História Angels's Blood - Capítulo 3


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 29
Palavras 1.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Harem, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi, bem trouxe mais um e espero que também gostem desse.

Capítulo 3 - Hopeless


Fanfic / Fanfiction Angels's Blood - Capítulo 3 - Hopeless

Ao entrar na mansão continuei correndo até o meu mar de rosas e lá me joguei no chão mesmo. Precisava me recompor imediatamente, nunca corri tanto na minha vida, não tenho físico para ser o Flash.

                O quarto estava um breu, então liguei a luz, mas não olhei para nada que não fosse o chão, onde joguei minha bolsa e me joguei em cima dela mesmo. Por que tinha que ser lobos? Não podia ser coelhos ou esquilos? Algo um pouco mais tranquilo, só pra dar uma variada, às vezes sinto que tudo ao meu redor quer me matar.

                — Finalmente descobriu que seu lugar é aos meus pés, Suki? — pergunta Reiji, me assustando e me fazendo levantar no ato

                Ele estava sentado na cadeira no canto do quarto. Ele pensa que é quem?, Batman para ficar saindo das sombras?

                — O que faz aqui, Reiji?

                — Apenas estranhei o fato de não ter sido informado de sua ausência.

                — Estava tão atolada que nem me lembrei, desculpa.

 Não que eu realmente precisasse me desculpar já que estou aqui contra a minha vontade, mas eu tenho evitado a morte já faz um tempo. Fiquei quieta para evitá-la mais uma vez.

                — Venha aqui.

                Por que senti um frio na espinha ao escutar isso? Reiji me odeia então custaria pouco para ele um dia perder a paciência comigo e resultar em um corpo no chão.

                Me aproximei dele devagar, com um pouco de medo do que ele pode fazer, porém não demonstrei um pingo do sentimento. O moreno se levantou, ficando maior que eu, me encarando de cima a baixo. Seus olhos intimidantes estavam fazendo um bom trabalho, mas fingi que não faziam o efeito.

                — Então, vai me dizer o que quer ou não? — perguntei colocando um braço na cintura e levantando a cabeça, enfrentando seus olhos

                — Pelo visto ainda tenho de mostrá-la sua posição. Terei de puni-la por ser tão insolente.

                Não tive tempo para reagir quando me empurrou para a parede e mordeu meu pescoço. Apenas não gritei porque sei que riria e jogaria isso na minha cara, porém uma lágrima de dor saiu. Tentei limpá-la antes dele percebesse, mas ele segurou minha mão com força. Reiji sugava meu sangue tão forte e em tanta quantidade que percebi que não seria grande surpresa eu desmaiar ou até morrer de falta de sangue.

                — Humanos, tão fracos e patéticos. — Reiji sorriu de canto — Servem apenas de presas para nós, vampiros. — ele deu uma risadinha e me encarou nos olhos — Pelo menos você é uma presa satisfatória, seu sangue é delicioso, não tanto quanto a Yui, porém já era de se esperar. Afinal, você é apenas a sombra dela.

                Verdade. Eles a preferiram desde o começo e senti raiva disso. Yui não teria sofrido tanto na mão deles se eu fosse a queridinha deles. Quero dizer a ela que isso pode acabar para sempre. Mas quero dizer isso com a certeza de que nunca mais aconteça com ninguém. Querer não é nada.

                Não aguentei e cedi minha consciência, deslizando pela parede até atingir o chão.

 

                Continuava no chão quando acordei. Me levantei e senti uma dor enorme nas costas. Andei até o banheiro, tentado mexer a coluna o mínimo possível. No espelho reparei dois riscos longos e ensanguentados a mostra na camiseta agora vermelha.

                Reiji.

                Gritei uma série de palavrões por causa da dor e do ódio que sinto por esse garoto arrogante. Quando terminei o serviço de xingar até a próxima quarta geração dele, meus ombros ficaram tão leves.

                Enchi a banheira com água quente e tomei o banho mais doloroso da minha vida. Os cortes eram mais profundos que eu pensava, xinguei Reiji mais uma vez. Mas fiquei lá lembrando de tudo a partir da minha chegada aqui, principalmente da Yui. Ela me ajudaria se estivesse aqui. Ela é um anjo presa num pesadelo, numa terra de monstros.

                Chorei um pouco. Chorei pela dor, por não ter salvo-a ainda, por ser uma péssima amiga.  Deixei meu corpo inteiro entrar na água durante um tempinho, relaxei e esqueci a dor enquanto fiquei ali. Irei tirá-la dos vampiros, para sempre. Nada mais importa.

 

                Subaru bateu na minha porta para me levar ao colégio. Eu tinha acabado de colocar uma pomada para aliviar a dor nos machucados. Peguei minhas coisas rapidamente, jogando o creme da felicidade na bolsa e sai do quarto ainda abotoando a camisa e arrumando o casaco.

                — Você poderia ter terminado de se arrumar lá dentro. — falou me deixando para trás

                Não respondi e só o segui até a limusine, sentei do seu lado e do Shu. Quando Reiji entrou fiz questão de olhar nos olhos dele, mostrando que não sinto medo dele, só ódio. Ele não reagiu e também não me importei.

                As aulas continuavam um saco. Programei ir a minha batcaverna assim que ela acabasse e passar mais uma dose do remédio. O sinal arrancou um sorrisinho da minha cara assim que sai da sala e fui até o banheiro aplicar de novo.

                Ao começar a subir as escadas em direção ao terraço, vejo uma menina magra e loira  sendo puxada pelo braço por um garoto pálido. Segui eles o mais rápido que a dor permitia. Seja ela por favor, implorei.

                Em silêncio abri a porta e espiei ali mesmo. Subaru a encurralou na grade e disse:

                — É essa a sua vontade? Então foi sua decisão ficar com eles? Responda.

                Não escutei se Yui respondeu ou não, o fato dela continuar viva me alegrou demais para eu prestar atenção. Voltei a realidade quando ele voltou a falar:                  

                — Não consegue responder?

                — Porque não responde, M Neko-chan? — perguntou Kou

                Ele estava ali antes ou se transportou para cá agora? Subaru e Yui também viraram para Kou que deu uma risadinha.

Meu sangue ferveu. Fazia um tempo que não via um Mukami e gostaria que não fosse numa circunstância dessas. 

—Quer ela de volta?

Sai de trás da porta, mas ninguém reparou minha presença até responde-lo:

— Quero.

Os três me olharam, Yui sorriu e disse meu nome.  Cheguei perto dela e de Subaru e a puxei pra trás de mim.

— Suki, há quanto tempo. — disse Kou

— Podemos pular a falsidade e irmos para a parte que você vai embora e deixa a Yui em paz?

Não quis ouvir mais nada, apenas me virei até Yui e a puxei de novo para finalmente acabar com a palhaça. Quando dei um passo fui jogada no chão brutamente, caindo de costas. Soltei um grito de agonia e não consegui voltar a ficar de pé.

— Suki! — grita Yui. Ela anda até mim, mas Kou chega primeiro.

— Não deixarei que ninguém a leve embora, principalmente uma humana como você.

Um palavrão foi a única coisa que eu disse até tentar me levantar novamente e cair, estava perdendo a consciência de novo. Tudo começou a ficar em segundo plano e disse o nome dela duas vezes.

Não disse mais nada depois.


Notas Finais


Bye, até o próximo capítulo.


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