvi elas falarem alguma coisa não sei o que.

Boa – Mas ele foi embora, é uma gorda burra mesmo, como ousa derrubar um pedaço de carne do Luffy.

Voltei quando ouvi ela fala isso fui me defender, ela estava muito legal pra meu gosto.

Álvida – Olha só, eu pedi desculpa para Luffy, acertou por que não quis e ver se me respeita.

Boa – Não gosta de ser chamada de gorda sendo que é uma baleia assassina – ela se alevantou da cadeira juntos com as irmãs – Luffy estava passando fome você vai lá e derrubar a comida dele sua idiota jaburu.

Álvida – Pedi desculpa para Luffy e ver se me respeita eu não sou suas negas pra você agir desse jeito e tem mais, entendo porque o Luffy escolheu a Nami em vez de você.

Porque eu falei isso ela ficou uma fera descontrolada veio até mim  – fiquei com medo e andei para trás. Quando chegou perto esticou o braço com movimento rápido ela me deu tapa.

Boa – Ver se olhar essa boca imunda, quem você pensa que é para falar isso.

Ainda estava com rosto virado para lado devido o tapa virei o meu rosto do qual estar com uma marca vermelha em formato de mão olhei fixamente os olhos dela e tá dei tapa nela como sou gorda o tapa foi mais forte ela caiu no chão com batida e falou.

Boa – Escuta aqui sou a garota mais popular e bonita do colégio, todos os garotos me querem porque tenho potencial e sou magra, tenho um corpo belíssimo enquanto você é uma gorda horrível de feia,tira nota baixa, come feito uma condenada, só tem um amigo e ninguém vai quere você todos que for namorar você, vai ser por pena sua mancha gordurosa e horrorosa.

Ouvir atentamente palavra por palavra o que ela falou e ficou gravado dentro da minha mente, eu fui humilhada em público por uma garota que jurei que fosse gentil mais ela não é nunca foi. O que ela disse acabou com meu coração estou parada chorando horrores olhando a garota rir da minha cara e as pessoas obervando bem ate o dona da sorveteria chegou e mandou embora nos duas e fui correndo para minha casa. Cada passo uma lágrima caia do meu rosto depois de alguns minutos finalmente cheguei em casa.

Entrei pela porta dos fundos pois não queria acordar meus pais com meu choro, andei bem devagar, entrei no meu quarto e me sentei na cama, apenas comecei a  chorar como se não houvesse amanhã.

Comecei a pensar se nenhum homem nunca vai me querer e será que vou passar o resto da minha vida sozinha? Sou feia e ninguém gosta de mim, no colégio sou tão burra assim e o pior que a Boa pode esta certa.

Andei até o meu espelho e olhei como eu realmente sou, vejo gordura em quanto a minha mente para estudar é um pouco burra, porém sempre estudei e o pior de tudo é que os homens de hoje em dia não gostam de mulheres gordas. Pela primeira vez me senti triste por possuir um corpo assim.Nunca um menino me elogiou. Nunca um menino me chamou para sair. Nenhuma garota da escola quis a minha amizade. Pela primeira vez na vida me senti insatisfeita por ter o meu corpo. Desde que cheguei em casa estou chorando, estou presa nos meus pensamentos mas ouço batidas na minha janela vou ate lá e vejo que é o Buggy jogando pedrinha na janela.

Buggy – Ei posso entrar no seu quarto? – ele já deve ter visto que eu estava chorando pela janela do quarto.

Eu busquei uma corda e ele conseguiu subir pela janela com pouca dificuldade.

Buggy – Oi eu te vi chorando pela janela do meu quarto quero saber o que aconteceu?

Álvida – Sabe a Boa? – falei olhando para o chão.

Buggy – Sabia que ela ia te fazer mal, o que aquela vadia falou de você?

Álvida – Buggy tenho uma pergunta para fazer.

Buggy – Pode mandar.

Álvida – Você acha que algum homem vai quere casar comigo? – disse com meus olhos lagrimejando.

Buggy – suspirou – Mas é claro que sim, deixa eu adivinhar, a desgraçada falou que ninguém vai amar você.

Álvida – afirmei com a cabeça – O que ela falou é verdade – afirmei cabisbaixa.

Buggy – Claro que não e não esquenta a cabeça afinal tem que estudar.

Álvida – Você esta falando só por pena.

Buggy – NÃO FALA ISSO JAMAIS FALARIA POR PENA SABE POR QUÊ? PORQUE VOCÊ TEM TANTAS QUALIDADES, TANTA AÇÃO QUE TE LEVA A SER UMA BOA GAROTA O QUE É IMPORTA É O SEU CARATER O QUE TEM A OFERECER AO MUNDO, O QUE VOCÊ REALMENTE É.

Para mim foram simples palavras ditas, porém fizeram brotar um sorriso belo como de uma criança , o que o azulado falou tocou o meu coração, nunca imaginei alguém falando isso para mim , estou realmente muito impressionada, por causa disso sou amiga inclusive tenho orgulho de ser a melhor amiga desse palhaço. Impressionante como o Buggy consegue me fazer sorrir nessas horas difíceis como essa que estava vivendo, agora sinto que estou bem. É fascinante o fato de que as palavras tem poder, a minha vovó vivia falando essas frases.

Buggy – Álvida você esta sorrindo parada fala alguma coisa – trouxe de volta a realidade estava tão pensativa.

Álvida – Me sinto bem agora, obrigada por vir .

Buggy – Me sinto na obrigação de não deixar você chorar por besteira e te fazer sorrir sempre – vê irei um pimentão quando ele falou.

Álvida – Poxa obrigada palhaço – falei virando o meu rosto para lado, pois o mesmo estava bem vermelho – apesar daquela garota ter falando coisas que fizeram me senti triste e inferior as garotas do colégio, agora não importo mais.

Buggy – Graças a Deus, você não se importe com essa coisa de inferioridade. Mas deixa eu te contar uma coisa, quando eu tinha mais ou menos seis anos de idade e morava em um orfanato junte de outros órfãs, um deles se chama Shanks, um garoto ruivo e moreno, nós dois viviamos brigando todo o tempo mas éramos amigos , o ruivo como todos o chama o Shanks era um garoto cheio de vida, feliz, doce, ingênuo, em quanto eu era raivoso, mal educado, respondão, ganancioso, certo dia eu inscrevi em clube de karatê, bem eu era um lixo e Shanks era um ótimo lutador a gente se enfrentou acabei levando uma surra de verdade logo em seguida a minha vida mudou completamente por que me sentir inferior ao Shanks e comecei a sofre bulling na escola, fiquei chorando um bom tempo mas com tempo me dediquei ao estudo eu sou bom em matemática tanto que nunca fiquei de recuperação e vejo que tenho talento para ser professor de matemática e isso virou o meu sonho e me deixar feliz e não ligo para que povo fala de mim.

Álvida – Estou surpresar com essa historia e me faz refletir um pouco sobre minha vida, é uma verdadeira historia de superação, você me surpreendeu com esse fato da sua vida.

Buggy – Álvida não liga para que o povo diz e se for da ouvido para o que povo fala, vai viver triste, por isso não ligue para o que povo fala só as pessoas que convivem com você sabe  que você é a garota mais legal que eu conheci.

Álvida – Poxa palhaço assim você me faz chorar horrores e Buggy o engraçado que sempre estar ao meu lado nessas horas difícil, novamente muito obrigada – levantei da minha cama e fui correndo em direção dele e o abracei a ponto de sufoca – ló.

Buggy – Álvida me solta .

Soltei ele e pude ver o seu rosto corado como um pimentão ele ficou um pouco sem jeito com meu abraço de urso.

Buggy – Como foi a conversa com a cobra nojenta?

Álvida – Olha no começo ela pareceu bem simpática na verdade, foi legal na conversa inteira me recomendou assistir um dorama que é uma serie coreana e...

Buggy – Primeiramente dorama é feito no Japão e não na coreia ela por causo é burra.

Álvida – Pois é, a cobra mim recomendou assistir beijo malicioso.

Buggy – Tem essa dorama na netflix, vamos assistir depois a gente dar o nosso veredito, certo bonitinha.

Álvida – corei comentário- Ok há preciso te contar uma coisa.

Buggy – Pode fala.

Álvida –É que eu e a Boa trocamos tapas – uma pausa dramática.

Buggy – O QUE É TÁ MALUCA COMO ISSO ACONTECEU? – falou espantado.

Álvida – Deixa explicar, na conversa inteira ela foi legal só que na hora que fui embora escutei ela falando mal de mim e fui me defender falei o que não deveria e acabei levando um tapa e depois ela falou um monte de coisas que me deixou triste e dei um tapa nela.

Buggy – Álvida você saber que essa coisa vai virar noticia e tudo mundo da escola vai saber.

Álvida – Pior que é verdade – suspirei.

Buggy – Como você pude se rebaixar ao nível da cobra?

Álvida – Fiquei com raiva e magoada.

Buggy – Mesmo assim Álvida.

Álvida – Agora vai proteger ela – falei irritada com que ele falou.

Buggy – Claro que não e não confunde as coisas, a cobra errou e você também.

Álvida – Tem razão.

Buggy – Vamos parar de discutir por que eu odeio briga com você e tem, mais eu vou encarar tudo ao seu lado – como não sorrir para o Buggy após essas palavras – e agora mim responde uma coisa por que a cobra te chamou para conversar?

Álvida – Ela queria me agradecer pelo o que fez por ela.

Buggy – O que você fez por ela?

Álvida – Bem ela estava chorando bastante devido o Luffy namorar a Nami e ela estava triste por isso eu ajudei nesse momento então ela me chamou pra conversar e só.

Buggy – Entendo, então tava chorando  por causar do Luffy.

Álvida – Sim agora vamos assistir a dorama.

Buggy – Vamos – pegou o celular no bolso, olhou as horas e espantou – nessa confusão são meia noite.

Álvida – Minha nossa senhora a gente vai assistir a dorama.

Buggy – E já estou aqui mesmo vamos assistir.

Álvida – Beleza.

Ficamos mais ou menos o resto da noite assistindo a dorama e eu gostei e já o Buggy parece que não gosto muito como eu.

Buggy – Nossa essa menina é uma doente, está sofrendo na mão daquele garoto que é ignorante, não mostra que gosta da garota e ela vive correndo atrás dele.

Álvida – Mas eu shippo os dois e quero que eles fiquem juntos para sempre.

Buggy – Ei quer uma blusa de anime.

Álvida – Sim quero.

Buggy – Então a gente vai depois em uma loja de animes eu te compro uma camisa esta certo.

Álvida – Certo – falei corada.

Buggy – Eu já vou tchau.

Álvida – Tchau – ele desceu pela corda e foi embora.

Como já era de dia esperei algumas horas e me arrumei para ir para escola, fui de bom humor porém quando cheguei para na escola todos os alunos estavam olhando imagino que já devem estar  sabendo o que ocorreu no incidente com Boa.

Doflamingo – Ei!

Álvida – O que é?

Doflamingo – Você bateu na boa.

Álvida – Ela me bateu primeiro.

Doflamingo – Não interessa sua gorducha não vem com essa banha pra cima de mim sua bosta, encosta um dedo na Boa e eu acabo com você – sai correndo chorando.

Quando cheguei no banheiro me deparei com as meninas do colégio.

Nami – Olha só ela esta chorando – falou irônica.

Vivi – Quanta gordura em uma só pessoa.

Meninas – HÁ HÁ HÁ HÁ .

Corri fui para o terraço e lá fiquei chorando, logo em seguida voltei para aula e depois que acabou fui para casa, estranho que Buggy não foi a aula hoje então alguma coisa aconteceu com ele.

Estou em casa assistindo dorama quando ouvir a campainha tocar e quando abri a porta me deparei com Buggy.

Buggy – Eu soube do que aconteceu no colégio – e me abraçou com força.

Álvida – Tudo bem eu já estou muito bem.

Buggy – Graças a Deus Álvida fico realmente feliz em saber disso.

Álvida – Que bom que você esta feliz por mim.

Buggy – vamos sair eu vou compra a sua blusa.

Álvida – Vamos sim palhaço.

Buggy – Ok

Sai de casa, eu e o palhaço andamos ate loja da qual era bem longe.

Buggy – Chegamos bonitinha.

Álvida – É bem grande aqui e cheio de blusas.

Andei pela loja tinha muitas blusas de qualidade, achei uma blusa do meu anime favorito mas fiquei triste pois a blusa não coube em mim parando para pensar todas as lojas que eu vou só tem roupa para gente magra e as roupas na maioria das vez é curta demais, isso me deixa totalmente chateada e revoltada parece que o povo pensa que só existir gente magra poxa vida.

Buggy – Álvida não ficar assim ta legal? Vamos olhar as blusas maiores.

Álvida – Ok vamos e lá.

Buggy – Que acha dessa blusa aqui – ele achou uma blusa do anime yu yu hakusho com uma estampa bem bonita e dava em mim – você quer eu compro.

Álvida – Sim quero mesmo – e o palhaço comprou mesmo.

Álvida – Nossa obrigada palhaço.

Buggy – Não a de que.

Depois fomos embora da loja e Buggy estava tramando alguma coisa conheço bem o lugar.

Buggy – Ei eu vou te levar em um lugar que considero o meu pedaço você vai gosta de verdade.

Álvida – Ok eu sabia que você estava tramando alguma coisa – ele sorriu para me.

Buggy – Certo bonitinha.

Nós entramos em um beco cheio de flores sobre o muro, seguimos o caminho que deu um jardim secreto lotado de flores bonitas é uma paisagem bem bonita de ver.

Buggy – Senta ai – pediu para sentar em uma rocha grande e me sentei.

Álvida – Aqui é um lugar bem bonito, como encontrou esse lugar?

Buggy – É uma boa historia, quer ouvir?

Álvida – Quero, gosto de ouvir histórias.

Buggy – Bem, se lembra quando levei uma surra do Shanks eu sair correndo da academia até que encontrei um beco que me levou a esse lugar, me sentei onde você esta sentada e fiquei chorando pelo um bom tampo, porém levantei olhei o jardim encontrei esse uma flor bem bonita e disse que daria aquela flor para a mulher que eu amar.

Álvida – Mais que lindo palhaço estou admirada.

Buggy – Hum, eu sinto que esse jardim faz me lembrar da pessoa que amo de verdade.

Álvida – E quem é essa pessoa? – perguntei curiosa.

Buggy – Amanhã você vai saber – se levantou – vou te deixar em casa.

Álvida – Poxa mais já? Então tá vamos lá.

Andamos um monte de ruas e finalmente chegamos em casa, nos despedimos e fiquei pensativa quem será que o Buggy gosta.

O dia amanheceu fui para escola de boa, assistir as primeiras aulas e deu recreio estou sentada no refeitório ate levei um susto nos alto falante do colégio começou a tocar a musica da Tyalor Swift com parceira da  Paula fermandes que por sinal é a minha musica favorita e o estranho que alto falante nunca funcionou.

Buggy – É... olá.

Meu Deus era voz do Buggy.

Buggy – Álvida eu te amo com todas as letras, palavras. Em todas as línguas e sotaques, amo mais do que palavras e gesto. Eu prometo  provar todos os dias como é grande esse amor. Eu quero acordar ao seu lado todas as manhas e dormir todas as noites ao seu lado. Irei quebrar quem te fez chorar , quero estar ao seu lado como seu fiel companheiro, te fazer sorrir cada dia da sua vida e eu te amo Álvida.

Nossa meu coração está disparado eu sei que lá no fundo do meu coração que eu amava só não sabia disso, vim saber agora com sua declaração, então a gente sempre se amou só que não sabia. Meu Deus o Buggy é o homem minha vida e eu nunca percebia isso. Me levantei e meio as lágrimas sair correndo de pressa sei onde vou encontra Buggy no lugar onde tudo começou o nosso terraço. Depois de corre por mais ou menos cinco minutos eu finalmente cheguei no local.

Abrir a porta com força e vir o palhaços com uma flor vermelha seria essa tal flor que ele disse que ia dar para mulher que o palhaço ama. Em meio as lágrimas, corri em direção do Buggy e o beijei com todo meu amor que tem dentro de mim.

Buggy – Eu te amo bonitinha.

Álvida – Eu também te amo palhaço.

Buggy – Pega, é para a mulher mais linda do mundo – me deu uma flor.

Depois disso tudo fomos para a aula. Os anos se passaram nós dois passamos no vestibular. Hoje em dia sou uma grande psicóloga tenho minha própria clinica. Já ajudei bastante gordinhas e gordinhos ter alto estima. Enquanto o Buggy se tornou um grande professor de matemática no começo as crianças zoaram a sua aparência mas com o tempo se acostumou com seus alunos e ama eles.

E cá estou com vestido branco e melhor de tudo estou magra. Estou pronta para entrar na igreja e entrei com todos convidados me olhando e cheguei no altar estou do lado do meu palhaço noivo ele estar bem bonito. Depois de quase uma hora chegou a grande pergunta do padre.

Padre – Buggy você esta mulher como sua legitima esposa?

Buggy – Sim aceito.

Padre – Álvida você aceitar este homem como seu legitimo esposo.

Álvida – Sim aceito – falei chorando.

Padre – Eu declaro marido e esposa. O noivo já pode beijar a noiva.

Nos beijamos e logo em seguida fomos para a festa de casamento da qual foi bem animada. Tiramos muitas fotos. Depois fomos para nossa lua de mel e agora estamos esperando o nosso filhinho. Estamos felizes com nossa vida juntos.



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