História Bad Reputation - Capítulo 7


Escrita por: ~

Visualizações 70
Palavras 605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ei gente, é um capitulo pequeno, mas importante pra história.
Espero que gostem, é o max que posso oferecer á voces nesse momento :c

Capítulo 7 - Olhos Azuis


Pickering, Ontário, Canadá. 
Madison pvo. 

Os minutos se transformaram em horas; horas que eu estava sentada ali. Tentava reorganizar meus pensamentos e me acalmar. Respirei fundo e me levantei, pegando minhas chaves, que foram parar do outro lado do corredor, em seguida. As coloquei o buraco da porta, destrancando está. Assim que adentrei no pequeno apartamento, um sentimento de segurança me preencheu. 

Jesse nunca iria vir á esse lado da cidade

Aposto que nem passara na cabeça dele que eu poderia ter arranjando um emprego para poder me sustentar. Talvez ele pense que eu esteja morando com uma amiga ou conhecida.

Bati a porta com um pouco de força e joguei minha mochila no sofá. Retirei minhas roupas no percurso para o banheiro. Estava frio, mas um banho quente me ajudaria á relaxar os músculos. Após tomar o banho, joguei-me na cama e dormi, desejando que amanhã seja um dia melhor. O que nunca acontecia. Os dias eram menos piores, nunca melhores. 

Acordei com o meu celular berrando em meus ouvidos. Levantei-me calmamente, encarando o relógio na parede. Eram apenas cinco horas da manhã. Peguei o aparelho e logo vi que eram mensagens de Emma. 

“Emma [04:23]: Está tudo bem?” 

“Emma [04:23]:Seu pai lhe fez algo?” 
 

Pelo menos minha madrasta se preocupava comigo. 

A enviei uma breve curta mensagem dizem que eu estava bem. Emma logo me respondeu, dizendo que estava aliviada. Eu tinha dó de Emma, assim como tive de minha mãe. Não aceitava que as duas tivessem escolhido ficar com um homem como Jesse. 

Não conseguindo mais dormir, peguei um livro qualquer e comecei a lê-lo enquanto esperava o horário de eu ir á escola chegar. Quando este chegou, meu coração palpitava mais e mais, principalmente quando coloquei meu pé dentro da escola. As pessoas me encaravam curiosas. Automaticamente passei a mão em meu braço que Jesse havia o machucado, com medo de que as pessoas tivessem vendo os machucados. Mas assim que meus dedos passaram pelo o tecido grosso da blusa, acalmei-me mais. 

“Você viu ela e um cara ontem brigando?”; “Dizem que a Madison brigou com um cara na frente da escola ontem”; “Madison sempre arranjando confusão”. 

Abaixei minha cabeça e continuei andando, apenas olhando para meus tênis desgastados.

– Ei, cuidado.

Nem deu tempo de responder. Eu já havia caído no chão e minhas coisas estavam espalhadas. Vi uma mão ser estendida em minha direção.

– Quer que eu te ajude?

Olhei para cima procurando o dono dessas falas. E quando eu vi aqueles olhos azuis e aquela pele branca com várias pintas senti como se estivesse prestes a ter um infarto.

– Madison? – Sua voz estava desanimada de repende, entretanto com um toque de curiosidade também.

 Arrumei minhas coisas rapidamente. Tudo que eu queria era me esconder. Ao terminar de arrumar em menos de vinte segundos, levantei-me e continuei a seguir meu caminho.

– Ei, espere. – Ouvi sua voz e parei no meio do caminho. – Esqueceu uma coisa.

Me virei vendo-o segurar meu maço de cigarros em sua mão direita. Aproximei-me dele e puxei o objeto com brutalidade.

– Desde quando fuma? – Perguntou.

– Não é da sua conta. – Minha voz soou calma e fria ao mesmo tempo.

– Tudo bem. – Nash sorriu de um modo forçado e irônico.

Assim que o dei as costas, senti um calafrio percorrer meu corpo, como se meu corpo estivesse me alertando de algo.

“– Você é muito bonita! – Ele me disse com um sorriso maravilhoso em seus lábios.”

“– Eu gosto muito de você, Madison! – Sua mão tocou meu rosto.”

“– Você é uma vadia iludida. – Cameron berrou e logo riu em seguida.”

Balancei minha cabeça afastando essas memórias. 


Notas Finais


p.s: não está revisado, qualquer erro, perdão :)


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