História Bad Things - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~O_Anonimo

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente
Tags Karol Sevilla, Karontina, Lunbar, Valentina Zenere
Visualizações 71
Palavras 2.282
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY GENTE! COMO ESTÃO?
ÚLTIMO CAP PRA DESSA TWO!
GOSTARAM DO CAP DO ANONIMO? ESPERO QUE SIM.
BEIJOS

AQUI É A FLAVIA-MJ :)
ESPERO QUE GOSTEM

Capítulo 2 - Bad Things: Parte Dois


Fanfic / Fanfiction Bad Things - Capítulo 2 - Bad Things: Parte Dois

Foi ficando intenso, minhas mãos estavam na nuca de Valu abrindo passagem em sua boca. Ela foi me arrastando pro quarto e me deitou na cama. Estava nervosa, não sabia o que fazer, se me entregava ou não. Meu lado racional estava cedendo a qualquer novo estimulo que meu corpo ativava.

Seus beijos suaves em meu pescoço me faziam arrepiar sempre que seus lábios se distanciavam.

— Valu...Eu...Eu sou virgem...— Olhei para ela que mantinha uma expressão tranquila no rosto.

– Tudo bem meu amor. Se não quiser não fazemos nada.

Ela se sentou ao meu lado e segurou minha mão. Isso é tão injusto! Eu me sinto excitada quando ela me toca, me beija, mas na hora H fico com medo. Uma hora ou outra eu iria me encontrar nesse beco sem saída e escolher entre me entregar ou ser virgem para sempre. E a segunda opção não me parece a melhor, ainda mais nessa circunstância.

– Não Valu. Continua...Continua o que estava fazendo...Eu quero...

– Tem certeza? — Arqueia a sobrancelha.

– Tenho.

Na verdade não. Ainda me sentia insegura, mas apenas pelo que aconteceu. Devia tirar isso da cabeça e focar na Valentina.

– Vou continuar...Me avise se quiser parar.

Jamais me imaginei fazendo amor com outra mulher. Já sonhei com a primeira vez perfeita, com um rapaz bonito que me levasse ao delirío, não nego. Mas estando ali, com a Valu, recebendo seus beijos quentes e sentindo novas sensações, era tudo que eu precisava.

Percebi que ela estava mantendo suas mãos em meu pescoço enquanto o beijava e já não me tocava e apertava como da outra vez. Deve ter notado minha insegurança. Tirei meu casaco e o joguei em qualquer canto. Fiz a mesma coisa com a minha camiseta e fiquei toda vermelha. Nunca fiquei assim para ninguém.

– Karol, não precisa tirar tudo amor...Deixa essa parte comigo. — Sorri. Balanço minha cabeça positivamente. Menos mal, não sei se ia conseguir.

Sem deixar de olhar para os meus olhos, Valentina foi abrindo o meu jeans e o abaixando. Continuei olhando para ela. No momento era o melhor lugar para olhar.

De forma lenta, senti seus dedos em minha intimidade molhada de excitação. Um dedo entrou em mim me causando um desconforto.

– Valu...Uhmm.. — Mordi meus lábios.

Senti todas as minhas barreiras conforme ela movia seus dedos. Abria minhas pernas mostrando o quanto estava gostando de estar ali com ela.

– Acho que eu vou...Uhmmm...

— Isso. Goze para mim, Karol. — Desce sua boca a minha intimidade e mergulha sua língua por ali. Arqueio a cabeça pra trás e coloco meus dedos entre os cabelos loiros os puxando levemente.

– Continua...Continua Valu...Huum...

Senti uma sensação maravilhosa, como se algo preso tivesse finalmente soltado. Essa é a sensação tão boa que as meninas do elenco tanto falavam. A maioria delas já haviam transado e comentavam com a menor indiscrição. O que me deixava muito desconfortável, pois eu não tinha com o que concordar ou discordar. Agora eu sabia.

Deixando selinhos em meus lábios, Valu sentou-se ao meu lado e sorriu.

– O que achou, meu amor?

– Nossa...Foi doloroso no início, mas conforme foi passando e me acostumando ficou tão gostoso...Tão bom...Por isso que eu...Você sabe. — Fico vermelha. Acho que vai demorar para mim dizer sacanagens e outras palavras como se fossem normais. Porém, me sinto muito satisfeita.

Vesti minha peça íntima e a calça e observei Valu procurando alguma coisa pelo quarto. Quando ela finalmente achou, era aquela maldita maleta preta! — Por que a maleta? De novo?

– Calma, Karol. Eu disse que não ia ter nenhum spray. Só vou pegar meus cigarros...

Cigarros? Desde quando ela fuma? Eu não sabia de nada disso! Ela pegou um esqueiro e acendeu, tragando uma vez e soprando pela janela. Havia mais um em sua outra mão, o qual também acendeu.

– Toma pequena, experimenta. — Estende a mão com o cigarro aceso.

– Eu...Eu não fumo. — A olho assustada. Sempre fui incentivada a nunca mexer com essas substâncias e agora tem uma pessoa que eu amo muito me oferecendo um.

– Uma tragada não faz mal! — Sorriu de lado. Olhei várias vezes para o cigarro a minha frente e para Valu que ainda tinha um sorrisinho. Pra ela aquilo é tão normal. Não resisti e peguei levando a boca e inalando. Comecei a tossir como se fosse cuspir meu pulmão para fora. — Calma pequena, vai com calma! Tenta de novo...Inala e sopra!

Respirei fundo e novamente traguei o cigarro. Consegui e em seguida soprei.

– Parabéns minha linda. Esse é seu, fica com ele! — Valentina sorriu e voltou a fumar na beira da janela.

Mais tarde, ela me contou que também tinha cigarro de cocaína. Ali sim fiquei indignada. Valu é uma drogada? Ou eu também sou? Naquela hora nada importava para mim.

Usei a substância e comecei a rir a toa junto da loira. O quarto estava cheio de fumaça e nós riamos...Riamos muito, a ponto de doer a barriga. Estava fora de mim. Estavamos drogadas!

Meu celular começou a tocar e era a minha mãe. Ela já havia ligado outras sete vezes. Quem disse que eu ligava? Achava é hilário a insistência dela em falar comigo.

– Acho que vou atender hein? A mulher ta doida átras de mim! — Falo entre gargalhos.

– Deixa essa otária esperando! — Respondeu Valu ao meu lado tragando seu cigarro e soltando fumaça.

– Essa otária é minha mãe pô! — Faço uma cara séria, porém logo caio na gargalhada de novo.

Click! Click! Click!

– Valu, aquilo não é um fotográfo? — Aponto para uma moita. Eu não podia ver nitidamente por conta da droga e da fumaça.

– Não é não! — Ela diz sem sequer olhar pra onde apontei.

– Ok. Passa mais um!

No dia seguinte, eu estava péssima! Vendo tudo torto, estômago revirado, nariz entupido. Me apoiei na parede e minha visão distorceu todinha. Corri para o banheiro e comecei a vomitar o que tinha ainda na barriga. Ao lado do lixo tinha dois maços de cigarro e alguns em volta já usados. Tinha pó no chão, aquilo era, cocaína. Eu havia mesmo usado?

Na minha cabeça não fazia o menor sentido. Sempre fui correta e agora eu...Eu usei drogas. Lavei a boca e fui na cozinha preparar uma xicara de café quente para poder racíocinar direito. Tinha uma pequena tv em cima do balcão principal, fiz questão de liga-la para saber se minha mãe já chamou todas as emergências de buscas que podia.

"Karol Sevilla é flagrada usando drogas em condomínio brasileiro."

Céus. Agora sim eu estava literalmente ferrada! E o pior disso tudo, é que mais uma vez, é apenas eu! Para onde vai minha carreira? Meu Deus! Vou ser uma má influência para minhas fãs! Peguei meu telefone e liguei para minha mãe vir me buscar, sabia que Valu estava no quarto mas não ia acorda-la pra informar isso. Seria muito pior se nos vissem juntas. Ouvi a buzina do carro dela, então deixem um beijo suave nos lábios de Valu e saí.

Entrei e fechei a porta, olhei para minha mãe só esperando que disesse um monte de coisas. Mas nada disse.

A gente foi direto para o aeroporto embarcar no avião para Argentina. Ela já havia comprado as passagens, então não tinha por onde escapar. O elenco também virá pra cá, só que mais tarde. Eu poderia ter esperado para viajar com eles? Sim! Mas isso ia dificultar minha situação. Dentro do avião fiquei em silêncio, aos poucos minha mãe começou a chorar discretamente e limpar suas lágrimas.

– Desculpa mãe...

– Drogas, Karol! Drogas! Eu não te ensinei assim! Nunca te incentivei a usar essas porcarias e depois de uma noite inteira de te procurando, descubro nos noticiários que você estava fumando substâncias! — Ela sussurra mais sua voz saía grave e falha pelo choro. — Você tem 18 anos, Karol. Já é uma mulher! E eu te deixo! Se você continuar nessa rebeldia e seguindo esse caminho eu te deixo solta! Eu deixo!

Eu fiquei com muita raiva. Mas era da minha mãe. Eu pensava que ela não me deixava viver! Ser quem quero ser! Eu fumei drogas sim, mas isso não significa que eu vou virar traficante e virar uma completa drogada! Estava realmente irritada.

Chegamos na Argentina e ali também havia fãs, todas com uma cara impressionada. Nos monitores passava a notícia da noite passada com as fotos. Na matéria, tinha a suposição de que alguém estivesse comigo, não confirmada. E também que eu poderia ser uma delinquente. De repente, todas as fãs foram abrindo caminho e saindo para fora do aeroporto. Ninguém me disse nada dessa vez, só havia olhares decepcionados e até garotas chorando. Fiquei mal nessa parte. Sem elas eu não sou nada...Nada.

Na minha casa, também nos jornais, soube quando o elenco desembarcou aqui na Argentina. Seria a oportunidade perfeita para ver a Valu mais uma vez! Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra ela:

"Você vai pro mesmo hotel de sempre?" 

"Vou sim meu amor. Você se fudeu?" 

"Não exatamente. Vou fugir e ir pro seu apartamento."

"Venha meu amor" 

De madrugada, enquanto minha mãe dormia, saltei da cama e peguei as chaves do seu carro. Como já fui deitar com roupas boas suficientes para sair não precisava de mais nada. Já tenho 18, posso dirigir. Sei que aprendi de tanto ver minha mãe, e também pelo que ela própria me ensinou com o tempo.

Saí de casa, fui até o estacionamento e comecei a dirigir a caminho do hotel onde Valentina está hospedada. Não demorei a chegar. Consegui passar despercebida por alguns reporteres que com certeza esperam que eu apareça junto do elenco. Entrei no elevador e apertei os botões com certa pressa.

Caminhei até lá em passos largos e entrei já que a porta estava aberta.

– Valu?

– Oi, Karol! Feliz Aniversário meu amor! — Apareceu com um bolinho nas mãos e velinhas acesas.

– Obrigado! — Sorrio. — Não precisava!

– Precisava sim. Você merece isso e muito mais!

– Linda. Eu precisava de ar! Minha mãe só sabe brigar! Não me entende! Hoje em dia é uma chatice estar com ela!

– Esquece isso. — Acaricia meu rosto com o polegar. — Vem, deixa o bolo aí e vamos nos divertir no quarto um pouquinho!

Coloquei a bandeja com o bolo por ali e deixei que a loira me levasse ao seu quarto em beijos quentes e gostosos.

Antes que pudesse acontecer qualquer coisa um monte de homens entraram e arrombaram a porta.

– Karol! Sua mãe te procura! — George. Um dos meus seguranças. Ele precisava mesmo entrar assim?

– Ninguém toca nela! — Daquela mesma maleta, Valu tirou um revolver, o qual apontou para George.

Do nada a polícia começou a entrar e tudo mais. Eu tive que depor, e conduzida pela minha mãe, todos os argumentos eram contra a Valentina.

Ela foi presa. E eu...Saí ilesa. Não que eu me orgulhe. Pois agora sou vergonha mundial e perdi todas as minhas Karolistas.

                     1 ANO DEPOIS 

Me arrependi de tudo que fiz e cheguei a conclusão de que tudo que passei com a Valentina só me prejudicou.

Eu não sinto raiva dela, nem a odeio, pelo contrário, eu a amo. Porém, ela sente prazer em me ver mal, gosta disso. Conheci uma Valentina que eu nunca vi. Vandala, drogada e com porte ilegal de armas. Quem iria imaginar?

Ela pagou a fiança e saiu da cadeia um mês depois. Se redimiu e pediu outra chance ao Martín para seguir no elenco. Ele sem saída e não tendo nenhuma Âmbar melhor que ela, lhe perdoou e agora está gravando Sou Luna 3 com a gente.

Após a prisão dela, eu continuei sem ninguém, envergonhada por tudo, mas aos poucos minhas fãs foram voltando e conquistei todo meus Karolistos de volta. Mas sei que ainda tenho estrada até conquistar os 100%.

No momento, estou átras de uma cortina, observando ela e Ruggero sentados na ponta do palco cantando. Ele acompanhado de um violão e ela na acústica.

Eu estou fora da minha cabeça? 

Eu estou fora da minha mente? 

Se você soubesse as coisas ruins que eu gosto. 

Não pense que eu posso explicar isso.

O que posso dizer? É complicado. O que posso dizer? É complicado.

Não importa o que você diz

Não importa o que você faça 

Eu só quero fazer coisas ruins para você 

Lágrimas caíam pelos seus olhos. Dos meus também, mas as limpei rápido. Logo iria soluçar e ia ser flagrada os espiando, coisa que eu não quero. Por mais que eu ame a Valentina ela é má, e me faz mal, preciso manter distância dela.

– Não chora, princesa. — Disse Ruggero limpando as lágrimas dela.

– Eu só penso nela, Rugg! Eu a quero de volta! Mas...Não posso mudar...Sou assim. Péssima, ruim.

– Para. Continua...

– Canta você. Continua Rugge...Eu...Eu não consigo.

– Mas foi você quem escreveu tudo, Valu.

– Por favor... — Falou com a voz falha, limpando seu pranto que caía em abundância.

Nada é tão ruim, se você se sente bem

Então você volta, como eu sabia que faria 

E nós somos selvagens, e a noite é uma criança 

Você é minha droga, respiro você até ficar louca 

Deixe isso baixo como o grave da bateria, eu tenho o você sonhou 

Unhas arranham minhas costas 

Olhos fechados enquanto você grita 

E você me mantem com esses quadris 

Enquanto meus dentes mordem seus lábios 

Enquanto seu corpo está me dando vida 

E você se sufoca no meu beijo... 

– Você foi realmente sincera aqui hein? — Ruggero parou de cantar e riu com os versos. Valentina sorriu entre as lágrimas e o abraçou murmurando um eu te amo baixo que o mesmo retribuiu.

Levantei de onde estava e saí andando sem rumo por aí.

Se eu queria tirar ela dessa?

Mais que tudo. Eu a amo ainda. E isso dói.

Alguém me tira daqui?


LINK NOTAS FINAIS


Notas Finais


Machine Gun Kelly e Camila Cabello - Bad Things: https://youtu.be/4cauU2IpFyA

HEY GOSTARAM?
ESPERO QUE SIM!
OBRIGADO POR LEREM #O_ANONIMO #FLAVIA_MJ


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