História Another Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Personagens Originais, Simon Lewis
Tags Amor, Clace, Malec, Romance, Sizzy
Visualizações 98
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Apenas para de chorar, lembre-se de que tudo ficará bem."

Capítulo 8 - You Are Safe Here


Você se lembrará

Quando isso acabar.

E tudo ficar pelo caminho.

Quando eu envelhecer,

Eu estarei ao seu lado

Para lembrá-lo como eu ainda te amo.

Eu ainda te amo.

-Love Of My Life, Queen

                          ∞

Clary contava o número de crianças presente em seu estabelecimento que ficava fora da escola, mas sempre que saíam iam lanchar lá.

Jace observava Eliot, um jovem alto e magro, com cabelos louros desbotado - que fazia cupcakes.

- Eliot, você pode me ensinar? - Pediu Jace ao amigo de trabalho.

Eliot não gostava muito de Jace e também gostava de Clary e percebia que se o sangue de Clary fosse sugado por Jace olhar para ela, nesse momento ela não teria mais vida.

- Ensinar o que? - Perguntou desanimado.

- Fazer cupcake - Jace sorria como um idiota, estava feliz com algo que Eliot não fazia nenhuma questão de saber.

- Seu trabalho é só servir as crianças.

- Por favor! Não vou tomar seu lugar, quero fazer em casa.

- Certo, é bem fácil.

Eliot falava os ingredientes e o modo de preparo ao louro que dava real atenção, aquilo parecia estranho para ambos, e quando foi a vez de Jace fazer um cupcake e ficou bom eles riram, deram pulinhos e se abraçaram. Pareciam amigos. Eliot o elogiou notando a presença de Clary na porta da cozinha.

Ela coçou a garganta.

- Atrapalho alguma coisa?

Jace ainda sorria, mas Eliot já havia se fechado novamente. - Eli me ensinou a fazer cupcake, e eu fiz um maravilhoso, dá para acreditar? Obrigado Eli.

Jace nunca havia chamado Eliot de Eli, estava feliz sim, e Eliot continuava sem nenhum interesse em saber o porquê

- Jacie, hoje temos trinta crianças, sirva-as rápido.

- Posso falar com você depois - pediu ele à ruiva.

- Pode sim.

Jace sempre estiloso, impossível não notá-lo. Bad boy, e é claro que Clary se sentia atraída por ele.

Em cinco minutos todas as crianças já estavam comendo.

- Quer sair comigo hoje? Sei lá, ir em qualquer lugar.

Clary fingiu pensar mas a resposta estava pronta antes da pergunta ser feita.

- Sim, tudo bem. - Ela tentou disfarçar o entusiasmo, já que sempre quis ouvir aquilo da boca de Jace.

                          ∞

- Ora, ora. Quem tem casa sempre aparece, né? - Isabelle dizia enquanto fazia uma pesquisa para a faculdade  no notebook que ganhara da tia.

Alec revirou os olhos.

- Acabou a gasolina do jipe e tive que ir andando comprar, e eu estava muito longe do posto.

- Onde você passou a noite? Você costumava me dizer tudo.

- Izzy maninha, ninguém nunca conta tudo a ninguém. Mas vou te falar só para ficar curiosa. Eu dormi na casa de Magnus, mas só dormi.

Alec se divertia com a expressão ora séria, ora engraçada de Isabelle.

- Preciso conhecê-lo. Se eu não aprovar nem tente.

- Izzy! Eu só dormi lá. Não fizemos nada.

- Mas podiam ter feito.

O Lightwood Maior ia caminhando para a cozinha sem falar nada, estava novamente pensando no asiático de boca pequena e cabelos negros lisos.

- Alec? - A morena gritou - Alec! Um cara chamado Tuck ligou e pediu para você retornar.

- Tuck?

- Estava me ouvindo seu pestinha?

- Por falar nisso, cadê Max?

- Está na escola. Tome - ela entregou a ele o número de Tuck - achei que era o tal de Magnus, mas tinha uma voz de um velho.

- Ele tem 76 anos.

Ela cobriu a boca com as mãos.

- Desculpa

O celular de Alec vibrou.

Era uma mensagem de Magnus.

M: Posso te ligar?

A: É realmente necessário?

M: Vou ligar.

O maior atendeu ao primeiro toque quase desesperadamente.

- Vamos no lago? Lá tem uma canoa e podemos remar.

- Magnus... a gente mal se conhece.

- Você já dormiu comigo e não fizemos nada, o que de errado poderemos fazer num passeio ao ar livre?

- Certo, me diga que horas, porque agora vou tomar banho.

- Sinto seu cheiro no meu banheiro também.  Não precisa ficar vermelho.

Alec havia corado e mais ainda quando Magnus lhe dissera para não ficar vermelho.

- Tchau.

- Tchau.

Alec usou xampu, sabonete e ficou um bom tempo debaixo do chuveiro deixando a água cair e livrando-se da ereção ao lembrar da noite passada e de como ficava perto de Magnus.

Vestiu uma calça preta e uma camisa azul-escuro e um tênis que parecia ora preto, ora azul. Digitou o número de Tuck que ao terceiro toque atendeu.

- Oi Tuck - disse o Lightwood - é o Alec - ele coçou a cabeça.

- Sim, sei. Mag já falou bastante de você, aquele ratinho - Tuck falava lembrando-se de algo.

- Por que ratinho? - Alec perguntou sem perceber, ficara curioso e gostava de saber sobre Magnus.

- Ele vai te falar. Sei que se conhecem a pouco tempo, mas já considero você como filho também, porque Magnus está mais sorridente e fala bastante de você, eu falo demais. Tenho que desligar. Você começa a trabalhar aqui no supermercado semana que vem, certo?

- Certo. - Alec estava muito feliz por ter encontrado um emprego.

- Izzy! - Ele foi correndo até a irmã, abraçou-a e deu-lhe vários beijos. - Diga Olá ao mais novo empregado da casa.

A Lightwood ficou muito feliz estava com um sorriso imenso e realmente bem pelo irmão.

- Quando começa ?

- Semana que vem.

- É melhor que nada.

- Queria tanto que publicasse seus textos.

- Eeei, nunca te falei sobre isso. Estava mexendo nas minhas coisas?

- Há muito tempo, desculpe maninho, as vezes eu tenho que descobrir tudo sozinha.

O celular de Alec tocou novamente e Izzy viu que era Magnus.

Atendeu.

- Sim, vou. Certo, vamos andando. Tchau, Magnus.

- Não se cansam um do outro? 

- Izzy, ele é só meu amigo.

- Então vá buscar Max na escola, não vi vocês interagirem muito.

- Ah Izzy, amanhã vou. Hoje vai você. Por favor - ele fez beicinho.

- Só porque sou ótima irmã.

                 ∞

Magnus e Alec caminhavam por um lugar com muitas árvores e flores, Alec nunca tinha visto aquele lugar.

- Onde estamos? - O de olhos azuis perguntou admirado.

- Eu também não conhecia esse lugar, minha mãe me trouxe aqui e eu nunca trouxe ninguém. Até hoje.

Os olhos de Alec brilharam.

- Nem mesmo Camille?

Ele sorriu torto.

- Nem mesmo Camille. Então esse lugar é nosso. Claro que outras pessoas devem saber da existência, mas eles não ligam. Hoje em dia só querem se comunicar virtualmente com tudo.

Alec avistou uma flor roxa, pegou-a e colocou atrás da orelha de Magnus achando extremamente fofo, e Bane fez o mesmo com Alec, ambos riam um do outro mas não que fosse realmente engraçado era algo mais... intenso. Remaram e Remaram até que começou a chover. Quando Magnus queria, nunca chovia. Magnus empurrou Alec que caiu na água, se juntando a ele logo em seguida. Jogou água com as mãos no maior que fixamente olhava para seus olhos castanhos. Alec fez o mesmo, sentindo um frio na barriga quando o menor se aproximava dele.

- Isso é muito errado? - Perguntou o asiático.

- Talvez, mas eu também quero. Vamos errar juntos.

Então esse foi o primeiro beijo oficial dos dois que durou mais de um minuto, estavam conhecendo a boca um do outro, ambos seguravam no ombro e na cintura desajeitadamente.

As vidas deles mudariam depois do passeio, da chuva, do beijo. Estavam inexplicavelmente felizes.

Mas muita coisa mudaria.


Notas Finais


Bu! Magnus é muito eu que pergunta se pode ligar e liga antes da resposta kkkk


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