História Be a good girl - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin
Tags Bts, Jin, Jinnie, Otp Da Chele
Visualizações 240
Palavras 2.339
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, hello, annyeong! *-*

Eu só queria dizer que: barreiras foram quebradas com essa one HUAHUHAUHAHAHUH
Queria agradecer a @ChelePlushie por ter feito essa capa LINDANNNN, 고마워요, unnie! <3

Essa one foi escrita pelo celular durante uma madrugada, então talvez tenha uns errinhos aqui e ali, me desculpem.

Espero que gostem e boa leitura <3

Capítulo 1 - Just a fantasy


Jin alternou o olhar entre Annie e a roupa que segurava.

— Ya, Annie – disse Jin, ao olhar o conteúdo da caixa preta em cima da cama – Que tipo de roupa é essa?

Annie sorriu, em outro momento Jin diria que aquele era um sorriso tímido e fofo, mas ele podia ver a malícia estupidamente escondida.

— Jin oppa – ela disse de forma inocente, ou quase – Apenas uma fantasia, um pouco de diversão não faz mal a ninguém.

Jin estreitou o olhar, “um pouco de diversão”, sorriu. Ficou alguns segundos analisando a garota pequena – bastante pequena, diga-se de passagem – sentada na cama, ela vestia uma de suas camisas brancas, que já eram grandes até mesmo pra ele, Annie parecia uma miniatura de pessoa coberta por um pano duas vezes maior que seu corpo. Os lençóis não o deixavam ver o que ela vestia por baixo, se é que vestia alguma coisa além da camisa.

Sua imaginação foi longe diante desse pensamento.

— Jin – ela disse, observando o sorriso pervertido e um tanto bobo, tirando-o do transe – Que tal fazer sua dongsaeng uma garotinha feliz? – perguntou animada, se mexendo na cama, e por um momento, Jin podia jurar ter visto algo rosa.

Decidiu entrar no jogo.

— Te deixaria feliz me ver usando essa fantasia de policial? – perguntou, a malícia na voz deixou a morena excitada.

— Acho que sim – respondeu, desviando o olhar, os dedos brincando com os cabelos pretos, Jin adorava puxá-los – Não quer descobrir? – voltou a encará-lo.

Ele sorriu, contendo a vontade de esquecer a fantasia e agarrá-la assim mesmo. Seria mentira se dissesse que não gostava quando ela agia assim, inocente e maliciosa ao mesmo tempo, brincando com sua imaginação.

Quando conseguiu uma trégua dos ensaios com J-Hope, a primeira coisa que pensou foi ir até a casa da namorada, estava com saudades, fazia algum tempo em que não se viam, culpa da rotina ocupada que ambos possuíam, ela com a universidade e ele com o Bangtan.

Era complicado manter aquele relacionamento, mas em qualquer oportunidade que tinha, corria para vê-la.

Mas não imaginou que naquele dia, ela nem ao menos fosse lhe abrir a porta, como ele tinha a chave, entrou sem insistir muito em chamá-la. Não esperava encontrar com uma Annie travessa na cama.

Sim, travessa. Adorava quando ela era a Annie travessa.

Quando saiu do banheiro, a encontrou na mesma posição que estava antes.

— Você demorou – ela disse, como se fosse puni-lo por isso, ele adoraria, mas não naquela noite – Sabe – começou, saindo de baixo das cobertas, andando de joelhos até a outra ponta da cama, onde ele estava. Pode ver uma meia calça rosa cobrindo suas deliciosas pernas, voltou a olhá-la nos olhos quando ela continuou a falar – Você é um policial bem sexy, Jin oppa.

Sentiu a excitação gostosa correr pelo seu corpo e seu membro pulsar. Ela era realmente uma tentação.

— Sou? – foi tudo que conseguiu dizer.

Calou-se no mesma hora quando viu ela começar a tirar sua camisa, lentamente, provocando-o, revelando uma lingerie rosa e rendada, os seios cobertos por um sutiã delicado, porém apertado, estava louco para libertá-los. Desceu até suas pernas, a calcinha, a cinta liga, estava louco para tirar cada peça. A meia calça não, tinha gostado o suficiente para imaginar aquelas pernas com a meia em seu ombros.

— É sim – disse, aproximando seu rosto do pescoço dele, enquanto as mãos agarravam forte seu uniforme – Mas eu sou uma garota muito travessa, policial Jin – seu hálito batendo em seu pescoço, fazendo-o arrepiar – Preciso aprender com os meus erros – quando fez menção de beijá-lo, afastou-se para o outro lado da cama, ficando de costas, deixando-lhe a visão da sua bunda – Seja bonzinho comigo, sim? – perguntou, olhando-o pelos ombros, com um sorriso malicioso nos lábios.

Ah, aquilo era demais.

— Annie, você tem sido tão malvada – Jin disse, sentando próximo a ela na cama e abrindo alguns botões da camisa, mostrando um pouco do seu peitoral, a agarrou pela cintura, fazendo com que ficasse de bruços em seu colo, ela tentou sair, mas ele a segurou forte – Você precisa de umas boas palmadas. – ela abriu a boca para falar, mas apenas gemeu quando sentiu o ardor do tapa na nádega direita – E eu não serei bonzinho.

Mesmo com o rosto dela virado em uma direção contrária do seu, a viu morder os lábios, sorrindo. Bateu mais uma vez na nádega direita, dessa vez mais forte que a anterior.

— Ai – ela gemeu, tentou levar a mão para massagear o local, mas ele a impediu e massageou ali.

— Estou te punindo, não é para gostar – mesmo com a voz firme, ele não conseguia esconder o divertimento na voz, e é claro que ela percebeu.

— Policial Jin é bonzinho demais, não iria me punir de verdade – disse, recebendo outro tapa e gemendo.

— Quero ver você dizer isso de novo.

Ela se mexeu em seu colo, tentando sair daquela posição, recebendo dois tapas seguidos, onde depois Jin apertou e massageou. Quando Annie se mexeu de novo, outro tapa.

— Jin – ela disse, repreendendo-o com o olhar, mas ainda assim excitada o suficiente para sorrir – Deixe-me sair – pediu manhosa.

— Não. – puxou a cinta liga e soltou, fazendo com que estalasse em sua coxa – Você pediu por isso, lembra? – fez de novo na outra coxa – Agora fica quietinha.

Annie gemeu quando sentiu os dedos do namorado apertarem sua bunda com força, gostava da situação em que se encontrava. Gemeu alto quando sentiu Jin mordendo suas nádegas, aquilo era tão bom, sentia-se cada vez mais molhada.

— Jin – gemeu, apertando o outro braço dele que lhe segurava.

Ele desferiu outro tapa, deixando a pele morena marcada. Sem dar tempo para Annie falar alguma coisa, levantou seu corpo como se não fosse nada, de tão pequena que era, fazendo com que ela sentasse em seu colo, as pernas uma em cada lado das suas, sentindo seu membro duro e coberto em sua intimidade excitada e também coberta.

Jin segurou os braços de Annie quando ela arranhou seus braços, levando até as costas da mesma.

— Eu disse para ficar quieta. – ela gemeu, fechando os olhos e movendo o corpo para frente e para trás, esfregando a intimidade em seu membro. Jin deu um tapa em sua coxa, e ela deu um gemido longo e sôfrego – Annie! – a repreendeu.

— Jin, por favor – abriu os olhos, mordendo os lábios.

Ele riu, riu com gosto e Annie o olhou confusa.

— Mal começamos e você já está implorando – ele subiu a mão até seus cabelos longos, envolvendo-os em sua mão e puxando-os. — Você é muito apressada, pequena.

Voltou a gemer quando sentiu os lábios carnudos beijando seu colo, distribuindo algumas mordidas fracas também. Não percebeu quando ele soltou seus braços, levando as mãos grandes em direção ao feixo do sutiã, libertando seus seios volumosos.

Agarrou os cabelos escuros do namorado e os puxou, gemendo e voltando a se esfregar nele, enquanto a língua habilidosa passeava em seu mamilo, chupando e sugando. Ele puxou a cinta liga e deu outro tapa em sua coxa farta.

A morena parou com os movimentos, entendendo que devia ficar quieta.

— Jin, por favor – pediu, ofegante – tira essa roupa.

Ele a olhou nos olhos, ainda mamando em seu seio. Aquela visão a fez gemer.

— Ya, Annie – disse, mordendo o outro mamilo – Você pediu tanto para que eu vestisse esse uniforme e já quer que eu tire? – perguntou, fingindo estar chateado.

Annie apenas assentiu, queria mais contato, queria sentir ele mais próximo de si, queria sentir sua pele e não malditas roupas.

Então Jin a tirou de seu colo, meio desnorteada, ela firmou os pés no chão, as pernas um pouco moles, sentia sua intimidade contrair pela excitação.

— Vem – ele disse, tirando o cinto – tira essa calça e me chupe, Annie.

Não demorou muito e ela já estava ajoelhada entre suas pernas, fazendo o que lhe foi mandado. Colocou a mão sobre o membro ainda coberto pela boxer preta e o apertou. E pela primeira vez na noite escutou Jin gemer. Tirou a cueca com a ajuda do mesmo e se aproximou mais dele, beijando a glande, ela ficou alguns segundos o torturando assim, até sentir as mãos dele em seus cabelos, mas ele não precisou fazer nada além disso, só conseguiu gemer quando sentiu ela abocanhar o seu pau por inteiro, o forçando contra a garganta e as mãos pequenas massageando suas bolas. Mordeu os próprios lábios quando ela passou a encará-lo, enquanto o chupava lentamente.

Porra, aquilo era tão pornográfico.

Sabia que poderia gozar se ela continuasse lhe chupando daquela forma, acelerando a sucção a cada puxão de cabelo.

Em um movimento rápido ele a puxou e a deitou na cama, ficando por cima.

— Jin-ah – gemeu quando ele atacou seu pescoço, as mãos tentando abrir os botões da camisa que ainda estava em seu corpo.

Ele ficou de joelhos, terminando de tirar a camisa, Annie admirou o corpo do namorado por alguns segundos.

— Você é tão bonito, policial Jin – disse, apertando os braços do mesmo.

Foi até o rosto da namorada e lhe deu um selinho rápido, dizendo “eu sei disso” contra seus lábios e fazendo-a reclamar por não conseguir um beijo – e também por ele ser um convencido. Ele desceu até o meio de suas pernas, chegando a intimidade. Jin a puxou pela cintura, fazendo com que seu corpo ficasse mais próximo de si, os dedos foram de encontro com a lateral da calcinha, puxando lentamente, assim como ela fez ao tirar sua cueca.

— Me diz, Annie – disse, dando-lhe um tapa fraco em sua intimidade, fazendo-a gemer e seu corpo tremer – ainda vai ser uma garota travessa?

— Não – disse baixo, mordendo os lábios.

— Não? – outro tapa.

— Não, policial Jin – respirou fundo – Eu serei uma boa garota.

Jin sorriu.

— Muito bem. – disse, abocanhando sua intimidade.

Annie gemeu. Na verdade era só isso que ela sabia fazer: gemer e chamar pelo nome de Jin. Ele colocou as pernas dela – que sim, ainda estavam vestidas com a meia calça rosa – sobre seus ombros, e lambeu toda a intimidade da morena, queria saboreá-la por completo.

Ela estava tão molhada e excitada.

Passou a penetrá-la com a língua, enquanto os dedos massageavam o clitóris inchado, que clamava por atenção. Ele podia sentir o corpo da namorada tremer e ela apertar sua língua a cada movimento de vai e vem. Toda vez que ela estava perto de gozar, ele parava e voltava com os movimentos lentos.

Aquilo era uma tortura.

—Jin, por favor – apertou uma de suas mãos – Me deixa gozar.

Ele apenas a encarou, acelerando os movimentos, ouviu um “não para” e seu olhar dizia que não, ele não ia parar. Annie gemeu o nome de Jin, enquanto ele ainda a chupava, sentindo o maravilhoso orgasmo lhe atingir.

O corpo da morena ainda estava sensível e a respiração ofegante quando Jin se enfiou no meio de suas pernas, ela tentou fechá-las, mas ele as apoiou em seus braços, as deixando bem abertas. Ele sorriu, analisando seu rosto, sua feição cansada, mas ainda sim sensual, os lábios entreabertos e mais inchados, os cabelos bagunçados, os olhos pequenos que piscavam lentamente, atenta a cada movimento dele, a respiração ofegante, que fazia com que seus seios subissem e descessem a todo momento.

Abocanhou o seio esquerdo. Annie tinha belos seios.

Enquanto isso começou a penetrar sua intimidade, ela realmente era apertada, mais ainda estando sensível daquele jeito. Quando finalmente estava dentro, Jin teve que respirar fundo, ela lhe apertava e ele sabia que isso era de propósito, por tê-la torturado antes e talvez pelos tapas também. Ele ameaçou sair, apenas para voltar penetrando com força.

Lento, forte e fundo, ele sabia que ela gostava.

— Jin, por favor – ele não pode deixar de sorrir, adorava quando ela pedia assim, manhosa – Mais rápido.

Mais uma estocada forte e atendeu ao pedido, não que não fosse o desejo dele, estava sendo uma tortura pra ele também. Entre uma estocada e outra, sentiu quando as pernas de Annie começaram a tremer em seus braços, e a intimidade apertando o seu membro, melando-o com seu gozo.

Ambos estavam cansados, no entanto, ele inverteu as posições, se sentando e encostando na cabeceira da cama, fazendo com que ela ficasse por cima em seu colo, ainda encaixada. Segurou seus cabelos e começou a beijar seu pescoço.

— Seja uma boa dongsaeng e faça seu oppa gozar – disse, a voz arrastada e rouca.

Com a ajuda de Jin, ela começou os movimentos de subida e descida, apertando e arranhando as costas largas que tanto adorava, os dois gemendo alto com os movimentos intensos. Ele segurou um dos seios de Annie e a puxou para um beijo, um beijo afoito e bagunçado devido aos movimentos que se tornavam cada vez mais rápidos, nenhum dos dois sabiam como ainda estavam continuando aquilo, só podiam sentir o orgasmo próximo.

Gemeram juntos quando atingiram o ápice, apertando-se em uma espécie confusa de abraço.

Podiam sentir o coração batendo rápido contra o peito, Jin ainda lhe apertava forte quando Annie saiu de cima dele, deitando-se ao seu lado, respirando fundo.

Ficaram um tempo apenas trocando olhares, tentando controlar as respirações.

— Jin – ela chamou, fazendo biquinho e massageando as nádegas, onde havia recebido os tapas — Policial Jin foi malvado comigo.

— Ele só estava te punindo por ser uma menina travessa – respondeu, acariciando seus cabelos.

— Mas ele me deixou toda marcada – Annie disse, fingindo estar indignada e com dor – Acho que preciso me consultar com o doutor Jin – ela estreitou os olhos, sorrindo – O médico Jin é tão carinhoso.

Jin sorriu. Nossa, Annie podia ser insaciável às vezes.

E ele gostava disso, como gostava.

— Quem sabe mais tarde ele esteja disponível – disse, deitando-se ao lado dela.

— Tudo bem, agora eu só quero dormir, policial Jin me deixou muito cansada.

Aninhou-se em seus braços, aproveitando ao máximo aquele contato antes de se entregar ao sono, só queria sentir Jin próximo a si antes de voltarem a rotina exaustiva e ficarem sem tempo de se encontrarem novamente.

— Durma bem, pequena.

Não sabe se foi dele ou de si mesma, mas pode escutar um “eu te amo” antes de adormecer.


Notas Finais


É isso minha gente, agora vou enfiar minha cabeça num buraco igual a um avestruz HSUAHSUAHUSHAUH

Obrigada por lerem e até a próxima, kissus no core <3


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