História Beautiful Disaster - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias A Rainha Vermelha, A Seleção, Delírio, Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Ação, Amnésia, Anjos, Aventura, Bruxas, Colegial, Comedia, Demonios, Desaparecimento, Desejos, Diabolik Lovers, Distopia, Drama, Eclipse Lunar, Esquizofrenia, Fadas, Festa, Ficção, Grupos Sanguíneos, Interativa, Kino, Long Fanfic, Lua, Luta, Magia, Maldições, Misticismo, Monstros, Mukami, Nellyhime, Poesias, Revelaçoes, Romance, Rosas, Sadomasoquismo, Saga, Sakamaki, Segredos, Sobrenaturais, Sobrenatural, Sol, Sombras, Suspense, Terror, Tsukinami, Universo Distópico, Vampiros
Visualizações 138
Palavras 2.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, world! 
(´ε` )♡ (´ε` )♡

Boa leitura <3 Eu estive focada esses últimos dias em Eclipse pelo motivo de tê-la deixado um pouco de lado com Beautiful Disaster, mas eu voltei agora! Deixei esse capítulo para vocês verem se eu consigo interpretar bem vossas garotas <3

Boa leitura! <3

Capítulo 7 - The Elite of Brides


Fanfic / Fanfiction Beautiful Disaster - Capítulo 7 - The Elite of Brides

"Escute Liz, este mundo é perigoso. Você deve estar sempre atenta, mas, acima de tudo, faça amigos e sorria sempre."

 

~ † * † ~

 

 

"O qυє é α вєℓєʑα? ᗩ вєℓєʑα ทãσ é мαis qυє υм τrυqυє; υмα iℓυsãσ; α iทƒℓυêทciα ∂є ραrτícυℓαs αgiτα∂αs є ∂є єℓéτrσทs cσℓi∂iท∂σ єм sєυs σℓнσs, ∂євατєท∂σ-sє єм sєυ cérєвrσ cσмσ υм мσทτє ∂є criαทçαs αทsiσsαs ρrєsτєs α sєrєм ℓiвєrα∂αs ραrα σ rєcrєiσ.

Vσcê sє ∂єixαrá sєr iℓυ∂i∂σ? Vσcê sє ∂єixαrá sєr єทgαทα∂σ?"

 

“Sobre beleza e falsidade”, A nova filosofia, Ellen Dorpshire.

 

–––––––––––––––––––––––––––––

The Elite of Brides

(ᗩ ᕮℓiτє ∂є ᘉσivαs)

* Chapter VII *

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u me recuso a me tornar uma tosca bolsa de sangue de um príncipe mais tosco ainda! - a voz de Amanda ecoou enquanto era levada por dois guardas de volta àquele salão de paredes castanhas. – Me solta, seu bando de sobrenaturais brutamontes!

Infelizmente, os guardas de uniformes prateados não estavam nem um pouco interessados em sequer ouvir o que a garota dizia. Ellis suspirou ao ver que ela continuava a se debater. Por que raios aquelas humanas pobre-coitadas e sem nem onde caírem mortas não viam aquilo como uma ótima e rara oportunidade de vida? Ahhh... A bruxa nunca ia conseguir entender a mente dos humanos.

– Por favor, mantenham a calma. - sua voz se pronunciou novamente. – Estão há duas semanas passando por inúmeros processos de embelezamento, mas hoje será diferente. Irão ser arrumadas para se apresentarem diante do país inteiro e falarem algumas palavras no Jornal Oficial de Makai. Serão expostas a sobrenaturais poderosos, que governam setores ou que aconselham pessoalmente o Rei. Por favor, cooperem. Quanto mais rápido aceitarem suas novas condições, mais rápido se acostumarão a elas.

Ellis fez um gesto para uma grupo de trinta criadas que permaneciam em uma fila reta em seus uniformes pretos e com seus botões dourados nas golas.

– A partir de hoje, serão consideradas propriedades de Makai. Apaguem tudo o que conheciam sobre vossas vidas. Tudo agora é novo. Iremos começar com algo bem simples que toda garota nobre deve fazer uma vez na vida. A escolha de suas criadas.

Os guardas finalmente soltaram Amanda, mas um deles permaneceu segurando-a pelo braço fortemente, o suficiente para lhe causar algumas marcas roxas.

– Olha para minha cara e vê se eu quero escolher criadas. - Abaddon explodiu sarcasticamente. – Eu não vou ficar aqui. - decretou, cruzando os braços e se virando de costas para a bruxa, pronta para sair andando dali. – Argh! Me solta!

Outro guarda se aproximou de si e a segurou pelo braço, impedindo quaisquer que fossem seus movimentos. A albina franziu o cenho e tentou puxá-lo de volta sem sucesso.

– Não sabia que estavam autorizados a machucar as novas "propriedades" de Makai. - rebateu para o guarda que apenas revirou os olhos.

– Garotas, por favor. Sei que a noticia foi um pouco drástica e fora de hora, mas foram os próprios príncipes que escolheram vocês. Deveriam estar honradas.

– Honradas? - Amanda soltou uma gargalhada. – Honrada estaria eu de voltar para casa agora!

– As minas abandonadas, você quer dizer?

O rosto da garota ficou pasmo. Ela não tinha noção de que Ellis poderia ter o direito de expor sua vida para um monte de pessoas. Mas então se lembrou do interrogatório... Claro. E o formulário. Amanda não tinha uma casa fixa, apenas minas frias em Arkivik. A bruxa obviamente sabia de toda a sua vida – seus crimes, suas punições, seu passado.

– Entendam, eu posso punir vocês como bem entender. A Coroa me deu este poder, inclusive os príncipes. Não quero fazer com que nosso relacionamento, que agora será bastante longo, tenha um fim como discussões e discórdia. Serei a vossa nova tutora, por isto, tenho a permissão e o poder de educá-las ao extremo para serem umas verdadeiras filhas de Makai.

– Meus pais me deram a luz, não o reino. - Luna finalmente se pronuncia. – Isso não está correto!

– Senhorita Zarzamala, gostaria que permanecesse calada, assim como permaneceu até o presente momento. - a bruxa se virou para a morena, deixando-a boquiaberta. – Obrigada. - após um longo suspiro da sua parte, finalmente retomou. – Como dizia, vossas vidas serão outras. Para um começo de sucesso na vossa jornada como Noivas de Sacrifício, devem escolher vossas criadas com sabedoria. Apenas os príncipes tem autorização de trocá-las.

As criadas deram dois passos a frente. Ellis se virou de costas para as meninas e se sentou em uma cadeira num canto do salão.

– Fiquem a vontade para escolherem as três criadas que desejarem.

Ninguém se moveu. O relógio alto ficou fazendo "tic-tac" entre o silêncio intocável.

Elizabeth mordeu o lábio pelo nervosismo. Nenhuma das garotas tinham dado o primeiro passo pelo fato de que estavam inseguras... Mas se não fizessem nada, iriam ficar ali por horas... E as criadas escolhidas por outras pessoas poderiam não ser como esperavam. Afinal, estava claro: se não era um pesadelo, aquela era agora suas novas realidades. Pelo menos, tinham o direito de escolher suas criadas, mesmo que a garota gostasse de coisas simples.

A ruiva suspirou e deu alguns passos para frente. Ellis sorriu agradecida com o ato, mas Elizabeth apenas lançou um olhar de que estava fazendo aquilo apenas por obrigação. A bruxa não se importou nem um pouco.

A Grupo Sanguíneo 5 passeou por todas as trinta criadas. Os botões dourados de seus uniformes informavam seus Grupo Sanguíneos, mas não era necessária a leitura deles para se saber quem pertencia a que grupo. Por fim, Elizabeth decidiu escolher as três criadas que mais pareciam serem sinceras e gentis aos seus olhos.

– Gostaria de escolher você... - ela apontou para uma morena de pele escura de Grupo Sanguíneo 5. – Você... - a próxima foi uma garota de cabelos azulados e olhos amarelos, pertencente ao Grupo Sanguíneo 3. – E você. - a última era uma morena simples e que usava óculos, também do Grupo Sanguíneo 5.

– Ótimo. - Ellis sorriu. – Nana, Kharis e Miya. Quem é a próxima?

A ruiva foi conduzida a um canto pelas três criadas escolhidas. As outras cinco garotas ficaram se olhando, até que Abaddon finalmente deu o braço a torcer. Alias... Ela sentia falta do luxo, certo? Escolher suas criadas... Ahh, como aquilo lhe trazia ótimas memórias! A albina, mesmo assim, só revirou os olhos para bancar que não estava nem aí.

– Se ele me soltar, posso escolher as minhas. - se referiu ao brutamontes que continuava segurando-a pelo braço.

O guarda a soltou e Abaddon se aproximou das criadas, agora vinte e sete. Ela pôs as mãos nos bolsos do robe e começou a fazer uma avaliação mental.

– Esta. - uma garota de cabelos loiros e olhos verdes deu um passo a frente. Seu Grupo Sanguíneo era o 4. – Esta. - a segunda foi uma Grupo Sanguíneo 2 de cabelos negros brilhantes. – E esta. - a última era uma Grupo Sanguíneo 6 de cabelos ondulados e olhos pequenos, mas que emitia uma aura de confiança.

– Tomori, Tyffany e Casandra. Podem...

Antes de conseguir terminar a frase, Abaddon surpreendeu a todos correndo dali rápida o suficiente para passar pelos guardas que vigiavam a porta. A albina começou a correr pelo corredor, mas isto não durou nem mesmo um segundo. Outros dois guardas a pegaram pelos braços e a levantaram do chão, conduzindo-a de volta ao enorme salão de paredes castanhas. Ela gritou, mas ninguém se importou. A levaram ao lado de Elizabeth e suas novas criadas, onde um permaneceu segurando seu braço.

Ellis suspirou e olhou para o relógio.

– Minhas queridas, por favor, cooperem. Não quero ficar aqui a tarde toda, tudo bem?

Ninguém mais se mexeu. A bruxa se viu obrigada a escolher a próxima selecionada.

– Você. - ela apontou para Lilith. – Senhorita Walker, faça a sua escolha, por favor.

A garota piscou algumas vezes, mas não se mexeu por não ter ouvido. Ellis pigarreou bem alto para ser ouvida por ela e apontou para as criadas. Lillith finalmente entendeu o recado e corou suas bochechas enquanto dava alguns pequenos paços em direção das meninas.

Ela apontou para três criadas após pouco tempo de avaliação. Karila, Grupo Sanguíneo 1, uma loira baixa. Maiara, Grupo Sanguíneo 3, uma garota alta de olhos azuis. Sabrina, Grupo Sanguíneo 6, uma senhora já de certa idade – não devia ter mais de quarenta anos.

– Agora é sua vez, senhorita Zarzamala.

A morena viu os olhos azuis de Ellis brilharem – uma ameaça silenciosa – e suspirou alto enquanto caminhava em direção às vinte e uma criadas restantes. Ela definitivamente não queria escolher nem criadas, nem nada, mas estava sendo obrigada por uma bruxa com poderes. Tinha que obedecer, por bem ou por mal.

– Você. - ela escolheu primeiro uma mulher de vinte anos pertencente ao Grupo Sanguíneo 4. – Você. - uma jovem albina de olhos vermelhos, Grupo Sanguíneo 1. – E você. - a última era praticamente uma criança, provavelmente quatorze ou treze anos, uma Grupo Sanguíneo 6.

Claro. Luna juntou as peças. Uma Grupo Sanguíneo 6... Os pais deveriam ser criados no castelo. E como as coisas deveriam estar apertadas, tiveram que pôr a filha como criada também. Um pequeno aperto no coração de Luna a fez sorrir para a garota baixinha de duas marias-chiquinhas.

– Rin, Keiko e Barbie. Boa escolha. - Ellis sorriu enquanto Luna ia para o lado das que já tinham escolhido, assim como suas criadas. – Senhorita Becket, pode escolher agora.

Tinham restado apenas quinze criadas no local e Evelyn ainda estava sentindo náuseas pela noticia. Só percebeu que Ellis estava falando consigo quando a mesma chamou seu nome pela segunda vez.

– E-Eu...

– Por favor. Seja rápida.

Evelyn suspirou e se aproximou das quinze criadas. Ela não queria escolher ninguém que não fosse sua família. Procurou um rosto conhecido, mas não encontrou ninguém. Respirou fundo angustiada enquanto apontava para duas garotas aparentemente da sua idade e uma criança.

– Tames, Lucy e Ewerim. - a bruxa disse seus nomes quando terminou. A primeira era uma Grupo Sanguíneo 6 de cabelos vermelhos, a segunda, uma morena de pele pálida do Grupo Sanguíneo 4, a última, uma criança de doze anos com os cabelos pretos feitos em duas tranças. – Enquanto a você, senhorita Johnson, eu mesma irei fazer a escolha de suas criadas por se encontrar neste estado.

– Tsk. - a morena revirou os olhos. – Eu só quero ir para Arkivik de volta! É pedir muito?!

– Na sua atual situação, sim. Katrina, Sayuri e Melissa. - três criadas deram um passo a frente. A primeira, uma rosada de olhos lilases de Grupo Sanguíneo 5, a segunda, uma loira de olhos negros sendo do Grupo Sanguíneo 2, enquanto a última, Melissa, era uma jovem de cabelos ondulados e azuis escuros do Grupo Sanguíneo 3.

As três criadas se aproximaram de Amanda e ficaram ao seu lado. Ellis sorriu e dispensou todas as doze restantes enquanto se levantava da cadeira. Ela se aproximou das garotas e suas novas criadas, seus saltos altos projetando um eco no enorme salão de paredes castanhas.

– Agora, irei conduzi-las ao seus novos aposentos. Por favor, antes de seguirmos ao Castelo Real de Hyris, se troquem com as roupas disponíveis atrás daqueles biombos ali. Quem não for capaz de o fazer sozinha, terei que pedir para que os guardas o façam.

As criadas conduziram suas novas senhoras para os biombos e Amanda mostrou o dedo do meio para o guarda que a esteve segurando pelo braço até o momento. As roupas disponíveis eram bem simples e iguais para todas: calças pretas, uma blusa de mangas cinzenta, um casaco castanho e botas de cano baixo no mesmo tom. Quando todas se encontravam prontas, Ellis e suas criadas – mais uns dez guardas – as conduziram por alguns corredores tão iguais que confundiam as garotas. Era proposicional para evitar fugas, isto estava bem claro.

Quando finalmente chegaram em algo semelhante a um estacionamento no subsolo, as criadas se separaram das jovens e entraram em algo parecido a uma van bem grande, onde todas as dezoito se apertaram para caberem. As Selecionadas, porém, foram conduzidas a uma limusine preta onde tinha uma coroa estampada nas portas. Elas ficaram surpresas – era uma Limusine Real.

O interior do enorme carro era bastante confortante. As janelas eram revestidas para ninguém de fora saber quem estava dentro. Com certeza, pensado pelo público que aguardaria ansioso qualquer tipo de pistas. As garotas se sentaram junto com Ellis na limusine, enquanto um guarda ficou na parte do motorista, separada por uma janela de diamante, impenetrável.

Quando tudo já estava em ordem e o guarda murmurou os comandos pelo seu escutador, o carro finalmente começou a andar, saindo a luz do enorme edifício. Ao atravessar pelos portões do local, os seguranças cumpriram as ordens e fizeram um caminho para a limusine sair em segurança das proximidades do edifício, enquanto jornalistas, fotógrafos e repórteres tentavam passar pelos mesmos.

– Bom, vamos ter uma conversa. - Ellis finalmente se pronunciou.

– Outra? - Abaddon provocou. Aquilo tudo já a estava deixando com dor de cabeça...

– Sim, senhorita Morgenstern, outra. Primeiramente, sobre vossas criadas.

– Não já escolhemos elas? - Elizabeth indaga, confusa pela repetição do tópico.

– Sim, mas a comunicação entre elas e vocês é estritamente proibida.

As garotas ficaram boquiabertas.

– Perdão? Acho que não entendi.

– O castelo possuí regras que devem ser cumpridas, tanto pelos nobres quanto pelos criados. Vossas criadas estão liberadas para servi-las e fazerem seus favores, não importa o que. Podem puni-las como bem entenderem, tortura-las, condena-las a morte. Tudo o que quiserem. Porém, uma relação amigável entre vocês e elas é proibida por motivos estéticos. Elas não falarão nada, mesmo se forem pagas. Elas não ouviram nenhuma conversa que tiverem, mesmo estando presentes no local. Não falem com elas, pois elas não vão falar com vocês.

– Mas por que?

– Por que elas são, simplesmente, criadas, independentemente de seus Grupos Sanguíneos.

Algo dentro do peito de Luna se aqueceu. Aquilo era injusto. Separar uma pessoa do resto do mundo por causa do seu emprego ou Grupo Sanguíneo era injusto. Mas quem a ouviria? Ellis tinha o direito de mandá-la ao tronco se quisesse – assim como ela agora tinha com suas criadas.

– Segundo, vosso discurso.

As palavras parecem perfurar todas as presentes. Ellis tinha comentado algo sobre falar em público, mas ninguém esperava que fosse hoje.

– Não é necessário um resumo, claro. Alias, seria bom se vocês mesmas decorassem de cor as palavras que foram selecionadas para dizerem hoje a noite.

– E se não quisermos dizer nada? - Elizabeth indaga. – E se nós não quisermos nem aparecer?

– Bom, isto está fora de hipótese. Vocês são a nova Elite de Noivas do Reino de Makai. Deveriam estar gratas pela família real se tratar de vampiros. Existem outros reinos no mundo no qual as selecionadas são cozinhadas vivas para os filhos varões dos reis.

Lilith fica boquiaberta. Cozinhadas vivas? Ela tinha entendido direito? Não... Algo estava extremamente errado nisto tudo. Subitamente, ela teve uma vontade desesperada de começar a berrar ali de medo.

– Vocês tem duas opções para o vosso discurso. A primeira é decorarem de cor. A segunda é permitirem, por bem ou por mal, que um demônio controlador de mente entre na vossa cabeça e a façam falar. - todas estremeceram. – Não precisam ter medo. A sensação é estranha, mas não dolorosa. E é tudo para o vosso bem. Seria um escândalo se vocês não se comportassem direito, não acham?

 

~ † * † ~

 

quilo, definitivamente, era a coisa mais bonita que as seis garotas já tinham visto na vida.

O edifício no qual permaneceram por duas semanas ficava na extremidade sul de Éden, a Capital. Já o Castelo de Hyris, ficava bem no centro do setor. Quanto mais a limusine se aproximava de seu destino, mais as Selecionadas ficavam boquiabertas.

O Palácio Real de Hyris era enorme. Isso estava claro. Feito em tijolos brancos que, sob a luz certa, lembravam um tom de rosa pálido. O telhado de todas as torres era azul e a ponte que conectava a cidade ao palácio cortava as águas cristalinas do rio Okinasa com tamanha precisão que parecia que a água se submetia a sua estrutura, não ficando nem um centímetro a mais, enquanto o castelo ficava em algo parecido a uma colina bem alta e cheia de arvores.

A limusine atravessou a ponte até chegar aos enormes portões de entrada daquela estrutura magnifica. Lá, a porta foi cuidadosamente aberta, permitindo assim a entrada do carro no pátio principal do lugar, contornado apenas pelas grandes muralhas. Só após a limusine parar as garotas tiveram permissão de sair.

– Esta é a vossa nova casa. - Ellis sorriu, dando um belo vislumbre do lugar. – É bom se acostumarem logo. Me sigam, por favor.

Os guardas se juntaram àquele pequeno grupo e Ellis as conduziu para dentro da enorme porta principal.

– Wow. - Evelyn não conseguiu segurar-se.

O Salão de Entrada era enorme. Literalmente. As paredes eram em um tom de bege claro, enquanto o chão, um imenso mármore coberto por carpete vermelho. Subiram as escadas com um número muito grande de degraus e entraram em um corredor de paredes em tons castanhos. Ellis não pronunciou nenhuma palavra enquanto conduzi-as. Em sua mente, o tour iria ficar para depois.

 


Faltavam apenas três horas e dezoito minutos até o tão esperado Baile de Anúncio. Aquilo, de um jeito ou de outro, iria ter que esperar.
Afinal, as seis jovens agora eram a Elite de Noivas.

 

~ † * † ~

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! ヽ(*・ω・)ノ ヽ(*・ω・)ノ Se curtiu a fanfic, favorite, compartilhe e deixe um comentário! Irei apreciar muito saber a opinião de vocês!
Me sigam pois muita coisa vem por aí!
ヽ(>∀<☆)ノヽ(>∀<☆)ノ



No próximo capítulo os Sakamaki já aparecem! Aguentem só mais um pouco! <3

~Kisses ヽ(*・ω・)ノ ヽ(*・ω・)ノ


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