História As lendas de Walterville - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Horror, Mortes, Sangue, Terror
Visualizações 3
Palavras 630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem <3
Tentei algo novo dessa vez!!
Musica- When she cries - Britt Nicole

Capítulo 8 - Lenda ou verídico?


Fanfic / Fanfiction As lendas de Walterville - Capítulo 8 - Lenda ou verídico?

 

Quando alguma coisa dá errado na escola estadual Conselheiro Rodrigues Alves, em Guaratinguetá (SP), a explicação vem em tom divertido: "Maria Augusta está brincando". Os funcionários e alunos se referem a Maria Augusta de Oliveira. A jovem morreu aos 26 anos, em 1891, quando o colégio ainda era uma mansão no interior de São Paulo. Após a morte, cercada de mistério, diz a lenda que Maria nunca descansou. Essa história é uma das versões mais famosas sobre o surgimento dda "Loira do Banheiro".

Segundo a lenda urbana, a loira aparece quando uma pessoa bate a porta do banheiro, chuta o vaso sanitário, dá uma descarga e fala um 'palavrão'. A quantidade de vezes varia de acordo com o local e como a lenda foi passada.

A versão contada em Guaratinguetá sobre a "Loira" é de que ela foi forçada pelo pai, o Visconde de Guaratinguetá, a casar aos 14 anos com um homem influente da cidade. Pouco tempo depois, no entanto, fugiu. Vendeu suas joias e foi para Paris com apenas 18 anos. Na Europa, usou sua fortuna para frequentar bailes da alta sociedade.

O corpo de Maria Augusta voltou ao Brasil apenas após sua morte, cujas causas são desconhecidas. À época, uma das empregadas do casarão onde ela morou no Brasil afirmou ter visto o espelho do local se quebrar assim que a jovem faleceu.

No navio na volta ao Brasil, o caixão onde o corpo de Maria Augusta estava foi violado. Ladrões queriam as joias, que estavam junto ao corpo. Com isso, perdeu-se seu atestado de óbito.

"Ninguém sabe do que ela morreu até hoje. Chegando aqui, ficou na casa [hoje a escola estadual Conselheiro Rodrigues Alves] em uma redoma de vidro, onde as pessoas diziam que tinham visto ela pedindo para sair da redoma, que ela não podia ficar lá. O corpo ficou na redoma enquanto faziam o túmulo dela no Cemitério dos Passos em Guaratinguetá. Por isso nasceu a lenda. De que ela saiu da redoma e desde então anda pela casa", disse Liane Pellegrine, professora da sala de leitura da escola Conselheiro Rodrigues Alves.

Uma das versões para a morte de Maria Augusta é a hidrofobia (raiva), que ainda acontecia na Europa naquela época e tinha como um dos sintomas a desidratação. "Como diziam ver ela andando pedindo para ser enterrada, quando ouviam um barulho estranho no banheiro, começaram a dizer que era ela indo às torneiras para tomar água", diz Gilberto Borges, diretor independente que está produzindo um filme sobre a lenda da Loira do Banheiro.

Em 1902, a mansão do Visconde de Guará se transformou em uma escola. Em 1916, a lenda ganhou força quando a escola pegou fogo de forma misteriosa. O prédio teve de ser reconstruído. Mas a lenda seguiu viva. Na escola, são atribuídos a ela barulhos estranhos ouvidos. Nos primeiros anos, houve relatos de alunos que viam a torneira abrindo mesmo com o banheiro vazio.

"Falam sobre chutar o vaso sanitário, que ela aparece nos espelhos. Mas isso já é uma adaptação que ela ganhou da Blood Mary (lenda americana) com os anos. Essa lenda diz que se falar o nome dela  três vezes no espelho, ela aparece. Isso já é uma adaptação. Veio conforme a história se espalhou pelo Brasil. O original é que ela abre as torneiras para beber água porque está sempre com sede", disse Gilberto.

Curiosidade na escola
Qualquer aluno ou funcionário da Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves sabe responder de pronto quem é Maria Augusta. Na revista comemorativa dos 90 anos do colégio, publicada em 1992, um capítulo especial é dedicado a ela. A revista também traz uma carta escrita pelo historiador Carlos Eugênio Marcondes de Moura, parente distante de Maria Augusta, contando sobre a vida e os fatos sobrenaturais que envolvem a jovem.


Notas Finais


Espero que tenham gostado<3
Até a próxima!


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