História Bad Reputation - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Paulo Guerra
Tags Carrossel, Paulicia
Visualizações 143
Palavras 1.001
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


✨❤

Capítulo 2 - Livro aberto.


Paulo Guerra

Encarei a casa branca e soltei um suspiro. Caminhei pelo jardim e parei de frente pra porta da mesma cor da casa. Apertei minha mão em forma de soco e bati na porta três vezes.

A porta foi aberta e uma garota morena surgiu, com um rosto sem nenhuma expressão. Ela me encarou nos olhos por alguns segundos, E sem dizer uma palavra se quer, Deu espaço pra mim entrar. Respirei fundo e caminhei até o centro da casa, Ligado em cada passo que ela dava. Alícia pegou um livro de cima da mesa e se sentou no sofá.


- Achei esse livro velho e nele encontrei algumas imagens e um texto sobre o que temos que escrever..Pode ser útil. O que você acha? - Ela perguntou parando o livro em uma página que eu julguei ser a que falava sobre o trabalho. Ela focou em meu rosto e sua expressão ficou confusa. - Por que você não senta?


- Posso? - Perguntei e ela riu.


- Mas é claro ué, O Sofá tá aqui pra isso. - dito isso me sentei ao seu lado e puxei o livro de suas mãos, começando a folhear as folhas que contiam o tema do trabalho. - Por que você não sentou antes?


- Não sei. Você é tão problemática, complicada. Poderia me achar mal educado, ou sei lá. - Falei e ela revirou os olhos, jogando o cabelo para o lado.


- Eu não sou assim. Complicada e Problemática pode ser, mas fresca nunca. - Alícia falou e eu mordi o lábio, soltando uma risada. - Agora podemos falar sobre o trabalho? 


- Sim senhora. - Falei e ela revirou os olhos mais uma vez, Indo até a mesa e pegando a cartolina branca.


Marcelina Guerra

Ouvi a campainha tocar e retirei os fones, suspirando. Joguei o celular em cima da cama, e sai do meu quarto, descendo as escadas com pressa. Destranquei a porta e a abri, corando imediatamente ao ver a pessoa parada alí.


- Oi Marce..- Mário falou e eu senti vontade de chorar.


- O Paulo não está aqui. Ele foi fazer o trabalho. - Falei, seca.


- Eu não vim ver o Paulo..Vim ver você. - Ele afirmou umedecendo os lábios com a lingua.


- Mas eu não quero ver você. Ainda não sacou? - Perguntei irritada. Me preparei pra fechar a porta, mas ele a segurou com o pé.


- Vamos conversar, Por favor. - Ele pediu e eu senti meu coração apertar.


- Não tenho nada pra te falar, Mário. 


- Mas eu tenho muita coisa pra te falar. Poxa Marcelina, Você vai mesmo jogar fora a nossa relação? - Ele perguntou com uma expressão triste.


- Você jogou fora. Você deixou tudo ir pelos ares. Você acabou com a gente. - Falei e ele abaixou a cabeça. - Vai pra tua casa, Me esquece. É melhor assim.


- Marce..


- Vai embora Mário. - bati o pé nk chão e ele me encarou pela última vez, antes de se virar e caminhar pra longe da minha porta. Da minha casa. Da minha vida. Infelizmente.

Fechei a porta e colei as costas na mesma, deslizando até o chão enquanto lágrimas saiam descontroladamente pelos meus olhos. Por que amar tem que doer tanto?


Alícia Gusman

Terminei de escrever o último texto na cartolina, E parei pra observar Paulo colando as imagens. Meu olhar passou por todo o seu rosto, E ficou na forma em que ele tomava cuidado pra fazer tudo direito. Era isso que me deixava curiosa..Esse jeito misterioso dele. Seu estilo era completamente bad boy, Com calças escuras, blusas combinando, Jaquetas, Tênis de marca e o pior de todos: o perfume. Não que seja ruim o cheiro, Muito pelo contrário, é maravilhoso. Isso que me intriga. Seu olhar esconde segredos, E eu quero muito descobrir eles. Sua boca é bem bonita, carnuda e rosadinha e seu sorriso incompáravel. Uma completa tentação. Perdição.


- Acorda - Despertei com Paulo bagunçando meu cabelo. Balancei a cabeça e joguei o cabelo pra trás, voltando a focar na cartolina. - Que tal? 


- Tá muito boa, só falta cobrir o título. - Falei e ele assentiu. Arrastei a mão pela mesinha de centro da sala em direção a caneta preta, E assim que a toquei, senti uma outra mão por cima da minha. Me arrepiei e o encarei séria. Paulo puxou a caneta e mandou lingua, começando a cobrir as letras.


- Cadê seus pais? - Paulo perguntou após alguns minutos de silêncio. Arqueei uma das sobrancelhas e soltei um risinho. Que bela forma de puxar assunto.


- Meu pai no cemitério, E minha mãe trabalhando. Por que? - Perguntei e ele fechou os olhos por alguns segundos.


- Sinto muito pelo o seu pai..


- Já tô acostumada, relaxa.


- É que essa casa parece tão vázia.- Ele falou e eu dei um pequeno sorriso.


- E ela é. Igual a mim. - Paulo me olhou e nossos olhares se cruzaram. - Minha mãe passa semanas fora, e quando volta, só sabe me julgar. Eu faço dez coisas boas, ela caga. Faço uma ruim, Parece que é o maior desgosto dela. Nunca pareço ser suficiente.


- Ai meu Deus..- Paulo falou ainda olhando os meus olhos.


- O que foi? - perguntei confusa.


- Você não é nada daquilo que as pessoas falaram.


- O ruim das pessoas é julgar sem conhecer. Eu odeio gente assim, Porque porra...Pra afundar já tem muita gente. Pra levantar não tem ninguém.


- E por que..você pega todo mundo?


- Porque dá vontade ué. - Revirei os olhos e ele sorriu. - Quando o homem pega vários ele é o pegador. Mas quando a mulher pega, ela é piranha. Sociedade hipócrita.


Paulo deu mais um sorriso e voltou a olhar o cartaz. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Escutei um barulho e a porta se abrindo. Suspirei e me levantei, assim como Paulo, Me preparando pro que veria a seguir.


- Quem é ele? Mais um dos garotos que você quer dar? 


Minha mãe falou e eu revirei os olhos. Não machuca como antes. Porque talvez ela nem seja tão importante agora.


  Notas finais importantes!!! 


Notas Finais


Vou revisar os capitulos anteriores, adicionar algumas coisinhas e editar a escrita. No próximo capitulo aviso sobre o que mudei ou acrescentei.

Quero pedir pra vocês darem uma passadinha na fanfic da minha amiga! Ela começou esse dias, E pediu ajuda pra divulgar. Acho que vocês vão gostar bastante, Assim como eu. O link está aqui em baixo, pra quem quiser ler :

https://spiritfanfics.com/historia/comeco-meio-e-fim-10876995


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Tô com instagram gente, quem quiser seguir o nome é @Storylufer. Vou estar postando bastante spoiler dessa e de outras fanfics lá.

Bjs ❤


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