História Azul: é a nossa cor - ( Incesto - Yoongi ) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, Suga
Visualizações 1.562
Palavras 1.027
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amoras, como estão depois desse enem vindo direto do titio Lúcifer? Hahhahahaha

Bom, eu estou morrendo de felicidade que falta tão pouco pra azul ter 2k de favoritos, nem acreditava que iria acontecer isso em tão pouco tempo. Mas agora, chega de mimimi e vamos pro cap.

Boa leitura 🌸🌸🌸🌸

Obrigada Má, pela a correção!

Capítulo 7 - "Respirações mescladas"


Fanfic / Fanfiction Azul: é a nossa cor - ( Incesto - Yoongi ) - Capítulo 7 - "Respirações mescladas"

— Yoongi, por favor, vai embora! — sussurrei contra seus lábios, as lágrimas quentes deslizavam sobre meu rosto.

 — Alison, precisamos conversar sobre isso. — seus lábios se tornaram tão atrativos, me fazendo quase cair em mais uma tentação, mas, quando me dei conta, me afastei totalmente.

— Nós não temos o que conversar, Yoongi! — respirei fundo, em busca de conter as lágrimas. — Você já viu, somos irmãos. Fim de história. 

— Alison, vem comigo! — seus dedos apertaram em meu pulso e me puxou para onde havia estacionado seu carro, na esquina de cima do restaurante. Assim que chegamos na lateral do passageiro, seu corpo me prendeu contra o seu, e as mãos pararam sobre meus ombros — Você acha que não está sendo difícil pra mim também? — seu sussurro foi rente aos meus lábios, e seu olhar, que antes era triste, se desfez em lágrimas.

— Yoongi, vamos esquecer o que aconteceu, por favor. — nossos lábios começavam a se unir involuntariamente, e então ouvi meu celular tocar, fazendo nos afastarmos novamente, rapidamente atendi, nem me dando tempo de ler quem era na identificação. 

— Alô? 

— Onde você está, Alison? — reconheci a voz da minha mãe.

— Eu e o Yoongi estamos conversando sobre como a vida nos destrói em questão de segundos. — ironicamente — Um papo de família, né? Era isso que você queria.

 — Não precisa responder assim, Alison! Você um dia irá me agradecer! 

— Por destruir minha vida com esse pai que nunca foi pai? Duvido. 

— Quando chegar em casa, conversaremos!

 — Não, não vai haver conversa. Não quero tocar nesse assunto com ninguém.

Minha atenção visual estava no Yoongi, que se afastava para entrar no carro e eventualmente fiz o mesmo. Não sabia o que pensar, principalmente com minha mãe reclamando do outro lado da linha, achando que tinha razão. Joguei meu aparelho para o porta luvas do carro, sem me despedir dela. O silêncio que se formava entre nós era devastador. 

Tudo girava no que aconteceu sobre aqueles bancos, o perfume sexual que insistia em ser aromático ainda em minhas narinas. Meus olhos, mais uma vez, expeliam as lágrimas, em uma busca horrível de tentar esquecer que ele foi a única pessoa que fez com que me sentisse completa. Seus dedos, tocaram em minha mão suavemente, mas me reprimi, não deixei que me tocasse mais.

Me sentia como uma criança, sem liberdade de expressão devido aos pais. Mas como iria dizer que transei com meu meio irmão e ter de alguma forma se apaixonado por ele? Como iria falar para alguém que o melhor sexo da minha vida, foi com meu meio irmão? Como iria esquecer sua temperatura enquanto meu corpo ainda está totalmente marcado? Como iria esquecer o seu olhar e a sensação que me causou quando o vi sentado naquela mesa? Como eu fui me deixar levar por sensações espirituais por esse homem que partilha do mesmo sangue que eu? 

Como desprezo meu pai! Por que demônios insistiu de me conhecer? Pelo menos, por que me apresentar seu filho? Preferia viver na mentira e feliz, ao invés de saber dessa verdade que bagunçou minha mente. 

As luzes da cidade passavam por nós como se fosse em uma cena triste de drama, e infelizmente, eu era a protagonista, que não conseguia ao menos olhar para o lado. 

— Quer realmente esquecer o que vivemos, Alison? — o silêncio foi quebrado com um timbre baixo, misturado com tristeza. 

— É o melhor a se fazer, Yoongi.

— Até antes do jantar, éramos um casal que estava cultivando coisas boas.

— E durante o jantar, descobrimos que temos o mesmo… — respirei fundo e fechei meus olhos para oprimir as lágrimas. — Sangue. Eu não posso estar em algo assim, mesmo desprezando seu pai, porque, pra mim, ele continua sendo o desgraçado que fodeu a minha mãe e foi embora. 

— Então, se pra você ele não é nada e não há nenhum laço afetivo, como o que criamos nesse carro, um sentimento que pudemos sentir juntos, por que vamos interromper isso por alguém que despreza? — sua calmaria seria até reconfortante, se não fossem meus os meus pensamentos embolados.

— Não, Yoongi, não vamos dar continuidade ao que sentimos, ao que tivemos. O destino nos uniu como irmãos e não casal, nesse mundo tem outras pessoas com quem podemos sentir o mesmo. Só precisamos encontrar! — ditei friamente. — Agora, pare o carro, vou passar em uma conveniência, comprar alguma coisa para beber e ir embora de uber.

— Eu vou te levar embora! 

Olhei para a avenida que estávamos, parecia bem badalada, várias pessoas jovens entrando em bares, e talvez baladas.

 — Sabe de uma coisa? Pare o carro, vou ficar por aqui! — sussurrei. — Prefiro beber e ver gente bonita do que ficar em casa amaldiçoando minha vida e seu pai. — sorri ironicamente.

— Vou te acompanhar! Disse para nosso pai que te levaria embora!

Sério que ele iria comigo? Que mal fiz para a vida para ela querer me prejudicar dessa forma? Ah, como odiava. E fiquei ali sentada, olhando pala janela. Podia perceber o quanto minhas lágrimas acabaram marcando minha maquiagem… Era o que me faltava, ir pra balada desgrenhada, destruída. Voltar dela assim… Tudo bem! 

Quando ele enfim estacionou, peguei em minha pequena bolsa, o pó que sempre carrego, o rímel e o batom, por uma tensão maldosa, dedicava a pintar meus lábios com maior tranquilidade. Percebia seus olhar sobre mim, talvez com frustração ou chateação. Mas o que eu poderia fazer? Precisava beber para esquecer essa noite.

  — Olha aqui! — seus dedos tocaram meu rosto com sutileza, me fazendo-o encará-lo. 

Mais uma vez, nossas respirações se uniram, me deixando com o interior em brasa e trêmula. Como era capaz de sentir isso apenas em fixar nossos olhares? Seu polegar tocou rente ao meu lábio inferior, podia senti-lo trêmulo também. 

— O que está fazendo, Yoongi? — sussurrei em um fio de voz, quase trêmula também.

Eu estava temendo a resposta dele, até mesmo a nossa aproximação onde podia perceber que até nossos corações estavam com sinais vitais altos! E agora, o quê fazer? 


Notas Finais


Como lidar com esse casal, tristonho assim???? Coração da tia queen não permite!

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Até nos comentários amoras 🌸🌸🌸🌸


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