História Até meu último suspiro - Capítulo 16


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Natsu Dragneel, Wendy Marvell, Zeref
Tags Anime, Colegial, Deuses, Drama, Ecchi, Fairy Tail, Hentai, Jerza, Mangá, Mavis, Mavis Vermillion, Mistério, Nalu, Romance, Sexo, Shoujo, Tragedia, Zeref, Zeref Dragnell, Zervis
Visualizações 24
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim, estou muito atrasada me desculpem ;-; Tive um seminário de português e parei um pouco para estudar. Semana que vem ainda é semana de prova :/ Vai ficar meio apertado para mim, mas vou tentar não atrasar (muito) Enfim...
Obrigada por favoritar:
~darkshadowframe
~Nyas_Sad

Capítulo 16 - Capítulo XV


Fanfic / Fanfiction Até meu último suspiro - Capítulo 16 - Capítulo XV

Mal termino de dizer e a azulada me puxa em direção a porta. O simples pensamento de ter que encarar aquela coisa lá dentro me faz tremer, mas não posso apenas me esconder nas sombras. Ah, droga, onde está Zeref nesses momentos? 
A cena até parece cinematográfica. Natsu e Erza avançam contra a mulher ave, enquanto Lucy e Wendy dão apoio e a criatura vaca pula por cima de todos, tentando acertar seu machado na cabeça da ave. Meu coração falha uma batida. Naquele milésimo de segundo, vários cenários possíveis se passaram em minha mente. 

Kyoka — Ah, eu adoro ver suas faces contorcidas de raiva - ela desvia do ataque da "vaca", agarrando a cabeça de Natsu arremessando-o contra Erza - Vamos, me divirtam mais! 

A ruiva desvia, mas o pobre Natsu vai de encontro ao chão, porém Wendy consegue protege-lo com a mesma luz que lançou em mim. O humanoide investe contra as costas da inimiga e por um milagre, consegue acerta-la. O corte é profundo e seu sangue se espalha por suas costas e chão, mas ela parece nem se importar. Wendy acerta um chute na perna direita da esverdeada enquanto a ruiva soca o rosto da mesma. Ela não se abala. O rosado acerta um chute flamejante na ferida, fazendo-a arfar de dor. O fogo de Natsu se alastra para os braços de Kyoka, queimando-os e deixando a carne exposta. A ruiva desliza a espada a centímetros do rosto da esverdeada, que não desvia a tempo, e tem sua orelha esquerda cortada fora. A "vaca" aproveitando-se da abertura, desfere o machado contra sua cintura, mas consegue apenas fazer um corte superficial. Esse monstro não se importa em ser dilacerado.
Kyoka avança contra Natsu, acertando suas garra no tronco do rosado, abrindo feridas. Ela sussurra algo e Wendy para de se mover, usando isso como vantagem, ela perfura a cintura da azulada, sorrindo com o ato. Wendy grita de dor, enquanto é usada como escudo. Lucy usa o chicote em suas mãos para laçar o braço da oponente e grita para o tal Taurus resgatar a azulada. O rosado e ruiva, aproveitando do fato de Lucy imobilizar um braço de Kyoka, partem para cima. Mesmo em desvantagem, o demônio consegue jogar Natsu longe com um chute no estomago.
Ouço gritos de Juvia ecoarem pela casa. Uma fumaça vinda da cozinha invade a sala. O andar de cima treme e poeira cai sobre nós. Os outros também estão lutando.

Levy — Solid Script Fire! - a palavra "fire" aparece, feita do próprio elemento. Engulo em seco quando vejo Natsu "devorar" a palavra - Solid Script Water!

Natsu — Agora eu to empolgado! - o mesmo corre com os punhos em chamas em direção a Kyoka, que não consegue desviar de seus socos, por conta dos golpes que já recebia de Lucy, Erza, Wendy e da Vaca. O corte em suas costas derrama mais sangue e mais feridas 

Levy se aproxima da luta, gritando por Lucy. A loira quase que automaticamente corre até a magia, colocando na mesma uma chave dourada, com um símbolo que não consigo identificar. Seus olhos parecem ter um misto de esperança e medo. Será que ela irá invocar algo? 

Lucy — Portão da Portadora das Águas, abra-te. Aquarius! - uma seria azul surge, e como ela é bela. Acho que estou encantada. 

Ela tem um jarro em suas mãos e sua expressão é serena. Ela olha para o lugar onde sua chave fora inserida e sua face se contorce em uma careta. Ela parece muito zangada. Levy recua alguns passos. 

Aquarius — Escuta aqui... Quem te deu permissão para me invocar, sua encalhada? - praticamente cospe as palavras - Ainda mais na magia de outra pessoa! Não tem vergonha, não? Eu estava em um encontro mas uma pirralha que nem você não deve saber o que é is- 

Não conseguiu terminar a frase, pois Wendy caiu em cima dela. A sereia não falou nada, apenas se levantou, colocando o jarro acima de sua cabeça. Seu olhar é de cortar a alma.

Aquarius — Espero que estejam preparados para morrer! - esbraveja.

Uma quantidade incrível de água sai de seu jarro, criando uma onda e levando tudo pela frente, inclusive Kyoka e meus amigos. Agora entendi o porquê do "portadora das águas". 
Não tenho tempo de correr quando a água chega a mim e acabo sendo levada por ela. Algo puxa meu pé a afundo na onda. Sinto uma dor lacerante em minha perna, que se alastra para o resto do meu corpo, fazendo cada centímetro do mesmo latejar. A água ao meu redor torna-se vermelha; Kyoka havia cravado suas garras em minha coxa esquerda, abrindo cinco cortes profundos. Minha boca se abre mesmo contra minha vontade, mas o grito de dor não sai. Kyoka faz uma expressão de prazer ao ver meu sofrimento. 
Penso rápido e introduzo minha mão direita em seu corte nas costas, abrindo-o ainda mais com minhas próprias mãos. A sensação da carne em minhas mãos embrulha meu estomago, contudo não posso deixar ela me ferir sem revidar. Com a outra mão, retiro suas garras da minha coxa, lutando para mante-la afastada. A água em nossa volta já possui um vermelho que não consigo distinguir.

Meu corpo brilha e a dor que sinto aumenta drasticamente. É como se cada osso estivesse quebrando. O que essa vadia está fazendo? 

Vejo a ruiva se aproximar por trás de minha agressora. Não penso duas vezes e dou uma cabeçada na esverdeada, para a mesma não perceber a aproximação de Erza. Ela me olha com raiva, entretanto seu olhos tornam-se opacos quando a espada da ruiva atravessa seu tronco, abrindo-o ao meio. Retiro minhas mãos do ferimento e me deixo ser levada por Erza até a superfície. A sensação de dor exagerada some aos poucos. 

A ave puxa meu pé direito, mas por impulso, chuto sua face , torcendo sua cabeça para uma posição improvável, o que me faz crer que consegui quebrar o pescoço dessa vadia. 
A onda nos arrastou para fora da casa, onde encontro todos reunidos e alguns corpos no chão que, felizmente, não são dos meus companheiros. Estão dilacerados e ensanguentados, membros espalhados para todo lado. O cheiro de morte no ar invadiu minhas narinas e meu estomago não gostou muito disso, pois ele se contraiu e todo seu conteúdo subiu até minha boca. Por sorte, não cheguei a vomitar. 

Wendy — Mavis, está ferida! - ela corre até mim, ajoelhando-se e sobrepondo suas pequenas mãos em minha coxa ferida - Por enquanto não posso fazer muito, pois temos que sair rápido daqui, antes que eles voltem a acordar... - engole em seco.

Erza — Iremos para nosso alojamento na floresta. Lá será fácil mascarar nosso rastro. 

Gajeel — Tsc. Isso não os manterá longe por muito tempo. Você sabe... 

Juvia — Pelos menos teremos um pouco mais de tempo para nos organizarmos. 

Natsu — Seria muito mais fácil se quebrássemos tudo logo. 

Gray — E como você acha que vai fazer isso espertinho? 

Uma disputa entre os dois estava para começar... Eles não tem jeito. Suspiro. Vejo uma cabeleira negra ao longe e sorrio. Me levanto, ainda com a ferida meio aberta. Wendy diz algo sobre eu ter que ficar quieta, mas ignoro. Corro na direção do moreno idiota, com o coração transbordando felicidade e ignorando a dor que percorria minha carne. Eu estava preocupada e com medo de que algo tivesse acontecido. Aquele idiota! 
Antes de mais nada, acerto um tapa na cabeça dele, fazendo um bico. Engraçado, estar assim com ele, faz meu coração se tranquilizar com relação a tudo. É como se existisse somente nós.

Mavis — Quando a gente mais precisa, você some, idiota! - grito pulando em cima de Zeref, que cai, levando-me junto. Olho em seus olhos, soltando um sorriso bobo - Você será punido por essa audácia... 

Zeref — Espero que seja aonde estou pensando... - ele sussurra em meu ouvido. 


Notas Finais


Isso é tudo pessoal! <3
Até o próximo e não esqueçam de deixar nos comentários suas opiniões.


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