História Atração Magnética - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Romance, Sasusaku
Visualizações 60
Palavras 2.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Adaptação da Série Hacker 💎

Os personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

* Contém nudez/ linguagem imprópria/ sexo explícito.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Atração Magnética - Capítulo 1 - Chapter One

— QUE DIA PERFEITO — falei.

O inverno tinha degelado em Boston, e a primavera era iminente. O campus tinha ganhado vida, zunindo com universitários, turistas e pessoas da cidade. Muitos ainda estavam usando as becas da cerimônia de formatura, que tinha acontecido aquela tarde e que eu ainda estava assimilando. Tudo parecia surreal, desde os “adeus” felizes e tristes ao mesmo tempo até a expectativa de encarar os problemas do mundo real daqui para frente. Uma mistura de emoções causava um turbilhão dentro de mim. Orgulho, alívio, ansiedade. Mas o que eu mais sentia era felicidade. Por estar vivendo aquele momento. Por ter Tsunade ao meu lado.

— É mesmo, e ninguém merece isso mais do que você, Sakura.

Tsunade Senju, melhor amiga da minha mãe e minha salva-vidas pessoal, apertou minha mão de leve e enganchou o braço no meu. Alta e dona de belas curvas, Tsunade sobrepunha-se à minha estatura mignon. Sua pele macia era de cor clara e seu cabelo loiro era retorcido em dezenas de ondulações, um estilo que expressava tanto sua juventude eterna quanto seu estilo eclético. De longe, ninguém suspeitaria que ela tinha sido a única mãe que eu tive por quase uma década.

Eu dizia a mim mesma, ao longo dos anos, que não ter pais, às vezes, era melhor do que ter o tipo de pais sobre os quais eu ouvia falar e, de vez em quando, conhecia. Os pais dos meus colegas de turma por vezes eram prepotentes. Fisicamente, estavam ali, mas emocionalmente, estavam ausentes, ou eram velhos o suficiente para serem meus avós e carregarem uma lacuna de gerações enorme. Ser bem-sucedida parecia imensamente mais fácil quando eu era a única pessoa botando pressão em mim mesma para que isso acontecesse.

Tsunade era diferente. Ao longo dos anos, ela sempre tinha oferecido apoio na medida certa. Ela ouvia meus dramas e minhas reclamações sobre o trabalho e as provas finais, mas nunca me pressionava. Ela sabia o quanto eu já pressionava a mim mesma.

Caminhamos pelas trilhas estreitas que cruzavam o campus de Harvard. Uma brisa suave soprou nas árvores repletas de folhas, sussurrando silenciosamente por cima de nós.

— Obrigada por estar aqui comigo hoje — falei.

— Não seja ridícula, Sakura! Eu não perderia por nada. Você sabe disso. — Ela sorriu para mim e piscou. — Além disso, sempre gosto desses passeios pelas lembranças do passado. Não consigo lembrar-me da última vez em que estive no campus. Faz com que eu me sinta jovem de novo!

Ri com o entusiasmo dela. Só alguém como Tsunade poderia visitar sua antiga universidade e sentir-se mais jovem, como se o tempo não tivesse passado.

— Você ainda é jovem, Tsunade.

— Ah, suponho que sim. Mas a vida passa rápido demais. Você vai descobrir isso logo, logo. — Ela suspirou devagar. — Pronta para comemorar?

Concordei com a cabeça.

— Com certeza. Vamos nessa.

Passamos pelos portões do campus e chamamos um táxi, que atravessou o rio Charles conosco em direção a Boston. Alguns minutos depois, estávamos empurrando as pesadas portas de madeira de uma das melhores churrascarias da cidade. Comparado com as ruas ensolaradas, o restaurante era escuro e fresco e um ar visível de refinamento flutuava por sobre o murmúrio silencioso dos clientes da noite.

Nos acomodamos com nossos cardápios em mãos e pedimos o jantar e as bebidas. O garçom, prontamente, nos trouxe dois copos de uísque 16 anos com gelo, um gosto que adquiri em mais que alguns jantares com Tsunade. Depois de semanas de overdoses de café e pedidos de delivery tarde da noite, nada expressava “felicitações” melhor do que um copo de uísque e um belo bife no jantar.

Tracei linhas no suor de meu copo, imaginando como o dia de hoje teria sido se minha mãe ainda estivesse viva. Talvez eu ainda estivesse em casa, em Chicago, vivendo uma vida completamente diferente.

— O que se passa pela sua cabeça, menininha?

A voz de Tsunade me trouxe de volta de meus pensamentos.

— Nada. Só queria que minha mãe pudesse estar aqui — respondi em voz baixa.

Tsunade segurou minha mão entre as dela em cima da mesa.

— Nós duas sabemos que a Mebuki estaria orgulhosa demais de você hoje. Mais do que as palavras podem expressar.

Ninguém tinha conhecido minha mãe melhor do que Tsunade. Apesar da distância tê-las separado por anos depois do colégio, elas permaneceram próximas — o tempo todo, até o amargo final.

Evitei olhá-la nos olhos, sem querer me deixar sucumbir às emoções que tendiam a inundar-me como uma porcaria de uma enchente em cada feriado meramente comercial. Eu não iria chorar hoje. Hoje era um dia feliz, não importavam os poréns. Um dia que eu jamais esqueceria.

Tsunade soltou minha mão e pegou o copo, seus olhos brilhando.

— Que tal um brinde ao próximo capítulo?

Ergui meu copo junto ao dela e sorri em meio à tristeza, permitindo que o alívio e a gratidão preenchessem o espaço vazio em meu coração.

— Saúde.

Bati meu copo no de Tsunade e dei um bom gole, saboreando a queimação do álcool durante sua descida.

— Por falar nisso, quais são os seus próximos planos, Sakura?

Deixei meus pensamentos retornarem à minha vida e às pressões reais que eu ainda estava sofrendo.

— Bom, esta semana é o grande pitch na Amaterasu e depois, em algum momento, eu preciso resolver onde vou morar.

— Você sempre pode ficar comigo por um tempo.

— Eu sei, mas preciso me organizar para me virar sozinha agora. Estou ansiosa por isso, na verdade.

— Alguma ideia?

— Não exatamente, mas preciso de um tempo longe de Cambridge.

Harvard tinha sido ótima, mas tanto a universidade quanto eu precisávamos começar a conhecer outras pessoas. Eu realmente tinha feito mais coisas do que esperava nesse último ano, fazendo malabarismos com minha tese, começando um novo negócio e administrando os corriqueiros períodos de fadiga do último ano da faculdade. Eu estava ávida por começar um novo capítulo da minha vida longe do campus.

— Longe de mim querer que você vá embora, mas você tem certeza de que quer ficar em Boston?

Assenti com a cabeça.

— Tenho. Pode ser que a empresa me leve para Nova York ou para a Califórnia em algum momento, mas, por hora, estou feliz aqui.

Boston era uma cidade difícil algumas vezes. Os invernos eram infernais, mas as pessoas aqui eram fortes, apaixonadas e, com frequência, dolorosamente sinceras. Com o passar do tempo, eu tinha me tornado uma delas. Não conseguia me imaginar chamando qualquer outro lugar de “lar” por capricho. Além disso, sem ter pais com uma casa para voltar, aquela tinha se tornado minha casa.

— Você pensa em um dia voltar para Chicago?

— Não. — Mastiguei minha salada em silêncio por um momento, tentando não pensar em todas as pessoas que poderiam estar aqui comigo hoje. — Lá não tem mais ninguém para mim. O Yamato se casou de novo e agora tem filhos. E a família da minha mãe sempre foi... você sabe, distante.

Desde que minha mãe tinha voltado para casa da faculdade, há 21 anos, depois de ter acabado de descobrir que estava grávida e sem planos de casar-se, o relacionamento dela com os pais tinha ficado tenso, para dizer o mínimo. Mesmo quando eu era criança, as poucas lembranças que compartilhei com meus avós eram desconfortáveis e envoltas em como eu tinha surgido na vida deles. Minha mãe nunca falou de meu pai, mas se as circunstâncias eram ruins o suficiente para fazê-la não querer tocar no assunto, talvez fosse melhor que eu não soubesse de nada mesmo. Ao menos era isso que eu dizia a mim mesma quando a curiosidade começava a vencer-me.

A tristeza nos olhos empáticos de Tsunade refletia a minha própria.

— Você costuma ter notícias do Yamato?

— Geralmente, perto das festas de final de ano. Ele anda bem ocupado com os dois pequeninos agora.

Yamato era o único pai que eu tinha conhecido. Ele tinha se casado com minha mãe quando eu era bem pequena e partilhamos muitos anos felizes como uma família. Mas pouco mais de um ano depois da morte da minha mãe, ele passou a se sentir sobrecarregado com a perspectiva de criar uma adolescente sozinho e matriculou-me em um colégio interno no leste do país com o dinheiro da minha herança.

— Você sente falta dele — disse Tsunade em voz baixa, como se estivesse lendo meus pensamentos.

— Às vezes — admiti. — Nunca tivemos a chance de ser uma família sem ela.

Eu me lembrava de como ficamos perdidos e sem chão quando ela morreu. Agora, estávamos conectados um ao outro apenas pela lembrança do amor dela, uma memória que se apagava cada vez mais com o passar dos anos.

— A intenção dele era boa, Sakura.

— Eu sei que era. Não o culpo. Nós dois estamos felizes, então, isso é tudo que importa agora.

Com um diploma universitário e um novo negócio nas mãos, eu não lamentava a escolha de Yamato. No fim das contas, aquilo tinha me colocado no caminho que me levou para onde eu estava hoje, mas nada mudaria o fato de que nos distanciamos com o passar dos anos.

— Mas chega de falar disso. Vamos falar sobre sua vida amorosa.

Tsunade me deu um sorriso caloroso, seus belos olhos cor de mel brilhando sob a luz fraca do restaurante.

Eu ri, ciente de que ela iria querer todos os detalhes se eu tivesse alguma coisa para contar.

— Nada de novo a declarar, infelizmente. Que tal falarmos sobre a sua, em vez disso?

Eu sabia que ela ia morder a isca.

Os olhos dela se iluminaram e ela começou a tagarelar sobre seu mais novo interesse amoroso. Hidan era um jornalista especializado na high society, quase uma década mais novo que ela, o que não era nenhuma surpresa para mim. Tsunade não apenas estava em ótima forma, ela também tinha um coração incrivelmente jovem. Volta e meia eu tinha que me relembrar de que ela tinha a idade da minha mãe.

Enquanto ela contava suas histórias, eu tive um breve caso de amor com minha comida. Preparado com perfeição e banhado em uma redução de vinho tinto, meu filé com osso quase derretia na boca. De tão gostoso, o filé quase compensava pelos últimos meses de privação sexual. Se não compensava, o prato de morangos cobertos com chocolate que encerrou nosso jantar definitivamente dava conta do recado.

A faculdade tinha me garantido oportunidades regulares de casos passageiros, mas, ao contrário de Tsunade, eu nunca estava realmente procurando por amor. E agora que eu tinha um negócio para tocar, eu mal tinha tempo para uma vida social, muito menos para uma vida sexual. Em vez disso, eu vivia vicariamente através de Tsunade e ficava genuinamente feliz por ela ter encontrado um homem que dava uma apimentada em sua vida.

Terminamos de comer e Tsunade concordou em encontrar-me do lado de fora do restaurante, depois que ela fosse ao banheiro. Segui em direção à porta, sentindo-me feliz e um pouco zonza. Passei pelo host e virei-me quando ele me agradeceu por ter vindo. No minuto seguinte, trombei no homem que entrava pela porta.

Ele me segurou pela cintura, endireitando-me enquanto eu recuperava o equilíbrio.

— Desculpe, eu...

Meu pedido de desculpas fracassou quando nossos olhos se encontraram. Um tornado hipnotizante cor de ônix desaguou em mim, suprimindo minha habilidade de falar. Maravilhoso. O homem era completamente maravilhoso.

— Você está bem?

A voz dele vibrou pelo meu corpo. Meus joelhos enfraqueceram um pouco com a sensação. O braço dele reagiu, apertando ainda mais minha cintura, deixando nossos corpos extremamente próximos. Aquele movimento não me ajudou muito a recuperar a compostura. Meu coração acelerou pela maneira como ele me segurava, possessivo e confiante, como se ele tivesse todo direito de manter-me ali pelo tempo que quisesse.

Uma pequena parte de mim, a parte que não estava se derretendo de desejo por aquele estranho, queria protestar contra a audácia dele, mas todos os pensamentos racionais foram enevoados à medida que eu assimilava as características dele. Ele não devia ser muito mais velho do que eu. Com exceção de seu cabelo preto rebelde, ele parecia ser todo corporativo, com seu blazer escuro e a camisa branca com dois botões abertos. Ele parecia caro. Até o cheiro dele era caro.

Muita areia para o seu caminhãozinho, Sakura, cantava uma vozinha, relembrando-me de que era minha vez de falar.

— Sim, estou bem. Me desculpe.

— Não tem por quê — murmurou ele sedutoramente, com uma ponta de sorriso.

Os lábios dele eram bem delineados e cheios de promessa, impossíveis de ignorar com meu rosto a centímetros do dele. Ele passou a língua pelo lábio inferior e meu maxilar se abriu em um suspiro silencioso. Deus, a energia sexual emanava daquele homem como ondas do mar.

— Sr. Uchiha, seu grupo está aqui.

Enquanto o host esperava que ele respondesse, recompus-me o suficiente para endireitar-me, confiante de que podia ficar em pé sem ajuda novamente. Coloquei as mãos no peito dele, definido e implacável mesmo debaixo do terno, para apoiar-me. Ele me soltou, suas mãos deixando um rastro de fogo em meus quadris enquanto abandonavam meu corpo lentamente. Meu Jesus. A sobremesa não era nada perto daquele homem.

Ele acenou com a cabeça para o host, mas mal tirou os olhos de mim, paralisando-me com aquele único fio que nos conectava. Irracionalmente, eu não queria nada além das mãos dele em mim novamente, possuindo-me com tanta facilidade como acabaram de fazer. Se ele havia feito minha cabeça flutuar com um mero toque, não dá nem para imaginar o que ele podia fazer no quarto. Fiquei pensando se por acaso haveria uma chapelaria por ali. Podíamos resolver aquela questão imediatamente.

— Por aqui, senhor — disse o host, acenando para que meu salvador o seguisse.

Ele se afastou com um encanto casual, deixando-me formigando da cabeça aos pés com sua ausência. Tsunade chegou enquanto eu observava a retaguarda dele, uma bela vista a se apreciar.

Eu devia estar encabulada, mas para falar a verdade, estava desavergonhadamente satisfeita com minha falta de habilidade em manter o equilíbrio sobre os saltos de dez centímetros. No lugar de uma vida amorosa própria, o homem misterioso se tornaria fonte de muitas fantasias que estavam por vir.

 

***

 

Subi os largos degraus de granito do prédio da biblioteca e passeei pelos corredores até a sala do professor Hatake. Ele estava olhando atentamente para a tela do computador quando bati na porta. Ele se virou na cadeira.

— Sakura! Minha empreendedora de startup virtual preferida!

Seu sotaque irlandês tagarela tinha se tornado menos evidente depois de ter morado nos Estados Unidos por tanto tempo. Eu ainda achava adorável e apegava-me a cada palavra.

— Me diga, como é a liberdade?

Ri um pouco, contente com o seu entusiasmo genuíno ao me ver. Hatake era um homem atraente, nos seus cinquenta e poucos anos, com cabelo grisalho e olhos cinzas escuros gentis.

— Ainda me acostumando, para ser sincera. E você? Quando começa o seu período sabático?

— Vou para Dublin em algumas semanas. Você precisa ir me visitar se tiver um tempo este ano.

— Eu adoraria, é claro — respondi.

Como este ano seria para mim? Eu esperava cuidar da minha empresa em meio às dores do início, mas, na verdade, eu não fazia ideia do que esperar.

— Por algum motivo, sinto que seria estranho ver você fora da universidade, professor.

— Não sou mais seu professor, Sakura. Me chame de Kakashi, por favor. Agora sou seu amigo e seu mentor e certamente espero que a gente se veja muito mais do lado de fora destas paredes.

As palavras do professor atingiram-me com força e minha garganta formigou um pouco. Momentos sentimentais estavam me perturbando esta semana, que saco. Hatake tinha sido incrivelmente incentivador nesses últimos anos, guiando-me em minha graduação e fazendo contatos para que eu pudesse seguir adiante com meu negócio. A líder de torcida incansável toda vez que eu precisava de um empurrão.

— Não tenho como agradecer o suficiente. Quero que você saiba disso.

— Ajudar pessoas como você, Sakura, é o que me faz levantar pela manhã. E o que me mantém longe do bar.

Ele me deu um sorriso torto, revelando uma única covinha.

— E o Dan?

— Bom, infelizmente, a ânsia de Dan pela bebida e pelas mulheres era bem maior que sua ambição por sucesso nos negócios, mas parece que ele deu um jeito no fim das contas. Não sei se ajudei em alguma coisa no caso dele, mas quem sabe? Nem todos são como você, querida.

— Tenho tanto medo de que as coisas com a empresa acabem não dando certo a longo prazo — admiti, torcendo para que ele tivesse alguma clarividência que me faltava.

— Não tenho dúvidas de que você vai ser bem-sucedida, de um jeito ou de outro. Se não for nisso, vai ser em alguma outra coisa. Nenhum de nós sabe para onde a vida nos levará, mas você está se sacrificando e trabalhando duro para perseguir seus sonhos. Enquanto você se mantiver fiel a esses sonhos e os preservar em primeiro plano na sua cabeça, você estará indo na direção certa. Ao menos, é isso que digo a mim mesmo.

— Parece correto para mim.

Meus nervos estavam à flor da pele de ansiedade por causa da reunião de amanhã, que seria um momento de decolar ou de afundar para a empresa e para mim. Eu precisava de todo encorajamento que pudesse conseguir.

— De qualquer forma, eu te aviso quando chegar a uma conclusão — prometeu ele.

Eu não sabia se devia me sentir inspirada ou desencorajada, sabendo que ele, às vezes, também se sentia tão incerto quanto eu agora.

— Enquanto isso, vamos ver o que você tem para o nosso amigo Dan amanhã.

Ele apontou para a pasta no meu colo e abriu espaço na mesa.

— Com certeza.

Coloquei meu plano de negócios e minhas anotações ali e começamos a trabalhar.


Notas Finais


Até o próximo! 💎


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