História Arriscar - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Elle Fanning, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Elle Fanning, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Celle, Elle Fanning, Penthouse, Projeto Resgate
Visualizações 25
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Eu acabei de escrever esse capítulo, e com o sono que estou, acabei por não revisá-lo. Então, perdoe-me qualquer erro grotesco, assim que eu chegar da escola amanhã, tratarei de arrumá-los.

Boa leitura! ❤

Capítulo 2 - Estou contando os segundos para abraçá-la.


Fanfic / Fanfiction Arriscar - Capítulo 2 - Estou contando os segundos para abraçá-la.


Point Of View — Cameron Dallas

Sorrir.

Este é o meu primeiro ato assim que é iniciada a chamada de vídeo. Aparentemente, a garota do outro lado do visor está feliz em ver, já que não nos falamos há dias. Seus fios loiros e finos estão presos num coque que costuma estar bagunçado, dando espaço para a face bela dela, agora, coberta por uma camada de vermelhidão, e bem mais localizada nas bochechas, provavelmente pelo tempo que a observo boquiaberto.

Ela está linda!

— Oi. — os lábios rosados murmuram uma breve e envergonhada saudação.

— Ei, branquela! — não sei porque aceno com as mãos é quase automático.

— Então, como foi sua viagem para a Europa? — ela aparece animada em querer saber sobre a turnê que acabará de se encerrar.

— Insano!

Recolho meu corpo na cadeira, a encostar as costas para melhor conforto. Não consigo esconder o sorriso, recordar como minha vida tem sido badalada nos últimos anos; decolando tão alto quanto um avião. Eu sinto que sou o cara mais sortudo do mundo, mesmo que, com a fama, venha os problemas e as mentiras, mas já estou acostumado a quebrar a cara com as pessoas.

— Eu fiquei sabendo que teve algumas crises. — seus polegares travam uma batalha minuciosa enquanto comenta baixo algo que realmente aconteceu. — Podia ter me ligado.

Engulo seco, um pouco nervoso em ter essa conversa com ela.

A verdade é que os ataques de ansiedade vêm acontecendo há muito tempo, entretanto, em anos eles não são tão intensos e fortes. No colegial, Quinn sabia como me distrair e ainda fazer o distúrbio não ser meu foco. No entanto, em momento algum que estive longe pensei em ligá-la para conversar sobre isso, e eu me sinto um idiota por querer fugir de sua voz para não sofrer com a maldita saudade.

— Não achei necessário.

É tudo que digo e ela não parece gostar da minha resposta curta e fraca.

— Alguém já lhe disse que você é um idiota? — a loura indaga.

— Você não seria a primeira.

Então, por um descuido, desvio o olhar da bela moça para o fundo do vídeo, onde existe uma bagunça localizada, como roupas, livros, etc. Franzo o cenho para Quinn, arremessando a cabeça para o lado, tentando enxergar melhor onde a garota está. O local é desconhecido, embora a bagunça que têm formada é costumeira.

— Ei, garotinha, onde você está? — assisto-a olhar em volta do seu ambiente, deixando que um sorriso vitorioso estampe em seus lábios. — Podia arrumar essa bagunça, de qualquer forma.

— É meu novo apartamento! — ela se levanta, apenas para mostrar o perímetro que agora mora através da pequena câmera do notebook. — É pequeno, mas confortável. Não tenho móveis ainda, mas comprei dois colchões para quando você vier à Chino, poder ficar aqui pelo menos uma noite.

Meus olhos crescem surpresos com a novidade. Dentro da minha cabeça, as economias que Quinn viera juntando durante os últimos anos seria para comprar alguma residência perto de mim, aqui em Los Angeles. O espaço que nos separa é curto, são poucos quilômetros daqui até a antiga cidade, porém nem sempre consigo visitá-la por conta da correria do meu dia a dia.

Saber que a loura tirou um tempo para pensar em mim na hora da decoração já é o suficiente para meu coração querer saltar fora do peito com tantas batidas fortes e incessantes que vem dando. É um choque, admito, mas estou honrado e me sentindo um adolescente novamente.

— Quinn, isso é ótimo! — apoio ambas mãos na mesa, tomando impulso para levantar e, assim, fazer a dança vitoriosa que andei praticando com os meninos. Ela gargalha, quase assemelho tal som com uma música viciante e gostosa para ser ouvida. — Em breve estarei aí para estrear o colchão, prometo.

— É… sobre isso, só gostaria de lembrar que meu aniversário é semana que vem, Cam.

É lindo como as bochechas da garota ganham uma tonalidade avermelhada do nada. O tempo pode passar, mas a minha admiração por tal ato do seu corpo só aumenta a cada chamada de vídeo. Então, ela percebe isso e usa as mãos para tampar o rosto.

— Por que está se escondendo? É fofa corada. — sou sincero. Ela solta uma risada, contida pelos dedos. — E sim, eu sei que a próxima semana é seu aniversário, mas não sei se poderei ir vê-la.

— O quê? Porquê?

— Tenho um desfile, loura.

Ser modelo masculino nunca esteve em meus planos de ser alguém importante no mundo, quando a oportunidade surgiu, eu não soube o que fazer, muito menos como reagir. No instante em que assinei contrato, passou pela minha cabeça que alguém havia batizado o suco ou algo que bebi durante o dia. Entretanto, aprendi a gostar de andar sobre uma passarela e estar no meio de garotas lindas com corpos belos.

Quinn se encaixaria perfeitamente em uma agência se modelos, pois além de um tamanho ideial, exibe curvas esbeltas e tem uma beleza inacreditável. Uma pena que, para ela, isso nunca irá valer a pena. Diferente de muitas jovens ao redor do mundo, a herdeira dos fios claros nunca se viu no pódio, uma estrela.

Ela tem o espírito livre e ter fama só atrapalharia sua busca pela liberdade emocional.

— Oh. — seus lábios formam um bico decepcionado. — Mas no próximo mês, você virá?

— Com toda certeza. — asseguro, a fim de espantar o sentimebro que esse conversa está proporcionando a amiga. — Estou contando os seguros para abraçá-la.

— Sinto-me elogiada por isso, Cameron Dallas quer me abraçar!

Gargalho alto com tamanha ironia presente em sua voz, a garota não fica quieta também, logo me acompanha.

— Você nem imagina o quanto.

Antes de prosseguirmos, ouço um barulho vindo do lado externo do apartamento. Peço um segundo para Quinn, levantando-me da mesinha para certificar de que é apenas no corredor. No entanto, ao me aproximar da porta, noto que a maçaneta está sendo se mexendo, indicando que alguém tenta entrar.

Dobro brevemente os joelhos, escondendo meu corpo atrás da mesa, que por momento parece um ótimo esculdo. Logo, o ranger da porta se abrindo é incomodo, mas ao ver quem entra, um suspiro aliviado escapa entre os lábios. Trata-se de Aaron.

Talvez eu tenha me esquecido completamente que ele viria hoje.

Mas só talvez.

— Eu não vou nem perguntar porquê está ai. — o moreno franze o cenho, ultrapassando direto para a sala. — Estou atrasado?

— Não cara, relaxa.

Pensando bem, é melhor não contar que esqueci desse detalhe.

Em passos rápidos, estou no mesmo ambiente que ele e o computador com a garota ainda online. Aaron parece não notar a “presença” da loura, o que me dá tempo de ir ligeiramente até o aparelho e correr para o quarto. Embora tenha um plano todo calculado em mente, Quinn não ajuda ao rir alto enquanto observa os movimentos seguintes.

— Oi, Quinn! — o amigo saúda, mas não a olha. — Isso é falta de respeito, Cam.

— Oi, Aaron. É muito bom ver suas costas e eu concordo plenamente com você. — Quinn diz ofegante devido ao tempo que ficou rindo. — Eu vou desligar, Alex.

O braço do sofá parece-me um bom lugar para sentar, pois ouvir tais palavras faz minhas pernas bambearem.

— Por favor, não. — sussurro como uma criança perdida.

— Eu tenho que trabalhar e você aproveitar o Aaron, não acha?

— A única coisa que eu aproveito do Aaron é quando ele fica quieto, não desliga, Quinn! — peço, novamente.

— Tchau, Cam. Te amo.

— Eu te amo mais.

E assim é dada encerrada a chamada de vídeo. Conforme meu corpo vai escorregando no estofado do sofá, um ponto qualquer na sala torna-se importante para meu olhar fixar. O notebook, até então em mãos, escorrega entre os dedos e cai no tapete felpudo. Eu odeio quando diz tchau, parece que ficaremos mais semanas sem nos ver.

Porém, odeio ainda mais quando ela fala “eu te amo” e não saber o peso de suas palavras em meu coração. Nada muda essa maldita sensação de solidão quando não a vejo, quando não está por perto.

“A única coisa que aproveito do Aaron é quando ele fica quieto.” — a voz debochada do moreno resgata-me de um resto de dia olhando para o nada e pensando em tudp; nela principalmente. — Obrigado pela parte que me toca.

— De nada, é sempre bom saber que fica satisfeito. — devolvo a carga irônica ao responder.

— Você gosta tanto dessa garota. — ele comenta, quase não percebo o pequeno resquício de sinceridade em seu tom. — Não sei como conseguiu ainda ter um relacionamento com outras.

— Porque eu sou homem, preciso me satisfazer vez ou outra. — o fito profundamente. — Mas eu me sinto horrível toda vez que fecho os olhos e penso nela, mesmo com a garota mais linda ao lado.

— Sabe, por que não fala para ela? Solta o verbo, diz tudo de uma vez. Se ela quiser bem, se não quiser amem. A única diferença nesse “amém” é que você vai continuar trouxa, porém isso você já está acostumado a ser.

Nada respondo, apenas reflito com a frase dita por Aaron. Ele pouco se importa em falar a verdade toda vez que conversamos sobre esse assunto e é por isso que a confiança depositada nele não é em vão.

— Precisa dar um jeito nisso, Cameron. Sofrer em silêncio não vai te tornar alguém melhor, e nem irá fazer Quinn se apaixonar por você.

Suspiro, mas dessa vez, a altura desse som poderia ser considerada uma bufada.

Odeio admitir, Aaron tem razão. 


Notas Finais


Vocês vão adorar o Aaron que eu coloquei na história, ele o Taylor estão só hot hahaha

Espero que tenham gostado.
Com amor,
Liriel.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...