História Angels and Demons - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Vmon, Yoonseok
Visualizações 18
Palavras 586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii beninas, turu boom? (blogueirinha resfriada voice)
Como eu disse para minha filha (não, ela não é filha de verdade, é só modo carinhoso de chamar aquela miniatura de demônio), eu vou enaltecer meu utt mesmo.
Me desculpem pelos erros.
Boa leitura!

Capítulo 17 - Hematomas


Pov’s Namjoon

 Me levanto e olho para o relógio que estava em cima do criado mudo que havia naquele pequeno quarto, os ponteiros marcam que já são meio dia, esfrego meus olhos tentando me acostumar com a claridade que entrava pela pequena abertura entre as cortinas, ocasionada pelo vento gelado que empurrava os leves panos para a frente. Depois de alguns minutos sentado na beira da cama, vou em direção ao banheiro do quarto. Eu tive sorte, o quarto que eu estou é o único com banheiro dentro, os outros garotos se revezam entre os dois outros banheiros da casa, mas nesses três dias que estamos aqui, parece estar dando bem, mesmo que algumas vezes alguns deles usem o banheiro desse quarto, está tudo indo “normal”.

  - Mais que caralho viu! – digo vendo pelo espelho os hematomas em meu rosto, deixados pelo homem que me provocou ontem, tudo bem que ele acabou morto, mas ainda assim, tinha deixado meu olho roxo e um corte, não tão profundo, ao lado de minha covinha direita, tenho certeza que em menos de uma hora isso não estará mais aqui, para a sorte daquele cara, pois se por um acaso, eu ficasse com alguma cicatriz, eu iria trazer ele de volta só para matar de novo.

  Vou até a banheira e tiro o pouco de roupa que cobria meu corpo, deixando ele totalmente exposto. Deixo a mesma enchendo enquanto tranco a porta e escovo meus dentes.

 Dou um breve gemido ao afundar-me na água que estava propositalmente gelada, pois seria melhor para a dor de cabeça causada pela quantidade elevada de álcool que tomei depois de bater naquele ser desprezível, que tinha um nome forte, ao contrário de sua personalidade, “Brady”, era o nome do babaca, só descobri depois de escutar um dos homens chamando seu amigo, já morto. Ele se achava forte, mas era um incapaz, tanto fisicamente quanto psicologicamente.

  Enquanto me lavo, penso nas coisas que mudaram nesses três dias: Um demônio passou para o lado bom da “força”, ajudou Hoseok, deixou Jungkook mais alegre que o normal, e nos ajudou. Não sei o que está acontecendo com a gente, nossas vidas já não eram nada normais, confesso, mas agora, estão mais estranhas. E outra coisa, porque fiz aquilo ontem? Eu não podia, simplesmente, matar alguém, espero que o Tae não tenha ficado com medo de mim.

 Quando estávamos vindo embora, ele nem sequer olhou para mim, ficou com o olhar voltado para o vidro o tempo todo. Mas também, não o culpo, eu agi por impulso, só espero muito, não ter deixado o garoto bravo ou triste comigo, ele é a pessoa que eu mais converso e é a pessoa que eu mais confio, já que foi a primeira que eu encontrei e que me ajudou a achar os outros, não suportaria saber que ele sente qualquer tipo de sentimento ruim em relação a mim.

  Saio de meus pensamentos e termino o banho. Saio da banheira, pego a toalha que estava pendurada ao lado do espelho e enrolo a mesma em meu quadril e vou para fora do banheiro pegar as roupas que havia deixado separadas na cama. Mas após abrir a porta, me deparo com a pessoa que eu acho ter magoado, ele está logo em minha frente, mas não percebeu que eu estava lá, acho que não ouviu a porta abrir pois está cantando alguma música, uma música que eu não conheço (4’O Clock), mas que por sinal, é muito linda, assim como sua voz.


Notas Finais


Obrigada por lerem!


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