História (TERMINADA) Attracted - Camren G!P - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Tags Camilacabello, Camren, Laurenjauregui
Visualizações 618
Palavras 2.319
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - 17


Todo super-herói tem um esconderijo, um santuário. Pelo menos todos os bons. Eu também tenho um. Minha própria Bat-Caverna. É onde a mágica acontece. Onde construí a minha carreira lendária.

 

 

Meu escritório pessoal.

 

 

É um refúgio. Uma área sem vaginas – no bom sentido. Todos devia ter um. Eu

o decorei sozinha – cada parte, cada detalhe. Se meu carro é meu bebê, esta sala é meu primogênito.

 

Meu orgulho e minha alegria.

 

Pisos de madeira, tapetes orientais feitos à mão, poltronas de couro inglês. Uma lareira de pedra e uma estante embutida revestem uma parede. Atrás de minha mesa, tem uma janela que oferece uma inestimável vista da cidade. E no canto está uma mesa de baralho, onde eu e meus amigos bebemos uísque do bom, fumamos charutos cubanos e jogamos uma vez por mês.

 

 

É o único momento em que Steven tem permissão para sair de casa e brincar.

 

Estou em minha mesa, de cuecas, trabalhando no meu notebook. É o que faço toda tarde de

domingo.

 

 

Camila? Não, ela ainda está aqui. Mas depois de nossa maratona de sexo na noite passada, eu achei melhor deixá-la dormir um pouco. Recarregar as baterias. Cancelei o almoço com minha mãe e faltei no jogo de basquete com os amigos. Estou analisando o esboço final de um contrato, quando uma voz sonolenta me chama no corredor.

 

 

– Oi.

 

 

Eu olho e sorrio.

 

– Olá.

 

 

Ela está usando outra de minhas camisetas – a preta do Metallica. Passa de seus joelhos. Isso e

o cabelo desarrumado, por causa do sono, fazem com que ela aparente ser meiga, mas sensual.

 

 

Atraente. Se comparar o trabalho com a Camila, o trabalho não parece mais interessante.

 

 

Ela passa uma mão pelos cabelos enquanto seus olhos analisam a sala.

 

– Que escritório bonito, Laur. Impressionante.

 

 

Camila é o tipo de mulher que valoriza ter um local de trabalho que inspire. Se você quer ser uma vencedora, precisa de um escritório que te diga que já é uma.

 

– Obrigada. É meu lugar favorito no apartamento.

 

 

– Posso entender o motivo.

 

 

Ela pega um porta-retratos da estante e me mostra:

 

– Quem é esta?

 

É uma foto de Ashley e eu na praia, no verão passado. Ela me enterrou na areia até o

pescoço.

 

– Minha sobrinha, Ashley.

 

 

Ela olha para a foto e sorri.

 

– Ela é uma graça. Aposto que te adora.

 

 

– Sim, claro. E eu cortaria minha mão se ela me pedisse, então estamos quites. Adoraria que

você a conhecesse um dia.

 

 

Camila não hesita.

 

– Eu adoraria isso.

 

 

Ela caminha até minha cadeira e senta nos meus joelhos. Eu me inclino até que meus lábios encontrem os dela – minha língua está se dirigindo para a boca que agora conheço tão bem.

 

 

Ela se aconchega no meu peito nu.

 

– Você é tão quente.

 

 

Camila repousa a cabeça em meu ombro e olha para meu computador.

 

– No que está trabalhando?

 

 

Eu suspiro.

 

– Neste acordo com Jarvis Technologies.

Jarvis é uma empresa de comunicações, que está tentando adquirir uma companhia banda larga via satélite.

 

 

Eu esfrego os olhos.

 

– Problemas?

 

 

Costumo ser um lobo solitário quando se trata de negócios. Não confio. Não compartilho. Minha opinião é a única que serve. Mas conversar com Camila sobre negócios é como quando converso comigo mesma. Na realidade, tenho interesse em escutar o que ela tem para dizer.

 

 

– Sim. O diretor-executivo pensa demais, não é nada corajoso. Estou com o acordo perfeito no

alvo, mas ele não puxa o gatilho. Está com medo dos riscos.

 

 

Seu dedo acaricia meu queixo.

 

– Toda aquisição tem riscos. Você tem que mostrar pra ele que os lucros compensam isso.

 

 

– É o que estou tentando fazer.

 

 

Ela se empolga.

 

– Sabe, tenho algo que pode te ajudar. Um dos meus antigos colegas da Wharton criou um

programa com um novo modelo de avaliação. Se você executá-lo e os números estiverem sólidos, talvez baste para convencer Jarvis a se arriscar.

 

 

Estou começando a achar que o cérebro da Camila me deixa tão excitada quanto sua bunda.

 

Quase.

 

 

– Está em um pen drive na minha bolsa. Vou pegar pra você.

 

 

Ao se levantar para ir, eu seguro a parte de baixo de sua camiseta e a puxo para o meu colo – para que ela não perca a ereção ininterrupta que estou tendo. Meus braços abraçam sua cintura, prendendo-a. Minha boca está em sua orelha.

 

– Antes de começarmos isso, tem algo que quero fazer.

 

 

Sua voz demonstra diversão, quando pergunta:

 

– O que você quer, Lauren?

 

 

Eu a pego, jogo longe tudo o que está na minha mesa e a deito nela.

– Você.

 

 

-

 

Passamos o resto do dia trabalhando. E conversando. E rindo. Contei para Camila sobre Ashley e sobre a Jarra do Palavrão que está me deixando pobre. Ela me contou sobre crescer em Greenville e sobre o restaurante de seus pais. Almoçamos no balcão. Está frio, então Camila se sentou no meu colo para ficar quente e me alimentou com os dedos.

 

 

Não consigo me lembrar da última vez que me diverti tanto. E não estamos nem transando.

Vai entender.

 

Já passa das dez da noite. Estamos nos preparando para dormir. Camila está no banho.

 

 

Sozinha.

 

 

Ela pegou meu aparelho de depilação e me expulsou.

Mas tudo bem, se a Camila precisa de espaço, ela pode ter. Mantenho-me ocupada enquanto a espero. Troco os lençóis. Tiro a caixa de camisinhas da minha gaveta – para ter algumas à mão.

 

Então meu coração se desmorona. Meu pau choraria se pudesse.

 

 

A caixa está vazia.

 

– Porra.

 

 

– Foi o que pensei. Grandes mentes pensam igual.

 

 

Eu me viro ao escutar a voz de Camila. Ela está parada na porta, uma mão no quadril, a outra

apoiada no batente da porta. Ela está linda, maravilhosamente nua. Sua boceta está mais depilada do que antes – Deus do céu.

 

Fico aguardando pelo momento que o corpo de Camila não me deixará excitada. Quando eu sentir que fiz tudo de interessante por lá. Até agora, só o contrário acontece.

 

É como... comer lagosta. Se você nunca comeu, você pensa: "Hum, talvez". Mas, depois que

provou? A oportunidade de comer de novo te deixa com a boca molhada como a porcaria do rio Mississippi. Pois agora você sabe como é delicioso. Até mesmo o fato de pensar nela... Deus. Posso me tornar a única na história capaz de se masturbar sem ao menos se tocar.

 

 

Olhe, mãe: sem as mãos.

 

 

Ela caminha em minha direção, coloca os braços em volta do meu pescoço e me beija devagar, sua língua começa a contornar meu lábio inferior do jeito mais sexy possível. Faço um esforço para recuar.

 

 

– Camila, espere... não podemos.

 

 

Suas mãos deslizam dentro da minha cueca, ao redor do meu pau duro. Ela dá umas bombeadas.

 

– Acho que alguém não concorda com você.

 

 

Pressiono minha testa na dela. Minha voz soa abafada.

 

 

– Não... quero dizer, estamos sem. Camisinhas. Eu... hum...

 

 

Coloco minha mão na dela, parando seus movimentos para que possa falar algumas palavras que façam algum sentido.

 

– Tenho que ir à loja na esquina e comprar mais... e depois... céus, vou te comer a noite inteira.

 

 

Camila olha para baixo e hesita. Sua voz sai abafada.

 

– Ou... podíamos... não usá-las.

 

 

– O quê?

 

 

Nunca transei sem nada. Nunca. Nem durante minha adolescência. Sempre amei tanto meu pau, amei tanto que não queria arriscar danificá-lo.

 

– Eu tomo anticoncepcional, Lauren. E você está limpa... não é?

 

 

Ela sabe que sim. Testo todo mês, desde sempre. É uma obrigação para o meu estilo de vida.

 

Um risco ocupacional, pode-se dizer. Minha voz quase range.

 

– Claro. Eu... estou limpa. Mas... você tem certeza?

 

 

Já me ofereceram muitas coisas na cama. Todo tipo de aparelho não convencional e fantasia que você possa imaginar. Algumas coisas talvez você não possa. Trepar sem proteção nunca foi uma delas. Não é esperto ou seguro. Uma mulher pode falar que está tomando anticoncepcional, mas como você pode ter certeza? As pessoas podem te dizer que estão limpas, mas não acreditaria nelas. Isso

exigiria confiança.

 

E confiança nunca foi um fator na minha vida sexual.

 

Não se trata de compartilhar – conhecer alguém e deixar alguém me conhecer. Trata-se de se aliviar e se livrar da garota no processo. Ponto final.

 

 

– Quero te sentir, Laur. Quero que você me sinta. Não quero... nada entre nós.

 

Eu fito seus olhos. O modo como ela está me olhando... é igual ontem após nosso banho. Como se estivesse me dando algo – um presente. Que é só meu. Apenas para mim. E é ela. Pois ela confia em mim, tem fé em mim, acredita em mim. Sabe de uma coisa?

 

Não quero que Camila me olhe de outro jeito.

 

 

– Camila, estes dois últimos dias com você têm sido incríveis. Eu nunca... eu só nunca...

 

Não consigo nem descrever o que estou sentindo. Não tenho ideia de como vou lhe contar.

 

 

Ganho dinheiro por causa da minha habilidade de comunicação. Por conseguir verbalizar uma ideia.

 

Descrever um plano.

 

Mas, neste momento, palavras não são suficientes.

 

 

Pego-a pelos seus braços e a coloco perto de mim. Ela geme de surpresa ou excitação – não

tenho certeza qual dos dois. Sua língua desliza na minha e suas mãos puxam meus cabelos. De algum modo, terminamos na cama, lado a lado, bocas juntas, minha cueca no chão. Minha mão desliza sobre seus peitos, por sua barriga e entre suas pernas.

 

 

Eu grito.

 

– Nossa, Camila, você já está toda molhada.

 

 

E ela está. Quase nem a toquei e ela está gotejando por minha causa. Céus. Nunca quis tanto alguém ou algo como a quero neste momento. Ela belisca meu pescoço enquanto coloco meus dedos dentro dela. Sua boceta se fecha em volta deles como uma luva e nós duas gememos alto.

 

 

Em seguida, as mãos de Camila estão em mim, em todo o meu corpo. Segurando minhas bolas,

apertando meu pau, arranhando meu peito e minhas costas.

 

 

Coloco-a em baixo de mim. Preciso dela – agora. Eu provoco sua entrada com meu pau,

cobrindo a ponta dele com seu suco doce. Calor transcorre nela, dela. Ela está parecendo fogo – me chamando, me aproximando. Eu meto devagar e bem fundo, e meus olhos se fecham na porra de um êxtase perfeito.

 

 

Ela está nua, desprotegida, ao meu redor. Ela está... mais. Mais molhada, mais quente, mais

apertada. Mais em todos os sentidos. É inacreditável.

 

 

Camila agarra minha bunda, apalpando e massageando e me fazendo meter mais fundo. Mas eu coloco tudo para fora, para que eu possa deslizar para dentro de novo.

 

 

Deus do céu.

 

 

Eu comando o ritmo. Não é devagar, doce ou delicado. É brutal, quente e maravilhoso.

 

Lamúrias escandalosas escapam de seus lábios entreabertos. Depois minha boca já está na dela outra vez, calando-os. E estamos nos apertando, desesperadas e brutas.

 

Como se fosse a primeira vez. Como se fosse a última vez.

 

 

Ela está enrolada em mim de todas as maneiras. Sua boceta envolve meu pau, suas pernas circundam minha cintura, seus braços cercam meu pescoço – tudo bem apertado como um torniquete de luxo. Estou me escondendo nela, querendo ficar mais próxima, precisando entrar mais fundo.

 

 

Deus, eu rastejaria dentro dela, se pudesse, e nunca mais iria querer sair lá de dentro.

 

As mãos de Camila encontram as minhas. Nossos dedos se entrelaçam e eu os levo até a cabeça dela. Nossas testas se tocam – cada palpitação, cada respiração se mistura e se combina. Seus quadris se movem com os meus, como se fossem o fluxo do oceano. Vão e voltam. Em harmonia frenética. Juntas.

 

Nossos olhos travam.

 

 

– Céus, L-lauren... não pare... por favor, não pare.

 

 

Estou me afogando nela. Não consigo nem respirar. Mas de algum modo, continuo.

 

 

– Não vou. Nunca vou parar.

 

 

Sinto quando ela goza. Cada centímetro úmido e flamejante dela se contrai feliz ao meu redor. E é tão bom... tão impetuoso e intenso que quero chorar de prazer. Escondo minha cabeça em seu pescoço, inalando-a, devorando-a. Depois começo a gozar com ela – dentro dela. Banhando seu interior com cada impulso carnal. Uma eletricidade agradável percorre em mim, quando uma palavra sai repetidamente de meus lábios:

 

 

– Camila... Camila... Camila... Camila.

 

 

É fenomenal.

 

Depois de algum tempo, nossos corpos param. O único som no ambiente são nossas respirações rápidas e nossos batimentos cardíacos fortes.

 

 

Camila, então, sussurra:

 

– Laur? Você está bem?

 

 

Levanto minha cabeça e vejo seus lindos olhos me observando, preocupados. Sua mão afaga

minha bochecha gentilmente.

 

 

– Você está tremendo.

 

 

Já tentou tirar foto de algo que está muito longe? Você olha através das lentes e a cena toda é um borrão vago? Aí você bagunça o foco, mexe no zoom da lente. Aí a câmera rodopia e, alguns segundos depois, bum: há uma claridade instantânea.

 

Tudo volta ao lugar.

 

A imagem está tão clara como um cristal.

 

 

É isso o que acontece comigo, agora, ao olhar para Camila. De repente, tudo é tão óbvio. Tudo fica tão claro.

 

 

Estou apaixonada por ela. Totalmente. Perdidamente. Ridiculamente.

 

Apaixonada.

 

 

A Camila me tem. De corpo e alma.

 

Só consigo pensar nela. Ela é tudo o que pensei nunca querer. Ela não é apenas perfeita – ela é

perfeita para mim.

 

 

Faria qualquer coisa por ela.

 

Qualquer coisa.

 

 

Quero-a perto de mim, comigo. A qualquer hora.

 

 

Sempre.

 

 

Não se trata apenas de sexo. Não se trata apenas de seu lindo corpo ou sua mente brilhante. Não se trata apenas do fato de ela me fazer pensar ou de ser tão impulsiva a ponto de me desafiar. É muito mais do que tudo isso.

É tudo isso.

 

 

É ela.

 

 

Quebrei todas as malditas regras que sempre segui para ficar com ela. E não era apenas para

comê-la.

 

 

Era para tê-la. Para mantê-la.

Como não percebi isso antes? Como não vi?

 

 

– Oi? – ela beija meus lábios suavemente. – Pra onde você foi? Eu te perdi por um minuto. Você está bem?

 

 

– Eu... – engulo em seco. – Camila, eu... – respiro fundo. – Eu... estou bem – sorrio e lhe dou um beijo. – Acho que você acabou de me esgotar.

 

 

Ela ri.

 

– Uau. Nunca pensei que isso fosse acontecer.

 

 

É, não me diga.



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