História As Crônicas do Semideus (Interativa) - Capítulo 15


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Apollo, Artemis, Atena, Bóreas, Cimopoleia, Dionísio, Éris, Eros (Cupid), Hades, Hefesto, Íris, Nêmesis, Niké (Nice), Perséfone, Personagens Originais, Phobos, Poseidon
Visualizações 15
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Misticismo, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oe galeraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa suave?

Entonces, venho aqui avisar de antemão que;
Essa semana, ta muito corrida pra mim, então provavelmente não vão sair muitos capitulos

É isso,

Espero que gostem do fundo do meu mecanismo de bombeamento sanguineo e vamo lá

#BoraLer

Capítulo 15 - Crescent


Acabo de confirmar, eu não deveria ter saído do chalé hoje.

Eu tentei prestar atenção no que Quíron estava falando. Mas com o Matias tendo um surto e meu déficit de atenção... Bem, não deu certo.

Sai dali sorrateiramente para procurar Matias, (para minha sorte, ele deixa pequenas pegadas de neve quando está com as emoções afloradas)

(...)

As pegadas me levaram até os campos de morango, e comecei a procurar por ele.

-Matias? – Falei elevando a voz. Em vão, sem resposta

Continuei seguindo as pegadas que terminaram perto de um rastro de neve. Ele fala de mim, mas ele tem que aprender a controlar os poderes.

Segui o rastro até o fim e vi Matias sentando no chão, ele estava de costas, não pude ver o que ele estava fazendo

-Er... Matias? – Ele parecia distraído demais, já que não havia notado minha presença. Há algo errado com ele.

O mesmo se assustou quando chamei e assumiu uma posição ereta. Ainda assim, ele continuava de costas.

-Oi Cress... – Parecia nervoso

-Ta tudo bem? – Perguntei meio desconfiada.

-Ta. Eu só... Preciso ficar sozinho. – Respondeu.

-Olha. Cara. Eu não vou te julgar... Mas tem o banheiro... – Falei

-O que.... – Raciocinou – Que droga cress, não é nada disso que você está pensando!

Dei alguns passos para o lado, e pude ver uma poça de sangue.

-Matias! Está ferido. Caramba, você sai sozinho por cinco minutos e já perde sangue suficiente para encher um banco! – Fui até ele para ajuda-lo, e percebi que o mesmo estava tentando enfaixar ou isolar o machucado que era no pé, ele estava usando um pedaço de sua blusa, que estava rasgada.

-Olha está tudo bem. Eu só preciso ficar... Sozinho. – Falou olhando de relance para um arbusto cristalizado.

-Sem chance, você está machucado! – Me agachei para avaliar o estrago no pé dele. Ele olhou mais uma vez para o arbusto.

-Está tudo bem mesmo. Só... – Eu o interrompi

-Cala a boca, ok?

Enquanto eu o ajudava, Matias olhava a todo instante para o arbusto, até que me virei.

-O que tanto voc... – As palavras morreram em minha garganta. Um dragão pequeno, de pele escamosa branca estava ali na minha frente e me fitava com os olhos semicerrados.

Por instinto, me levantei e desembainhei minha adaga, que na maioria do tempo ficava na bainha escondida.

Me preparei para golpear a criatura.

-Crescent! Não! – Matias exclamou tentando se levantar.

-Você enlouqueceu?! – Praticamente gritei. – Isso é uma criatura, sabe o que criaturas como esta fazem com semideuses?! Fazem eles de café da manhã. Sinceramente Matias, você está enlouquecendo!

Ataquei a criatura, que era mais ágil do que eu pensava e com uma das asas, rebateu meu ataque e rugiu pra mim. Quando eu ia ataca-la novamente, uma espada impediu o golpe. Matias.

-O que deu em você?! – Perguntei incrédula.

-Nós temos uma ligação. – Falou referindo-se ao dragão.

-Matias! Isso não é um gato, nem um cachorro, nem qualquer tipo de animal normal! – Me distraí demais, e fui derrubada pelo dragão, que se preparou para cuspir fogo... Eu acho. Ele era tão frio quanto uma pedra de gelo.

-Não garoto não! – Matias desfez sua espada e chutou minha adaga para algum dos arbustos. – Ela é amiga. Amiga.

Ótimo. Meu irmão enlouqueceu e está falando com um dragão como se ele fosse um cachorrinho que precisa ser ensinado.

-Está tudo bem – Ele abanou as mãos mostrando que estavam sem nada.

Surpreendentemente o dragão me lançou um último olhar raivoso e pulou de cima da minha barriga. Arfei ao sentir o peso aliviado e me sentei encarando Matias perplexa.

-Como você...? – Comecei

-Eu já disse. Temos uma ligação. Muito forte... – Falou as últimas palavras mais assombrosamente que as outras. O dragão agora estava do seu lado.

-Mas... – Falei me levantando – E agora, quer dizer, o que vão dizer sobre você proteger um monstro?

Ele suspirou antes de falar

-Não vão saber. Ninguém pode falar se não souber. – Me encarou – Prometa que não vai falar nada.

-Eu... O que?!

-Prometa! Jure! Jure pelo Estige! – Falou, estava digamos que... Assustador.

-Eu... Matias eu não pos... – Ele me cortou no meio da frase

-Eu confio em você Crescent, mas eu e ele – Apontou para a criatura – Temos uma ligação forte demais! Se ele se ferir, eu me firo, se ele ficar bravo, eu fico – Percebi isso também, a criatura parecia irritada, e Matias não costumava perder a calma tão fácil assim. – Se ele ...

Um silêncio incômodo pairou sobre nós. Eu entendi o que meu irmão quis dizer.

-Esquece, pode contar para o sr. D, para Quíron, para quem quiser – Suspirou e logo se virou.

-Matias...

-Esquece cress... – Começou a caminhar, o dragão lançou um olhar para mim como se dissesse “Olha o que você fez!” e começou a seguir Matias.

-Eu juro pelo Estige que não vou contar a ninguém sobre o dragão. – Falei em voz elevada, um raio caiu a distância confirmando minhas palavras.

Ele olhou para trás surpreso.

-Qual o próximo passo Olaf? – Falei

Matias e seu dragão trocaram um olhar e depois me encararam perplexos. Por fim, ele disse

-Temos que leva-lo até o chalé, vai ser melhor se ele ficar por perto, pelo menos por uma noite.

Assenti com a cabeça.

O dia só melhora.

(...)

A parte fácil foi chegar até o gramado central. A difícil? Passar por semideuses que iam para seus chalés, conversando sobre a fogueira, mais precisamente, sobre os fatos que lá ocorreram.

Eu tive que bater um papo desinteressante com Marta sobre a fogueira, mas pelo menos Matias e o bicho conseguiram entrar no chalé.

(...)

Eu vagava por uma espécie de escritório abandonado, mais parecia um prédio com várias salas.

-Olá? – Perguntei

Meus passos ecoavam alto.

Senti alguém me observar.

Olhei para os lados, nada, entrei em uma das portas, na qual tinha algum tipo de gravação, mas eu não conseguia ler.

De repente o cenário mudou, agora era tudo um borrão.

-Você sabe por onde começar... – Alguém me disse. A voz parecia vir de todos os lugares.

-O que? – Perguntei.

-Você precisa analisar as coisas com cuidado...

-Do que está falando?!

Não houve resposta. E a cena mudou novamente.

Eu estava deitada, no chão. Olhei ao redor, parecia uma praia. Mas quando em pus a observar, não era uma praia qualquer, era a praia que eu e Matias estávamos antes de apagar!

Vi alguém ao longe, parecia estar se concentrando, percebi que as ondas se formavam conforme a pessoa agitava os braços. Comecei a me aproximar.

-Kaina... – Sussurrei. Aquilo não fazia sentido.

Minha atenção se voltou para algo que crescia a seus pés. Uma espécie de sombra! Uma sombra humanoide que logo se juntou a seus pés. E por um momento, ela ficou completamente parada, depois começou a caminhar desleixadamente até o mar, e então mergulhou.

Alguns instantes depois, as ondas começaram a se agitar em uma espécie de tempestade, ia água para todos os lados, inclusive para a colina, mas era como se eu fosse um espectro, a água passava por mim e eu não sentia nada, não chegava nem de fato a me tocar, mas me atravessava.

Tentáculos saíam de um redemoinho que se formava dentro da água. E então um deles foi mais longe ainda e puxou uma pessoa.... Eu.

A cena se desenrolou como se eu fosse um jovem no cinema. E então, quando eu... Não eu em minha pessoa, mas ela, estava na praia indo ao encontro de Matias. A mesma que aconteceu com Kaina, aconteceu comigo... Com ela, uma sombra ainda mais densa se juntou a dela e ela caiu dormindo, logo, quando encostou em Matias, o mesmo aconteceu com ele. Uma onda quebrou e o arrastou até o mar, e bem distante, quase sumindo de minha vista um gêiser alto se ergueu, arremessando os dois. Meu estômago deu uma leve revirada.

Logo, Kaina saiu da água, mais parecia ser arrastar, quase tive a impressão de que sua sombra ficou mais fraca.

Então, perto das colinas, uma figura, não tão alta, estava lá, encarando tudo com um sorriso frio. Não conseguia ver seu rosto direito, cabelos talvez na altura dos ombros, a coisa que mais me chamava a atenção, era a camiseta laranja...

Logo depois, uma figura mais alta que a outra pessoa, a figura tinha um sorriso insano, usava um capuz vermelho (A: Chapeuzinho, é você?) e um vestido que ia até seus joelhos, o vestido tinha uma alça apenas, e uma sandália gladiadora, logo sua mão pousou-se no ombro da figura menor.

Quase consegui ver quem era, até que as duas começaram a sorrir insanamente pra mim, o que fez meu corpo se arrepiar da cabeça aos pés.

A cena se dissolveu e eu acordei. 


Notas Finais


Vocês devem estar se perguntando

"Cara, pra que ficar voltando?"

Calma galera, isso faz parte do meu "plano"

hehehehehe

Falows e até o proximo


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