História Anjos Caídos - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Tayuya, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Ino, Kiba, Naruto, Neji, Sakura, Sasori, Sasuke, Tayuya, Temari, Ten Ten
Visualizações 9
Palavras 1.289
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vamos continuar a nossa fic maravilinda ♥♥♥

Capítulo 3 - Lembranças e Amiga Nova


Fanfic / Fanfiction Anjos Caídos - Capítulo 3 - Lembranças e Amiga Nova

Alguma coisa tinha acontecido naquela cabana, e todo mundo, inclusive Sakura, queria saber o quê. A polícia, o juiz, a assistente social, todos tinham tentado arrancar a verdade dela, mas Sakura sabia tanto quanto ele. Ela e Trevor estavam brincando a noite toda, perseguindo um ao outro até a fileira de cabanas do lago, para longe da festa. Ela tinha tentado explicar que tinha sido uma das melhores noites da sua vida, até virar a pior.

Tinha passado tanto tempo relembrando aquela noite, escutando a risada de Trevor, sentindo as mãos dele apertando sua cintura, e tentando acreditar no que seu coração lhe dizia: que realmente era inocente.

Mas agora, cada regra e norma da Sword & Cross parecia desmentir essa certeza, e sugerir que realmente era perigosa e precisava ser controlada.

Sakura sentiu um aperto firme em seu ombro.

- Olhe - disse a atendente. - Se vai fazer você se sentir melhor, não está nem perto de ser o pior caso daqui.

Era a primeiro gesto simpático da atendente em relação a Sakura, e ela acreditou na intenção dela para que se sentisse melhor. Mas... ela viera pra cá por ser suspeita da morte do cara por quem era apaixonada, e ainda assim "não estava nem perto de ser o pior caso daqui"? Sakura se perguntou exatamente com o que estava lidando na Sword & Cross.

- OK, a orientação acabou - continuou a atendente. - Está por conta própria agora. Aqui está um mapa se precisar encontrar qualquer outra coisa. - Ela deu a Sakura um mapa feio e feito à mão, e então olhou o relógio. - Você tem uma hora livre antes da primeira aula, mas minha novela começa em cinco minutos, então... - ela acenou as mãos para Sakura - desapareça. E não esqueça - completou, apontando uma última vez para as câmeras -, os vermelhos estão te vendo.

 Antes que Sakura pudesse responder, uma garota magra de cabelos loiros apareceu na sua frente, acenando com os dedo compridos na frente do rosto de Sakura.

- Uuuuuuuuuuuh - provocou a garota num tom de história de terror, dançando em círculos em volta de Sakura. - Os vermelhos estão te vendoooooo.

- Saia daqui, Ino, antes que eu mande você para a labotomia - disse a atendente rispidamente, apesar de ter ficado claro, pelo seu primeiro breve porém genuíno sorriso, que tinha algum tipo de afeição pela garota.

Estava clarotambém que Ino não retribuía aquele amor. Ela fez o gesto de uma punheta para a atendente, entãi olhou para Sakura, desafiando-a a sentir-se ofendida.

- E, só por isso - disse a atendente, escrevendo furiosamente no seu caderno -, você acaba de receber a tarefa de mostrar a escola para a Little Miss Sunshine aqui.

Ela apontou para Sakura, que parecia a antítese da animação com seu jeans preto, botas pretas e blusa preta. Sob o item "Uniforme", o site da Sword & Cross explicava num tom alegre que desde que os alunos se comportassem bem, tinham a liberdade de se vestir como quisessem, seguindo apenas duas pequenas regras: as roupas deveriam ser discretas, e sempre pretas. Quanta liberdade.

A blusa grande demais, de gola alta e mangas curtas, que a mãe de Sakura a tinha forçado a colocar naquela manhã não favorecia em nada as curvas de seu corpo, e até mesmo sua melhor característica não estava mais lá: o cabelo rosa e cheio, que costumava descer até a cintura, tinha sido quase completamente tosado. O fogo da cabana chamuscara seu couro cabeludo e deixara a linha da testa desigual, então, depois do longo e silencioso caminho da Dover até a casa, sua mãe tinha colocado Sakura na banheira, pegado o barbeador elétrico do pai e, sem dizer uma palavra, raspado a cabeça da filha. Durante o verão, o cabelo tinha crescido um pouco, o bastante para que o liso um dia invejável agora girasse em ondulados estranho pouco abaixo das orelhas.

Ino a analisou, batendo com um dedo nos lábios pálidos.

- Perfeito - exclamou ela, dando um passo à frente e passando o braço pelo de Sakura. - Estava mesmo precisando de uma nova escrava.

A porta para o saguão se abriu e por ali entrou o garoto de cabelo vermelho. Ele balançou a cabeça e avisou Sakura:

- Este lugar não hesita em revistar você completamente. Então, se estiver escondendo algum outro tipo de material perigoso - ele ergueu uma sombrancelha e jogou um monte de objetos não identificáveis na caixa -, não se dê ao trabalho.

Atrás de Sakura, Ino riu baixinho. A cabeça do garoto se ergueu e, quando seus olhos registraram quem era, ele abriu a boca e depois a fechou, como se não tivesse certeza de como preceder.

- Ino - disse sem demonstrar emoção.

- Sasori - devolveu ela.

- Você o conhece? - Sakura sussurrou, imaginando se nos reformatórios existiam os mesmos tipos de grupinhos de escola como a Dover.

- Não me lembre disso - respondeu Ino, arrastando Sakura pela porta até saírem para a manhã cinzenta e úmida.

Os fundos do prédio principal davam numa calçada lascada que contornava um campo desalinhado. A grama tinha crescido tanto que parecia mais um terreno abandonado do que parte da escola, mas um velho placar e uma pequena montanha de arquibancadas de madeira empilhadas confirmavam o passado do lugar.

Além da área comum havia quatro prédios austeros: o dormitório na estrema esquerda, uma igreja velha, imensa e feia à direita, e duas outras grandes estruturas entre essas, que Sakura imaginou serem onde eram ministradas as aulas.

E era só isso. Seu mundo todo tinha sido reduzido ao triste cenário que contemplava.

Ino imediatamente saiu da calçada e levou Sakura para o gramado, fazendo-a se sentar sobre um dos bancos de madeira ensopados.

A paisagem correspondente na Dover deixava claro que ali estavam os atletas em treinamento e aspirantes a Ivy League, então Sakura sempre evitara passar muito tempo lá. Mas esse campo vazio, com suas traves enferrujadas e empenadas, contava uma história bem diferente. Uma história que Sakura não conseguia entender facilmente. Três abutres voaram por cima delas, e um vento sombrio chicoteou os galhos nus dos carvalhos. Sakura abaixou o queixo até enfiá-lo dentro da gola alta da blusa.

- Entãoooo - começou Ino. - Já conheceu Randy.

- Achei que o nome dele era Sasori. - disse Sakura sem entender.

- Não estamos falando dele - interrompeu Ino rapidamente. - Estou falando do ser não identificado lá dentro. -Ino indicou com a cabeça a sala onde deixaram a atendente assistindo TV. - O que acha, homem ou Mulher?

- Hum, mulher? - respondeu Sakura hesitantemente. - Isso é um teste?

Ino abriu um sorriso.

- O primeiro de muitos. E você passou, pelo menos eu acho. O sexo da maioria dos funcionários daqui é um debate infinito que atravessa a escola. Não se preocupe, vai acabar gostando da brincadeira.

Sakura achou que Ino estava brincando - se fosse mesmo o caso, legal. Mas isso tudo era tão diferente de Dover. Na antiga escola, os futuros senadores, engomadinhos com suas gravatas verdes, praticamente deslizavam pelos corredores numa calma de boas maneiras típica de gente rica, que parecia cobrir tudo e todos.

Muitas vezes, os outros alunos da Dover lançavam a Sakura um olhar superior que dizia não-suje-as-paredes-brancas-com-seus-dedos. Ela tentou imaginar Ino lá: descansando nas arquibancadas, cantando uma piada suja com sua voz alta e sarcástica. Sakura tentou imaginar o que Callie acharia de Ino. Não haia ninguém como ela na Dover.

- OK, desabafa - exigiu INO. Sentando-se na parte mais alta da arquibancada e acenando para que Sakura se juntasse a ela, continuou. - O que você fez para vir parar aqui?

 

CONTINUA...


Notas Finais


Até o próximo capítulo ♥♥♥


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